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HÁ NOVE ANOS ATRÁS, EM ROMA (TEXTO E FOTOS)
2013-04-24

Na véspera do aniversário beatificação de Alexandrina Maria da Costa, o Santuário Alexandrina de Balasar deixa aqui:

  • parte da homilia do Papa João II, pela ocasião da beatificação de Alexandrina, no dia 25 de abril de 2004, na Praça de S. Pedro;
  • parte da homilia do Sr. Arcebispo de Braga – D. Jorge Ortiga – na tarde do dia 24 de Abril, na Eucaristia de ação de graças, celebrada na Basílica de Santa Maria Igreja.

 

 

PARTE DA HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II,

NO DIA DA BEATIFICAÇÃO DE ALEXANDRINA, NA PRAÇA DE S. PEDRO

 

«"Tu amas-Me?" pergunta Jesus a Simão Pedro. Ele responde: "Tu sabes tudo, Senhor, bem sabes que Te amo". A vida da Beata Alexandrina Maria da Costa pode resumir-se neste diálogo de amor. Investida e abrasada por estas ânsias de amor, não quer negar nada ao seu Salvador: de vontade forte, tudo aceita para mostrar que O ama. Esposa de sangue, revive misticamente a paixão de Cristo e oferece-se como vítima pelos pecadores, recebendo a força da Eucaristia que se torna o único alimento dos seus últimos treze anos de vida.

 

Pela esteira da Beata Alexandrina, expressa na trilogia "sofrer, amar, reparar", os cristãos podem encontrar estímulo e motivação para nobilitar tudo o que a vida tenha de doloroso e triste com a prova maior de amor: sacrificar a vida por quem se ama.

 

"Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo" (Jo 21, 15). Como Pedro, como os Apóstolos nas margens do lago de Tiberíades, também estes novos beatos fizeram sua, levando-a até às extremas consequências, esta simples mas incisiva profissão de fé e de amor. O amor a Cristo é o segredo da santidade!

 

Caríssimos Irmãos e Irmãs, sigamos o exemplo destes Beatos! Ofereçamos, como eles, um testemunho coerente de fé e de amor na presença viva e operante do Ressuscitado!»

 

 

 

PARTE DA HOMILIA DE D. JORGE ORTIGA,

NO DIA ANTERIOR À BEATIFICAÇÃO DE ALEXANDRINA,

NA BASÍLICA DE SANTA MARIA MAIOR

 

«A Vida de Alexandrina está marcada por devoções que testemunham a grandiosidade da sua alma. Ninguém desconhece a centralidade que dava a Jesus e a Jesus Eucaristia. Só que Nossa Senhora, a quem com muito carinho chamava de «querida Mãezinha», acompanhava este mesmo amor.

Todos os dias rezava: «Ó Mãezinha, abri-me os vossos santíssimos braços, tomai-me sobre eles, estreitai-me ao vosso santíssimo Coração, cobri-me com o Vosso manto e aceitai-me como vossa filha muito amada, muito querida, e consagrai-me toda a Jesus. Fechai-me para sempre no seu Divino Coração e dizei-lhe que O ajudais a crucificar-me, para que não fique por crucificar... Ó Mãezinha, fazei-me humilde, obediente, pura, casta na alma e no corpo. Fazei-me um anjo; transformai-me toda em amor, consumai-me toda nas chamas do amor de Jesus».

Nesta Basílica de Santa Maria Maior, a primeira a ser dedicada a Nossa Senhora na cidade de Roma, queremos prepararmos para a Beatificação colocando-nos na atitude de amor de Alexandrina a Nossa Senhora.

 

Merece particular relevo a Consagração a Nossa Senhora e o trabalho efectuado para que o Papa Pio XII procedesse à consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria, em 31 de Outubro de 1942.

(…)

Urge redescobrir o verdadeiro significado da palavra consagração. (…)

No sentido religioso encerra um significado dum acto de oferta de lugares, coisas ou pessoas à divindade. Como tal supõe uma «separação» dos usos profanos e um «destino» para o culto. «Separação» como aspecto negativo e «dedicação» como aspecto positivo. O culto pagão sublinhava mais o negativo; a Bíblia mostra mais o positivo. Consagrado é, assim, aquele que «pertence» a Deus e «participa» de Deus e do qual Deus se serve para o tornar presente e operar na história. Neste sentido, consagrar-se é mergulhar numa comunhão de vida, acolher uma participação plena do modo de pensar, de amar e de agir de Cristo e suscitar uma assimilação vital dos valores do Reino que se vivem e se comunicam.

Esta consagração assume-se no Baptismo e vive-se na vida. «Cristo Senhor, Pontífice tomado de entre os homens (cf. Heb. 5, 1-5), fez do novo povo «um reino de sacerdotes para Deus e Seu Pai» (cf, Apoc. 1, 6, 5, 9-10), Pela regeneração e pela união do Espírito Santo os baptizados são consagrados para serem edifício espiritual e sacerdócio santo, de modo que ofereçam, em toda a sua actuação cristã, sacrifícios espirituais e proclamem as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a Sua luz maravilhosa (cf. 1 Ped. 2, 4-10). Perseverando no louvor de Deus (cf. Act. 2, 42-47), ofereçam-se todos os discípulos de Cristo como hóstia viva, santa, agradável a Deus (cf. Rom. 12, 1), rendam testemunho de Cristo em toda a parte, sempre prontos a dar uma razão a quem os interrogar acerca da esperança, que neles existe, da vida eterna (cf. 1 Ped. 3, 15). L.G. 10.

«O Baptismo insere-nos em Cristo e torna-se a base e o fundamento de tudo, mas ele não é tudo na vida cristã. Com ele começa-se a ser cristão e somos colocados em condições para poder receber vocações, missões, encargos particulares com as qualidades e os talentos capazes para as concretizar. Uma consagração inicial e diversas formas de consagração e algumas consagrações «especiais» associadas ao Sacramento da Ordem e Profissão e Vivências dos Conselhos Evangélicos: eis a síntese da vocação cristã.

A Beata Alexandrina poderá ajudar-nos a compreender esta doutrina.

Pelo Baptismo somos «consagrados» a Jesus em «toda» a nossa vida e, por isso, no quotidiano identificamo-nos com Ele nas virtudes através duma vida coerente com o Evangelho, e «consumindo-a», ou seja, gastando- a no amor: entrega da nossa vocação pessoal e interesse pelas vocações de especial consagração. Alexandrina dizia: «Consagrai-me toda». «Transformai-me toda em amor» «Consumi-me toda». (…)»

 

 

Visite o Meditar e Rezar (contém textos da Liturgia da Festa da Beata Alexandrina e textos dos seus escritos).

FOTOS: "Beata Alexandrina, do Sofrimento à Glória"

Direto com Alexandrina

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