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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-12-29 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-12-29

 

«(Jesus) Desejo tanto que o Meu querido Pai S. José seja conhecido e amado! Anseio que todos os esposos o imitem, as esposas minha Mãe Santíssima, os filhos a Mim. Queria que todos os lares, todas as casas, fossem semelhantes à de Nazaré.»

(19/03/1945; Sentimentos da Alma; 20/03/1945)

 

 

«(Alexandrina) A primeira condição que lhes peço é que procureis viver na maior graça e paz de Jesus, muito resignados e amiguinhos um do outro, desabafando os dois com a máxima franqueza e simplicidade, não ocultando nada um do outro para mais facilmente se ajudarem e darem todos os passos que devem dar.»

(Excerto de uma carta a um casal do Porto; 02/03/1950)

 

 

«(Alexandrina) Procurem depois de Jesus e da Mãezinha amarem-se um ao outro loucamente, verem um no outro essas almas e corações nobres com que o Senhor os dotou; são dons d’Ele, não deixem de lhos agradecer. Sejam amigos, sejam leais em tudo um ao outro, vivam como que sejam um só coração, uma só alma, uma só vida, vida tão pura e tão santa que encante os Anjos e atraia para vocês as bênçãos, os olhares e os auxílios do Senhor.»

(Excerto de uma carta a um casal do Porto; 08/03/1950)

 

 

«Coragem meus queridos amiguinhos! Lutamos, combatemos e vencemos. É esta a nossa confiança. Jesus e a Mãezinha estão connosco, com Eles vamos triunfar.

Amai muito os Seus Divinos Corações, não os ofendais nunca; logo em seguida amai-vos um ao outro com amor e fidelidade mais pura que se possa imaginar na Terra.»

(Excerto de uma carta a um casal do Porto; 26/06/1950)

 

 

«(Jesus) A impureza, a impureza! Os pais não respeitam suas filhas, as filhas não respeitas suas mães. Os maridos não são fiéis às suas esposas e as esposas a seus maridos. Ofendem-se gravemente irmãos com irmãos. Não há modéstia nas famílias, desapareceu dos lares o temor dos Deus. Que dor a Minha! Repara lírio puro, lírio casto, pureza angelical; repara por tudo isto.»

(Sentimentos da Alma; 04/05/1945)

 

 

«(Jesus) A pureza, a castidade é a flor mais fina, é o que há de mais encantador para Mim. E porque és verdadeiramente pura venho à tua pureza pedir reparação, para os impuros e a reparação das famílias. Que dor para Mim. As famílias profanam o grande sacramento do matrimónio. Pecam e Eu a vê-los pecar, pecar na Minha divina presença, volto-lhes as costas, escondo Meu rosto. Não se envergonham de Mim, Eu envergonho-Me Eu deles. Repara-Me, repara-Me por tantas almas loucas que apresentando-se nuas convidam ao pecado, ofendem-Me gravemente. Confia em Mim, confia no Meu amor. Quem Me dá tudo, de Mim tudo recebe. Coragem, coragem, esposa Minha.»

(Sentimentos da Alma; 21/08/1945)

 

 

(Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus)

«(Jesus) Precisais dos meus sofrimentos para o mundo culpado? Agora é que ides desabafar dos crimes em família, a impureza, os assassinos, a infidelidade dos casados, a malícia em todos os estados e em todas as idades? O mundo que só te resta uma coisa? Chegou o cúmulo de todas as desordens? Falta a destruição completa e precipitá-los no inferno? Dizeis isso, mas não o fazeis, meu Jesus? Vejo lá como podeis suportá-lo? Olha sé na minha freguesia?

(Alexandrina) (chorava) Ai meu Jesus, se os pudesse chamar! Dizer-lhes para arrepiarem caminho!

(Jesus) Aos que aqui vierem dais-me licença para lhes dizerem que estais muito desgostoso, que não resistam à graça, se o meu P. (Paizinho) ma der também? Num instante os precipitais no inferno? Tanto chamamento, tanto aviso?

(Alexandrina) Chamai, chamai Jesus. Eles hão-de ouvir-Vos e irão ao Vosso Divino Coração.»

