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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina
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2014-04-18

A Sexta-feira Santa é um dia inteiramente centrado na cruz e na morte de Jesus Cristo. A principal celebração da Sexta-feira Santa – a celebração da paixão – é uma liturgia da Palavra, que culmina com a Adoração da Cruz e termina com a Comunhão.

 

 
 
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2014-04-17

O Tríduo Pascal é o ponto alto da Festa da Páscoa e do Ano Litúrgico. Somos convidados a viver em comunhão e união com Jesus, acompanhando-O no seu Mistério Pascal. O nosso Mistério Pascal.

A igreja teve sempre um cuidado especial na celebração dos três dias durante os quais Jesus sofreu, morreu e ressuscitou. Em união com toda a Igreja celebremos com muita alegria a festa da Páscoa.

 
 
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2014-04-14

A igreja alegra-se com a canonização dos grandes Papas João XXIII e João Paulo II. Entre outros grandes eventos, João XXIII foi o Papa que, com grande surpresa, convocou o Concílio Vaticano II. João Paulo II foi o Papa das Jornadas Mundiais da Juventude e da Família.

A data escolhida coincide com o segundo domingo do tempo pascal, da Divina Misericórdia, celebração instituída por João Paulo II e na véspera da qual o Papa polaco faleceu, em 2005.

João Paulo II foi proclamado beato por Bento XVI a 1 de maio de 2011, na Praça de São Pedro.

 
 
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Meditar e Rezar com a Bíblia

EVANGELHO                                                      Jo 18, 1 -19, 42

 

O discípulo predileto de Jesus foi aquele que, mais de perto, viveu a sua Paixão. No relato que dela nos transmitiu, deixa, sobretudo, transparecer a sua admiração pela maneira como Jesus enfrenta a morte. Não é, na verdade, como um vencido pelo sofrimento que avança para ela. Consciente de que chegara a Sua «Hora», encaminha-Se, livremente e como senhor dos acontecimentos, a cumprir a ação solene, que havia predito e constitui a sua missão. Acompanhando-O no Seu sofrimento, João vê n'Ele o Verbo Encarnado, O Verdadeiro Cordeiro de Deus, cujo Sacrifício redentor se prolongará, sacramentalmente, na Igreja, presente em Maria que junto da Cruz de Jesus e ao lado do Evangelista, se associava à geração da nova humanidade.

 

N Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo

segundo São João

Naquele tempo,

Jesus saiu com os seus discípulos

para o outro lado da torrente do Cedron.

Havia lá um jardim, onde Ele entrou com os seus discípulos.

Judas, que O ia entregar, conhecia também o local,

porque Jesus Se reunira lá muitas vezes

com os discípulos.

Tomando consigo uma companhia de soldados

e alguns guardas,

enviados pelos príncipes dos sacerdotes e pelos fariseus,

Judas chegou ali, com archotes, lanternas e armas.

Sabendo Jesus tudo o que Lhe ia acontecer,

adiantou-Se e perguntou-lhes:

J «A quem buscais?».

N Eles responderam-Lhe:

R «A Jesus, o Nazareno».

N Jesus disse-lhes:

J «Sou Eu».

N Judas, que O ia entregar, também estava com eles.

Quando Jesus lhes disse: «Sou Eu»,

recuaram e caíram por terra.

Jesus perguntou-lhes novamente:

J «A quem buscais?».

N Eles responderam:

R «A Jesus, o Nazareno».

N Disse-lhes Jesus:

J «Já vos disse que sou Eu.

Por isso, se é a Mim que buscais,

deixai que estes se retirem».

N Assim se cumpriam as palavras que Ele tinha dito:

«Daqueles que Me deste, não perdi nenhum».

Então, Simão Pedro, que tinha uma espada,

desembainhou-a e feriu um servo do sumo sacerdote,

cortando-lhe a orelha direita.

O servo chamava-se Malco. Mas Jesus disse a Pedro:

J «Mete a tua espada na bainha.

Não hei-de beber o cálice que meu Pai Me deu?».

