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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-12-28 — MRBeata

2014-12-28

Jesus a Alexandrina:

«(Jesus) Desejo tanto que o Meu querido Pai S. José seja conhecido e amado! Anseio que todos os esposos o imitem, as esposas minha Mãe Santíssima, os filhos a Mim. Queria que todos os lares, todas as casas, fossem semelhantes à de Nazaré.»

(19/03/1945; Sentimentos da Alma; 20/03/1945)

 

«(Alexandrina) A primeira condição que lhes peço é que procureis viver na maior graça e paz de Jesus, muito resignados e amiguinhos um do outro, desabafando os dois com a máxima franqueza e simplicidade, não ocultando nada um do outro para mais facilmente se ajudarem e darem todos os passos que devem dar.»

(Excerto de uma carta a um casal do Porto; 02/03/1950)

 

«(Alexandrina) Procurem depois de Jesus e da Mãezinha amarem-se um ao outro loucamente, verem um no outro essas almas e corações nobres com que o Senhor os dotou; são dons d’Ele, não deixem de lhos agradecer. Sejam amigos, sejam leais em tudo um ao outro, vivam como que sejam um só coração, uma só alma, uma só vida, vida tão pura e tão santa que encante os Anjos e atraia para vocês as bênçãos, os olhares e os auxílios do Senhor.»

(Excerto de uma carta a um casal do Porto; 08/03/1950)

2014-12-25 — MRBeata

2014-12-25

Alexandrina:

«Hoje, quando O recebi, apesar de ser já tarde, para mim não havia luz; veio Ele trazer-ma. Por um lado sentia luz e paz, pelo outro trevas e horror. Parecia ouvir dizer-me: és digna de condenação, és digna do inferno. É o presente que Jesus-Menino te manda. Mas a luz e paz dissipou todas as trevas e horror. Iluminada naquela luz, ouvi Nosso Senhor dizer-me; "A minha predileta não é digna de condenação, não e digna do inferno. É digna de todo o amor, de toda a ternura que Jesus-Menino tem para dar às almas”.»

(CPM; 25/12/1939)

 

Alexandrina:

«Ai que saudades eu tinha pelo Céu! Mas dizia assim: Ó meu Jesus, eu queria estar no Céu e assistir à festa do Vosso nascimento mas ainda me quereis aqui; está bem. Eu não tenho outra vontade a não ser a Vossa, nem outros desejos que não sejam os Vossos também. E assim fui passando a noite a fazer companhia a Nosso Senhor.»

(CPM; 26/12/1935)

2014-12-21 — MRBeata

2014-12-21

Alexandrina:

«A minha cegueira, a minha miséria não me deixa ver os presentes que envio ao Céu. Desde a madrugada do dia 16 que ando a preparar ao Menino Jesus as palhinhas do seu presépio, as almofadas e roupinhas para O cobrirem. Quanto mais junto com os meus sofrimentos, sacrifícios e actos de amor, essas palhinhas e enxovalzinho, mais as vejo espalhadas mais o vejo desaparecer. Sinto que nado posso dar a Jesus pequenino. Que horas, que dias, que tranzes da minha vida tão amargos e dolorosos. Tenho que viver e não sei viver. Que tristeza a minha! Sou obrigada a viver uma vida tão alta, tão alta, tão perfeita que não sei vivê-la e quero vivê-la.»

(Sentimentos da Alma; 20/12/1946)

2014-12-08 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-12-08

Alexandrina:

«Dizei-Lhe que não quero mais ofendê-Lo. Ó Mãezinha, obtende-me uma dor tão grande dos meus pecados, que seja tal o meu arrependimento que eu fique pura, que eu fique um anjo! Pura como fiquei depois do meu Batismo, para que pela minha pureza mereça a compaixão do meu Jesus, de O receber sacramentalmente todos os dias e de possuí-Lo para sempre em mim até dar o último suspiro.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Eu vos saúdo, ó cheia de graça!

Ave Maria, cheia de graça! Eu vos saúdo, ó cheia de graça! Soberana Rainha do Céu e da Terra, Mãe dos pecadores, eu, a mais indigna de todas as filhas, vos agradeço de todo o coração, ó Santa Mãe de Deus, por terdes consentido que o meu amabilíssimo Jesus encarnasse em vossas puríssimas entranhas para redenção da humanidade. Sim, minha Mãezinha, encarnar, nascer, viver trinta e três anos no mundo e por fim morrer numa cruz pelos miseráveis filhos de Eva! Entenda quem puder tantos excessos de amor, que eu por mim só tenho que confundir-me e lamentar este meu pobre coração por não ter correspondido a tanta bondade dos meus dois queridos amores, Jesus e Maria! A mais indigna das vossas filhas.»

(Autobiografia)

 

 Alexandrina:

«Ó minha Mãezinha do Céu

Ó minha Mãezinha do Céu, eu tenho tanta, tanta confiança em vós, que não sei explicar-vos o amor que vos tenho.

Ó minha Mãe, é muito, mas queria muito mais, muito mais; só vós me podeis alcançar essa graça e também o amor ao vosso e meu querido Jesus. Ai, aumentai-mo muito, muito! Abrasai-me em chamas de puro amor! Sim, sim, minha boa Mãezinha!?»

(Autobiografia)

2014-12-07 — MRBeata

2014-12-07

Alexandrina:

«Disse-me Nosso Senhor que as esposas mais queridas são aquelas a quem Ele dá a cruz mais espinhosa e pesada. “Eis uma grande prova do meu amor”. Disse-me também que me entregue toda a Ele, que abrace a cruz que ele me dá, que os caminhos são pedregosos e estreitos, mas Ele que me auxilia e me conduzirá pela mão até ao calvário, lugar do suplício, que Ele me tem destinado.»

(C.P.M.; 26/10/1934)

 

Jesus a Alexandrina:

«Ora assim também o meu Jesus me toma para o seus divinos braços, não é assim? Passo momentos que parece estar no meio dum deserto sem saber os caminhos e sem ter quem me guie: mas se isto serve para o aumento do meu amor a Jesus e O fazer amado e salvar as almas dos meus queridos irmãos e para consolar o Seu Santíssimo Coração tão ultrajado, venha tudo o que lhe aprouver, contanto que se faça a Sua santíssima vontade: assim Lhe tenho dito e repetido isto: Muito obrigado, meu Jesus, mil vezes sem conta, obrigada, meu Jesus.»

(C.P.M.; 11/09/1935)

 

Alexandrina:

«Mais um dia que Jesus me deu de vida, Mais um benefício que tenho a agradecer-Lhe. Divino Espírito Santo iluminai-me para que eu veja e compreenda os caminhos indicados pelo Céu para eu seguir. Ó Jesus dai-me amor para Vos amar.»

(Diário Autografo; 12/09/1948)

2014-11-30 — Meditar e Rezar com a beata

2014-11-30

Que neste tempo de Advento saibamo-nos preparar para a vinda de Jesus. Reflitamos nas palavras de Alexandrina:

«E agora, que lhes hei-de dizer? Que estamos no Advento, que nos devemos preparar para a vinda de Jesus com a maior perfeição e graça nas nossas almas. Que Jesus Menino encontre dentro de nós um presépio cheio de alvura e fofinho, no qual Ele possa repousar dignamente! Ah, sim! Se vivermos para Jesus, vivemos para toda a gente, em tudo cumprimos os nossos deveres, aceitamos a cruz com todos os seus espinhos como vinda das mãos de Deus para nosso bem e santificação.

Todo o amargo, todo o fel, toda a mirra, sofrimento e mortificação tem para nos encantos e doçura de mel.

Que grande dita se cumprimos os nossos deveres para com Deus. Podemos dizer: Vive Cristo em mim, eu n’Ele, a sua vida e a minha vida. Não tenho nem quero ter outro amor que não seja Ele.»

(Carta a um casal amigo; 13/12/1951)

2014-11-09 — Meditar e rezar com a beata

2014-11-09

Alexandrina  «A Vossa bela pombinha precisa tanto do conforto de Jesus e não o teve quando estava mais só fingistes que mais só me deixavas? É amor, só amor que Vos obriga a fazer assim? Tinha assim um ramalhete mais belo para oferecer ao meu esposo? Sacrifício, sacrifício tudo é pouco para salvar os pecadores? Penitência, penitência pede jesus ao mundo numa conversão completa?

Que ingratidão vai pelo mundo? Que maldade, que loucura? Que vícios imundos? E tudo isto contra Vós que os amastes tanto? Que morrestes por eles? Sem gota de sangue das Vossas Divinas veias?

(Êxtases, 04/01/1939)

 

 

Jesus  «Quando me pedires para as almas a graça de conversão ou do meu divino amor vencerás o Meu Coração! Tomarei o teu pedido como se fosse uma ordem dada. Vês como te faço rica? Vês a loucura do meu amor por ti? Coragem, muita coragem.»

(Sentimentos da Alma, 15/06/1945)

 

 

Alexandrina  «Não posso suportar este nada que eu sou diante de Nosso Senhor. Além do meu sofrimento que é a minha vida sinto em mim como que uma voz poderosa que chega atá o fim do mundo e que chama com um eco que se não mede, clama amor e chama a humanidade a converter-se.»

(Sentimentos da Alma, 21/12/1945)

 

 

Jesus  «E tu, esposa minha, vítima primogénita, que grande alegria dás ao Céu, que grande alegria de paz e luz dás aos pecadores! Que grande número salvos por ti, cantam já no Céu os meus louvores; e que grande número ainda na terra goza de grande alegria e paz pela sua conversão.»

