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Beata Alexandrina
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Alexandrina no mundo
Processo | Glorificação

Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-12-21 — MRBeata

2014-12-21

Alexandrina:

«A minha cegueira, a minha miséria não me deixa ver os presentes que envio ao Céu. Desde a madrugada do dia 16 que ando a preparar ao Menino Jesus as palhinhas do seu presépio, as almofadas e roupinhas para O cobrirem. Quanto mais junto com os meus sofrimentos, sacrifícios e actos de amor, essas palhinhas e enxovalzinho, mais as vejo espalhadas mais o vejo desaparecer. Sinto que nado posso dar a Jesus pequenino. Que horas, que dias, que tranzes da minha vida tão amargos e dolorosos. Tenho que viver e não sei viver. Que tristeza a minha! Sou obrigada a viver uma vida tão alta, tão alta, tão perfeita que não sei vivê-la e quero vivê-la.»

(Sentimentos da Alma; 20/12/1946)

2014-12-08 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-12-08

Alexandrina:

«Dizei-Lhe que não quero mais ofendê-Lo. Ó Mãezinha, obtende-me uma dor tão grande dos meus pecados, que seja tal o meu arrependimento que eu fique pura, que eu fique um anjo! Pura como fiquei depois do meu Batismo, para que pela minha pureza mereça a compaixão do meu Jesus, de O receber sacramentalmente todos os dias e de possuí-Lo para sempre em mim até dar o último suspiro.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Eu vos saúdo, ó cheia de graça!

Ave Maria, cheia de graça! Eu vos saúdo, ó cheia de graça! Soberana Rainha do Céu e da Terra, Mãe dos pecadores, eu, a mais indigna de todas as filhas, vos agradeço de todo o coração, ó Santa Mãe de Deus, por terdes consentido que o meu amabilíssimo Jesus encarnasse em vossas puríssimas entranhas para redenção da humanidade. Sim, minha Mãezinha, encarnar, nascer, viver trinta e três anos no mundo e por fim morrer numa cruz pelos miseráveis filhos de Eva! Entenda quem puder tantos excessos de amor, que eu por mim só tenho que confundir-me e lamentar este meu pobre coração por não ter correspondido a tanta bondade dos meus dois queridos amores, Jesus e Maria! A mais indigna das vossas filhas.»

(Autobiografia)

 

 Alexandrina:

«Ó minha Mãezinha do Céu

Ó minha Mãezinha do Céu, eu tenho tanta, tanta confiança em vós, que não sei explicar-vos o amor que vos tenho.

Ó minha Mãe, é muito, mas queria muito mais, muito mais; só vós me podeis alcançar essa graça e também o amor ao vosso e meu querido Jesus. Ai, aumentai-mo muito, muito! Abrasai-me em chamas de puro amor! Sim, sim, minha boa Mãezinha!?»

(Autobiografia)

2014-12-07 — MRBeata

2014-12-07

Alexandrina:

«Disse-me Nosso Senhor que as esposas mais queridas são aquelas a quem Ele dá a cruz mais espinhosa e pesada. “Eis uma grande prova do meu amor”. Disse-me também que me entregue toda a Ele, que abrace a cruz que ele me dá, que os caminhos são pedregosos e estreitos, mas Ele que me auxilia e me conduzirá pela mão até ao calvário, lugar do suplício, que Ele me tem destinado.»

(C.P.M.; 26/10/1934)

 

Jesus a Alexandrina:

«Ora assim também o meu Jesus me toma para o seus divinos braços, não é assim? Passo momentos que parece estar no meio dum deserto sem saber os caminhos e sem ter quem me guie: mas se isto serve para o aumento do meu amor a Jesus e O fazer amado e salvar as almas dos meus queridos irmãos e para consolar o Seu Santíssimo Coração tão ultrajado, venha tudo o que lhe aprouver, contanto que se faça a Sua santíssima vontade: assim Lhe tenho dito e repetido isto: Muito obrigado, meu Jesus, mil vezes sem conta, obrigada, meu Jesus.»