N Então, a companhia de soldados,

o oficial e os guardas dos judeus

apoderaram-se de Jesus e manietaram-n’O.

Levaram-n’O primeiro a Anás,

por ser sogro de Caifás,

que era o sumo sacerdote nesse ano.

Caifás é que tinha dado o seguinte conselho aos judeus:

«Convém que morra um só homem pelo povo».

Entretanto, Simão Pedro seguia Jesus

com outro discípulo.

Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote

e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote,

enquanto Pedro ficava à porta, do lado de fora.

Então o outro discípulo, conhecido do sumo sacerdote,

falou à porteira e levou Pedro para dentro.

A porteira disse a Pedro:

R «Tu não és dos discípulos desse homem?».

N Ele respondeu:

R «Não sou».

N Estavam ali presentes os servos e os guardas,

que, por causa do frio, tinham acendido um braseiro

e se aqueciam.

Pedro também se encontrava com eles a aquecer-se.

Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus

acerca dos seus discípulos e da sua doutrina.

Jesus respondeu-lhe:

J «Falei abertamente ao mundo.

Sempre ensinei na sinagoga e no templo,

onde todos os judeus se reúnem,

e não disse nada em segredo.

Porque Me interrogas?

Pergunta aos que Me ouviram o que lhes disse:

eles bem sabem aquilo de que lhes falei».

N A estas palavras, um dos guardas que estava ali presente

deu uma bofetada a Jesus e disse-Lhe:

R «É assim que respondes ao sumo sacerdote?».

N Jesus respondeu-lhe:

J «Se falei mal, mostra-Me em quê.

Mas, se falei bem, porque Me bates?».

N Então Anás mandou Jesus manietado

ao sumo sacerdote Caifás.

Simão Pedro continuava ali a aquecer-se.

Disseram-lhe então:

R «Tu não és também um dos seus discípulos?».

N Ele negou, dizendo:

R «Não sou».

N Replicou um dos servos do sumo sacerdote,

parente daquele a quem Pedro cortara a orelha:

R «Então eu não te vi com Ele no jardim?».

N Pedro negou novamente,

e logo um galo cantou.

Depois, levaram Jesus da residência de Caifás ao Pretório.

Era de manhã cedo. Eles não entraram no pretório, para

não se contaminarem e assim poderem comer a Páscoa.

Pilatos veio cá fora ter com eles e perguntou-lhes:

R «Que acusação trazeis contra este homem?».

N Eles responderam-lhe:

R «Se não fosse malfeitor, não t’O entregávamos».

N Disse-lhes Pilatos:

R «Tomai-O vós próprios, e julgai-O segundo a vossa lei».

N Os judeus responderam:

R «Não nos é permitido dar a morte a ninguém».

N Assim se cumpriam as palavras que Jesus tinha dito,

ao indicar de que morte ia morrer.

Entretanto, Pilatos entrou novamente no pretório,

chamou Jesus e perguntou-Lhe:

R «Tu és o Rei dos judeus?».

N Jesus respondeu-lhe:

J «É por ti que o dizes,

ou foram outros que to disseram de Mim?».

 

 

N Disse-Lhe Pilatos:

R «Porventura sou eu judeu?

O teu povo e os sumos sacerdotes

é que Te entregaram a Mim.

Que fizeste?».

N Jesus respondeu:

J «O meu reino não é deste mundo.

Se o meu reino fosse deste mundo,

os meus guardas lutariam

para que Eu não fosse entregue aos judeus.

Mas o meu reino não é daqui».

N Disse-Lhe Pilatos:

R «Então, Tu és Rei?».

N Jesus respondeu-lhe:

J «É como dizes: sou Rei.

Para isso nasci e vim ao mundo,

a fim de dar testemunho da verdade.

Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz».

N Disse-Lhe Pilatos:

R «Que é a verdade?».

N Dito isto, saiu novamente para fora e declarou aos judeus:

R «Não encontro neste homem culpa nenhuma.