(Êxtases; 05/05/1939)

2012-12-19 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-12-19

 

Natal de 1934:

«(Alexandrina) Nosso Senhor recomendou-me que não me distraísse durante este dia com as visitas, por muitas visitas que tivesse e por mais que procurassem distrair-me. Durante a visita estava tão intimamente unida a Jesus que parecia não haver nada que me distraísse. Sentia uma força estranha que mal sei explicar, e um forte calor que me abrasava.»

(25/12/1934; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 27/12/1934)

 

 

«(Jesus) E lá nos Meus Sacrários e podes amar, Me podes consolar, podes alegrar a Minha solidão e podes-te oferecer pelos pecadores; lá Me podes servir de vítima pelos pecados do mundo nesta quadra em que o mundo se revolta contra Mim e contra a Minha Igreja»

(Cartas ao Padre Mariano Pinhos; 08/11/1934)

 

 

   Menino Jesus da Beata Alexandrina

 

«(Jesus) Sê a minha vítima de reparação pelos pecados do mundo e assim me consolarás muito.”

Dizia-me mais ainda Nosso Senhor:

Peço-te o sacrifício de vires passar parte desta noite comigo, nos meus Sacrários. Tem pena de mim; tem pena do Prisioneiro do Amor, nesta quadra em que sou tão ofendido. Anda formar com as tuas dores um abrigo sobre os meus Sacrários, para que não venham sobre Mim os crimes. Eu te prometo grande recompensa. Nossa Senhora e a Santíssima Trindade ficam-te muito agradecidos.”

(Alexandrina) E pediu-me que guardasse silêncio o mais que pudesse. Eu atendi ao pedido de Nosso Senhor e que bela noite eu passei! Até depois da meia-noite estive alerta: cantava, rezava, pedia ao meu Jesus que me desse a bênção de todos os Sacrários do mundo.«

(15/12/34; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/12/1934)

 

 

 

«(Alexandrina) Disse-me também Nosso Senhor, que mandasse dizer a V.ª Rev.ª que nesta quadra eram mais as almas dos que se perdiam do que as que se salvavam; que queria guerra aberta contra o pecado da impureza, que era com o que o inferno estava mais povoado. Disse-me também que tinha pena de me dizer isto porque sabia o amor que eu tinha às almas.»

(03/01/1935; Cartas ao Padre Pinho; 10/01/1935)

 

Natal de 1937:

«(AlexandrinaComo os anjos louvemos e adoremos a Jesus Menino entregando-lhe para sempre o nosso Coração.

A cruz e o Sacrário são a verdadeira escola onde melhor aprendemos a amar a Jesus.

Paz em nossa alma e em nosso coração.»

(Pagela; 29/12/1937)

 

 

Êxtase no dia de Natal de 1938:

«(Nosso Senhor abraçava-a)

(Jesus) É de tanta consolação para Vós, o Céu em festa, o mundo em festa e a minha alma triste e amargurada? É assim que mostro o amor que tenho ao meu Jesus, ao meu Esposo? Amar-Vos com consolação e alegrias não custa? Mas amar-Vos debaixo dum peso esmagador, duma cruz tremenda...

Isto é que Vos comola e salva-Vos almas? Ao menos na tristeza dais-me a paz? Confio em Vós que sois o meu Jesus. Fazer-me-ieis sofrer assim por amor? É para me colocardes no Céu, no lugar mais alto, muito unidinha a Vós e para desagravar-Vos nesta noite tão santa, mas de tantos crimes?

Santa porque o devia ser, de crimes porque abusam dela? A Vossa loucura de amor e que Vos obriga a fazerdes assim? Estou contente com tudo que me dá o meu Jesus? Bem sabeis que recebo tudo por amor...

Contente muito contente, meu Jesus? Sois Vós quem ma enviais?

(Nosso Senhor abraça-a)»

(Êxtases, 25/12/1938)

 

Natal de 1942:

«(Alexandrina) Depois de fazer os meus pedidos a Jesus e tinha tanto que Lhe pedir! Disse-lhe:

(Jesus) “Não Vos peço para Vos ver no presépio pois sei e confio que estais no presépio do Meu coração, mas peço-Tos para me alcançardes o que Vos peço.”