(C.P.M.; 11/09/1935)

 

Alexandrina:

«Mais um dia que Jesus me deu de vida, Mais um benefício que tenho a agradecer-Lhe. Divino Espírito Santo iluminai-me para que eu veja e compreenda os caminhos indicados pelo Céu para eu seguir. Ó Jesus dai-me amor para Vos amar.»

(Diário Autografo; 12/09/1948)

2014-10-05 — Meditar e rezar com a Beata

2014-10-05

Jesus:

«Vai em paz Minha filha amada; vai corajosa, vê o valor da tua dor. Vai semear; é florescente a tua sementeira. Coragem! A tua dor, o teu amor é a salvação do mundo.»

(S.A.; 24/01/1947)

 

Alexandrina:

«Sofro tanto, tanto, meu Jesus. É tão grande o receio que tenho de vacilar! Temo a mim, e não a Vós Jesus do meu coração. Posso ser infiel as Vossas divinas graças. Amparai-me, Jesus, para que eu não caia para sempre. Não mereço, mas tende de mim compaixão.»

(Diário Autógrafo; 06/04/1948)

 

Jesus a Alexandrina:

«Eu amo e não sou amado. Eu amo e ela não corresponde ao meu amor. O mundo, o mundo, minha filha, é o cruel do teu Calvário como outrora o foi do meu.

O mundo, o mundo infiel é a causa do tua imolação tão dolorosa e sangrenta. Eu sou o Jesus ofendido. Eu sou o Jesus ultrajado e venho ao teu coração pedir amor, amor, amor de muitos corações, de milhões de corações, amor dum universo de corações.»

(S.A.; 17/10/1952)

 

«[…]

Ó prisioneiro do pecador

Eu Te adoro, ó Jesus, no Sacramento do Teu amor

Vem ao meu peito,

Vem ao meu peito,

Dá-lhe a ternura do Teu amor.

Quisera amar-Vos no Sacramento

Quisera amar-Vos no Sacramento

Amar-Te sempre

Amar-Te sempre

Pelos filhos Teus, que Te abandonaram,

Que te ofenderam.

Quisera amar-Vos, ó meu Jesus,

Por todos aqueles que no Calvário

Pregado à Cruz deste Teu Sangue.

Deste Teu Sangue, ó meu Jesus!...»

(Êxtases, 29/12/1939)

2014-08-17 — Meditar com a Beata

2014-08-17

Alexandrina:

«“Jesus, eu amo-Vos! Jesus, eu sou toda Vossa. Sou a Vossa vítima, a vítima da Eucaristia, a lampadazinha das Vossas prisões de amor, a sentinela dos Vossos Sacrários! Ó Jesus, eu quero ser vítima dos sacerdotes, a vítima dos pecadores, a vítima do Vosso amor, da minha família, da Vossa santíssima Paixão, das Dores da Mãezinha, do Vosso Coração, da Vossa Santa Vontade, a vítima do mundo inteiro!... Vítima da paz, vítima da Consagração do mundo à Mãezinha!”»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«“Escuta minha filha, o teu Jesus. Estou contigo a enriquecer-te dos meus divinos tesouros. Como eu te amo! Escolhi-te para minha habitação. Estou a preparar-te como é os meus desejos. Vive só para mim; ama-Me muito, pensa só em Mim, e já que tão generosamente te me ofereces como vítima pelos pecados do mundo, eu colocarei em ti como que canal para passar as graças às almas para toda a qualidade de crimes, para que tu me conduzas muitas almas.»

(C.P.M.; 11/10/1934)

 

Alexandrina:

«Sem saber como, ofereci-me a Nosso Senhor como vítima e vinha, desde há muito tempo, a pedir o amor ao sofrimento. Nosso Senhor concedeu-me tanto, tanto esta graça, que hoje não trocaria a dor por tudo quanto há no mundo. Com este amor à dor, toda me consolava em oferecer a Jesus todos os meus sofrimentos. A consolação de Jesus e a salvação das almas era o que mais me preocupava.

