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Paróquia de Santa Eulália de Balasar

A paróquia da Beata Alexandrina é denominada por Santa Eulália de Balasar, sendo este o nome da sua padroeira. Esta paróquia pertence ao arciprestado de Vila do Conde/Póvoa de Varzim, arquidiocese de Braga.

Historicamente, encontram-se duas referências a Balasar: nas Inquirições Gerais de D. Afonso II (1220) com o nome de «Sancta Eolalia de Belsar» e nas de D. Afonso IV (séc.XIV) com o de «sancta ovaya de belsar.

No atual território de Balasar, existiam duas paróquias: Gresufes, cujo padroeiro era Santo Adrião e, Casal, cuja padroeira era Santa Eulália.

Segundo um documento histórico, as duas freguesias não tinham rendimento suficiente para sustentar o pároco. Assim, os responsáveis administrativos e eclesiásticos decidiram anexar as duas paróquias. Os habitantes de cada antiga paróquia queriam que a nova paróquia ficasse com o nome da sua paróquia. Depois de muita discussão, chegaram a um acordo: ficaria com o nome de Balasar, nome do lugar mais pequeno da freguesia.

Uma vez que a freguesia vizinha de Macieira de Rates já tinha como padroeiro Santo Adrião, decidiram escolher como padroeira da nova paróquia Santa Eulália. 

Mais tarde, como as duas igrejas antigas eram distantes e pequenas para a população total, foram construídas a igreja e a residência paroquiais, no lugar do Matinho.

Nesse tempo, enterravam-se os mortos dentro das igrejas e, se insuficiente, alargava-se esse espaço para o adro da igreja. Atualmente, é no lugar do Matinho que se encontra o cemitério de Balasar.  

Mais tarde, este igreja tornou-se pequena para a população que tinha aumentado ao longo dos anos. Foi, então, escolhido um novo terreno onde foi construída a atual igreja paroquial.

Fonte: Pe. Leopoldino Mateus cit in Boletim cultural da Póvoa de Varzim

(vol. II; 1959)

A Igreja

A atual igreja paroquial de Balasar foi construída entre 1907 e 1910, como consta das atas da Junta de Paróquia e vem noticiado em jornais do tempo. Posteriormente, foi-lhe colocada a talha do altar-mor e dos laterais, de inspiração neoclássica, o que está documentado em fotografias existentes.          

 

«Mais tarde procedeu-se ao douramento dos altares que importou em 21 contos e há poucos anos foi adquirido o carrilhão dos sinos (6), pagando-se 80 contos ao sineiro Jerónimo Serafim, de Braga, que os fundiu e afinou por música.

Hoje, a igreja de Santa Eulália de Balasar, do concelho da Póvoa de Varzim, arciprestado de Vila do Conde — Póvoa de Varzim, Arquidiocese de Braga, é imensamente visitada pelos forasteiros que admiram a elegância do templo, a linda ornamentação dos altares confiados ao cuidado de devotas zeladoras e sobretudo o espírito de sacrifício deste povo laborioso e crente que, não sendo rico, conserva a sua igreja num asseio e limpeza muito para louvar e imitar.»

Fonte: Boletim cultural da Póvoa de Varzim (vol. II; 1959)

 

Igreja Paroquial de Santa Eulália de Balasar

 

 

Quando se trasladaram para lá os restos mortais da Beata Alexandrina Maria da Costa, a capela-mor sofreu uma remodelação radical, formando-se uma espécie de transepto. Toda a talha da igreja foi retirada, mas colocaram-se-lhe, então, os magníficos vitrais.

A padroeira - Santa Eulália

A padroeira de Balasar é Santa Eulália de Mérida. Esta Santa nasceu nesta cidade da antiga Lusitânia, no final do séc. II.  

No ano de 304, o imperador Maximiano investiu uma dura perseguição aos cristãos. Ainda jovem, Eulália sentia um grande desejo de professar a sua fé em Jesus Cristo, ainda que isso lhe custasse a vida. Na verdade, ela própria dirigiu-se ao palácio do juiz em defesa da fé dos cristãos e, o Pretor, admirado pela sua coragem, entregou-a aos soldados para que a castigassem. Tentaram dissuadi-la e converte-la a outra religião mas em vão e, assim, foi levada para ser torturada. Com ferros em brasa, queimaram-lhe  o corpo.

Eulália morreu em 304 e seu corpo repousa na Igreja de Mérida, onde sofreu o martírio.

Eis a transcrição do pároco, o Pe. Leopoldino acerca da padroeira:

«Sofreu o martírio na sua terra natal, aos 12 anos de idade, por confessar a fé de Cristo a quem muito amava, no tempo do Imperador Maximiano e presidente da província espanhola Daciano. Deixou o mundo e partiu para o Céu no ano 304.

O corpo desta Santa foi levado de Mérida para Oviedo, no oitavo século, para o livrarem dos insultos dos agarenos, conservando-se ainda hoje na igreja catedral, em um altar particular, levantado em sua honra e para sua veneração.

Há em Espanha muita devoção a esta Santa, tomando o seu nome muitas mulheres, especialmente nas províncias de Toledo e Andaluzia. E corrente que o rei D. Pelágio, restaurador da Espanha, dispôs que o sepultassem em uma igreja dedicada a esta Santa, chamada Santa Olalla da Velánia, por have-la invocado em seu favor em uma batalha com os mouros que venceu. Tendo o Rei dos Godos cercado Mérida, esta foi protegida por Santa Eulália, livrando-a de ser tomada, aparecendo em sonho ao Rei, a quem ordenou o levantamento do cerco.

Em Portugal houve, em tempos antigos, muita devoção a esta Santa, pequena na idade mas grande na santidade, como o comprovam cerca de 70 freguesias que a têm por orago e certos topónimos, como Ovaia, Vaia, Valha, Santoalha, Santalha, etc.»

Fonte: Boletim cultural da Póvoa de Varzim (vol. II; 1959)

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