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Temas de Reflexão

2014-02-21 — A Alegria do Evangelho

2014-02-21

Meditando o texto da Exortação Apostólica do Papa Francisco – nº 1

 

“A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria.(1) O grande risco do mundo actual, com a sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. Esta não é a escolha duma vida digna e plena, este não é o desígnio que Deus tem para nós, esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado”.(2) Estas palavras do Papa merecem uma reflexão séria.

 

1º Coração cheio. A Alegria do Evangelho enche o coração e a vida interior daqueles que se encontram com Jesus. Precisamos de cultivar este encontro contínuo, amigo, cordial, tu a tu, coração a coração. Isto supõe mais tempo para Ele, mais oração, mais diálogo, mais contemplação, mais permanência junto d’Ele, mais intimidade com Ele mesmo durante o dia, o trabalho, a viagem, etc. Só assim seremos salvos por Ele, perdoados, redimidos, reconciliados. Libertos do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Só com este encontro contínuo poderemos ter o coração cheio da paz e da alegria. Como alimento a relação orante e amiga com Jesus e com o Evangelho? Que tempo, que companhia Lhe faço? Como permaneço n’Ele, estou n’Ele, vivo n’Ele e vou beber à fonte da Vida, que é paz e alegria?

 

2º O risco do mundo. A oferta do consumo e a busca dele lança-nos na tristeza, pois o coração se torna comodista e mesquinho. Há busca desenfreada de prazeres superficiais e a consciência fica isolada. Como sinto este risco mundano na minha vida, nos meus prazeres superficiais, na busca do consumismo doentio, nos apegos desordenados? Fecho-me nos meus interesses e não tenho espaço para os outros, para os pobres, os marginalizados, os doentes, os “pecadores”? Fechado nos meus interesses e prazeres, preocupações e apegos, não ouço a voz de Deus, não gozo da doce alegria do seu amor, nem fervilha em meu coração o entusiamo de fazer o bem. Sinto que esta “doença”, esta “atrofia”, esta mentalidade me prende, me torna “doente”, me manipula?

 

3º A vida que jorra do Coração do Ressuscitado. Quando me deixo aprisionar, adoecer, entristecer, fico ressentido, queixoso, sem vida para mim e para dar aos outros. Uma vida plena e digna, que é desígnio de Deus para seus filhos, é plena de paz e de alegria. A vida do Espírito em nós é fonte dessa paz e alegria que são os primeiros dons e frutos do Espírito Santo. É assim que eu vivo, que me esforço por viver, aceitando o desafio do amor de Deus que me dá a audácia do dom e da entrega e me faz feliz? Recordo a palavra de Paulo que “a felicidade está mais em dar do que em receber”? Dou e dou-me sem recusas, sem reservas, tentando ser “tudo para todos”? Ou deixo-me instalar, viver comodista, aburguesado, sem a alegria que nasce do Coração do Ressuscitado? Sem buscar a união contínua com Ele, sem esforço e audácia de querer fazer de Jesus meu tesouro, minha vida, minha paixão, meu único amor?

Dário Pedroso, S.J.

2014-02-20 — Creio no Amor que Aceita Sofrer

2014-02-20

               Creio no Amor que sofre, que aceita dar e dar-se até ao fim, que não coloca reservas, que vive em auge de radicalidade e de entrega, derramando o seu sangue por nós e entregando-Se sem medo e sem egoísmo.

               Creio no Amor que sofre porque não é amado e correspondido, porque tem sede de amizade, de coração amigo, de presença, de companhia, de comunhão daqueles por quem deu a vida e encontra frieza, desprezo, falta de amor.

               Creio no Amor que sofre, que Se sente mendigo sendo o Senhor de tudo, que pede e grita “tenho sede” e não encontra eco no coração de milhões de homens e mulheres, e continua ressequido e a mendigar fidelidade e amor.

               Creio no Amor que sofre e Se deixa matar e morrer, como o grão de trigo, com desejos infinitos de gerar vida, graça, santidade, frutos pascais no coração e na vida do mundo e da Igreja.

               Creio no Amor que sofre, continuando de Coração aberto, desejando o nosso amor, querendo receber-nos dentro d’Ele para nos saciar, nos pacificar, nos alegrar, nos santificar e encontra em nós resistências à confiança e ao dom de nós mesmos.

               Creio no Amor que sofre perante as negações de muitos Pedros, as traições de muitos Judas, os roubos de muitos Zaqueus, os adultérios de muitas Madalenas, as brutalidades de soldados criminosos, os crimes de mortes de inocentes.

               Creio no Amor que sofre porque hoje muitos homens continuam a gritar e a sentir-se abandonados como Ele, porque o mistério do pecado e da iniquidade exige a sua oferta e a sua oração incessante junto do Pai.

              Creio no Amor que sofre porque na Eucaristia continua a ser ofendido, desprezado, blasfemado, violentado, injuriado, continua a haver sacrilégios e profanações do Senhor, em Santíssimo Sacramento.

              Creio no Amor que sofre pois nos deu e confiou sua Mãe, que nem sempre é amada, acarinhada, louvada como merece e há ofensas de muita ordem contra a sua dignidade de Mãe, de Senhora, de Virgem, de Imaculada.