Com a perda das forças físicas, fui deixando todas as distrações do mundo e, com o amor que tinha à oração — porque só a orar me sentia bem — habituei-me a viver em união íntima com Nosso Senhor. Quando recebia visitas que me distraíam um pouco, ficava toda desgostosa e triste por não me ter lembrado de Jesus durante esse tempo.»

(Autobiografia)

2014-08-10 — Meditar com a Beata

2014-08-10

Alexandrina: «Só na madrugada consegui descansar: passei as horas a fazer companhia ao meu Jesus: não O sentia, era noite cá fora e noite na alma, mas a minha fé fazia-me crer que estava muito unidinha a Ele. Fazia-lhe muitos pedidos: as consolações ficam para o Céu; eu mesmo sem sentir consolação, os meus desejos era não dormir nem um minuto. Chegou a manhã de hoje e eu triste e desconsolada. Veio o meu Jesus: maior dor ainda, mas o que eu quero é recebê-Lo sempre.»

(C.P.M; 08/11/1939)

Alexandrina: «Meu Deus, sinto-me abatida e aniquilada com o peso das humilhações! Nuvens negras fecharam e cerraram o céu. O meu brado de socorro parece não chegar junto de Vós. Meto-me as cegas no Vosso Coração Divino. Espero não vacilar na minha fé. Quero dizer sem cessar, Amo-Vos, amo-Vos, amo-Vos meu Jesus, eu Vos amo!»

(Pensamentos Soltos, 1941)

Alexandrina: «Jesus vai comigo, oh! Sim, s ei que vai, porque a minha fé me obriga a crer, não pelos sentimentos da minha alma. Ó meu Deus, ó meu Deus, como Eu estou sozinha, ou para melhor dizer, como eu me sinto sozinha! Onde estais Vós? Parece-me a mim não ter Jesus, não ter amigos, não ter Céu nem terra. Posso dizer e afirmar com toda a verdade; nada há mais poderoso do que a graça e força de Deus; se não fosse ela, em tal abandono tinha desesperado.»

(S.A.; 08/10/1948)

2014-07-20 — Meditar com a Beata

2014-07-20

Alexandrina:

«É-me difícil descrever o sofrimento da minha alma. Jesus não Se cansa de espremer o Seu cachinho nem de moer o Seu grãozinho de trigo. E só pelo Seu divino amor que me deixo espremer e moer.

[…]                     

(Jesus) "Minha filha, Minha filha , vem para o Meu colo. Convido-te a descansar nos Meus Santíssimos braços. Inclina-te no Meu coração de Mãe. Toma conforto na tua dor. Coragem! Eu sempre te ajudarei. És a predileta de Jesus, és a predileta de Maria. Oh! Como os Nossos corações te amam!"»

(C.P.M.; 08/05/1940)

 

Jesus:

«Semeia; quero que nasça no mundo uma ceara nova de pureza e amor; quero o trigo puro sem ser preciso joeirá-lo.

(Alexandrina) "Ó meu Jesus, vede que eu não sei sofrer, nem amar, e nada sei fazer às almas. Vede o meu desalento, o medo que tenho de tudo; sinto-me incapaz de suportar tudo o que me dais.»

(S.A.,29/11/1946)

 

Jesus:

«Vai em paz Minha filha amada; vai corajosa, vê o valor da tua dor. Vai semear; é florescente a tua sementeira. Coragem! A tua dor, o teu amor é a salvação do mundo.»

(S.A.; 24/01/1947)

2014-06-08 — Meditar e rezar com a beata

2014-06-08

Jesus a Alexandrina: «Vive do Meu sangue, vive do Meu amor, comunica-lhes esta vida, fala-lhes das Minhas ameaças, das Minhas queixas e do Meu perdão; fala-lhes com a prudência com que lhes tens falado, é a luz do Espírito Santo a iluminar-te, sou Eu a falar pelos teus lábios.»

(S.A.; 1949)

 

Jesus a Alexandrina: «Sossega, Minha pomba bela, a Minha paz é contigo. Com a consolação e alegria que Me dás esqueço as tuas faltas, faltas que permito para esconder as Minhas maravilhas, o tesouro das Minhas riquezas, o Meu amor infinito. Coragem, estou contigo!»