Mas vós estais habituados

a que eu vos solte alguém pela Páscoa.

Quereis que vos solte o Rei dos judeus?».

N Eles gritaram de novo:

R «Esse não. Antes Barrabás».

N Barrabás era um salteador.

Então Pilatos mandou que levassem Jesus

e O açoitassem.

Os soldados teceram uma coroa de espinhos,

colocaram-Lha na cabeça

e envolveram Jesus num manto de púrpura.

Depois aproximavam-se d’Ele e diziam:

R «Salve, Rei dos judeus».

N E davam-Lhe bofetadas.

Pilatos saiu novamente para fora e disse:

R «Eu vo-l’O trago aqui fora,

para saberdes que não encontro n’Ele culpa nenhuma».

 

N Jesus saiu,

trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura.

Pilatos disse-lhes:

R «Eis o homem».

N Quando viram Jesus,

os príncipes dos sacerdotes e os guardas gritaram:

R «Crucifica-O! Crucifica-O!».

N Disse-lhes Pilatos:

R «Tomai-O vós mesmos e crucificai-O,

que eu não encontro n’Ele culpa alguma».

N Responderam-lhe os judeus:

R «Nós temos uma lei

e, segundo a nossa lei, deve morrer,

porque Se fez Filho de Deus».

N Quando Pilatos ouviu estas palavras, ficou assustado.

Voltou a entrar no pretório e perguntou a Jesus:

R «Donde és Tu?».

N Mas Jesus não lhe deu resposta.

Disse-Lhe então Pilatos:

R «Não me falas? Não sabes que tenho poder

para Te soltar e para Te crucificar?».

N Jesus respondeu-lhe:

J «Nenhum poder terias sobre Mim,

se não te fosse dado do alto.

Por isso, quem Me entregou a ti tem maior pecado».

N A partir de então, Pilatos procurava libertar Jesus.

Mas os judeus gritavam:

R «Se O libertares, não és amigo de César:

todo aquele que se faz rei é contra César».

N Ao ouvir estas palavras,

Pilatos trouxe Jesus para fora

e sentou-se no tribunal,

no lugar chamado «Lagedo», em hebraico «Gabatá».

Era a Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia.

Disse então aos judeus:

R «Eis o vosso Rei!».

N Mas eles gritaram:

R «À morte, à morte! Crucifica-O!».

 

 

N Disse-lhes Pilatos:

R «Hei-de crucificar o vosso Rei?».

N Replicaram-lhe os príncipes dos sacerdotes:

R «Não temos outro rei senão César».

N Entregou-lhes então Jesus, para ser crucificado.

E eles apoderaram-se de Jesus.

Levando a cruz,

Jesus saiu para o chamado Lugar do Calvário,

que em hebraico se diz Gólgota.

Ali O crucificaram, e com Ele mais dois:

um de cada lado e Jesus no meio.

Pilatos escreveu ainda um letreiro

e colocou-o no alto da cruz; nele estava escrito:

«Jesus, o Nazareno, Rei dos judeus».

Muitos judeus leram esse letreiro,

porque o lugar onde Jesus tinha sido crucificado

era perto da cidade.

Estava escrito em hebraico, grego e latim.

Diziam então a Pilatos

os príncipes dos sacerdotes dos judeus:

R «Não escrevas: ‘Rei dos judeus’,

mas que Ele afirmou: ‘Eu sou o Rei dos judeus’».

N Pilatos retorquiu:

R «O que escrevi está escrito».

N Quando crucificaram Jesus,

os soldados tomaram as suas vestes,

das quais fizeram quatro lotes, um para cada soldado,

e ficaram também com a túnica.

A túnica não tinha costura:

era tecida de alto a baixo como um todo.

Disseram uns aos outros:

R «Não a rasguemos, mas lancemos sortes,

para ver de quem será».

N Assim se cumpria a Escritura:

«Repartiram entre si as minhas vestes

e deitaram sortes sobre a minha túnica».

Foi o que fizeram os soldados.

