logotipo /imagens/bandeiras/it.gif
   
Slideshow Image 1 Slideshow Image 2 Slideshow Image 3 Slideshow Image 4 Slideshow Image 5 Slideshow Image 6 Slideshow Image 7 Slideshow Image 8
Beata Alexandrina
Mensagem
Mística
Orações
Alexandrina no mundo
Processo | Glorificação

Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-12-22 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-12-22

Alexandrina:

«Eu estava muito atenta para saber bem como havia de falar a V.ª Rev.a porque a minha cabeça não me ajuda. Mas Nosso Senhor disse-me que o Divino Espírito Santo viria sobre mim e me inspiraria como eu havia de dizer. Mas isto dá-se mesmo com a comunhão espiritual. Eu faço-a com muito amor e fervor, mas não como Nosso Senhor merece.»

(C.P.M; 14/09/1934)

 

Alexandrina:

«Só Vós a compreendeis e dais luzes necessárias ao meu Paizinho para a compreender? O Divino Espírito Santo desce sobre ele e iluminá-lo-á todo? É preciso ser assim? Que a minha vida deve ser bem claramente mostrada ao mundo para que mesmo depois da minha morte as almas sigam o meu caminho e me imitem, para que mesmo do Céu eu seja o canal delas?»

(C.P.M.; 24/12/1938)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«É com o mesmo amor que Jesus e Maria ama e se dá às almas amantes da Sua louquinha. A S.S. Trindade inclina-se, o Divino Espírito Santo estende os seus raios, irradia-os sobre este cofre riquíssimo do S.S.mo coração de Jesus.

Obrigada, obrigada, meu Jesus.»

(S.A.; 15/08/1942)

 

Jesus a Alexandrina:

«É o fogo divino, é o fogo do amor do Divino Espírito Santo; fogo e amor, que recebeste para dares às almas. É-lhes dado por teus lábios, é-lhes dado por teu ar, que se espalhará e comunicará a elas como alimento salutar. Vai, filhinha, tem coragem mais um pouco. A Minha vida, a Minha paz, o Meu amor seja contigo. Confia em Mim. É Jesus e princípio e o fim da tua vida.»

(Êxtases; 05/07/1946)

2013-11-24 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-11-24

Alexandrina a Jesus: «Compadecei-Vos dele, meu Jesus. O que ele está é despreocupado e não pensa na salvação eterna? É tão pequenino o número que se compenetra do mal que os espera? Jesus, não falemos mais de males. Dizei-me que só tendes amor e misericórdia para os pobres pecadores.»

(Êxtases; 19/01/1940)

 

Jesus a Alexandrina: «Cedi a vontade dos homens, o que jamais voltarei a fazer. Muitos acreditam mas não querem dar a mão, nem querem o acto de humildade. Muitos acreditam. Quero dar-lhes asas para voarem, quero dar-lhes toda a luz para se iluminarem. Abro-lhes o caminho, mostro-lhes o poder para os salvar.»

(S.A; 10/06/1955)

 

Jesus a Alexandrina: «Vive a vida do amor sem sentires o amor. Vive a vida da fé ardente sem sentires os seus efeitos. São os pecadores a converterem-se, são as almas a salvarem-se; acode-lhes, acode-lhes. Acreditas em Mim e que estou contigo?»

(S.A; 17/06/1955)

 

 

«Junto à cruz, junto ao Sacrário

Minha alma encontra alegria.

Junto à cruz, junto ao Sacrário

Minha alma encontra alegria.

Está lá o meu Jesus,

Que dos homens é a alegria,

É dos homens a alegria,

É do mundo a salvação.

Reine, ó Jesus, Teu amor

Reine, ó Jesus, Teu amor

Reine no mundo, reine no mundo o Teu perdão.

Perdoa, ó Jesus, perdoa,

Senhor, ao mundo culpado ao vil pecador.»