(S.A.; 1945)

 

Jesus a Alexandrina: «Minha filha, assentamos lugar para sempre no trono de realeza, no trono do teu coração, Eu, Meu Pai e o Espirito Santo. Este para te encher dos Seus dons, do Seu amor, da Sua luz. E sabes para que, Minha esposa querida? Para tu dares, para tu comunicares às almas.»

(S.A.; 1946)

2014-05-25 — MR com a Beata

2014-05-25

Alexandrina: «Depois de uns momentos de oração, a implorar auxílios do Céu e a luz do Divino Espírito Santo para poder fazer o que o meu Padre espiritual me determinou, principio a descrever a minha vida, tal qual como Nosso Senhor ma for recordando, embora com grande sacrifício.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina: «Eu estava muito atenta para saber bem como havia de falar a V.ª Rev.a porque a minha cabeça não me ajuda. Mas Nosso Senhor disse-me que o Divino Espírito Santo viria sobre mim e me inspiraria como eu havia de dizer. Mas isto dá-se mesmo com a comunhão espiritual. Eu faço-a com muito amor e fervor, mas não como Nosso Senhor merece. Mas é o melhor que eu posso, e o meu Jesus bem sabe eu que o queria receber sacramentalmente e que não posso; por isso me vai dando recompensa.»

(C.P.M.; 14/09/1934)

 

Alexandrina: «São os pecados que me sobrecarregam a causa de grande dor para mim! Sinto-me cheia e não os encontro no meu exame de consciência. Mas nem por isso eu deixo de sentir a mesma dor. Depois de invocar a luz do Divino Espírito Santo e não ver em mim aquilo que sinto ser ainda me parece que não sei examinar a minha consciência. Oh minha cruz amada!»

 (Diário Autógrafo; 26/01/1948)

 

 

Jesus: «Sossega, de ti quero o sofrimento com o silêncio. E darei a Minha luz, a luz do Espírito Santo àqueles que precisam dela. Confia em Mim; todo o Céu se alegrou com a consolação que Me deste, com a coragem do teu sofrer. A tua dor foi para as almas uma primavera de flores.»

(Sentimentos da Alma, 14/02/1947)

2014-05-04 — Meditar e rezar com a beata

2014-05-04

Alexandrina:

«Temo tanto a minha fraqueza! Esta lembrança às quintas feiras foi-me aliviada mas sobrecarrega-me nos outros dias. Ai que medo, ai que medo de ser eu quem faço tudo. Eu quero acreditar no meu Jesus e no meu Paizinho que me fala em nome d 'Ele, mas parece-me que sou incrédula que não acredito. A minha dor faz-me falar assim mas não fique triste que eu acredito em tudo.»

(C.P.M.; 15/05/1940)

 

Alexandrina:

«Que importa que Jesus finja esconder-Se, que o Céu pareça fechar-se e perder tudo da terra e do Céu se Jesus está comigo, se O amo, se estou no lugar onde Ele me quere, e faço em tudo a Sua santíssima vontade! Hei-de confiar n’Ele, quero acreditar cegamente que sou d' Ele, só d’Ele, e eternamente d'Ele.»

(C.P.M.; 15/01/1941)

 

Alexandrina:

«Acredito meu Jesus, confio em Vós cegamente. Acredito que não me enganais, como sabeis também que não quero enganar-Vos. Fiquei a acreditar em Jesus, mas com a minha alma tão dorida! Que pena saber que Êle é tão ofendido e ainda para maior dor ser pelos meus.»

(S.A.; 06/11/1945)

 

Jesus a Alexandrina

«Também em Mim muitos não me acreditaram, e muitos me confundiram, ao saberem-Me ressuscitado e vitorioso.»