Estavam junto à cruz de Jesus

sua Mãe, a irmã de sua Mãe,

Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.

Ao ver sua Mãe e o discípulo predilecto,

Jesus disse a sua Mãe:

J «Mulher, eis o teu filho».

N Depois disse ao discípulo:

J «Eis a tua Mãe».

N E a partir daquela hora,

o discípulo recebeu-a em sua casa.

Depois, sabendo que tudo estava consumado

e para que se cumprisse a Escritura,

Jesus disse:

J «Tenho sede».

N Estava ali um vaso cheio de vinagre.

Prenderam a uma vara uma esponja embebida em vinagre

e levaram-Lha à boca.

Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou:

J «Tudo está consumado».

N E, inclinando a cabeça, expirou.

N Por ser a Preparação, e para que os corpos

não ficassem na cruz durante o sábado,

– era um grande dia aquele sábado –

os judeus pediram a Pilatos

que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.

Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro,

depois ao outro que tinha sido crucificado com ele.

Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto,

não Lhe quebraram as pernas,

mas um dos soldados

trespassou-Lhe o lado com uma lança,

e logo saiu sangue e água.

Aquele que viu é que dá testemunho

e o seu testemunho é verdadeiro.

Ele sabe que diz a verdade,

para que também vós acrediteis.

Assim aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz:

«Nenhum osso Lhe será quebrado».

Diz ainda outra passagem da Escritura:

«Hão-de olhar para Aquele que trespassaram».

Depois disto, José de Arimateia,

que era discípulo de Jesus,

embora oculto por medo dos judeus,

pediu licença a Pilatos para levar o corpo de Jesus.

Pilatos permitiu-lho.

José veio então tirar o corpo de Jesus.

Veio também Nicodemos,

aquele que, antes, tinha ido de noite ao encontro de Jesus.

Trazia uma mistura de quase cem libras de mirra e aloés.

Tomaram o corpo de Jesus

e envolveram-no em ligaduras juntamente com os perfumes,

como é costume sepultar entre os judeus.

No local em que Jesus tinha sido crucificado,

havia um jardim e, no jardim, um sepulcro novo,

no qual ainda ninguém fora sepultado.

Foi aí que, por causa da Preparação dos judeus,

porque o sepulcro ficava perto,

depositaram Jesus.

Palavra da salvação.

 

Salmo Responsorial

Refrão: Pai, em vossas mãos entrego o meu espírito.

 

Em Vós, Senhor, me refugio,

jamais serei confundido,

pela vossa justiça, salvai-me.

Em vossas mãos entrego o meu espírito,

Senhor, Deus fiel, salvai-me.

 

Tornei-me o escárnio dos meus inimigos,

o desprezo dos meus vizinhos

e o terror dos meus conhecidos:

todos evitam passar por mim.

Esqueceram-me como se fosse um morto,

tornei-me como um objecto abandonado.

 

Eu, porém, confio no Senhor:

Disse: «Vós sois o meu Deus,

nas vossas mãos está o meu destino».

Livrai-me das mãos dos meus inimigos

e de quantos me perseguem.

 

Fazei brilhar sobre mim a vossa face,

salvai-me pela vossa bondade.

Tende coragem e animai-vos,

vós todos que esperais no Senhor. 

Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Alexandrina:

«Já há tempos que sentia grandes agonias na minha alma e por vezes prestes a cair em assustadores abismos. Nestes dias redobraram os meus sofrimentos. Os abismos eram aterradores. A justiça do Pai Eterno caía sobre mim e Ele bradava-me repetidas vezes:

“Vingança, vingança, etc.”

Aumentavam os sofrimentos da alma e do corpo. É impossível descrevê-los, só sentidos e presenciados. Passava os dias e as noites rolando pela cama, a ouvir a voz assustadora do Eterno Pai.

Na manhã de 2 de outubro de 1938, disse-me Nosso Senhor que iria passar por toda a Sua Santa Paixão, do Horto ao Calvário, só não chegaria ao “Consummatum est”. Seria a primeira vez no dia 3, e depois ficaria a passar pela Paixão todas as sextas feiras, pouco depois do meio-dia, às 3 horas, mas na primeira vez ficaria até às 6 horas, a desabafar comigo, fazendo-me os Seus queixumes.