(Êxtases, 08/03/1940)

2013-11-17 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-11-17

Jesus a Alexandrina: «Minha filha, minha loucura, é na tua crucifixão que está toda a salvação das almas, é no teu duro penar que está a minha consolação e na tua completa, imolação que está a minha glória, é no teu calvário que está a minha completa alegria. Coragem, coragem! Não te falta Jesus com a Mãesinha e o teu P. Tens em ti a graça Divina.»

(S.A; 27/02/1942)

 

Jesus a Alexandrina: «Fui Eu que te escolhi, é a salvação das almas, é a minha glória. Coragem, minha amada! Tenho mais consolação e alegria na tua crucifixão do que em todos os sofrimentos e amor das almas do mundo inteiro! Alegra-te, confia? Vais em breve, muito em breve receber o prémio de todos os teus sofrimentos. Tem coragem!»

(S.A; 06/03/1942)

 

Alexandrina a Jesus: «O que hei-de eu fazer, o que hei-de eu fazer. Amor meu? Eu sou a vossa vítima, de Vós recebo a força para sofrer, sois Vós que sofreis, o que hei-de eu dar-Vos? Se eu soubesse onde encontrar amor para Vos amar, ia de rastos por cima de espinhos correr todo o mundo, buscar esse amor para Vos amar. Aceitai os meus desejos, Jesus, aceitai o que é Vosso, aceitai a minha ignorância; eu nem ao menos sei falar-Vos.»

(S.A; 16/07/1948)

2013-10-20 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-10-20

Alexandrina: «Em espírito aos Sacrários! Ó meu querido Jesus, queria-Vos ir visitar aos Vossos Sacrários mas não posso, porque a minha doença me obriga a estar retida no meu querido leito de dor. Faça-se a Vossa vontade, Senhor; mas, ao menos, meu Jesus, permiti que nem um momento se passe sem que às portinhas dos Vossos Sacrários eu vá em espírito dizer-Vos:

“Meu Jesus, quero-Vos amar, quero abrasar-me toda nas chamas do Vosso amor e pedir-Vos pelos pecadores e pelas almas do Purgatório!”»

(Pensamentos Soltos)

 

Alexandrina: «É na alma humilhante que Jesus Se exalta? É nos corações pequeninos que Jesus Se esconde para mais tarde aparecer? Jesus ama os corações pequeninos e só neles Se sente bem? Jesus derrama nos corações pequeninos as chamas do

Seu Divino amor? O amor de Jesus é tudo na alma desprendida?»

(Êxtases, 1941)

 

 

Alexandrina a Jesus: «A minha confiança é bem encantadora, a minha pobreza enriquece-me, a minha humildade exalta-me? São riquezas que me dais, meu Jesus? Dizei-me o que encontrais em mim que não seja Vosso? O pecado, meu Senhor, é meu; não o herdei de Vós.»

(Êxtases, 1939)

2013-10-13 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-10-13

Alexandrina: «“São tão grandes, tão grandes as coisas de Nosso Senhor, e nós somos tão pequeninos, tão pequeninos, ao menos eu!”»

(Autobiografia)

 

Alexandrina: «É na alma humilhante que Jesus Se exalta? É nos corações pequeninos que Jesus Se esconde para mais tarde aparecer? Jesus ama os corações pequeninos e só neles Se sente bem? Jesus derrama nos corações pequeninos as chamas do Seu Divino amor? O amor de Jesus é tudo na alma desprendida?»

(Êxtases, 1941)

 

Jesus a Alexandrina: «“Anda, filhinha, meu amor, para os meus sacrários; não posso mais com tanto esquecimento e tanto abandono e tanto pecado. Prostra-te diante dos meus sacrários com toda a humildade e amor a pedir-me pelos pecadores.»

(Cartas ao Pe. Mariano Pinho, 1934)

 

Alexandrina a Jesus: «A minha confiança é bem encantadora, a minha pobreza enriquece-me, a minha humildade exalta-me? São riquezas que me dais, meu Jesus? Dizei-me o que encontrais em mim que não seja Vosso? O pecado, meu Senhor, é meu; não o herdei de Vós.»