(S.A.; 28/07/1950)

2014-04-18 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-04-18

Alexandrina:

«Já há tempos que sentia grandes agonias na minha alma e por vezes prestes a cair em assustadores abismos. Nestes dias redobraram os meus sofrimentos. Os abismos eram aterradores. A justiça do Pai Eterno caía sobre mim e Ele bradava-me repetidas vezes:

“Vingança, vingança, etc.”

Aumentavam os sofrimentos da alma e do corpo. É impossível descrevê-los, só sentidos e presenciados. Passava os dias e as noites rolando pela cama, a ouvir a voz assustadora do Eterno Pai.

Na manhã de 2 de outubro de 1938, disse-me Nosso Senhor que iria passar por toda a Sua Santa Paixão, do Horto ao Calvário, só não chegaria ao “Consummatum est”. Seria a primeira vez no dia 3, e depois ficaria a passar pela Paixão todas as sextas feiras, pouco depois do meio-dia, às 3 horas, mas na primeira vez ficaria até às 6 horas, a desabafar comigo, fazendo-me os Seus queixumes.

Não disse que não a Nosso Senhor. Preveni o meu Diretor espiritual de tudo que Nosso Senhor me disse. Esperava o dia e a hora com grande aflição, pois nem eu nem o meu Diretor fazíamos ideia do que se ia passar. Na noite de 2 para 3 de outubro, se era grande a agonia da alma, também foi grande o sofrimento do meu corpo, começando a vomitar sangue e a sentir dores horríveis. Vomitei bastantes dias seguidos e, durante cinco dias, não tomei alimento algum. Foi neste sofrimento que eu fui para a primeira crucifixão. Que horror eu sentia em mim! Que medo e até pavor!... É indizível a minha aflição.»

(Autobiografia)

 

Alexandrina:

«Toda a Paixão foi muito abandonada. Nosso Senhor só por três vezes me disse umas palavrinhas. Na primeira vez, no Horto, quando o peso da justiça Divina caía sobre mim, Nosso Senhor dizia-me:

“Estás a fazer as Minhas vezes: também sobre Mim vinha tudo isto. Tem coragem, é obra Divina que te dá a força, que te move, que faz tudo isto.”

A segunda vez, no Horto também, eu via-me num abismo tão grande, tão cheio de imundices, pareciam-me que haviam ali todas as misérias e eram minhas. E Nosso Senhor dizia-me:

“Assim como Eu és fiadora: também Eu estava nesse abismo, coberto com todas as misérias.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 16/06/1939)

2014-04-17 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-04-17

Alexandrina:

«Era já noite. Oh? quem me dera que Jesus falasse por mim agora, para honra e glória Sua e bem das almas. Oh? quem me dera que nestas linhas ficasse bem gravado o que se passou na minha alma. Sem pensar na ceia de Jesus com os seus apóstolos senti-me à mesa. O meu coração era o cálice era o vinho, era o pão. Todos vinham comer e beber a este cálix. Dali em diante toda aquela cena seria renovada. Mas oh! que horror, o que eu vi; tantos Judas a comerem e a beberem indignamente!»

(S.A.; 12/04/1945)

 

Alexandrina:

«Foi para a Ceia Jesus, eu fui com Ele, assisti a tudo. Que cena comovedora! Naquela sala de amor estava alguém que O não recebia: era Judas, pelo seu coração e pelos seus lábios parecia sair fogo infernal. O rancor do seu ingrato coração ia bater ao Coração dulcíssimo de Jesus; eram para Ele como espinhos dos mais agudos que dum lado ao outro lho trespassavam. E Jesus sempre com doçura e palavras atraentes o convidava a ir a Si; os Seus olhares divinos eram meigos e encantadores. No lava-pés, Jesus não só lhos lavava, mas o Seu divino Coração baixava tanto que até lhos queria beijar. Eu sentia que Jesus com o Seu espírito lhos beijava. Que lição para mim! Que humildade a de Jesus. Ao deixar a casa, no mesmo lugar do costume, lá estava a Mãezinha a despedir-se de Jesus; uniram-se os Seus rostos Santíssimos e os Seus lábios; mais unidos ficaram para a dor os Seus inocentes Corações.»