Ele dignou-se dizer-me:

“Minha filha, Minha filha, sempre firme na tua fé, sempre firme na tua confiança. Jesus não te engana e tu não te enganas que é Jesus. Os confundidos são os que te fazem sofrer. A hora do triunfo não demora. As tuas festas estão concluídas na Terra, vais vê-las no Céu com todo o brilho, com todo o amor. O Céu está aberto para ti; Minha amada, já quase podes entrar. Recebe todo o amor e toda a graça do Menino Jesus com todo o direito de o distribuíres àqueles que te rodeiam, que te amam, que te são queridos.

(Alexandrina) “Ó meu Jesus, queria palavras para Vos agradecer como Vós sois digno, mas não as sei, queria dar-Vos toda a honra, glória e amor, queria dizer-Vos tudo. Como nada sei, apenas Vos digo: obrigada, para sempre obrigada meu Jesus.»

(Sentimentos da Alma; 25/12/1942)

 

 

Natal de 1944:

«(Alexandrina) Principiei a ouvir fogo e repique de sinos. Pedi que me trouxessem umas imagenzinhas do Menino Jesus. Colocadas sobre o meu peito, queria aquece-las. O calor que lhe dei não era o que queria dar-lhes; queria queimá-los com fogo de amor. Queria dizer-lhe muitas coisas e não sabia. Estreitei-os ao me peito docemente e continuei os meus gemidos. Estou certa que Jesus os aceitou e não ficou triste. Ninguém como Ele via como eu sofria; ninguém como Ele sabe que mesmo gemendo é por amor que gemo e quando mais não posso. Não sei os minutos que se passaram, o que sei é que passei a outra vida e ouvi Jesus no meu coração:

(Jesus) “Nasci no presépio do teu coração, Minha filha. É o Esposo que vem à sua esposa. É o Rei que vem à sua rainha. Sou Rei do Céu e tu rainha da Terra. Como estou bem aqui, ó rainha do amor. O presépio que Me dás não é áspero como o de Belém; é fofo com as tuas virtudes. No teu presépio não sinto os rigores do frio; sou aquecido com amor mais puro e abrasado. Tu és a rainha estrela, estrela que guias o mundo como outrora guiou os Reis Magos no caminho de Belém. Diz, Minha filha, a todos os que cuidam de ti, aos que te são queridos, amam e rodeiam, que lhes dou a abundância das Minhas graças, um enchente do Meu Divino amor, um lugar reservado em Meu Divino Coração com a promessa do Céu.”»

 (Sentimentos da Alma; 25/12/1944)

 

 

Natal de 1945:

«(Alexandrina) Noite de Natal! Ao nascer Jesus disse-lhe muitas coisas, sem saber dizer-lhe nada.

Pedi-Lhe muitas graças, muita luz, sem nada sentir, receber, nem ver.

Acompanhei-O no presépio sem ter vida, sem ter nada para poder fazer-lhe companhia. Entreguei-me assim ceguinha ao seu Coraçãozinho e bracinhos pequeninos.»

(Sentimentos da Alma; 29/12/1945)

 

 

Natal de 1946 (Carta ao Menino Jesus):

«(Alexandrina) Natal 1946

Meu doce e querido Jesus: prostrada humildemente diante do Vosso presépio, venho adorar-Vos e dar-me inteiramente a Vós para morrer mesmo aqui, neste momento, para mim mesma e para o mundo.

Assim desejo, ó Jesus, para viver inteiramente para Vós, para Vos dar prova não do amor com que Vos amo, porque é tão pouco, mas sim daquele com que Vos queria amar.

Ouvi, Jesus, ouvi, meu Amor!

Para poder obter aquilo por que tanto anseia o meu coração, fazei que os meus olhos não vejam senão a Vós: que os meus ouvidos não oiçam senão as coisas do céu: que a minha língua e os meus lábios não se movam senão para falar de Vós, das vossas coisas, e dos vossos louvores; que o meu coração não tenha outros sentimentos que não sejam de amor e de dor: amor para Vos amar, dor para Vos consolar e reparar.

Sim, meu Jesus, fazei que tudo quanto se disser de mim, seja em louvor ou desprezo, eu o tome como se não fosse para mim, que eu permaneça como um cadáver que não fala, não ouve, não sente.

Ainda mais, meu Jesus; quero dizer-vos mais.