(Êxtases, 1939)

 

Dia 12 – Ato de renúncia total:

«“O Jesus Amor, ó Divino Esposo da minha alma, eu que fazer-Vos um ato de resignação à vinda do meu Paizinho Espiritual; e assim, meu Amado Jesus, se neste ato der maior glória à Trindade Santíssima, eu jubilosamente me submeto aos Vossos eternos desígnios, renunciado à felicidade que a presença do meu Paizinho me daria, para só querer e implorar da Vossa Misericórdia, o Vosso reinado de amor, a conversão dos pecadores, a salva­ção dos moribundos e o alívio das almas do Purgatório.»

Imediatamente, seguiu-se o ato de resignação da sua morte, assim:

“Meu Deus, como sempre Vos consagrei a minha vida, Vos ofereço agora o fim dela, aceitando resignada a morte acompanhada das circunstâncias que Vos derem maior glória.”»

 

Dia 13 – Dia da morte da Alexandrina:

«Às 6 horas da manhã do dia 13

Meu Deus, meu Deus, eu amo-Vos! Sou toda Vossa! Tenho necessidade de partir. Não gostava de morrer de noite. Morrerei hoje? Gostava. (Sorria-se.) (Sorriso angelical.)

Pediu à irmã que lhe desse a beijar o crucifixo e a Mãezinha.

A irmã perguntou-lhe:

“Para quem te sorrias?”

“Para o Céu.”

Durante a manhã foi visitada por várias pessoas. Quando entrou um grupo exclamou assim com voz mais forte:

“Adeus, até ao Céu! Não pequem! O mundo não vale nada! Isto já diz tudo. Comunguem muitas vezes! Rezem o terço todos os dias!”

Às 11 horas disse ao Sr. Dr. Azevedo:

“Está para breve.”

Ele perguntou-lhe se os breves dela eram iguais ao de Nosso Senhor. E continuou:

“Certamente amanhã às 3 horas Nosso Senhor ainda lhe quer falar.”

Ela sorriu-se levemente.

Às 11h e 25m:

“Eu sou muito feliz, porque vou para o Céu!”

No Céu, peça muito por nós. Ela acenou que sim.

Às 11h e 35m, pediu que lhe rezassem o ofício da agonia.

Às 17 horas, disse para um homem:

“Adeus, até ao Céu!”

Às 19 horas disse:

“Vou para o Céu.”

Às 19h e 30m, exclamou:

“Vou para o Céu.”

A irmã retorquiu: “Mas não é já.”

Alexandrina respondeu: “É, é.”

Às 20h e 29m expirou. Conservou-se perfeitamente lúcida até ao último momento da sua existência.

 

Passaram pela casa de Alexandrina, desde que ela foi para o caixão, mais de cinco mil pessoas a beijar-lhe a cara, as mãos e os pés. Passavam pelo seu cadáver vários objetos religiosos como: terços, medalhas, etc. No enterro, assistiram alguns milhares de pessoas. No dia de sua morte, já se obtiveram graças por seu intermédio.»

(Diário Espiritual; 12 e 13/10/1955)

2013-09-22 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-09-22

Jesus a Alexandrina: «“Minha filha, ó minha amada, Eu estou contigo. Oh! Como eu te amo! São tão fortes as cadeias de amor que me prendem a ti que as não posso quebrar, não te posso abandonar. Sê-me fiel, ama-me muito, deixa o mundo por completo, que não te pertence. Não queiras aquilo que não é teu. O mundo a quem deves amar, servir e prestar todas as homenagens sou Eu nos meus sacrários”.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 1934)

 

Alexandrina: «Posso eu servir-Vos ainda de mais alguma coisa? Dizei Jesus e tomai tudo para Vós, que tudo Vos pertence. As almas, as benditas almas quero que sejam salvas; não quero que Vos fujam, quero que venham a Vós.»