(S.A.; 26/03/1948)

 

Alexandrina:

«Depois da ceia dos Apóstolos, ainda dentro do aposento, senti como se Jesus dentro de mim, tirasse do Seu Santíssimo peito o divino Coração e o entregasse a todos os maus tratos. Isto é, senti como se Ele mesmo se entregasse para morrer. Aqui não senti alívio no sofrimento, tive que O acompanhar ao Horto e parece que, obrigada por Ele, mas uma obrigação voluntária, prostrei-me por terra, suei sangue, sofri toda a agonia, compartilhei de todo o Seu martírio.»

(S.A.; 14/06/1949)

2014-03-23 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-03-23

Jesus «"Minha filha, encanto dos meus olhos, primogénita do meu Divino Coração, a paz seja contigo porque em teu coração habita aquele que dá a paz e a vida eterna, que é o teu Jesus. Olha, entristece-te comigo, chora, sofre.»

(C.P.M; 20/12/1939)

 

Alexandrina  «Parece-me que não me engano: o meu fim vai-se aproximando. Eu anseio por principiar a viver a vida eterna, a vida do Céu. Os medos que eu sinto tão aterradores parece-me bem que não se podem prolongar por muito tempo»

(C.P.M.; 22/10/1940)

 

Alexandrina  «Ó bom Jesus, tem compaixão. Jesus habita no santuário. Vem pecador, vem ao teu Deus. Jesus habita no Sacramento, vem, pecador, é teu Alimento. O corpo de Jesus dá vida eterna, o corpo de Jesus dá vida eterna às almas. Vem, vem pecador, vem pedir perdão. Ao teu Criador, pede compaixão. Vem, vem, pecador, anda, que te escondes.»

 (Êxtases; 12/01/1940)

 

Jesus  «A minha paixão, a minha morte não salvou a todas porque não querem salvar-se. A tua paixão, a tua morte dará a vida eterna a todos quantos da minha Pátria quiserem gozar. Tem coragem! Ainda que o mundo tenha que sofrer grandes e graves castigos por não se reconciliar comigo será sempre salvo pelo teu sofrimento. Milhões e milhões de almas subirão por ti ao Céu.»

(Sentimentos da Alma, 29/06/1945)

 

Alexandrina  «Mal posso fazer as minhas orações. Poucachinhas e mal feitas, mas mesmo assim, tudo me é roubado! Não tenho o mínimo sofrimento para fazer qualquer oferta ao Senhor. Creio, Jesus, creio em Vós e na vida eterna.»

(S.A.; 24/06/1955)

2014-03-16 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-03-16

Alexandrina  «Quero escutar-Vos, quero seguir-Vos, quero amar-Vos: quero ser a Vossa vítima. Esmagai-me para que este esmagamento que sente a Vossa indigna filhinha possa ter uma força invencível para Vos salvar todas as almas. Quero com os meus sofrimentos esconder-lhes o caminho do pecado para que só a Vós sigam, só a Vós vejam, só a Vós amem.»

(C.P.M.; 09/07/1939)

 

Alexandrina  «Jesus compadece-se dos que o Seu nome bendito invocam? Jesus não falta a tudo que promete. Prometeu ouvir, prometeu escutar? Jesus atende ao pedido dos pecadores, como não há de atender àqueles que o amam? Jesus dá tudo; em troca pede amor? Jesus dá-se às almas e as almas quer possuir? O Coração de Jesus é um oceano infinito? Abre-se para receber e estende-se para amar? Jesus é a morada de todos aqueles que n’Ele querem habitar?»

(Êxtases, 14/02/1941)

 

Jesus  «Quando me pedires para as almas a graça de conversão ou do meu divino amor vencerás o Meu Coração! Tomarei o teu pedido como se fosse uma ordem dada. Vês como te faço rica? Vês a loucura do meu amor por ti? Coragem, muita coragem.»

(Sentimentos da Alma, 15/06/1945)

 

Alexandrina  «Não posso suportar este nada que eu sou diante de Nosso Senhor. Além do meu sofrimento que é a minha vida sinto em mim como que uma voz poderosa que chega atá o fim do mundo e que chama com um eco que se não mede, clama amor e chama a humanidade a converter-se.»