(Êxtases, 8/10/1948)

2014-10-26 — Meditar e Rezar com a beata

2014-10-26

Alexandrina:

«Vou ver Jesus, vou ver Jesus.

Eu Te adoro, ó Deus de Amor

Eu Te adoro, ó Deus de Amor

Eu Te bendigo, ó meu Senhor!

Eu Te adoro no santuário

Ó Deus de amor!

Ó Deus de amor!

Ó prisioneiro do pecador

Eu Te adoro, ó Jesus, no Sacramento do Teu amor

Vem ao meu peito,

Vem ao meu peito,

Dá-lhe a ternura do Teu amor.

Quisera amar-Vos no Sacramento

Quisera amar-Vos no Sacramento

Amar-Te sempre

Amar-Te sempre

Pelos filhos Teus, que Te abandonaram,

Que te ofenderam.

Quisera amar-Vos, ó meu Jesus,

Por todos aqueles que no Calvário

Pregado à Cruz deste Teu Sangue.

Deste Teu Sangue, ó meu Jesus!...»

 

(Êxtases;29/12/1939)

2014-10-05 — Meditar e rezar com a Beata

2014-10-05

Jesus:

«Vai em paz Minha filha amada; vai corajosa, vê o valor da tua dor. Vai semear; é florescente a tua sementeira. Coragem! A tua dor, o teu amor é a salvação do mundo.»

(S.A.; 24/01/1947)

 

Alexandrina:

«Sofro tanto, tanto, meu Jesus. É tão grande o receio que tenho de vacilar! Temo a mim, e não a Vós Jesus do meu coração. Posso ser infiel as Vossas divinas graças. Amparai-me, Jesus, para que eu não caia para sempre. Não mereço, mas tende de mim compaixão.»

(Diário Autógrafo; 06/04/1948)

 

Jesus a Alexandrina:

«Eu amo e não sou amado. Eu amo e ela não corresponde ao meu amor. O mundo, o mundo, minha filha, é o cruel do teu Calvário como outrora o foi do meu.

O mundo, o mundo infiel é a causa do tua imolação tão dolorosa e sangrenta. Eu sou o Jesus ofendido. Eu sou o Jesus ultrajado e venho ao teu coração pedir amor, amor, amor de muitos corações, de milhões de corações, amor dum universo de corações.»

(S.A.; 17/10/1952)

 

«[…]

Ó prisioneiro do pecador

Eu Te adoro, ó Jesus, no Sacramento do Teu amor

Vem ao meu peito,

Vem ao meu peito,

Dá-lhe a ternura do Teu amor.

Quisera amar-Vos no Sacramento

Quisera amar-Vos no Sacramento

Amar-Te sempre

Amar-Te sempre

Pelos filhos Teus, que Te abandonaram,

Que te ofenderam.

Quisera amar-Vos, ó meu Jesus,

Por todos aqueles que no Calvário

Pregado à Cruz deste Teu Sangue.

Deste Teu Sangue, ó meu Jesus!...»

(Êxtases, 29/12/1939)

2014-09-28 — Meditar e Rezar com a beata

2014-09-28

Jesus a Alexandrina:

«Sofre, sofre, minha filha, nestes dias benditos, que por ti hão-de descer do Céu à terra muitas graças para os pecadores. Hão-de vir muitos no Céu ao teu encontro ao saberem que a ti devem a sua conversão. Eu não atenderei a mais ninguém mais do que a ti para os converter. Vieste ao mundo para sofrer e desagravar e também para me ofenderes; mas Eu já esqueci tudo, já desapareceu tudo da minha divina presença.»

(C.P.M.; 22/08/1935)

 

Alexandrina:

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e de oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(C.P.M.; 07/01/1936)

 

Jesus a Alexandrina:

«Eu não te quero aqui até ao fim do mundo, mas quero-te no céu e muito breve. Mas pelos teus desejos receberás a recompensa como se sofresses no mundo. E quero que o teu Pai espiritual saiba que todas as vezes que chamarem por ti da terra ao Ceu para por tua intercessão se converterem os pecadores, para todos o alcançarei, ainda os mais obstinados.

E tudo quanto Me pedirem. Quero mostrar a arma forte que és diante de Mim. Eu e a tua Mãezlnha do Céu olhamos-te sempre com tanta predileção por aqueles caminhos medonhos que te destinei, por aquelas montanhas cheias do maior furor.»

(C.P.M.21/10/1937)

 

Alexandrina:

«Mãezinha, Mãezinha salvai o mundo! Sois Vós o refúgio dos pecadores! Não Vos esqueçais das Vossas Dores! Obtendo-me a graça de converter os pecadores! Ó Mãezinha, ó Mãezinha, fazei que se salvem os pecadores. São filhos do sangue bendito do Vosso Jesus. Ó Mãezinha, salvai o mundo e crucificai-me a mim! Ajudai o Vosso Jesus a crucificar-me! Ai o inferno! Ó Mãezinha, ó Mãezinha, não cesseis de me crucificar, mas não cesseis de salvar almas! Ó Mãezinha, ó Mãezinha!...»

(Êxtases, 08/11/1939)

2014-09-21 — Meditar e Rezar com a beata

2014-09-21

Alexandrina:

«Nosso Senhor concedeu-me tanto, tanto esta graça, que hoje não trocaria a dor por tudo quanto há no mundo. Com este amor à dor, toda me consolava em oferecer a Jesus todos os meus sofrimentos. A consolação de Jesus e a salvação das almas era o que mais me preocupava.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e de oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(C.P.M.,07/01/1936)

 

Jesus:

«Vai em paz Minha filha amada; vai corajosa, vê o valor da tua dor. Vai semear; é florescente a tua sementeira. Coragem! A tua dor, o teu amor é a salvação do mundo.»

(S.A.; 24/01/1947)

2014-09-14 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-09-14

Alexandrina:

«Sou a Vossa vítima. Bendita seja a cruz amada que me dais. São sei e não posso dizer mais nada.»

(Sentimentos da Alma; 28/12/1945)

 

Alexandrina:

«Que peso o da minha cruz, mas quero-a, amo-a, amo-a para sempre.»

(Sentimentos da Alma; 05/05/1945)

 

 

Alexandrina:

«Bendita cruz, bendito calvário, meu Jesus. Bendita a fonte, que preparastes para os pobrezinhos, Fazei Jesus, que ela esteja sempre aberta, sempre a correr em grande abundância.»

(Sentimentos da Alma; 22/02/1939)

 

 

Jesus:

«Minha filha, estrela do mundo, luz que o ilumina, farol que o guia ao Meu Divino Coração. Escuta, alegria dos Meus olhos Divinos; aceita os Meus Divinas braços, abraça com eles a cruz que te dou, abraça-a com as forças Divinas, já que as forças humanas não as tens. É cruz de amor para ti. Na tua vida de sofrimento está bem provado o amor com que te amo e o amor com que Me amas a Mim. Amo-te, tu amas-Me. És minha, és das almas. A cruz que te dou, é a cruz de mais alto valor para elas. Coragem, sempre firme nos braços do teu Jesus.»

(Sentimentos das Almas; 01/12/1945)

 

Jesus:

«A tua dor, a tua cruz, não é só dor e cruz de salvação, mas é dor e cruz de amor. Que grande colheita de almas para mim dá a tua vida.»

(Sentimentos da Alma; 05/11/1948)

2014-08-24 — Meditar e rezar com a beata

2014-08-24

Alexandrina:

«Abro os braços para Jesus e para a querida Mãezinha, para receber a minha cruz, a minha fé obriga-me a acreditar que não há dita maior que ser vítima de Jesus e sofrer tudo por seu amor e dar-lhe a consolação de levar para junto d'Ele as ovelhinhas perdidas.»

(C.P.M.; 14/11/1939)

 

Alexandrina:

«Meu Deus, sinto-me abatida e aniquilada com o peso das humilhações! Nuvens negras fecharam e cerraram o céu. O meu brado de socorro parece não chegar junto de Vós. Meto-me as cegas no Vosso Coração Divino. Espero não vacilar na minha fé. Quero dizer sem cessar: Amo-Vos, amo-Vos, amo-Vos meu Jesus, eu Vos amo!.»

(Pensamentos Soltos; 1941)

 

Alexandrina:

«A abraçar intimamente contra o meu peito a minha cruz, levanto os olhos para o céu, para onde a minha fé me diz que ele existe, pois doutra forma não, porque a cegueira não me deixa ver, e brado a sangrar de dor: Ó Jesus, sou uma filha Vossa por quem derramastes o Vosso Sangue; valei-me, valei-me, sou a Vossa vítima, só quero sofrer para só amar o Vosso Coração divino.»

(S.A.; 06/12/1946)

 

Alexandrina:

«O meu coração é Teu. Eu To entrego, Mãozinha. Vai levá-lo ao sacrário, vai entrega-lo a Jesus. Pede-lhe que o transforme na mesma hóstia com Ele. Ser hóstia, ser luz, ser amor…

Oh, que dita, ser de Jesus e de Maria! Sofro muito e sou humilhada? Bendigo ao Senhor! De quem me estima recebo mimos, ou por alguém sou exaltada? Envergonho-me, mas sempre bendigo ao Senhor todo-poderoso, por em mim cumprir a Sua divina vontade!»