 (Êxtases, 1940)

 

Alexandrina: «Está tão triste o Coração de Jesus? A dor que a tritura é dolorosa, é profunda? Jesus ama e os pecadores ofendem? Jesus ama e a luxúria, (notou-se grande aflição e suspendeu a frase.) a raiva infernal atinge toda a alma? Oh! Como Jesus está ofendido!? Os crimes são graves e tão variados?... Ai do mundo, ai de Portugal!? Pobre mundo se não se converte? Pobre Portugal se não corresponde ao amor e à graça que lhe são dadas pelo seu Deus?»

(Êxtases, 1941)

2013-09-15 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-09-15

Alexandrina «Disse-me também Nosso Senhor que não lhe recusasse nenhuns sofrimentos, nem sacrifícios pelos pecadores; que estava prestes a cair a justiça de Deus sobre eles eternamente, e eu que ainda lhes podia acudir. Disse-me para eu pedir pelos sacerdotes, que eram cultivadores da Sua vinha e que deles dependia ser boa ou fraca a colheita.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 1934)

 

Jesus «Anda prostrar-te diante de Mim, pedir-me perdão pelo teu desânimo e pela tua desconfiança”. Sabe o que eu fiz? Disse o acto de contrição por duas vezes, pus-me em espírito diante dos sacrários e dizia: “Meu Jesus, misericórdia! Perdão, Jesus, perdão!” E estava com o meu crucifixo na mão. Que felizes momentos! Que união tão grande, que força, que me parecia apertar-me tanto! E era tal o calor que eu sentia, que me parecia que me atravessavam labaredas de fogo.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 1934)

 

Jesus a Alexandrina «Ela vai velar no Céu por aqueles que na Terra tanto cuidam dela. Ela vai ser a jóia riquíssima, o cadinho que limpa os pecadores. Os pecadores enriquecem-se e salvam-se com a amada de Jesus.»

 (S.A.; 1942)

 

Jesus a Alexandrina «É grande o número que por ele são guiadas e salvas. Diz-lhe que lhes fale do seu amor, da minha misericórdia. Por ele elas serão das minhas graças enriquecidas. Eu não quero que as almas sejam chamadas pela violência e pelo temor. Pobres almas basta-lhe o remorso e o temor de Me terem ofendido.

(S.A.; 1948)

2013-09-08 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-09-08

Alexandrina: 

«Só raramente e por poucos instantes, eu sinto algum fervor. Dum momento para o outro, vem como que um ladrão roubar-me tudo. É a cruz que Nosso Senhor me envia: bem-vinda ela seja. Não sei como amá-la mais. Não sei como testemunhar melhor o meu amor a Nosso Senhor.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 1937)

 

 

Alexandrina reproduz em perguntas o que ouve de Jesus:

«(Jesus) Jesus é a escola do amor, é a escola da dor? O amor inibria, a dar purifica? O amor queima, a dor repara? A dor e O amor abriram o Céu, resgataram o mundo?»

(Êxtases, 1941)

 

 

Alexandrina

«A cegueira dos discípulos de Jesus e dos que se dizem seus amigos desgostam-me mais do que os crimes dos pecadores. Jesus imola as Suas vítimas para os salvar. E aqueles que deviam possuir sempre a luz divina não a querem não vão à sua procura tentando deitar por terra as causas mais sublimes de Jesus, aquilo que ele preparou de mais rico na terra, de maior glória para Si e proveito para as almas»

 (Sentimentos da Alma; 1943)

 

 

Jesus a Alexandrina

«No palácio do teu coração está o teu Jesus, o teu Rei; vence sempre em ti e sempre em ti triunfa» És escola de toda a humanidade, escola de dor, escola de amor. Aprendam todos a sofrerem e amarem.»

(Sentimentos da Alma; 1945)

2013-07-28 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-07-28

Alexandrina:

«Mas com os sofrimentos da Vossa louquinha, vão passando despercebidos? Vós bem sabeis, o quanto sois por eles ofendido? Jesus, lembrai-vos de quanto Vos amo e Vos quero amar por eles, sim Jesus? Sim, sim, louquinha; pede-me quanto quiseres? Em tudo serás atendida? Obrigada, meu Jesus, obrigada.»