Quero fazer-vos um acto de resignação à morte e um acto de renúncia. Se os médicos, com as suas experiências, me abreviarem os dias à vida, eu aceito contente e perdoo-lhes de todo o coração.

Renuncio também às ânsias e aos desejos de que se realizem as Vossas divinas promessas. Não quero saber nem pensar se elas se cumpram ou não: se o meu Diretor virá ou não junto de mim, antes da minha partida para o Céu.

Aquilo que Vós quiserdes é também o que eu quero, ó meu Jesus. Sabeis bem quanto isto custa ao meu coração; sinto-o como reduzido a bocadinhos. Porém, deixo-me alegremente esmagar, aniquilar, só por amor».

 

 

Natal de 1948:

«Vinha vivendo, logo desde manhã, a vida de Jesus no Seu nascimento, na Sua infância, mas sempre acompanhado da cruz. Ele crescia em idade e sabedoria, e n’Ele e com Ele crescia a cruz. Ele não se separou dela por um só momento: nela crescia, nela sofria, mas sempre com sorriso e bondade, com os seus olhares encantadores e atraentes.»

(Sentimentos da Alma; 11/06/1948)

 

 

Carta a uma amiga no Natal de 1948:

«E que paz é essa? Onde a poderemos encontrar? É a paz de Cristo. E só em Cristo, junto do Seu presépio poderemos encher os nossos corações, tão cheios do que é do mundo e tão vazios do que é de Deus. Vamos, vamos aprender com Jesus Menino a cumprir a vontade do Seu Pai que está no Céu. Vamos aprender a praticar a caridade, a amar as humilhações e os desprezos, o silêncio e a pobreza. O Rei do Céu, o Senhor de toda a Terra, fez-Se o mais pequenino entre os homens.

Aprendamos d’Ele e peçamos-Lhe, para nós, para as nossas famílias, toda a graça, pureza e amor, coragem e a força para abraçarmos a cruz com força, a alegria e heroísmo dos santos.»

(Excerto de uma carta escrita à D. Ana Pimenta Machado; Natal de 1948).

 

 

Carta a um casal amigo no Natal de 1951:

«E agora, que lhes hei-de eu dizer?

Que estamos no Advento, que nos devemos preparar para a vinda de Jesus com a maior perfeição e graça nas nossas almas, do amor mais puro e ardente dos nossos corações. Que Jesus Menino encontre dentro de nós um presépio cheio de alvura e fofinho, no qual Ele possa repousar dignamente. Ah! Sim, se vivermos para Jesus, vivemos para toda a gente, em tudo cumprimos os nossos deveres, aceitamos a cruz com todos os seus espinhos como vinda das mãos de Deus para nosso bem e santificação. Todo o amargo, todo o fel, toda a mirra, sofrimento e mortificação têm para nós encantos e doçura de mel.»

(Carta a um casal do Porto; 13/12/1951)

 

Natal de 1951:

«Canta alegre, minha alma!

Vai nascer o Deus-Menino!

Foi só para dar-te o Céu

Que Ele se fez pequenino.

 

Meu coração bateu asas

Ao Presépio foi poisar

Dar-se todo a Jesus,

Para O servir e amar.

 

O fogo que me devora

Herdei-o do meu Jesus.

Principiou no presépio               Este Menino Jesus pertenceu a Alexandrina 

E foi levá-Lo à cruz.       

 

Tenho fome de Jesus,

Vou ao Presépio a correr,

Comer das suas virtudes

Só elas me fazem viver.»

(24 e 25/12/1951)

 

 

Natal fraterno:

«No Natal e na Páscoa, distribuía roupas e calçado a todos os necessitados da freguesia. Aos órfãos, vestia-os para não sentirem a falta dos seus progenitores.»

(Pe. Humberto Humberto)

 

 

No Natal de 1944, os Salesianos ofereceram a Alexandrina um grupo estatuário da Sagrada Família, acompanhando o presente com a seguinte poesia:

 

«Uma vez,

E quem sabe quantos anos já lá vão!

Uma vez,

Três peregrinos da Judeia,

havia dias, andavam

de casa em casa,

de aldeia em aldeia,

pedindo humildemente

Um bocado de pão

E um pobre lar...

Mas para eles

Não havia nem asilo nem pão,

Nem teto amigo,

Nem coração aberto para dar...

Nada!...