(Pensamentos Soltos; 31/05/1955)

2014-08-17 — Meditar com a Beata

2014-08-17

Alexandrina:

«“Jesus, eu amo-Vos! Jesus, eu sou toda Vossa. Sou a Vossa vítima, a vítima da Eucaristia, a lampadazinha das Vossas prisões de amor, a sentinela dos Vossos Sacrários! Ó Jesus, eu quero ser vítima dos sacerdotes, a vítima dos pecadores, a vítima do Vosso amor, da minha família, da Vossa santíssima Paixão, das Dores da Mãezinha, do Vosso Coração, da Vossa Santa Vontade, a vítima do mundo inteiro!... Vítima da paz, vítima da Consagração do mundo à Mãezinha!”»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«“Escuta minha filha, o teu Jesus. Estou contigo a enriquecer-te dos meus divinos tesouros. Como eu te amo! Escolhi-te para minha habitação. Estou a preparar-te como é os meus desejos. Vive só para mim; ama-Me muito, pensa só em Mim, e já que tão generosamente te me ofereces como vítima pelos pecados do mundo, eu colocarei em ti como que canal para passar as graças às almas para toda a qualidade de crimes, para que tu me conduzas muitas almas.»

(C.P.M.; 11/10/1934)

 

Alexandrina:

«Sem saber como, ofereci-me a Nosso Senhor como vítima e vinha, desde há muito tempo, a pedir o amor ao sofrimento. Nosso Senhor concedeu-me tanto, tanto esta graça, que hoje não trocaria a dor por tudo quanto há no mundo. Com este amor à dor, toda me consolava em oferecer a Jesus todos os meus sofrimentos. A consolação de Jesus e a salvação das almas era o que mais me preocupava.

Com a perda das forças físicas, fui deixando todas as distrações do mundo e, com o amor que tinha à oração — porque só a orar me sentia bem — habituei-me a viver em união íntima com Nosso Senhor. Quando recebia visitas que me distraíam um pouco, ficava toda desgostosa e triste por não me ter lembrado de Jesus durante esse tempo.»

(Autobiografia)

2014-08-10 — Meditar com a Beata

2014-08-10

Alexandrina: «Só na madrugada consegui descansar: passei as horas a fazer companhia ao meu Jesus: não O sentia, era noite cá fora e noite na alma, mas a minha fé fazia-me crer que estava muito unidinha a Ele. Fazia-lhe muitos pedidos: as consolações ficam para o Céu; eu mesmo sem sentir consolação, os meus desejos era não dormir nem um minuto. Chegou a manhã de hoje e eu triste e desconsolada. Veio o meu Jesus: maior dor ainda, mas o que eu quero é recebê-Lo sempre.»

(C.P.M; 08/11/1939)

Alexandrina: «Meu Deus, sinto-me abatida e aniquilada com o peso das humilhações! Nuvens negras fecharam e cerraram o céu. O meu brado de socorro parece não chegar junto de Vós. Meto-me as cegas no Vosso Coração Divino. Espero não vacilar na minha fé. Quero dizer sem cessar, Amo-Vos, amo-Vos, amo-Vos meu Jesus, eu Vos amo!»

(Pensamentos Soltos, 1941)

Alexandrina: «Jesus vai comigo, oh! Sim, s ei que vai, porque a minha fé me obriga a crer, não pelos sentimentos da minha alma. Ó meu Deus, ó meu Deus, como Eu estou sozinha, ou para melhor dizer, como eu me sinto sozinha! Onde estais Vós? Parece-me a mim não ter Jesus, não ter amigos, não ter Céu nem terra. Posso dizer e afirmar com toda a verdade; nada há mais poderoso do que a graça e força de Deus; se não fosse ela, em tal abandono tinha desesperado.»

(S.A.; 08/10/1948)

2014-07-27 — Meditar com a Beata

2014-07-27

Alexandrina:

«Amo e amarei durante a vida os martírios que Jesus me dá e os espinhos que me ferem, e amá-los-ei depois da morte e quero-os junto de mim, para mostrar que é com espinhos e com todos os martírios que nos assemelhamos a Jesus, que consolamos o Seu Divino Coração e que salvamos as almas, filhinhas de todo o Seu Sangue. Que maior prova de amor podemos dar a Nosso Senhor senão sofrendo com alegria tudo o que é dor, desprezo e humilhações?! Que maior alegria podemos dar ao Seu Divino Coração senão dando-Lhe almas, muitas almas por quem Ele sofreu dando a vida?!»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«O coração está duro! O respeito humano!... Dá ao mundo o reino Teu!... Pai, Pai, atrai-me o Teu amor!... Dá-me o Teu amor!... Faz de mim o que quiseres. Pai, por Ti, pela Tua glória!... As almas, Pai, salva-as!...

(Nosso Senhor acariciava-a ternamente.)

(Jesus): Avante, Minha heroína? O meu amor a Jesus encanta o Céu, encanta a Terra, mas tempo virá em que ela ficará mais encantada? Incendiar-se-á nos corações o amor à Vossa Divina Paixão? Então serei deveras amado, e, ver-se-á quanto sofrestes pela pobre humanidade? Ó meu querido Jesus, não posso descansar sem Vos ver amado por todos. Servi-Vos deste frágil corpo.»

(Êxtases; 12/01/1940)

 

Jesus a Alexandrina:

«“Vem, Minha filha ao Meu coração de Esposo, ao Meu coração de Pai. Levanta-te! Coragem, coragem! Vem a este Coração que te ama loucamente e tu amas loucamente. Vem a este Coração que te pede. Faz, faz que Eu seja amado. Fala do Meu amor. Distribui o Meu amor. Vem, Minha louquinha, vem, pescadora das almas. Repara, olha no amor, no universo os pescadores a lançar as suas redes para ganharem o seu pão e para o alimento corporal da humanidade. As tuas redes são outras. Ó pescadora de Jesus, olha para Mim. Tu lanças-te as redes da dor e do amor neste mar infindo de tanto martírio. Eu puxo para Mim as redes, sobem para Mim as almas.»»

(S.A., 02/06/1955)

 

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e de oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(C.P.M.; 07/01/1936)

2014-07-20 — Meditar com a Beata

2014-07-20

Alexandrina:

«É-me difícil descrever o sofrimento da minha alma. Jesus não Se cansa de espremer o Seu cachinho nem de moer o Seu grãozinho de trigo. E só pelo Seu divino amor que me deixo espremer e moer.

[…]                     

(Jesus) "Minha filha, Minha filha , vem para o Meu colo. Convido-te a descansar nos Meus Santíssimos braços. Inclina-te no Meu coração de Mãe. Toma conforto na tua dor. Coragem! Eu sempre te ajudarei. És a predileta de Jesus, és a predileta de Maria. Oh! Como os Nossos corações te amam!"»

(C.P.M.; 08/05/1940)

 

Jesus:

«Semeia; quero que nasça no mundo uma ceara nova de pureza e amor; quero o trigo puro sem ser preciso joeirá-lo.

(Alexandrina) "Ó meu Jesus, vede que eu não sei sofrer, nem amar, e nada sei fazer às almas. Vede o meu desalento, o medo que tenho de tudo; sinto-me incapaz de suportar tudo o que me dais.»

(S.A.,29/11/1946)

 

Jesus:

«Vai em paz Minha filha amada; vai corajosa, vê o valor da tua dor. Vai semear; é florescente a tua sementeira. Coragem! A tua dor, o teu amor é a salvação do mundo.»

(S.A.; 24/01/1947)

2014-07-13 — MRBeata

2014-07-13

 Alexandrina:

«Fiquei um poucochinho encostada ao peito de Jesus, e depois desapareceu-me Nosso Senhor.

Escusado será dizer que jamais se apagará da minha mente tudo isto e recordarei sempre, como sempre me estivesse presente. Sinto o meu coração ferido ao recordar este quadro. Só por obediência e amor a Jesus falo nisto.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Jesus, não me fujais para mais longe. Não posso mais correr à Vossa procura. Eu quero-Vos, eu quero-Vos só a Vós. Dava mundos e Céus para Vos possuir, meu Jesus. Que beleza poderia haver no Céu sem o Vosso amor, meu Jesus?»

(Diário Autógrafo )

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Que magnífico! Se tu pudesses ver os que me tens salvado, era o bastante para morreres de gozo e contentamento. Não é por ti, mas fui Eu que logo de tenra idade semeei em ti as sementes e elas reproduziram tão belos frutos. Feliz da alma que me deixa trabalhar em si. Ofereceste-me tudo; agradou-me tanto essa oferta e servi-me desse tudo para acudir aos pecadores. Eu sou o jardineiro da tua alma; tenho em ti toda a variedade de flores, findas, tão lindas; belas, tão belas!»

(22/09 - C.P.M.; 24/09/1937)

2014-07-06 — meditar e rezar com a Beata

2014-07-06

Alexandrina:

«Eu Te adoro, Bom Jesus

Eu Te adoro, Bom Jesus, Eu Te adoro, meu Senhor.

Eu Te adoro, nesta Hóstia, Amor da minha alma.

Ó Pão dos Anjos, ó Pão dos Anjos, ó meu Amor.

Naquela Hóstia está Jesus, o meu Senhor,

Naquela Hóstia vive escondido o Rei do Céu, meu Criador!

Salve Hóstia bendita, Salve Hóstia bendita!