(Êxtases; 06/02/1939)

 

Alexandrina:

«Ó Jesus, e Vós nunca achais que Vos peço de mais? Pede, pede encanto dos Meus olhos, que toda a tua prece será ouvida? Não podeis negar nada à Vossa crucificada? Jesus, e se eu Vos pedisse que todas, todas as almas se salvassem? Eu cedo, Meu encanto? Quiséreis Vós que assim fosse?»

(Êxtases; 28/04/1939)

 

Alexandrina:

Isso não, meu Jesus! Sabei o que Vos pedi: sabeis da Vossa promessa à crucifixão. Fechai-o, pois, com as minhas dores, com os meus sofrimentos. Tende dó, meu Amado. A louquinha eucarística, a louquinha crucificada pede e alcança sempre? Mas só deixam de cair almas no inferno, quando o mundo deixar de pecar? Que pena eu tenho, meu Jesus!...

(Êxtases; 026/12/1940)

 

Jesus a Alexandrina:

«Pede filhinha, és poderosa. Lembra todos quantos quiseres ao meu divino Coração. A tua vida na terra é fazer bem à mesma terra, nela espalhares o bem.

A tua vinda no céu será enriquecer o mundo, será orvalhá-lo com um orvalho de purificação e salvação.»

(S.A.; 09/02/1945)

 

Alexandrina:

«Jesus que sofrimento este. Parece-me que estou a arrancar do meu peito o coração e a transformá-lo em pequeninas migalhinhas para dar ao mundo, para dar às almas. Queria levar a vida a mendigar corações  para serem o alimento, a salvação dos pecadores»

(S.A.; 01/03/1945)

2013-06-22 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-06-22

Alexandrina:

«Mas eu creio, eu creio que sois o meu Jesus, creio mesmo em trevas e em dor, não permitais que eu duvide, não quero desgostar-Vos.»

(S. A.; 1949)

 

 

Alexandrina:

«Ó meu Jesus, eu creio que estais em mim presente, eu Vos adoro e confio que não me abandonais nem por um só instante. Sois Vós, Jesus, que me dissestes todas as coisas porque sois Vós a suma Verdade.»

(S.A.; 1949)

 

 

Alexandrina:

«Creio em Deus Pai Todo-poderoso. Meu Deus, sabeis que eu Vos amo, ou melhor, creio em Vós e só Vós sabeis quanto desejo amar-Vos. Deixai-me enlouquecer por Vosso amor e fazei que em tudo morra a minha vontade, o meu querer, o meu eu para Vós e só Vós viverdes, meu Jesus.»

(S.A.; 1946)

 

 

Alexandrina:

«Ó doce Jesus, ó amor do meu amor, fazei-me forte, imolai-me; fazei-me pura, sacrificai-me. Juntai o meu sangue ao Vosso, Jesus, a minha dor à Vossa dor, o meu amor ao Vosso amor. Em Vós serei forte. Imolai nas Vossas Divinas mãos o mais pequenino cordeiro. Quero dar a minha vida pelo Vosso amor. Quero dar a minha vida para salvar-Vos as almas. Quero morrer para mim, quero morrer para o mundo; quero que em mim só haja a vida do amor. Jesus, quero viver só para salvar-Vos as almas.»

(E.; 1941)

2013-05-25 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-05-25

 

Alexandrina:

«Ó querida Mãezinha do Céu, ide dar beijinhos aos Sacrários, beijos sem conta, abraços sem conta, mimos sem conta, carícias sem conta, tudo para Jesus Sacramentado, tudo para a Santíssima Trindade, tudo para Vós.»

(Autobiografia)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, pomba branca, pomba angélica; a tua vida é um trinado de louvor a Jesus, a toda a Trindade Divina e a minha Mãe Santíssima.»