Após longa caminhada,

Chegaram, exaustos e esgotados

A Balasar.

A gemer e a chorar

Peregrino pequenino...

Disse-lhe então a Mãe:

“Vem. voltemos para a gruta,

(O burrinho e o boi te aquecerão)

E os Anjinhos em coro

O «nana» te cantarão...”

“Oh, não, mãezinha, não,

Este ano o meu Natal

Será em Balasar...

Defesa e paz aqui encontraremos,

Que eu sei...

Olhe... uma casinha branca,

É aquela! Tanta flor perfumada

É verdura fresca a entrada,

vinde CoMigo, aqui há tudo:

Teto, pão e tanto amor...

Entremos!”

A porta então se abriu

E sorrindo a Deolinda surgiu

No rosto espelhando

Uma imensa dor

«Oh Família Santa», logo

disse ela:

“Vinde, esta casa é vossa

E tudo é vosso nela,

bem o sabeis!...”

Mas o esperto do Menino

Mais não esperou,

Ao quartinho piedoso voou,

Onde imóvel jazia

A sua Alexandrina.

Fitou-a e longamente lhe sorriu.

“Ó querido Menino.

Ó doce Peregrino!”

A doentinha exclamou:

"Diz-me cá:

Quem é que tu és?"

“Oh, Alexandrina, vê,

Eu sou o Salvador,

Sou Jesus...

O Jesus de Alexandrina!

E tu, minha amada...

Tu com dores e cruzes

De alma peregrina

Aqui pregada.

Quem és?...”

“Eu? Oh, Amor!

Já o sabes:

Sou Alexandrina de Jesus,

A Alexandrina do Teu Divino Coração!”»

(Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 291 a 293; 1.ª edição)

2012-12-15 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-12-15

 

«(Alexandrina) O Divino Espirito Santo é fogo que me ilumina e eleva muitas vezes às alturas; perco-me n’Ele, irradio-me n’Ele. Oh, quem me dera que todas as almas conhecessem e sentissem nelas a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Meu Jesus, tenho tantas ansiar de Vos amar!»

(Sentimentos da Alma; 04/12/1948)

 

 

«(Alexandrina) Ó querido amor, venha Ela (Maria) , reine conVosco, reine Jesus, reine. Venha o fogo Divino do Espírito Santo abrasar e incendiar todos os corações.»

(Sentimentos da Alma; 21/12/1945)

 

 

«(Alexandrina) Foi em Vila do Conde onde recebi o Sacramento da Confirmação, ministrado pelo Exm.o e Revm.o Sr. Bispo do Porto.

Lembro-me muito bem desta cerimónia, e recebi-o com toda a consolação. No momento em que fui crismada, não sei o que senti em mim; pareceu-me ser uma graça sobrenatural que me transformou e uniu cada vez mais a Nosso Senhor. Sobre isto queria exprimir-me melhor, mas não sei.»

(Autobiografia; pág.5)

 

 

«(Jesus) Tu és Minha pomba bela um coração de fogo, fogo que queima, fogo que purifica, fogo que atrai a mim os corações, fogo que e capaz de incendiar o mundo, o mundo que confiei, o mundo que é teu. Pede, pede, Minha filha, pede orações e penitência e emenda de vida, pede e que peçam aqueles que desejam ver o reinado do meu Divino Coração.»

(Sentimentos da Alma; 23/02/1945)

 

 

«(Jesus) Minha filha, tens a paz, o conforto e o amor do teu Jesus, tens a luz do Divino Espírito Santo para te iluminar nos teus caminhos, para te mostrar que és Minha e Eu teu, que estás na verdade, que não te enganas. E mais ainda: com esta luz divina compreenderás que o teu nada, as tuas trevas, a tua morte são meios de que Me sirvo para mais te purificar, santificar e aproximar de Mim. Descansa, descansa, recebe conforto nesta união do teu Esposo Jesus. Que ternas e doces delícias!»

(Sentimento da Alma; 04/12/1948)

2012-11-24 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-11-24

 

«Um dia em que estava sozinha e, lembrando-me de que Jesus estava no Sacrário, disse:

“Meu bom Jesus, Vós preso e eu também. Estamos presos os dois: Vós preso para meu bem e eu presa das Vossas mãos. Sois Rei e Senhor de tudo e eu um verme da terra. Deixei-Vos ao abandono, só pensando neste mundo, que é das almas a perdição. Agora, arrependida de todo o coração, quero o que Vós quiserdes e sofrer com resignação. Não me falteis, bom Jesus, com a Vossa protecção.”»