(Sentimentos da Alma, 21/12/1945)

 

Jesus «Minha filha, estrela do mundo, luz que o Ilumina, farol que o guia ao Meu Divino Coração. Escuta, alegria dos Meus olhos divinos aceita os meus divinos braços, abraça com eles a cruz que te dou, abraça-a com as forças divinas, já que as forças humanas não as tens. É cruz de amor para ti. Na tua vida de sofrimento está bem provado o amor com que te amo e o amor com que Me amas a mim. Amo-te, tu amas-Me. És minha, és das almas. A cruz que te dou é a cruz de mais alto valor para elas. Coragem, sempre firme nos braços do teu Jesus. O mundo fere tanto O Meu Divino Coração! Suaviza a minha dor, salva-me os pecadores; compra-os com esta cruz do mais elevado preço.»

(S.A.; 01/12/1945)

2014-03-01 — Meditar e Rezar com a Beata

2014-03-01

Jesus a Alexandrina:

«“Vive para mim, toda para mim, para o teu Esposo, para o teu Jesus, para o teu Amor, para o teu tudo. Ama-ma muito. Oh! Como Eu te amo! Olha o meu amor que me levou a criar-te para coisas tão altas. Aceita a cruz que Eu te dou, abraça-a com amor; deixa-me crucificar-te com aquela paciência como Eu me deixei crucificar aos meus algozes. Eu era Deus, mas o mesmo Deus está contigo para te dar força para tudo. Não temas. Se me deixares crucificar-te e aceitares tudo que Eu te enviar, podes dizer que me amas como são os meus desejos. É para acudires aos pecadores.»

(C.P.M.; 09/05/1935)

 

Alexandrina:

«Antes quero sofrer do que gozar. Ó sofrimento amado. Ó santo caminho que me conduz a Jesus. O gozar não é para este mundo. O que eu quero é amar a Deus. Minha querida Mãe, peça a Jesus pela alma da sua filha Alexandrina.»

(Pensamentos Soltos)

 

Alexandrina

«Meu coração, meu pobre coração, que tanto sofres e tão pouco amas o meu Jesus. Ó Mãezinha dai-me o Vosso amor, o Vosso recolhimento, a Vossa pureza e humildade, e a mortificação o de todo o Vosso viver para eu amar, e servir Jesus.»,

(Diário Autógrafo; 23/04/1949)

 

Alexandrina

«Só quero a vontade do meu Senhor, custe o que custar. Nasci neste momento para amar a Deus, mas não sei como já perdi a Deus e a Mãezinha. Foi tal a perda que nunca os poderei amar: é o que eu sinto. Todo o meu ser envolto na terra, só vive da terra, causa-me uma agonia de morte. Perdi tudo, a vida de Deus, a vida de sofrimento.»

(S.A.; 27/08/1954)

2014-01-26 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-01-26

Alexandrina:

«“Meu Jesus, estou doente, não posso ir visitar-Vos às Vossas igrejas, mas, meu querido Paizinho do Céu, estou a cumprir a missão que Vós destinastes para mim. Seja feita a Vossa Santíssima vontade em todas as coisas. Meu Bem-Amado, Vós sabeis os meus desejos, que são estar na Vossa presença no Santíssimo Sacramento. Mas, já que eu não posso, mando-vos o meu coração, a minha inteligência para aprender todas as Vossas lições, o meu pensamento para que só em Vós pense, o meu amor para que só a Vós ame, só a Vós busque, só por Vós suspire, só Vós, meu Jesus, em tudo e por tudo. Vós no Sacrário preso e abandonado, e eu Jesus, presa estou também.»