Em Ti habita o Senhor; em Ti habita o meu Pai. Em Ti habita o meu

Criador.»

 

Jesus a Alexandrina:

« Jesus, eu sou toda Vossa:

Ó meu querido Jesus, eu me uno em espírito, neste momento e desde este momento para sempre, a todas as Santas Hóstias da Terra, em cada lugar onde habitais sacramentado. Ai quero passar todos os momentos da minha vida, constantemente, de dia e de noite, alegre ou triste, só ou acompanhada, sempre a consolar-Vos, a adorar-Vos, a amar-Vos, a louvar-Vos e glorificar-Vos! Ó meu Jesus, eu queria tantos atos de amor meus, constantemente a cair sobre Vós, de dia e de noite, como chuva miudinha cai do céu para a terra num dia de inverno. Não queria só meus, mas de todos os corações de todas as criaturas do mundo inteiro!... Oh! Como eu Vos queria amar e ver amado por todos! Vede, Jesus, os meus desejos e aceitai-mos já, como se eu Vos amasse. Ó Jesus, nem um só Sacrário fique no mundo, nem um só lugar onde habitais sacramentado sem que hoje, e desde hoje para sempre, em cada momento da minha vida, eu esteja lá sempre a dizer:

“Jesus, eu amo-Vos! Jesus, eu sou toda Vossa. Sou a Vossa vítima, a vítima da Eucaristia, a lampadazinha das Vossas prisões de amor, a sentinela dos Vossos Sacrários! Ó Jesus, eu quero ser vítima dos sacerdotes, a vítima dos pecadores, a vítima do Vosso amor, da minha família, da Vossa santíssima Paixão, das Dores da Mãezinha, do Vosso Coração, da Vossa Santa Vontade, a vítima do mundo inteiro!... Vítima da paz, vítima da Consagração do mundo à Mãezinha!”»

 

Alexandrina

«Sou de Jesus na alegria, sou de Jesus na tristeza, sou de Jesus nas trevas, nas horríveis tribulações, na pobreza, no abandono total.»

(Autobiografia; pág. 49; 23/07/1938)

 

Jesus a Alexandrina

«Olha: hoje, dia do Meu Divino Coração, renovo a Minha oferta. Aqui O tens embutido no teu, cheio com todo o amor, com todos os tesouros que n’Ele encerra. É a mesma vida: somos dois num só Coração.»

(Sentimentos da Alma; 15/06/1955)

 

 

«Se o mundo conhecesse esta vida de amor, esta união conjugal de Jesus com a alma virgem, com a alma que escolhe para Sua esposa!»

(Sentimentos da Alma; 01/12/1944)

2014-06-22 — meditar e rezar com a Beata

2014-06-22

Jesus:

«Não te alimentarás jamais na terra. O teu alimento é a Minha Carne; o teu sangue é o Meu Divino Sangue; a tua vida é a Minha vida, de Mim a recebes, quando te bafejo e acalento, quando uno ao teu o Meu coração. [...] É grande o milagre da tua vida.»

(Sentimentos da Alma; 07/12/1946)

 

Alexandrina em êxtase reproduz interrogações de Jesus:

«(Jesus) Minha filhinha, Minha filhinha, Meu querido amor? A Vossa morada é na Eucaristia? É a morada mais silenciosa que existe no mundo? E tenho tão pouco quem queira viver unidinho a Vós naquele silêncio? Ainda bem que a Vossa Alexandrina está conVosco a amar-Vos, a fazer-Vos companhia, a passar a vida encerrada nos Sacrários? O silêncio é uma grande perfeição e quando é passada em união com Jesus? O que se passa entre a alma e Jesus só o Céu o conhece? Ai se o mundo soubesse?»

(Êxtases; 29/12/1938)

 

Alexandrina:

«Eu Te adoro, bom Jesus, eu Te adoro no Sacrário, sozinho e tão ofendido, sozinho e desprezado! Ó amor da Eucaristia, ó Amor de Jesus, ó calvário, ó salvação, calvário, foco de luz!»

(Êxtases; 21/11/1941)

2014-06-15 — Meditar e rezar com a beata

2014-06-15

Alexandrina:

«E jura-me o meu Jesus que é tudo verdade, que e obra Divina em mim? Eu sou a Vossa habitação e de toda a Santíssima Trindade? Sempre o fui? Nunca perdi a graça que recebi no Batismo? Ainda que o demónio afirme, afirme o contrário, não me dais licença de o acreditar?

Ouviste meu amor? Ouvi meu Jesus. Voltai quando for da Vossa Santíssima Vontade.»

(Êxtases; 12/11/1938)

Alexandrina:

«Ó Jesus, que amor o Vosso e da Mãezinha querida para comigo. Eu também não quero outro amor. Bem sabeis que Vos amo sobre todas as coisas, Jesus. É a Mãezinha querida e Vós os

meus maiores amores e a Santíssima Trindade, ai, como eu quero amar os meus penhores mais queridos. Eu sou um encanto? Faço atrair todo o Céu sobre mim? Como eu sou amada e querida por toda a Corte celeste? Cada vez, Jesus, fico mais envergonhada e confundida. Mas confio que é Jesus o meu Esposo querido que me segreda tudo isto?»

(Êxtases; 07/01/1939)

 

Alexandrina:

«Que consolação para o Vosso Divino Coração ver na Terra um novo amparo para os pecadores? Sou a habitação da Trindade Divina, a consolação de toda a Corte Celeste? A Santíssima Trindade vê em mim todos os encantos e belezas? Atraio para mim os anjos e toda a Corte Celeste, como o íman a eletricidade? É com esta atração que atraio para Jesus as almas dos pecadores? Oh, como é bela a missão dos inocentes!?»

(Êxtases; 26/01/1940)

 

Jesus a Alexandrina:

 «“Coragem. Voam e revoam sobre ti os anjos. Andam a levar o alimento para os pecadores. Cerca-te toda a Santíssima Trindade e a tua Mãezinha querida. Digo-te hoje estas palavras por ser o dia consagrado a Ela. Coragem. Aqui está o teu Paizinho em união comigo: amparamos-te nos Nossos braços.”»

(C.P.M.; 02/02/1940)

 

Alexandrina:

«Jesus, é esta a consolação que Vós sentis? (Sorriu-se.)

Que júbilo para o Vosso Coração de Pai, para toda a Santíssima Trindade ver que ainda tendes na Terra quem se deixe imolar por Vós? Ainda há amor que evite os espinhos que vão ferir a Jesus? Ainda há amor que evite as espadas, que vão ferir a Maria, a Pura, a Imaculada, a Mãe de Jesus, mas também há justiça e cada vez mais irritada, para punir as almas e as castigar?»

(Êxtases; 12/04/1940)

2014-06-08 — Meditar e rezar com a beata

2014-06-08

Jesus a Alexandrina: «Vive do Meu sangue, vive do Meu amor, comunica-lhes esta vida, fala-lhes das Minhas ameaças, das Minhas queixas e do Meu perdão; fala-lhes com a prudência com que lhes tens falado, é a luz do Espírito Santo a iluminar-te, sou Eu a falar pelos teus lábios.»

(S.A.; 1949)

 

Jesus a Alexandrina: «Sossega, Minha pomba bela, a Minha paz é contigo. Com a consolação e alegria que Me dás esqueço as tuas faltas, faltas que permito para esconder as Minhas maravilhas, o tesouro das Minhas riquezas, o Meu amor infinito. Coragem, estou contigo!»

(S.A.; 1945)

 

Jesus a Alexandrina: «Minha filha, assentamos lugar para sempre no trono de realeza, no trono do teu coração, Eu, Meu Pai e o Espirito Santo. Este para te encher dos Seus dons, do Seu amor, da Sua luz. E sabes para que, Minha esposa querida? Para tu dares, para tu comunicares às almas.»

(S.A.; 1946)

2014-05-31 — MR com a Beata

2014-05-31

Jesus a Alexandrina:

«A missão que te confiei são os meus sacrários e os pecadores: elevei-te a tão alto grau. É o meu Amor. Por ti serão salvos muitos, muitos, muitos pecadores, não por teus merecimentos, mas por Mim que procuro todos os meios para os salvar”»

(C.P.M.,20/12/1934)

Jesus a Alexandrina:

«“Vem, Minha filha ao Meu coração de Esposo, ao Meu coração de Pai. Levanta-te! Coragem, coragem! Vem a este Coração que te ama loucamente e tu amas loucamente. Vem a este Coração que te pede. Faz, faz que Eu seja amado. Fala do Meu amor. Distribui o Meu amor. Vem, Minha louquinha, vem, pescadora das almas. Repara, olha no amor, no universo os pescadores a lançar as suas redes para ganharem o seu pão e para o alimento corporal da humanidade. As tuas redes são outras. Ó pescadora de Jesus, olha para Mim. Tu lanças-te as redes da dor e do amor neste mar infindo de tanto martírio. Eu puxo para Mim as redes, sobem para Mim as almas.»