(Autobiografia)

 

 

«Avante esposa e vítima predilecta do Rei do Céu e da Terra, do esposo Jesus. Coragem, coragem!»

(Sentimentos da Alma; 01/07/1955)

 

 

«Coragem, coragem! Tu nunca estás só. Tens a assistência do Céu.  Repara na obra do Espírito Santo, como Ele trabalha, como Ele está a pulir e a dilatar o teu coração para aí reinar toda a Santíssima Trindade. Reina e reina sempre.»

(Sentimentos da Alma; 05/08/1955)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que houve de Jesus:

«(Jesus) O Pai ama as Suas filhas, o Esposo, as Suas esposas? O Rei quer junto de Si no Seu Trono os vassalos? Como é doce, Jesus, saber que é amado daquelas de quem é Pai, daquelas de quem é Esposo, daquelas de quem é Rei? Jesus dá e quer receber; Jesus ama e quer ser amado?

(Êxtases; 31/05/1940)

 

 

«Obrigada, obrigada, meu amor. Eu Te adoro, meu Jesus, eu Te adoro, meu Senhor. Eu Te amo no Sacrário eu Te adoro Rei de amor, eu Te amo no Sacrário. Eu Te amo Rei de amor e u Te amo no Sacrário, eu Te amo Rei de Amor. Vem Jesus, vem ao meu peito, vem, Jesus oh vem a mim. Abrasa meu coração, abrasa, meu coração que morre sem Ti! Ó Jesus no Sacramento, vem a mim, o Rei de Amor; enche já meu coração do teu terno e doce amor.»

(Êxtases; 30/01/1942)

2012-11-17 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-11-17

«(Jesus) Minha filha, língua de louvor; pela tua língua sagrada toda a Terra Me louvará até ao fim do mundo. E já no Céu os anjos e santos Me louvam ao verem o teu sofrimento e a glória que Me dás. Minha filha, coração de fogo de amor, fogo que se estenderá e abrasará milhares e milhares de corações.»

(Sentimentos da Alma; 16/02/1945)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

«(Jesus) Tendes tanta, tanta  fome das almas? Duro martírio para Vós, Jesus? Ah, só terminará no fim do mundo, por isso lhe chamais duro não é Jesus? Lá dentro, muito dentro, nas Vossas prisões de amor Vós bradais meigamente. Vinde a mim, Vós o que me amais e dai-Me almas, muitas almas! Vinde a Mim, Vós que sois os Meus amigos a trazei-Me todas as almas!

(Alexandrina) Pobre Jesus! Pedis com tanto amor!»

(Êxtases; 15/10/1938; Depois de comungar)

 

 

«(Alexandrina) E o meu Bom Jesus fez-me compreender e ver com uma luz muito clara na alma que aqueles espinhos haviam de ferir através dos tempos, enquanto que houver mundo, não a mim, mas ao Coração Divino do meu Jesus. Eu gostava de saber exprimir melhor a grandiosidade desta estrada espi(nhosa) e forma como Jesus era ferido; mas não sei, soube apenas ver e compreender.»

(Sentimentos da Alma; 23/07/1948)

 

 

«(Alexandrina) (Fez assim a comunhão espiritual:)

Jesus, vem a mim! O meu coração é Teu! Vem, vem, vem e vive em mim!

Desfaleço, Jesus, não ma faltes! Enche-me de T i! És a minha vida!

Vem ao meu peito! Sou Tua, Jesus! Só em Ti quero pensar!

Vem depressa, vem, Jesus

Vem depressa, vem Jesus

Vem depressa ao meu coração!

Faz dele o Teu Tabernáculo; habita em mim para sempre!

Vou descansar, meu Jesus. Vou descansar, meu Jesus.»

(Êxtases; 14/03/1941)

 

2012-11-10 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-11-10

 

Alexandrina «Mãezinha, pede perdão a Jesus! Ah! tantos, tantos, se conhecessem a Jesus não O ofendiam! Mãezinha, recorda-os a Jesus quanto sofrestes junto da cruz e por tudo pede perdão para os pecadores e paz para o mundo inteiro! A tua bênção, o teu carinho e o teu amor!...»