(Autobiografia)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«A missão que te confiei são os meus sacrários e os pecadores: elevei-te a tão alto grau. É o meu Amor. Por ti serão salvos muitos, muitos, muitos pecadores, não por teus merecimentos, mas por Mim que procuro todos os meios para os salvar”»

(C.P.M.,20/12/1934)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«“Vem, Minha filha ao Meu coração de Esposo, ao Meu coração de Pai. Levanta-te! Coragem, coragem! Vem a este Coração que te ama loucamente e tu amas loucamente. Vem a este Coração que te pede. Faz, faz que Eu seja amado. Fala do Meu amor. Distribui o Meu amor. Vem, Minha louquinha, vem, pescadora das almas. Repara, olha no amor, no universo os pescadores a lançar as suas redes para ganharem o seu pão e para o alimento corporal da humanidade. As tuas redes são outras. Ó pescadora de Jesus, olha para Mim. Tu lanças-te as redes da dor e do amor neste mar infindo de tanto martírio. Eu puxo para Mim as redes, sobem para Mim as almas.»»

(S.A., 02/06/1955)

 

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e de oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(C.P.M.; 07/01/1936)

2014-01-12 — Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

2014-01-12

Alexandrina:

«Quero sofrer, quero reparar pelos que estão a pecar. Assim passavam horas e eu entrava em mim para falar com as Personagens Divinas da minha alma. Sinto por tantas vezes a Sua Beleza divina dentro em mim!

Gosto tanto de viver na solidão e no silêncio com estas Personagens. Sinto que o Divino Espírito Santo no Seu trono, no trono do meu coração, no meio do Pai e o Filho, mas acima d'Ele bate as suas asinhas brancas como para despertar-me e dizer-me que estão ali. Irradia-me com o Seu amor, dá-me efusões do Seu fogo Divino, por vezes com tanto sacrifício. [...] Oh, quem me dera que todas as almas conhecessem e sentissem nelas a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.»

(Sentimentos da Alma; 24/10/1944)

 

Alexandrina:

«Caminha para quinze dias que tenho tido grande sofrimento na espinha, mas principalmente estes três dias últimos que não encontro posição para estar. Não sei se tornarei a melhorar, porque se assim continuo, é-me totalmente impossível de continuar a escrever-lhe. É isso que me causa maior tristeza; mas seja feita a vontade de Nosso Senhor. Mas está bem, porque assim mais tenho que Lhe oferecer pelos pecadores e pelas pessoas que me são mais queridas e por mim que tanto preciso.»

(C.P.M.,02/10/1933)

 

Alexandrina:

«Mas Nosso Senhor disse-me que o Divino Espírito Santo viria sobre mim e me inspiraria como eu havia de dizer. Mas isto dá-se mesmo com a comunhão espiritual. Eu faço-a com muito amor e fervor, mas não como Nosso Senhor merece. Mas é o melhor que eu posso, e o meu Jesus bem sabe eu que o queria receber sacramentalmente e que não posso; por isso me vai dando recompensa.»

(C.P.M., 14/09/1934)

 

Jesus a Alexandrina:

«O meu Divino Coração sangra, sangra rios de sangue com os pecados do mundo. Eu queria que eles viessem banhar-se, afogar-se, e hão-de vir dentro em pouco. Os meus divinos desejos serão realizados com essa força de santa união que tu e o teu Paizinho tendes no meu amor, união que jamais haverá no mundo; oferecei minha pombinha em união com e minha divina Mãe. Sois uma escora forte que sustenta a justiça divina que quer castigar os castigos já há tanto tempo merecidos.»

(C.P.M.; 06/06/1938)

 

Jesus a Alexandrina:

«“Minha filha, Minha filha, levanta-te; sou Eu a lançar-te a mão. Anda filha, anda. Escuta-Me: Tens no teu coração o céu, a Trindade Divina, que não veio, mas sempre em ti habita. Ela toda se delicia, quando falas n’Ela. Que glória, que glória por tu Lhes é dada! Quantas almas vivem a vida interior, a vida da Santíssima Trindade por teu intermédio. Desde o teu batismo possuis em ti este céu divino, embora tu não o sintas, porque toda a glória é para ti e o proveito para as almas. Repete o teu creio. Tem coragem!”»

(S.A.; 22/07/1955)

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