Não disse que não a Nosso Senhor. Preveni o meu Diretor espiritual de tudo que Nosso Senhor me disse. Esperava o dia e a hora com grande aflição, pois nem eu nem o meu Diretor fazíamos ideia do que se ia passar. Na noite de 2 para 3 de outubro, se era grande a agonia da alma, também foi grande o sofrimento do meu corpo, começando a vomitar sangue e a sentir dores horríveis. Vomitei bastantes dias seguidos e, durante cinco dias, não tomei alimento algum. Foi neste sofrimento que eu fui para a primeira crucifixão. Que horror eu sentia em mim! Que medo e até pavor!... É indizível a minha aflição.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Toda a Paixão foi muito abandonada. Nosso Senhor só por três vezes me disse umas palavrinhas. Na primeira vez, no Horto, quando o peso da justiça Divina caía sobre mim, Nosso Senhor dizia-me:

“Estás a fazer as Minhas vezes: também sobre Mim vinha tudo isto. Tem coragem, é obra Divina que te dá a força, que te move, que faz tudo isto.”

A segunda vez, no Horto também, eu via-me num abismo tão grande, tão cheio de imundices, pareciam-me que haviam ali todas as misérias e eram minhas. E Nosso Senhor dizia-me:

“Assim como Eu és fiadora: também Eu estava nesse abismo, coberto com todas as misérias.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 16/06/1939)

Direto com Alexandrina

LIVROS


BIBLIOGRAFRIA EM PORTUGUÊS

 

 BEATA ALEXANDRINA

Autor: Pe. Humberto Pasquale, S.D.B.

Editora: Edições Salesianas 

Edição: 9ª edição (400 págs.)

Preço: 10 €

Obs: Este livro foi escrito pelo 2º diretor espiritual de Alexandrina e trata a sua vida e a mensagem de Alexandrina, detalhadamente.

 

NO CALVÁRIO DE BALASAR

Autor: Pe. Mariano Pinho, S.J.

Editora: Apostolado da Oração

Edição: 3ª edição (360 págs.)

Preço: 10 €

Obs: Este livro foi escrito pelo 1º diretor espiritual de Alexandrina e trata a vida e a mensagem de Alexandrina.

 

VÍTIMA DA EUCARISTIA

Autor: Pe. Mariano Pinho, S.J.

Editor: Pároco de Balasar

Edição: 6ª edição (106 págs.)

Preço: 9€

Obs: Este livro foi escrito pelo 1º diretor espiritual de Alexandrina e trata a Alexandrina e a sua vida eucarística.

 

VIDA INTERIOR DA BEATA ALEXANDRINA

Autor: Eugénia e Chiaffredo Signorile

Editora: Apostolado da Oração 

Edição: 3ª edição (207 págs.)

Preço: 6€

Obs: Este livro destina-se a quem quiser conhecer mais profundamente a espiritualidade de Alexandrina. 

 

LIVRO DO PEREGRINO

Autor: Fundação Alexandrina de Balasar

Editora: Fundação Alexandrina de Balasar

Edição: 1ª edição (175 págs.)

Preço: 5€

Obs: Este é um livro oracional pensado para os peregrinos devotos da Beata Alexandrina. Contém Adoração Eucarística, Via Sacra, Novena, Rosário entre outras orações litúrgicas e populares. 

 

 ALEXANDRINA ICONA DELLA PASQUA DEL SIGNORE

Autor: Pe. Pierluigi Cameroni, S.D.B.

Preço: 5,00€

Páginas: 63

ObsEste livro apresenta em promenor o ícone de Alexandrina, realizado pela iconógrafa Domenica Ghidotti.

 

CAMINHOS DE BALASAR

Autor: Pe. M.Fernando Silva

Editora: Paulinas Editora 

Edição: 1ª edição (405 págs.)