(Sentimentos da Alma; 10/01/1941)

 

 

 

Jesus: «Ó filha amada, é filha querida vais receber de Jesus todas as graças, todo o amor que lhe pedires. Vais dar o prémio, vais dar amor aos que te são queridos. Vais dar o prémio, vais dar amor e todas as graças de Jesus ao teu médico e a todos os seus. Jesus é riquíssimo e rica faz a Sua esposa. Ela vai velar no Céu por aqueles que na Terra tanto cuidam dela. Ela vai ser a jóia riquíssima, o cadinho que limpa os pecadores. Os pecadores enriquecem-se e salvam-se com a amada de Jesus.»

(Êxtases; 02/01/1943)

 

 

Jesus: «Ó Minha filha, Minha amada filha, Eu deixei a liberdade aos homens, mas indiquei-lhes o cadinho, ensinei-lhes a verdade, ensinei-os a amar, morri por eles e sou assim (mal) correspondido.»

(Sentimentos da Alma; 09/07/1948)

 

 

Alexandrina «Fiquei em ânsias de O amar e dizia-lhe: Ó Jesus, se houvessem novas invenções de amor como eu Vos queria amar! Se houvessem fábricas que inventassem amor e me fosse possível construir o mundo todo em fábricas era isso o que eu fazia Jesus.

(Sentimentos da Alma; 17/10/1944)

2012-11-03 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-11-03

 

Alexandrina «Veio o meu Jesus esforcei-me por O amar e por lhe dizer todas as coisas. Só queria consolá-LO e viver para Ele. Pobre de mim, fiquei fria, mesmo gelada. Ia caminhando o meu pequenino ser. que é um pouco de pó já desfeito, mesmo a desaparecer coberto de outras cinzas, tantas cinzas, uma imensidade de cinzas.»

(Sentimentos da Alma; 03/10/1944)

 

 

Jesus: «Minha filha, Minha filha, Minha filha, vem amar-Me, vem provar-Me o teu amor, vem alegrar e consolar o Meu Divino Coração, vem tu que Me amas e sabes amar-Me, vem tu que Me dás todas as delícias, repara o meu Divino Coração.»

(Êxtases; 21/01/1949)

 

 

Jesus: «Ó Minha filha, Minha amada filha, Eu deixei a liberdade aos homens, mas indiquei-lhes o cadinho, ensinei-lhes a verdade, ensinei-os a amar, morri por eles e sou assim (mal) correspondido.»

(Sentimentos da Alma; 09/07/1948)

 

 

Alexandrina «Fiquei em ânsias de O amar e dizia-lhe: Ó Jesus, se houvessem novas invenções de amor como eu Vos queria amar! Se houvessem fábricas que inventassem amor e me fosse possível construir o mundo todo em fábricas era isso o que eu fazia Jesus.»

(Sentimentos da Alma; 17/10/1944)

2012-10-27 — Medita e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-10-27

 

 

(Nos Êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:)

«(Jesus) Com que dor, com que tristeza, Jesus diz a Sua amada: caiem lá (inferno) almas, muitas almas, porque o pecado as cegou com uma cegueira mortal e perderam a Jesus, para nunca mais o encontrar? Que tristeza, Meu amor!?»

(Êxtases; 17/01/1041)

 

 

«(Jesus) Jesus chora e não pode esquecer a perda das suas almas? Que loucura, que cegueira imundo é o pecado? É cheia de encantos a Pátria que Jesus tem para os filhos Seus? Gozam um gozo infindo os eleitos do Seu Divino Coração?

(Êxtases; 27/06/1041)

 

 

«(Jesus) Que ingrata é a humanidade para com o seu Deus? Que ceguinhos são aqueles que não penetram no íntimo do Coração de Jesus? Ele é amor, amor, um abismo imendável de amor? Que contraste tão diferente o amor com o pecado?»

(Êxtases; 14/11/1041)

 

 

«(Alexandrina) Por graça Sua, resta-me ainda a confianca em Jesus, que tudo faz e permite para meu bem. Ele tem velado e velará por mim.