(Sentimentos da Alma; 12/01/1045)

 

 

Alexandrina:

«Dia de todos os Santos. Logo de manhãzinha ao preparar-me para receber o meu Jesus encarreguei-os de amarem por mim a Jesus à Mãezinha e toda a Santíssima Trindade.»

(Sentimentos da Alma; 01/01/1044)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, Sacrário da Trindade augusta, da Trindade Divina, escuta-Me, estou aqui. Olha como Eu venho, olha como o mundo Me faz sofrer.»

(Sentimentos da Alma; 26/07/1046)

 

 

Alexandrina:

«Por amor de Maria Santíssima e de Jesus Sacramentado, sofrerei tudo para obter o amor da Santíssima Trindade.»

(Autobiografia; Florinha do dia 33 de maio de 1935)

 

 

Alexandrina:

«Por amor de Jesus e da minha Mãezinha do Céu, sofrerei neste dia para que seja dada muita honra e glória à Santíssima Trindade e que todos conheçam o Divino tesouro que trazem dentro de si.»

(Autobiografia; Florinha do dia 19 de maio de 1936)

 

 

Alexandrina, pensando que partia para o Céu no dia da Santíssima Trindade:

«À medida que se ia aproximando o dia da Santíssima Trindade, aumentava a minha alegria e contentamento. Ia passar no Céu a festa dos meus tão queridos Amores, como lhes chamava: Pai, Filho e Espírito Santo.»

(Autobiografia)

 

 

Alexandrina:

«Ó S. S.ma Trindade, ó minha querida e saudosa Trindade, para quem só quero viver, a quem me entrego, a quem só quero amar.»

(Sentimentos da Alma; 24/05/1942)

2013-05-18 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-05-18

 

Jesus a Alexandrina«Vive do Meu sangue, vive do Meu amor, comunica-lhes esta vida, fala-lhes das Minhas ameaças, das Minhas queixas e do Meu perdão; fala-lhes com a prudência com que lhes tens falado, é a luz do Espírito Santo a iluminar-te, sou Eu a falar pelos teus lábios.» (S.A.; 1949)

 

 

Jesus a Alexandrina«Sossega, Minha pomba bela, a Minha paz é contigo. Com a consolação e alegria que Me dás esqueço as tuas faltas, faltas que permito para esconder as Minhas maravilhas, o tesouro das Minhas riquezas, o Meu amor infinito. Coragem, estou contigo!» (S.A.; 1945)

 

 

Jesus a Alexandrina«Minha filha, assentamos lugar para sempre no trono de realeza, no trono do teu coração, Eu, Meu Pai e o Espirito Santo. Este para te encher dos Seus dons, do Seu amor, da Sua luz. E sabes para que, Minha esposa querida? Para tu dares, para tu comunicares às almas.» (S.A.; 1946)

2013-05-11 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-05-11

 

Alexandrina: «No dia de ontem, quinta-feira da Ascensão, esta vida que passava por mim, como sopro suave, viveu mais do Céu, uniu-se a todo o louvor, a toda a glória que no Céu se dava, tudo mergulhado num só amor, no amor de Deus. E eu conservei-me na mesma morte... Não me movi para o alto; sabia que aquele sopro de vida que passava por mim e era tão meu estava com toda a corte celeste, mergulhado no mesmo amor celeste. Um gozo infinito, um amor infinito. Eu não fui capaz de imitar essa vida, de sair da minha morte» (S.A.; 1949)

 

 

Alexandrina: «No mesmo dia das nove pelas dez horas da noite ressuscitei dentre os mortos, triunfei sobre a morte e sobre toda a dor. E subiu para o alto uma vida que não era minha.» (S.A.; 1946)

 

 

Alexandrina: «Quero dizer e não sei, mas sinto e sei que Jesus sofreu e amou como ninguém. Cada brado dos Seus ao Eterno Pai aproximava-nos a nós do paraíso. Quando se moviam os Seus lábios nesses brados dolorosos eu sentia a doçura e o perdão que ele dava a todo o mundo. Agonizou o meu Jesus; a Sua alma subiu…» (S.A.; 1948)