Preço: 17€

Obs: Este livro é uma biografia de Alexandrina, com uma leitura bastante acessível.

 

ALEXANDRINA, Apóstola da Eucaristia

Autor: Pe. Dário Pedroso, S.J.

Editora: Apostolado da Oração 

Edição: 1ª edição (159 págs.)

Preço:  5€

Obs: Este livro divulga a grande mensagem de Jesus sobre a devoção das quintas feiras e oferece textos e um devocionário eucarísticos.

 

Palavra e Eucaristia HORAS SANTAS

Autor: Pe. Dário Pedroso, S.J.

Editora: Apostolado da Oração 

Edição: 1º edição (223 págs.)

Preço: 6€

Obs: Este livro oferece propostas de oração para momentos de adoração eucarística.

 

ORAÇÕES DE BEATA ALEXANDRINA

Autor: Pe. José Granja

Editora: Fábrica da Igreja de Balasar

Edição: 1º edição (109 págs.)

Preço: 5€

Obs: Este livro contém várias orações dos êxtases de Alexandrina, do ano de 1941.

 

BEATA ALEXANDRINA – do Sofrimento à  Glória

Autor: Vários

Editora: Fábrica da Igreja de Balasar

Edição: 1ª edição (137 págs.)

Preço: 10€

Obs: Este livro apresenta artigos relacionados com a beatificação de Alexandrina (homilias, entrevistas, etc). 

 

 

  PADRE MARIANO PINHO

Autor: Padre Dário Pedroso, S.J.

Editora: Fundação Alexandrina de Balasar

Edição: 1.ª edição (151 págs.)

Preço: 5€

Obs:Este livro traça o percurso da vida e obra do Pe. Mariano Pinho, 1.º diretor Espiritual da Beata Alexandrina

 

BIBLIOGRAFRIA EM INGLÊS (ver aqui)

BIBLIOGRAFIA EM ITALIANO (ver aqui)

BIBLIOGRAFIA EM ESPANHOL (ver aqui)

BIBLIOGRAFIA EM ALEMÃO (ver aqui)

BIBLIGRAFIA EM POLACO (ver aqui)

CD

CD musical "Florinha da Eucaristia"

Preço: 10 €

Editora: Paulus Editora

Faixas musicais:

1. Alexandrina Bendita (Música: Azevedo Oliveira/ Letra: Fernando Silva)

2. Mãezinha (Música: Pedro J. S. Malta/Letra: Daniel Silva/ Orquestração: Prof. Costa Gomes)

3. Exemplo a imitar (Música: Sousa Marques/ Letra: Silva Araújo)

4. Hino aos Sacrários (Música: Frei Acílio Mendes/ Letra: Beata Alexandrina/ Orquestração: Prof. Costa Gomes)

5. Nosso canto de louvor (Música: Azevedo Oliveira/ Letra: Silva Araújo)

6. Vida Eucarística (Música: Sousa Marques/ Letra: Silva Araújo)

7. Doce Sorriso (Música: Pedro J. S. Malta/ Letra: Daniel Silva/ Orquestração: Prof. Costa Gomes)

8. Vida de Fé e Amor (Música: Sousa Marques/ Letra: Silva Araújo)

9. Salve, Alexandrina (Música e Letra: Frei Acílio Mendes / Orquestração: Prof. Costa Gomes) OUVIR

POSTAIS

POSTAIS 1,00€


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Destaques
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Agenda
25 de abril
Comemoração do 10º aniversário da beatificação da Alexandrina
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Tel. Igreja: (00351) 252 951 601

Tel. Fundação: (00351) 252 951 264 

E-mail: fundacao@alexandrinadebalasar.com

Rua Alexandrina Maria da Costa, 21

4570-017 Balasar PVZ

GPS     41º 24' 17'' N    8º 37' 31'' W

 

Receção da Igreja:

09h00-12h30 e 14h00-19h00

 

Casa da Alexandrina:

09h00-12h00 e 14h30-19h00