(S.A., 02/06/1955)

 

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e de oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(C.P.M.; 07/01/1936)

2014-05-25 — MR com a Beata

2014-05-25

Alexandrina: «Depois de uns momentos de oração, a implorar auxílios do Céu e a luz do Divino Espírito Santo para poder fazer o que o meu Padre espiritual me determinou, principio a descrever a minha vida, tal qual como Nosso Senhor ma for recordando, embora com grande sacrifício.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina: «Eu estava muito atenta para saber bem como havia de falar a V.ª Rev.a porque a minha cabeça não me ajuda. Mas Nosso Senhor disse-me que o Divino Espírito Santo viria sobre mim e me inspiraria como eu havia de dizer. Mas isto dá-se mesmo com a comunhão espiritual. Eu faço-a com muito amor e fervor, mas não como Nosso Senhor merece. Mas é o melhor que eu posso, e o meu Jesus bem sabe eu que o queria receber sacramentalmente e que não posso; por isso me vai dando recompensa.»

(C.P.M.; 14/09/1934)

 

Alexandrina: «São os pecados que me sobrecarregam a causa de grande dor para mim! Sinto-me cheia e não os encontro no meu exame de consciência. Mas nem por isso eu deixo de sentir a mesma dor. Depois de invocar a luz do Divino Espírito Santo e não ver em mim aquilo que sinto ser ainda me parece que não sei examinar a minha consciência. Oh minha cruz amada!»

 (Diário Autógrafo; 26/01/1948)

 

 

Jesus: «Sossega, de ti quero o sofrimento com o silêncio. E darei a Minha luz, a luz do Espírito Santo àqueles que precisam dela. Confia em Mim; todo o Céu se alegrou com a consolação que Me deste, com a coragem do teu sofrer. A tua dor foi para as almas uma primavera de flores.»

(Sentimentos da Alma, 14/02/1947)

2014-05-10 — MR Beata

2014-05-10

Alexandrina:

«Coração meu, a quem amas a não ser o teu Jesus? É a riqueza do Céu, é o amor dos Sacrários, o alimento das almas famintas do Seu amor, é o pastor compassivo das ovelhas desgarradas, que há muito Lhe têm fugido. Procura-as por toda a parte, chama-as, não descansa enquanto as não alcança. Depois de as ter consigo abraça-as, acaricia-as.»

(Autobiografia, 1935)

 

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, mas com os teus sofrimentos lá vêem rebanhos de toda a parte, grandes rebanhos como que ao cair da tarde nas terras onde há muitas ovelhinhas, vêem com os seus pastores para repousar, para se livrar do perigo. Assim vêem os pecadores a Mim. Eu sou o pastor, Eu sou o porto de abrigo. Vêem repousar no oceano Imenso do meu coração. Vêem curar as chagas neste amor sem fim, as chagas que lhes foram feitas com o alimento das ervas ruins. Se eles soubessem quanto Eu os amo!»

(C.P.M.,22/11/1937)

Alexandrina:

«Jesus, o Bom Pastor anda louco à procura das Suas ovelhas? Quanto Ele as ama!? Como Ele as quer possuir? Aprofundai-Vos, almas devotas neste abismo insondável, a riqueza duma alma? Custou o Sangue de Jesus, custou a vida do Cordeiro inocente? Vinde todas a Jesus; trazei-as todas para Jesus? Jesus quer salvar o mundo, Jesus quer salvar os pecadores?»

(Êxtases, 28/03/1941)

 

Jesus:

«És e serás sempre a pastorinha de Jesus e de Maria. Traz, traz as almas para os nossos Corações, fecha-as neles, para que não sejam devoradas pelo lobo infernal. Vai, vai para a tua dor esconde-a, sorri sempre, vai em paz.

“Obrigada, obrigada, meu Jesus.”»

(S.A.; 07/07/1950)

2014-05-04 — Meditar e rezar com a beata

2014-05-04

Alexandrina:

«Temo tanto a minha fraqueza! Esta lembrança às quintas feiras foi-me aliviada mas sobrecarrega-me nos outros dias. Ai que medo, ai que medo de ser eu quem faço tudo. Eu quero acreditar no meu Jesus e no meu Paizinho que me fala em nome d 'Ele, mas parece-me que sou incrédula que não acredito. A minha dor faz-me falar assim mas não fique triste que eu acredito em tudo.»

(C.P.M.; 15/05/1940)

 

Alexandrina:

«Que importa que Jesus finja esconder-Se, que o Céu pareça fechar-se e perder tudo da terra e do Céu se Jesus está comigo, se O amo, se estou no lugar onde Ele me quere, e faço em tudo a Sua santíssima vontade! Hei-de confiar n’Ele, quero acreditar cegamente que sou d' Ele, só d’Ele, e eternamente d'Ele.»

(C.P.M.; 15/01/1941)

 

Alexandrina:

«Acredito meu Jesus, confio em Vós cegamente. Acredito que não me enganais, como sabeis também que não quero enganar-Vos. Fiquei a acreditar em Jesus, mas com a minha alma tão dorida! Que pena saber que Êle é tão ofendido e ainda para maior dor ser pelos meus.»

(S.A.; 06/11/1945)

 

Jesus a Alexandrina

«Também em Mim muitos não me acreditaram, e muitos me confundiram, ao saberem-Me ressuscitado e vitorioso.»

(S.A.; 28/07/1950)

2014-04-18 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-04-18

Alexandrina:

«Já há tempos que sentia grandes agonias na minha alma e por vezes prestes a cair em assustadores abismos. Nestes dias redobraram os meus sofrimentos. Os abismos eram aterradores. A justiça do Pai Eterno caía sobre mim e Ele bradava-me repetidas vezes:

“Vingança, vingança, etc.”

Aumentavam os sofrimentos da alma e do corpo. É impossível descrevê-los, só sentidos e presenciados. Passava os dias e as noites rolando pela cama, a ouvir a voz assustadora do Eterno Pai.

Na manhã de 2 de outubro de 1938, disse-me Nosso Senhor que iria passar por toda a Sua Santa Paixão, do Horto ao Calvário, só não chegaria ao “Consummatum est”. Seria a primeira vez no dia 3, e depois ficaria a passar pela Paixão todas as sextas feiras, pouco depois do meio-dia, às 3 horas, mas na primeira vez ficaria até às 6 horas, a desabafar comigo, fazendo-me os Seus queixumes.

Não disse que não a Nosso Senhor. Preveni o meu Diretor espiritual de tudo que Nosso Senhor me disse. Esperava o dia e a hora com grande aflição, pois nem eu nem o meu Diretor fazíamos ideia do que se ia passar. Na noite de 2 para 3 de outubro, se era grande a agonia da alma, também foi grande o sofrimento do meu corpo, começando a vomitar sangue e a sentir dores horríveis. Vomitei bastantes dias seguidos e, durante cinco dias, não tomei alimento algum. Foi neste sofrimento que eu fui para a primeira crucifixão. Que horror eu sentia em mim! Que medo e até pavor!... É indizível a minha aflição.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Toda a Paixão foi muito abandonada. Nosso Senhor só por três vezes me disse umas palavrinhas. Na primeira vez, no Horto, quando o peso da justiça Divina caía sobre mim, Nosso Senhor dizia-me:

“Estás a fazer as Minhas vezes: também sobre Mim vinha tudo isto. Tem coragem, é obra Divina que te dá a força, que te move, que faz tudo isto.”

A segunda vez, no Horto também, eu via-me num abismo tão grande, tão cheio de imundices, pareciam-me que haviam ali todas as misérias e eram minhas. E Nosso Senhor dizia-me:

“Assim como Eu és fiadora: também Eu estava nesse abismo, coberto com todas as misérias.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 16/06/1939)

2014-04-17 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-04-17

Alexandrina:

«Era já noite. Oh? quem me dera que Jesus falasse por mim agora, para honra e glória Sua e bem das almas. Oh? quem me dera que nestas linhas ficasse bem gravado o que se passou na minha alma. Sem pensar na ceia de Jesus com os seus apóstolos senti-me à mesa. O meu coração era o cálice era o vinho, era o pão. Todos vinham comer e beber a este cálix. Dali em diante toda aquela cena seria renovada. Mas oh! que horror, o que eu vi; tantos Judas a comerem e a beberem indignamente!»

(S.A.; 12/04/1945)

 

Alexandrina:

«Foi para a Ceia Jesus, eu fui com Ele, assisti a tudo. Que cena comovedora! Naquela sala de amor estava alguém que O não recebia: era Judas, pelo seu coração e pelos seus lábios parecia sair fogo infernal. O rancor do seu ingrato coração ia bater ao Coração dulcíssimo de Jesus; eram para Ele como espinhos dos mais agudos que dum lado ao outro lho trespassavam. E Jesus sempre com doçura e palavras atraentes o convidava a ir a Si; os Seus olhares divinos eram meigos e encantadores. No lava-pés, Jesus não só lhos lavava, mas o Seu divino Coração baixava tanto que até lhos queria beijar. Eu sentia que Jesus com o Seu espírito lhos beijava. Que lição para mim! Que humildade a de Jesus. Ao deixar a casa, no mesmo lugar do costume, lá estava a Mãezinha a despedir-se de Jesus; uniram-se os Seus rostos Santíssimos e os Seus lábios; mais unidos ficaram para a dor os Seus inocentes Corações.»

(S.A.; 26/03/1948)

 

Alexandrina:

«Depois da ceia dos Apóstolos, ainda dentro do aposento, senti como se Jesus dentro de mim, tirasse do Seu Santíssimo peito o divino Coração e o entregasse a todos os maus tratos. Isto é, senti como se Ele mesmo se entregasse para morrer. Aqui não senti alívio no sofrimento, tive que O acompanhar ao Horto e parece que, obrigada por Ele, mas uma obrigação voluntária, prostrei-me por terra, suei sangue, sofri toda a agonia, compartilhei de todo o Seu martírio.»