2013-03-29 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-03-29

SEXTA-FEIRA SANTA

Alexandrina:

«No Horto, foram os nossos corações espremidos até à última gota sobre o cálix da amargura; todos os espinhos os feriam; tudo ali convidada ao silêncio, à tristeza e à morte. Vi o que já há muito não tinha visto; as próprias oliveiras do Horto com a sua vasta folhagem muito verde como que a cobrir Jesus, a ser testemunha do Sou sofrimento e como que se d’Ele compadecesse.» (S.A.; 1949)

 

«Ó paixão, ó dor e amor de Jesus, que não és conhecida.» (S.A. ; 1945)

 

«Sentia-me a caminhar para o Horto e para o Calvário, mas este caminhar era doce e alegre; amava-o e como se estivesse prostrado de joelhos adorava todo o sofrimento. À noite, senti muito ao vivo e com os olhares da alma vi Jesus com a Sua Sacrossanta Cabeça poisada sobre as mãos com os braços apoiados sobre os Seus joelhos a fitar a Cidade de Jerusalém e sobre ela a derramar as Sua lágrimas. Foi tal a dor que Lhe abriu o Seu Divino Coração.» (S.A.; 1949)

 

«Vi a terra do Horto, o lugar que havia de ser regado com o meu sangue. Num impulso de amor queria beijar e abraçar esta terra.»

 

 

«O corpo, com todas as veias rasgadas, desfez-se em sangue, regou toda a terra. Nesta manhã, senti-me presa à coluna, e senti os olhares divinos de Jesus levantarem-se para Seu Eterno Pai num amor indizível como se ali fora o Céu.» (S.A.; 1949)

 

 

«…logo me senti presa pela cinta, arrastada, pelos cabelos, açoitada, coroada de agudos espinhos que me causavam tão grandes dores que me parecia, toda a cabeça arder em fogo.» (S.A.; 1945)

2013-03-28 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-03-28

 

QUINTA-FEIRA SANTA

 

Alexandrina:

«Queria que todos conhecessem aquele mistério de pão e vinho transformados no Corpo e Sangue do Senhor. Que milagre prodigioso! Que abismo insondável de amor! Apesar de se sentir mergulhada nele, não o compreendia para o saber explicar; só o soube sentir, e só no Céu o compreenderei.» (S.A.; 1948)

 

 

Alexandrina:

«Vi o doce Jesus abençoar o pão e, naquele momento de amor e de maravilha sem igual, senti que o mundo era outro. Jesus dava-se a Ele em alimento e partia para o Céu o com Ele ficava; aquele amor estendeu-se por toda a humanidade.» (S.A.; 1946)

 

 

Alexandrina:

«Sinto na minha alma os preparativos para a grande ceia, para a ceia do amor. Sinto que Jesus vai dando aos Seus as Suas ordens e parando de passos a passos, olha com os Seus olhares Divinos a cidade ingrata.» (S.A.;25/10/1945)

 

 

Alexandrina:

«Voltei a ver o lava-pés, Jesus com a bacia e cingido com a toalha. Todo o aposento se iluminava, tal era o amor de Jesus.» (14/06/1949)

 

 

Alexandrina:

«No lava-pés, Jesus não só lhos lavava, mas o Seu Divino Coração baixava tanto que até lhos queria beijar. Eu sentia que Jesus com o seu espírito lhos beijava. Que lição para mim! Que humildade a de Jesus!» (S.A.;26/03/1948)

2013-02-16 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2013-02-16

 

«(Alexandrina) Que tentação do demónio contra a fé: o Céu não existe, não há Deus, não há almas a salvar, de nada vale sofrer assim! Não sei dizer as minhas amarguras. Sinto que ninguém me compreende; todos me desprezam e as humilhações esmagam-me. A cegueira do meu espirito cegou-me por completo.

Ó trevas, negras trevas que me matastes.

Ó meu Jesus, tinha tanto que dizer e não sei e não posso falar.»