             Creio no amor que sofre porque Jesus quis ficar em cada homem e em muitos a sua paixão continua através da doença, do pecado, da violência, do crime, da corrupção, porque há muitos sem pão, sem amor, sem Deus.

             Creio no Amor que sofre porque o pecado é traição ao amor louco e apaixonado de Deus, porque o maligno, o demónio continua a semear ódio e violência, revolta e desobediência contra o Senhor da Vida e do Amor.

Dário Pedroso, S.J.

2014-01-18 — Alexandrina e o Mistério da Santíssima Trindade

2014-01-18

Alexandrina teve várias devoções, mas o seu grande amor era Jesus. Na verdade, todo o seu amor e sofrimento tinham como meta final adorar a Santíssima Trindade. A fé de Alexandrina não era uma mera crença em Deus. Alexandrina vivia um verdadeiro relacionamento de amor, comunhão e vida com as pessoas da Santíssima Trindade.

São muitos os textos de meditação e orações de Alexandrina à Santíssima Trindade. Apresentamos alguns que revelam a sua vida e comunhão com a Santíssima Trindade, e que muito nos podem ajudar a celebrar e viver a nossa Fé em Deus neste Natal.

 

«A Trindade Divina!...

A Trindade Divina!...

Como eu A amo!...

Oh, como eu quero viver esta vida,

e quero que toda a humanidade viva.»

                                                                         (Sentimentos da Alma; 13/05/1955)

Orações à Santíssima Trindade

 

Ainda jovem, rezava diariamente:

«Louvado seja Nosso Senhor... As Três Pessoas da Santíssima Trindade me abençoem, assim como S. José, Maria Santíssima e todos os Anjos, Santos e Santas do Céu! Que as bênçãos do Céu desçam sobre mim e, nada terei que temer. Serei santa: são esses os meus mais ardentes desejos.»

                                                                                                                          (Autobiografia)

 

Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

«Que consolação para o Vosso Divino Coração ver na Terra um novo amparo para os pecadores? Sou a habitação da Trindade Divina, a consolação de toda a Corte Celeste? A Santíssima Trindade vê em mim todos os encantos e belezas? Atraio para mim os anjos e toda a Corte Celeste, como o íman a eletricidade? É com esta atração que atraio para Jesus as almas dos pecadores? Oh, como é bela a missão dos inocentes!?»

                                                                                                (Êxtases; 26/01/1940)

 

Comunhão com a Santíssima Trindade

 Ao longo da sua vida, Alexandrina viveu em comunhão com a Santíssima Trindade:

«Quero sofrer, quero reparar pelos que estão a pecar. Assim passavam horas e eu entrava em mim para falar com as Personagens Divinas da minha alma. Sinto por tantas vezes a Sua Beleza divina dentro em mim! Gosto tanto de viver na solidão e no silêncio com estas Personagens.

Sinto que o Divino Espírito Santo no Seu trono, no trono do meu coração, no meio do Pai e o Filho, mas acima d’Ele bate as suas asinhas brancas como para despertar-me e dizer-me que estão ali. Irradia-me com o Seu amor, dá-me efusões do Seu fogo Divino, por vezes com tanto sacrifício. [...]

Oh, quem me dera que todas as almas conhecessem e sentissem nelas a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.»

                                                                          (Sentimentos da Alma; 24/10/1944)

 

 

Jesus confirma-lhe a comunhão Trinitária:

«Escuta-Me: Tens no teu coração o Céu, a Trindade Divina, que não veio, mas sempre em ti habita. Ela toda Se delicia quando falas n’Ela. Que glória, que glória por tu Lhes é dada! Quantas almas vivem a vida interior, a vida da Santíssima Trindade por teu intermédio. Desde o teu batismo, possuis em ti este Céu Divino...»

                                                                         (Sentimentos da Alma; 22/07/1955)

 

«A Santíssima Trindade está no teu coração. O Divino Espírito Santo enleia-te, irradia-te, fala em ti.»

                                                                          (Sentimentos da Alma; 24/06/1955)

 

“Abrasa-te, enleia-te neste Espírito divino, ó esposa querida. Vives em Nós e Nós em ti. És o Tabernáculo da Santíssima Trindade. Recebe a gota do Meu Divino Sangue. Vive esta vida e faze-a viver. Nós habitamos em ti. És o tabernáculo da Santíssima Trindade. Recebe a gota do Meu divino Sangue. Vive esta vida e faze-a viver. Nós habitamos em ti. Confia. Tem coragem. O auge da tua dor é para reparação do auge dos crimes. O teu céu está perto. A tua missão lá vai continuar. O mundo por ti será enriquecido, muito enriquecido» 

    

                                                                       (Sentimentos da Alma; 02/06/1955)

Na hora da morte

 

Conta um dos sacerdotes que assistiu à sua morte:

 

«Quando lhe pedi que repetisse comigo: “Santíssima Trindade, no Vosso Coração encomendo o meu espírito”, a agonizante docemente sorriu. Expirou!»

                                                      (Mons. Mendes do Carmo cit. in Pinho M.;

                                                       “No Calvário de Balasar”; pág.181; 13/10/1955)

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