(S.A.; 14/06/1949)

2014-04-13 — M.R. Beata Alexandrina

2014-04-13

Jesus a Alexandrina:

«“Dá-Me as tuas mãos, que as quero cravar coMigo; dá-Me os teus pés, que os quero cravar coMigo; dá-Me a tua cabeça, que a quero coroar de espinhos, como Me fizeram a Mim; dá-Me o teu coração, que o quero trespassar com a lança, como Me trespassaram a Mim; consagra-Me todo o teu corpo; oferece-te toda a Mim, que te quero possuir por completo.”

Foi isto bastante para me ter tido muito preocupada. Não sabia o que havia de fazer: calar-me e não dizer nada, parece-me não ser a vontade de Nosso Senhor, parece-me que o bom Jesus não queria que eu ocultasse isto. […] Será isto uma ilusão minha? Ai, meu Jesus, perdoai-me se Vos ofendo, eu não Vos queria ofender; faço-o por obediência, e a não ser calar-me, não sei como pudesse proceder de outra forma.»

(C.P.M.; 08/09/1934)

 

Alexandrina:

«Toda a Paixão foi muito abandonada. Nosso Senhor só por três vezes me disse umas palavrinhas. Na primeira vez, no Horto, quando o peso da justiça Divina caía sobre mim, Nosso Senhor dizia-me:

“Estás a fazer as Minhas vezes: também sobre Mim vinha tudo isto. Tem coragem, é obra Divina que te dá a força, que te move, que faz tudo isto.”

A segunda vez, no Horto também, eu via-me num abismo tão grande, tão cheio de imundices, pareciam-me que haviam ali todas as misérias e eram minhas. E Nosso Senhor dizia-me:

“Assim como Eu és fiadora: também Eu estava nesse abismo, coberto com todas as misérias.”»

(C.P.M.; 16/06/1039)

 

Jesus a Alexandrina:

«És rica de mim, és rica de virtudes. E por isso que os teus olhares atraem, têm carinhos, têm doçuras, têm prisões, têm amor. É por isso que o teu sorriso tem meiguices, tem tudo o que é do Céu.

Não vives, vivo Eu, são meios de salvação e de chamamento às almas.

Não é verdade, Minha filha, que eu na Minha vida, no Meu Calvário, possuía duas vidas, a humana e a Divina? Até nisso te pareces coMigo. No teu Calvário tens também a vida Divina; é Cristo que está em ti. Nada temas.»

(S.A.; 18/05/1945)

2014-04-06 — Meditar e rezar com a Beata

2014-04-06

Alexandrina:

«Então fazei que eu mostre o que sou, que não engano ninguém. Não posso enganar? Em mim é só a pura verdade? Sou o encanto atraente dos Vossos Divinos olhos, a luz das almas mais amortecidas?

Sou a ressurreição dos pecadores? Então posso acudir a todos? Ai de muitos, ai de muitos que se não querem salvar. Jesus, fazei que todos se salvem. Tenho tanta peninha deles, meu Jesus. A mesma sorte podia ter eu, meu Jesus.»

(Êxtases, 11/08/1939)

 

Alexandrina:

«Com mais vida e fogo no coração, atrevi-me a dizer a Jesus: Dizeis-me que me amais tanto, e eu não sei amar-Vos nem sofrer com perfeição por Vós. Não Vos entristeceram as minhas lágrimas de ontem? “Não, não, minha filha, as lágrimas resignadas são lágrimas de amor. Não chorei Eu, junto ao túmulo de Lázaro, sobre Jerusalém, e mais, ainda mais? E podia haver em Mim imperfeição? Tem coragem. A tua vida ê tão alta, tão alta, tão misteriosa e sublime! Confia!”»

(S.A.; 14/09/1948)

 

Alexandrina:

«Acariciei Jesus, beijei-Lhe uma por uma as Suas divinas chagas. A do sagrado ombro causava horror, fez-me estremecer o coração. As dos pés foram as últimas a beijar, e junto a elas fiquei caída. Ó meu Jesus, meu amor, à semelhança de Lazaro, quero ser eu o Vosso cãozinho a lamber-Vos todas as chagas, até que desapareçam, e depois, junto dos Vossos pés, ficar a receber todo o martírio, que as Vossas divinas mãos me aproverem dar. Jesus consentiu-me, passei a minha língua por todas as Suas feridas; desapareceram e o Seu divino Coração ficou sem estar retalhado.»

(S.A, 11/03/1949)

 

Jesus:

«“Avante, heroína forte, heroína incomparável. Àvante nas tuas trevas, porque elas vão dar luz. Àvante na tua morte, porque ela vai dar vidas. Àvante na tua inutilidade, porque tudo, tudo se aproveita, tudo se torna útil para a ressurreição das almas. Àvante no teu amor único, desinteressado da glória do céu a sofreres o martírio que atingiu o seu auge, louca por Meu amor, louca por amor das almas. Àvante esposa e vítima predilecta do Rei do Céu e da Terra, do esposo Jesus. Coragem, coragem!»

(S.A.; 01/07/1955)

2014-03-23 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-03-23

Jesus «"Minha filha, encanto dos meus olhos, primogénita do meu Divino Coração, a paz seja contigo porque em teu coração habita aquele que dá a paz e a vida eterna, que é o teu Jesus. Olha, entristece-te comigo, chora, sofre.»

(C.P.M; 20/12/1939)

 

Alexandrina  «Parece-me que não me engano: o meu fim vai-se aproximando. Eu anseio por principiar a viver a vida eterna, a vida do Céu. Os medos que eu sinto tão aterradores parece-me bem que não se podem prolongar por muito tempo»

(C.P.M.; 22/10/1940)

 

Alexandrina  «Ó bom Jesus, tem compaixão. Jesus habita no santuário. Vem pecador, vem ao teu Deus. Jesus habita no Sacramento, vem, pecador, é teu Alimento. O corpo de Jesus dá vida eterna, o corpo de Jesus dá vida eterna às almas. Vem, vem pecador, vem pedir perdão. Ao teu Criador, pede compaixão. Vem, vem, pecador, anda, que te escondes.»

 (Êxtases; 12/01/1940)

 

Jesus  «A minha paixão, a minha morte não salvou a todas porque não querem salvar-se. A tua paixão, a tua morte dará a vida eterna a todos quantos da minha Pátria quiserem gozar. Tem coragem! Ainda que o mundo tenha que sofrer grandes e graves castigos por não se reconciliar comigo será sempre salvo pelo teu sofrimento. Milhões e milhões de almas subirão por ti ao Céu.»

(Sentimentos da Alma, 29/06/1945)

 

Alexandrina  «Mal posso fazer as minhas orações. Poucachinhas e mal feitas, mas mesmo assim, tudo me é roubado! Não tenho o mínimo sofrimento para fazer qualquer oferta ao Senhor. Creio, Jesus, creio em Vós e na vida eterna.»

(S.A.; 24/06/1955)

2014-03-16 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-03-16

Alexandrina  «Quero escutar-Vos, quero seguir-Vos, quero amar-Vos: quero ser a Vossa vítima. Esmagai-me para que este esmagamento que sente a Vossa indigna filhinha possa ter uma força invencível para Vos salvar todas as almas. Quero com os meus sofrimentos esconder-lhes o caminho do pecado para que só a Vós sigam, só a Vós vejam, só a Vós amem.»

(C.P.M.; 09/07/1939)

 

Alexandrina  «Jesus compadece-se dos que o Seu nome bendito invocam? Jesus não falta a tudo que promete. Prometeu ouvir, prometeu escutar? Jesus atende ao pedido dos pecadores, como não há de atender àqueles que o amam? Jesus dá tudo; em troca pede amor? Jesus dá-se às almas e as almas quer possuir? O Coração de Jesus é um oceano infinito? Abre-se para receber e estende-se para amar? Jesus é a morada de todos aqueles que n’Ele querem habitar?»

(Êxtases, 14/02/1941)

 

Jesus  «Quando me pedires para as almas a graça de conversão ou do meu divino amor vencerás o Meu Coração! Tomarei o teu pedido como se fosse uma ordem dada. Vês como te faço rica? Vês a loucura do meu amor por ti? Coragem, muita coragem.»

(Sentimentos da Alma, 15/06/1945)

 

Alexandrina  «Não posso suportar este nada que eu sou diante de Nosso Senhor. Além do meu sofrimento que é a minha vida sinto em mim como que uma voz poderosa que chega atá o fim do mundo e que chama com um eco que se não mede, clama amor e chama a humanidade a converter-se.»

(Sentimentos da Alma, 21/12/1945)

 

Jesus «Minha filha, estrela do mundo, luz que o Ilumina, farol que o guia ao Meu Divino Coração. Escuta, alegria dos Meus olhos divinos aceita os meus divinos braços, abraça com eles a cruz que te dou, abraça-a com as forças divinas, já que as forças humanas não as tens. É cruz de amor para ti. Na tua vida de sofrimento está bem provado o amor com que te amo e o amor com que Me amas a mim. Amo-te, tu amas-Me. És minha, és das almas. A cruz que te dou é a cruz de mais alto valor para elas. Coragem, sempre firme nos braços do teu Jesus. O mundo fere tanto O Meu Divino Coração! Suaviza a minha dor, salva-me os pecadores; compra-os com esta cruz do mais elevado preço.»