(Sentimentos da Alma; 07/12/1945)

 

 

«(Alexandrina) Jesus, não me importa dar a vida no meio da dor, contanto que eu morra de amor. Não me importa viver sempre crucificada, contanto que Vos salve as almas e que corte todas as cadeias que as prendem a Satanás.

(Jesus) Está bem, louca, louca de Jesus, grande número vai ser salvo?

(Alexandrina) Obrigada, meu Jesus, obrigada, meu Amor. Vou ver Jesus! Vou ver Jesus! Vou adorar-Te , meu Jesus, sobrecarregada de dor.»

(Êxtases.; 24/10/1941)

 

 

«(Jesus) Não há tempestade que a derrote nem que a faça desaparecer. As pétalas dessa flor vão voar ao longe, vão correr o mundo com o sopro da graça Divina.

Coragem, Minha esposa amada. Confia que te não enganas nem serás por Satanás enganada! Velo por ti. Dou-Me a ti tanto quanto o desejas, sou todo teu. As almas possuem-Me na medida que desejam possuir-Me.

Coragem, coragem!»

(Sentimentos da Alma; 05/05/1945)

2013-02-09 — Meditar e rezar com a Beata Alexandrina

2013-02-09

 

Jesus: “Vem, Minha filha ao Meu coração de Esposo, ao Meu coração de Pai. Levanta-te! Coragem, coragem! Vem a este Coração que te ama loucamente e tu amas loucamente. Vem a este Coração que te pede. Faz, faz que Eu seja amado. Fala do Meu amor. Distribui o Meu amor. Vem, Minha louquinha, vem, pescadora das almas. Repara, olha no amor, no universo os pescadores a lançar as suas redes para ganharem o seu pão e para o alimento corporal da humanidade. As tuas redes são outras. Ó pescadora de Jesus, olha para Mim. Tu lanças-te as redes da dor e do amor neste mar infindo de tanto martírio. Eu puxo para Mim as redes, sobem para Mim as almas.»

 

Alexandrina: Vi os dois mares: o mar do peixe e o mar das almas. Neste estava só Jesus. Como Ele puxava as redes!... Que diferença entre os outros pescadores. A de Jesus multiplicava-se infinitamente.

 

Jesus: “O mundo peca, o mundo está louco. É preciso, é urgente sustentar o braço de Meu Pai. Repara, pescadora, sofre no teu mar inaudito para que as almas se salvem aos milhões.”

(Sentimentos da Alma; 02/06/1955)

Destaques
/imagens/destaques/rsz_anopastoral2016_17.jpg
Agenda
18 de janeiro 2014
Festival de janeiras
05 de janeiro 2015
Epifania do Senhor
28 e 29 de março
Peregrinação dos jovens a Balasar
7 de janeiro 2018
Epifania do Senhor
30 de março
110.º aniversário do nascimento de Alexandrina
12 fevereiro 2017
Celebração do Dia do Doente - Balasar
8 março 2014
Dia da Criança
6 junho 2013
Eucaristia, Adoração e Pregação | 21h00 - 24h00 | Pe. Dário Pedroso
8/9 junho 2013
Sagrado Lausperene
Novo horário das Eucaristias
Celebrações Eucaristicas
Localização

Ver mapa maior
ContactosMoradaHorários

Tel. Igreja: (00351) 252 951 601

Tel. Fundação: (00351) 252 951 264 

Tlm Fundação: (000351) 963 649 183

E-mail: fundacao@alexandrinadebalasar.com

Rua Alexandrina Maria da Costa, 21

4570-017 Balasar PVZ

GPS     41º 24' 17'' N    8º 37' 31'' W

Receção da Igreja:

segunda feira a sábado

09h00-12h30 e 14h00-18h00

domingo

09h00 às 12h45 e 14h30 às 18h00 

                                      

Casa da Alexandrina:

Inverno

09h00-12h00 e 14h00-18h00

Verão

Semana - 09h00 às 12h00 e 14h00 às 19h00

Domingo e Dia Santo - 08h00 às 19h00