Estou certa que, mesmo sem eu o sentir, Ele sobe comigo o meu calvário e é Ele mesmo a levar a minha cruz.»

(Sentimentos da Alma; 05/11/1948)

2012-10-19 — Medita e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-10-19

 

(Alexandrina) «Ó Jesus, seja tudo para Vossa Maior honra e glória. Servi-Vos de tudo para eu Vos amar e fazer amado. Aceitai tudo para que as almas sejam salvas. Valei-me Jesus, valei-me, Só o Céu pode dar remédio a tantos males.

(Sentimentos da Alma; 05/02/1945)

 

 

(Alexandrina) «O Vosso Divino Coração encheu-me, deu-me tudo. Estou confundida, não sei como consolar-Vos nem como curar a Vossa Chaga Divina. Aceitai os meus desejos, aceitai tudo o que de mim podeis e quereis receber. Se eu soubesse amar-Vos! Se eu soubesse servir-Vos.»

(Sentimentos da Alma; 10/05/1945)

 

 

(Alexandrina) «Senti nova vida podia amar e servir o meu Jesus.»

(Sentimentos da Alma; 07/11/1944)

 

 

(Alexandrina) «As ânsias de amor não cessam, os desejos de ser perfeita, de servir o meu Jesus com toda a fidelidade não faltam.»

(Sentimentos da Alma; 31/12/1948)

 

 

(Alexandrina) «Mãezinha, quero amor para Jesus; Mãezinha, quero a paz; Mãezinha, compadece-te do mundo atribulado, compadece-Te do mundo em guerra, compadece-te do Coração do Santo Padre em dor!»

(Sentimentos da Alma; 11/11/1945)

 

 

(Alexandrina) «Jesus não me importa dar a vida no peito da dor, contanto que eu morra de amor.»

(Sentimentos da Alma; 24/10/1941)

2012-10-05 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2012-10-05

Alexandrina «Desde o domingo passado, sinto-me mãe da humanidade, mãe extremosa, ao mesmo tempo a dor vem encontro a este amor, dor escusada pelas desordens destes irmãos que sinto serem filhos meus. Queria ir à frente de todos os governadores das nações e pedir-lhes a paz para se reconciliarem uns para com os outros. Mas queria uma paz feita de perdão duradoura para não voltarem mais as mesmas desordens.»

(Sentimentos da Alma; 06/03/1945)

 

 

Jesus: «São tão poucos os Meus discípulos que compreendem esta Vida divina e as sabem guiar e sustentar até que cheguem a Mim. A Umas cortam-lhes as raízes, deitam-nas por terra e quantas vezes têm grandes quedas, veem a praticar grandes crimes,.. A outras chega-lhes a sua maldade a levá-las por caminhos errados.»

(Sentimentos da Alma; 23/03/1945)

 

 

«(Jesus) A cegueira dos discípulos de Jesus e dos que se dizem Seus amigos desgostam-Me mais do que os crimes dos pecadores. Jesus imola as Suas vítimas para os salvar.»

(Êxtases; 01/05/1943)

 

 

«(Jesus) Mesmo os Vossos discípulos, os que se dizem muito católicos, concorrem para tudo isto dizem que nada faz mal? Se antes Vos amassem e ensinassem a amar faziam muito melhor, não é verdade?»

(Êxtases; 16/10/1938)

 

 

Jesus: «Ó Minha filha, Minha amada filha, Eu deixei a liberdade aos homens, mas indiquei-lhes o cadinho, ensinei-lhes a verdade, ensinei-os a amar, morri por eles e sou assim (mal) correspondido.»

(Sentimentos da Alma; 09/07/1948)

 

Jesus: «Os pecadores não cessam com os seus crimesa cada vez Me ofendem maiscom as suas desonestidades e impurezas. O gozo, a carne, a maldita carne. E pelos sacerdotes sou também tão ofendido! E há tantos que não Me ofendem na impureza, mas ofendem-Me noutros pontos; dão tantos estragos, escandalizam tanto!»

(Sentimentos da Alma; 02/12/1944)

Destaques
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2016-2017
Ano Mariano - Fé Contemplada
30 março 2017
113º aniversário do nascimento da Beata Alexandrina
25 de abril 2017
13.º aniversário da Beatificação de Alexandrina
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