(S.A.; 01/12/1945)

2014-03-01 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-03-01

Jesus a Alexandrina:

«“Vive para mim, toda para mim, para o teu Esposo, para o teu Jesus, para o teu Amor, para o teu tudo. Ama-ma muito. Oh! Como Eu te amo! Olha o meu amor que me levou a criar-te para coisas tão altas. Aceita a cruz que Eu te dou, abraça-a com amor; deixa-me crucificar-te com aquela paciência como Eu me deixei crucificar aos meus algozes. Eu era Deus, mas o mesmo Deus está contigo para te dar força para tudo. Não temas. Se me deixares crucificar-te e aceitares tudo que Eu te enviar, podes dizer que me amas como são os meus desejos. É para acudires aos pecadores.»

(C.P.M.; 09/05/1935)

 

Alexandrina:

«Antes quero sofrer do que gozar. Ó sofrimento amado. Ó santo caminho que me conduz a Jesus. O gozar não é para este mundo. O que eu quero é amar a Deus. Minha querida Mãe, peça a Jesus pela alma da sua filha Alexandrina.»

(Pensamentos Soltos)

 

Alexandrina

«Meu coração, meu pobre coração, que tanto sofres e tão pouco amas o meu Jesus. Ó Mãezinha dai-me o Vosso amor, o Vosso recolhimento, a Vossa pureza e humildade, e a mortificação o de todo o Vosso viver para eu amar, e servir Jesus.»,

(Diário Autógrafo; 23/04/1949)

 

Alexandrina

«Só quero a vontade do meu Senhor, custe o que custar. Nasci neste momento para amar a Deus, mas não sei como já perdi a Deus e a Mãezinha. Foi tal a perda que nunca os poderei amar: é o que eu sinto. Todo o meu ser envolto na terra, só vive da terra, causa-me uma agonia de morte. Perdi tudo, a vida de Deus, a vida de sofrimento.»

(S.A.; 27/08/1954)

2014-02-22 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-02-22

Alexandrina  «Agora digo eu: Por quem me sacrifiquei assim? Seria isto também por vaidade? Ó mundo, ó pobre mundo! Vaidade, mas pelo quê? Que somos nós sem Deus? Quem seria capaz de sofrer tanto por uma grandeza e uma vaidade do mundo?»

(Autobiografia)

 

Alexandrina  «Mãezinha, peço-Te esta esmolinha do Céu: quero que o mês de maio seja para mim o último que passo na Terra. Quero ir depressa gozar do Teu Jesus e da Tua doce companhia. Quero continuar junto de Ti a implorar perdão e misericórdia para o mundo Teu.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina  «Disse-me também Nosso Senhor que não lhe recusasse nenhuns sofrimentos, nem sacrifícios pelos pecadores; que estava prestes a cair a justiça de Deus sobre eles eternamente, e eu que ainda lhes podia acudir. Disse-me para eu pedir pelos sacerdotes, que eram cultivadores da Sua vinha e que deles dependia ser boa ou fraca a colheita.»

 (C.P.M.; 274/09/1934)

 

 

Alexandrina  «Não posso suportar este nada que eu sou diante de Nosso Senhor. Além do meu sofrimento que é a minha vida sinto em mim como que uma voz poderosa que chega atá o fim do mundo e que chama com um eco que se não mede, clama amor e chama a humanidade a converter-se.»

(Sentimentos da Alma, 21/12/1945)

 

 

Alexandrina  «Ao terminar deste ano, meu Jesus peço-Vos perdão de todos os meus pecados, graça para não mais Vos ofender. E digo-Vos Jesus, o meu eterno obrigada por todos os benefícios recebidos.»

(Diário Autógrafo; 31/12/1952)

 

Alexandrina: «Esquecei Jesus e perdoai! Eles pecam, porque desconhecem o Vosso amor! Eles pecam, porque Vos desconhecem! Perdão, Jesus! Perdão, Jesus! Perdão Jesus! Tem compaixão! O meu corpo é Vosso! Sirva-Vos de instrumento de reparação! O meu coração pertence-Vos! O amor que possuo é para Vós! Dai-me tanto e tanto amor que Vos obrigue a esquecer a ingratidão humana, ó Jesus!»

(Êxtases; 24/05/1940)

2014-02-15 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-02-15

Alexandrina «Sofrerei hoje tudo para me converter deveras para Nosso Senhor, cumprindo em tudo a Sua santíssima vontade, sendo o que Ele quer que eu seja»

(Autobiografia)

 

Alexandrina «A Vossa bela pombinha precisa tanto do conforto de Jesus e não o teve quando estava mais só fingistes que mais só me deixavas? É amor, só amor que Vos obriga a fazer assim? Tinha assim um ramalhete mais belo para oferecer ao meu esposo? Sacrifício, sacrifício tudo é pouco para salvar os pecadores? Penitência, penitência pede jesus ao mundo numa conversão completa?

Que ingratidão vai pelo mundo? Que maldade, que loucura? Que vícios imundos? E tudo isto contra Vós que os amastes tanto? Que morrestes por eles? Sem gota de sangue das Vossas Divinas veias?

(Êxtases, 04/01/1939)

 

 

Jesus «Quando me pedires para as almas a graça de conversão ou do meu divino amor vencerás o Meu Coração! Tomarei o teu pedido como se fosse uma ordem dada. Vês como te faço rica? Vês a loucura do meu amor por ti? Coragem, muita coragem.»

(Sentimentos da Alma, 15/06/1945)

 

 

Alexandrina «Não posso suportar este nada que eu sou diante de Nosso Senhor. Além do meu sofrimento que é a minha vida sinto em mim como que uma voz poderosa que chega atá o fim do mundo e que chama com um eco que se não mede, clama amor e chama a humanidade a converter-se.»

(Sentimentos da Alma, 21/12/1945)

 

 

Jesus «E tu, esposa minha, vítima primogénita, que grande alegria dás ao Céu, que grande alegria de paz e luz dás aos pecadores! Que grande número salvos por ti, cantam já no Céu os meus louvores; e que grande número ainda na terra goza de grande alegria e paz pela sua conversão.»

(Êxtases, 8/10/1948) 

2014-02-09 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-02-09

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, Minha filha, anda para o cimo do calvário vem dar tua vida, vem dar teu sangue. É a luz do mundo, é a ressurreição dos pecadores para a graça, para o amor. Queres Minha amada consolar e alegrar assim o Coração do teu divino Esposo Jesus?»

(C.P.M.;02/08/1940)

 

Alexandrina:

«Vós é que a iluminais e dizeis que sou eu? Vós é que sois a luz do mundo e das almas? Tomai-me nos Vossos Divinos braços e não me deixais jamais e eu não quero de lá sair, meu Jesus. E não saio? Tenho uma confiança certa e sem limites? De Vós a espero, meu Jesus.»

(Êxtases.; 11/08/1939)

 

Alexandrina:

«Jesus no coração, a Virgem ao lado da Sua heroína? São ternuras de Esposo, carinhos de Mãe que recebe a louca da Eucaristia? O mundo não conhece o para-raios da humanidade, sem a luz do mundo? Que força irresistível ao Coração de Deus possui este calvário? Jesus ama a Sua benjamina e dela recebe amor? Jesus quer a guerreira das almas mais que às pupilas dos Seus olhos? É a louca da Eucaristia, o amor, o primeiro amor da Jesus?»

(Êxtases, 15/08/1941)

 

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, minha esposa querida, Eu sou infinito, estou em ti, dei-te o meu Coração e possuo sempre o meu Divino Coração em toda a parte. Tu és a luz do mundo, a escora da justiça de meu Pai, o cofre onde tudo deposito para dar as minhas riquezas às almas, ao mesmo mundo ingrato e cruel para mim.»

(S.A.,27/08/1954)

2014-02-02 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-02-02

Alexandrina:

«Nosso Senhor concedeu-me tanto, tanto esta graça, que hoje não trocaria a dor por tudo quanto há no mundo. Com este amor à dor, toda me consolava em oferecer a Jesus todos os meus sofrimentos. A consolação de Jesus e a salvação das almas era o que mais me preocupava.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e de oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(C.P.M.,07/01/1936)

 

Jesus a Alexandrina:

«É o meu sangue divino que passa, é a vida de que vives, é a vida da dor, é a vida da cruz, é a vida das almas, vai salvá-las, vai à minha semelhança, continuar a obra de salvação, vai desempenhar a nobre missão que te dei, a sublime missão para que te criei. Coragem, coragem. Vai contigo o teu Jesus.

(Êxtases.; 16/07/1948)

 

Alexandrina:

«Ai meu Deus. Amparai-me para que não peque nem desfaleça desesperando da minha salvação. Preparai-me meu Jesus para o Ano Santo, disponde a minha alma para se aperfeiçoar e santificar. Quero amar-Vos meu Jesus, sem condição. Sofra eu o que sofrer, mas ame-Vos com amor puro e desinteressado. Fazei ó Jesus que todos Vos amem, que criatura alguma Vos ofenda.

Ó Jesus, estou sozinha, vede que estou. Não tenho quem me guie e me encaminhe para o Vosso amor.»

(Diário Autógrafo, 05/01/1950)

2014-01-26 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-01-26

Alexandrina:

«“Meu Jesus, estou doente, não posso ir visitar-Vos às Vossas igrejas, mas, meu querido Paizinho do Céu, estou a cumprir a missão que Vós destinastes para mim. Seja feita a Vossa Santíssima vontade em todas as coisas. Meu Bem-Amado, Vós sabeis os meus desejos, que são estar na Vossa presença no Santíssimo Sacramento. Mas, já que eu não posso, mando-vos o meu coração, a minha inteligência para aprender todas as Vossas lições, o meu pensamento para que só em Vós pense, o meu amor para que só a Vós ame, só a Vós busque, só por Vós suspire, só Vós, meu Jesus, em tudo e por tudo. Vós no Sacrário preso e abandonado, e eu Jesus, presa estou também.»

(Autobiografia)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«A missão que te confiei são os meus sacrários e os pecadores: elevei-te a tão alto grau. É o meu Amor. Por ti serão salvos muitos, muitos, muitos pecadores, não por teus merecimentos, mas por Mim que procuro todos os meios para os salvar”»

(C.P.M.,20/12/1934)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«“Vem, Minha filha ao Meu coração de Esposo, ao Meu coração de Pai. Levanta-te! Coragem, coragem! Vem a este Coração que te ama loucamente e tu amas loucamente. Vem a este Coração que te pede. Faz, faz que Eu seja amado. Fala do Meu amor. Distribui o Meu amor. Vem, Minha louquinha, vem, pescadora das almas. Repara, olha no amor, no universo os pescadores a lançar as suas redes para ganharem o seu pão e para o alimento corporal da humanidade. As tuas redes são outras. Ó pescadora de Jesus, olha para Mim. Tu lanças-te as redes da dor e do amor neste mar infindo de tanto martírio. Eu puxo para Mim as redes, sobem para Mim as almas.»»

(S.A., 02/06/1955)

 

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e de oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(C.P.M.; 07/01/1936)

2014-01-12 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-01-12

Alexandrina:

«Quero sofrer, quero reparar pelos que estão a pecar. Assim passavam horas e eu entrava em mim para falar com as Personagens Divinas da minha alma. Sinto por tantas vezes a Sua Beleza divina dentro em mim!

Gosto tanto de viver na solidão e no silêncio com estas Personagens. Sinto que o Divino Espírito Santo no Seu trono, no trono do meu coração, no meio do Pai e o Filho, mas acima d'Ele bate as suas asinhas brancas como para despertar-me e dizer-me que estão ali. Irradia-me com o Seu amor, dá-me efusões do Seu fogo Divino, por vezes com tanto sacrifício. [...] Oh, quem me dera que todas as almas conhecessem e sentissem nelas a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.»

(Sentimentos da Alma; 24/10/1944)

 

Alexandrina:

«Caminha para quinze dias que tenho tido grande sofrimento na espinha, mas principalmente estes três dias últimos que não encontro posição para estar. Não sei se tornarei a melhorar, porque se assim continuo, é-me totalmente impossível de continuar a escrever-lhe. É isso que me causa maior tristeza; mas seja feita a vontade de Nosso Senhor. Mas está bem, porque assim mais tenho que Lhe oferecer pelos pecadores e pelas pessoas que me são mais queridas e por mim que tanto preciso.»

(C.P.M.,02/10/1933)

 

Alexandrina:

«Mas Nosso Senhor disse-me que o Divino Espírito Santo viria sobre mim e me inspiraria como eu havia de dizer. Mas isto dá-se mesmo com a comunhão espiritual. Eu faço-a com muito amor e fervor, mas não como Nosso Senhor merece. Mas é o melhor que eu posso, e o meu Jesus bem sabe eu que o queria receber sacramentalmente e que não posso; por isso me vai dando recompensa.»

(C.P.M., 14/09/1934)

 

Jesus a Alexandrina:

«O meu Divino Coração sangra, sangra rios de sangue com os pecados do mundo. Eu queria que eles viessem banhar-se, afogar-se, e hão-de vir dentro em pouco. Os meus divinos desejos serão realizados com essa força de santa união que tu e o teu Paizinho tendes no meu amor, união que jamais haverá no mundo; oferecei minha pombinha em união com e minha divina Mãe. Sois uma escora forte que sustenta a justiça divina que quer castigar os castigos já há tanto tempo merecidos.»

(C.P.M.; 06/06/1938)

 

Jesus a Alexandrina:

«“Minha filha, Minha filha, levanta-te; sou Eu a lançar-te a mão. Anda filha, anda. Escuta-Me: Tens no teu coração o céu, a Trindade Divina, que não veio, mas sempre em ti habita. Ela toda se delicia, quando falas n’Ela. Que glória, que glória por tu Lhes é dada! Quantas almas vivem a vida interior, a vida da Santíssima Trindade por teu intermédio. Desde o teu batismo possuis em ti este céu divino, embora tu não o sintas, porque toda a glória é para ti e o proveito para as almas. Repete o teu creio. Tem coragem!”»

(S.A.; 22/07/1955)

2014-01-05 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-01-05

Alexandrina:

«Ai quero passar todos os momentos da minha vida, constantemente, de dia e de noite, alegre ou triste, só ou acompanhada, sempre a consolar-Vos, a adorar-Vos, a amar-Vos, a louvar-Vos e glorificar-Vos! Ó meu Jesus, eu queria tantos atos de amor meus, constantemente a cair sobre Vós, de dia e de noite, como chuva miudinha cai do céu para a terra num dia de inverno.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Já Vos vou ver; já Vos vou amar; já Vos vou adorar, Jesus. (Também cantou suavemente assim:)

Eu Vos adoro, ó Deus de amor.

Eu Vos adoro, ó meu bom Pai.

Eu Vos adoro, ó meu Criador

Eu Vos adoro no santuário

Eu Vos adoro no sacramento, ó Pão Divino, o Pão Divino, da alma alimento. Jesus é meu! Jesus é meu, ó vem a mim, ó vem a mim, ao meu coração, que é só Teu, só Teu, só Teu, Jesus!...»

(Êxtases, 31/01/1941)

 

Alexandrina:

«Deixar o mundo e entrar em mim, para viver só a vida divina, adorar e amar as grandes personagens do meu coração, o Pai, o Pilho e o Espírito Santo; mergulhar-me neste abismo insondável, a verdade suma; viver da fé, não da luz, nem do sentir!»

(Pensamentos Soltos,1942)

 

Alexandrina

«A Mãezinha, bafejava-me, passava dos Seus lábios para dentro de mim não sei o quê; lavava-me, purificava-me. Os Anjos cantavam: “vimos do céu adorar o nosso Rei e Criador, vimos do céu contemplar as maravilhas do Seu amor.” Foram cantando, batendo as asas, glórias ao Senhor e à Sua Rainha. A Mãezinha estreitou-me ao Seu peito Santíssimo e disse-me: "Tem coragem, Minha filha, e dá a Jesus tudo quento Ele te pedir. Ele e Eu estamos sempre contigo."»

(S.A.; 16/08/1946)

2014-01-01 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-01-01

Alexandrina:

«No dia 1, no fim da Sagrada Comunhão, sentia tantos desejos de amar a N. Senhor mas estava fria e parecia-me que não O amava, mas dentro em pouquinho tempo falava-me Nosso Senhor: “Filhinha, sou o teu Jesus. Como Eu te amo! Queres fazer uma troca comigo? Eu dou-te o meu amor e tu retribui-me dando-me o teu amor, e com o teu amor o teu corpinho e o teu espírito para me fazeres companhia nos meus sacrários para Me amares e para obteres o perdão para os pecadores. Todas as vezes to recomendo. Assim como antes de Eu vir ao mundo eram imoladas as vítimas no templo, assim Eu quero imolar o teu corpo como vítima. Dá-me o teu sangue pelos pecados do mundo. Ajuda-me no meu resgate. Sem mim não podes nada; comigo terás poder para tudo, para acudires aos pecadores e muitas, muitas mais coisas. Principia um novo ano, para ti o mais rico de toda a tua vida. Vou encher-te dos meus divinos tesouros, dos meus frutos. Vou abundar-te dos meus dons.»

(C.P.M.; 03/01/1935)

 

Jesus a Alexandrina:

«Prepara-te para a luta minha filha; tens que lutar aparentemente sozinha. Depois da batalha vem a glória. O teu caminho não terá luz, sol, nem dia, mas é para que mais apareçam em ti as Minhas grandezas e para que glória brilhe em ti o resplendor do Meu amor e vejas brilhar toda a beleza divina. Esforça-te por infundires nos corações e nas almas o Meu amor.

Dá-lo-ei com as Minhas graças àquelas por quem tu intercederes. Que grande prémio tenho preparado para algumas almas que te amparam e que mais se compadecem da tua dor.»

(C.P.M.; 02/01/1942)

 

Alexandrina:

«Novo ano, nova vida, são estes os desejos o ânsias profundas do meu coração. Nova vida, sim; queria agora principiar a fazer o que até aqui não tenho feito, por não ter forças, ou não saber viver doutra forma. Quero sor pura e perfeita em todos os meus atos e ações. Quero ser de Jesus, viver só d’Ele e para Ele, para assim, inteiramente d'Ele, poder Ele tirar de mim algum proveito para as almas.»

(S.A.; 02/01/1948)

Destaques
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2016-2017
Ano Mariano - Fé Contemplada
30 março 2017
113º aniversário do nascimento da Beata Alexandrina
25 de abril 2017
13.º aniversário da Beatificação de Alexandrina
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