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Vítima pela consagração e paz no mundo

Depois de Jesus lhe pedir a Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria (1935), Alexandrina oferece-se como vítima pela mesma causa. Recorde-se que de 1939 a 1945, deu-se a II Guerra mundial onde se cometeram horrorosos crimes na humanidade.

 

Alexandrina, para além de oferecer sacrifícios pela Consagração ao Imaculado Coração de Maria, também o oferecia pela paz no mundo e para que Portugal não entrasse na Guerra mundial.

 

 

Em 1935, Jesus pede a Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria:

«Manda dizer ao teu Pai espiritual que, em prova do amor que dedicas à Minha Mãe Santíssima, quero que seja feito todos os anos um Ato de Consagração do mundo inteiro num dos dias das suas festas escolhido por ti: ou Assunção, Purificação, ou Anunciação, pedindo a esta Virgem sem mancha de pecado que envergonhe e confunda os impuros, para que eles arrecuem caminho e não Me ofendam. Assim como pedi a Santa Marga­rida Maria para ser o mundo consagrado ao Meu Divino Cora­ção, assim o peço a ti para que seja consagrado a Ela com uma festa solene.»

(30/07/1935; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 01/08/1935)

 

 

Jesus afirma que Alexandrina é a vítima que redime os pecadores:

«Meu anjo, Minha louquinha, atenta ao que te vou dizer, para que se não perca nenhuma palavra. O teu Paizinho é boa testemunha da angustia que te fiz passar. Diz-lhe que escreva ao Santo Padre, Eu que quero a Consagração do mundo à Minha Imaculada Mãe. Mas quero que todo o mundo saiba a razão porque Lhe é consagrado. Eu quero que se faça penitência e oração. Tu é que estás a aplacar a justiça Divina. É por isso que te faço sofrer assim; e tens que sofrer mais vezes isto, até que ele o consagre.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 25/04/1938)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações, o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) Lavem-se os corações, purifiquem-se as almas? Recorram a Maria que tudo alcança junto ao trono Divino. Imolem-se as almas, crucifiquem-se as vítimas, para que o mundo seja salvo?

(Alexandrina) Jesus, não me deixeis ficar triste. Dizei-me se acabais a guerra. Renovem-se os costumes. Haja a pureza em vez da impureza. Se assim não for hão-de os cristãos comerem-se uns aos outros como já me dissestes. Crucificai-me, meu Jesus. Crucificai todas as vítimas e salvai-o, salvai-o, salvai-o.»

(Êxtases; 17/05/1940)

 

 

« (Jesus) Como são belas e numerosas as maravilhas de Jesus. (Sorriu-se.) Não tivestes Coração que deixasses sofrer as dores horríveis do Meu corpo? Sois Juiz severo, mas só para aqueles que o merecem, ou para as vítimas que deles se encarregam? A Vossa heroína é vítima? A Vossa heroína é um para-raios no meio do mundo? Vinham eles para ferir os pecadores e à Vossa louquinha vão cair? São raios de justiça e de lume, para os precipitar no inferno? Mas o para-raios escolhido por Jesus apara-os, recolhe-os para si? Tem um coração da amor, um coração generoso cheio de bondade? É vítima pura, é cordeiro inocente que derrama todo o sangue pelos culpados? Sou o farol que ilumina o mundo? É a luz de Jesus que passa a iluminar os corações?

O mundo desconhece o seu Deus e desconhece as suas vítimas? Peca e não olha a dor que faz sofrer? Jesus sofre através da Humanidade; a alma vítima imola-se, sacrifica-se? O pecador crava sem piedade no Coração de Jesus a lança? (Fez e gesto de a cravar com muita força no peito.) A alma vítima vai com todo o amor arrancá-la do Coração Divino? Vai com o bálsamo do sofrimento cicatrizar e suavizar a chaga de Jesus? A alma vítima é a luz e o sol da Terra? A alma vítima é o sol que purifica a Terra? Que sublime missão a da alma vítima?! Glorifica a Deus, alegra o Céu, dá paz à Terra? Alegra e consola o Vosso Divino Coração?

(Alexandrina) Ó meu Jesus, outra coisa não busco na Terra. Quero a Vossa consolação; quero o Vosso amor. Quero salvar-Vos as almas.

(Jesus) Que chuva delas estão salvas por mim!!!?

(Alexandrina) Jesus tenho muita vergonha. Não digais mais.»

(Êxtases; 16/08/1940)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Prometo-te neste sábado consagrado a Ela não demorar na Terra por muito tempo a tua existência. E prometo alcançar-te no Céu com os teus pedidos e amor, o que agora te alcanço na Terra pela dor. Mas para isso, Minha filha, pede, pede ao Santo Padre que se compadeça do teu martírio, que satisfaça os desejos Divinos de Jesus, que é consagrar o mundo à Minha Mãe Bendita.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 04/01/1941)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Jesus veio de passagem ao meu coração; não senti nenhum alívio. Tinha de subir à montanha áspera e seca do calvário a morrer de dor, sem nenhum amparo. Que tremenda aflição! Chegou a hora. Jesus veio.

“O teu calvário em pouco terminará, mas hão-de cumprir-se antes as profecias de Jesus. Anima-te! Tens para te auxiliarem o teu Paizinho, o teu Jesus, e a tua Mãe Bendita.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 17/01/1941)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«“Minha filha, Minha filha, luz que Me irradia a Mim e irradia o mundo. Une a tua dor à Minha dor, o teu amor ao Meu amor; só assim te será suavizado o caminho do calvário, só assim os pecadores serão salvos, só assim vem a paz ao mundo; e vai vir depressa dentro em pouco. Depois todo o mundo rejubilará ao ser consagrado ao Coração da tua e Minha Bendita Mãe. Coragem, coragem, coragem, Minha filha. Ela acompanha-te no caminho espinhoso do calvário com o teu P. (Paizinho) e o teu Jesus.” […]

Jesus chorava nas maiores trevas. Se fosse possível queria esconder-Se debaixo de mundos e mundos da vista do Seu Eterno Pai. Senti que assim acontecerá às almas em pecado e a todas que se condenam.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/06/1941)

 

 

Jesus fala a Alexandrina da sua recompensa pela sua entrega:

«”Minha filha, Eu venho buscar-te breve, mas não quero vir sem que antes seja feita a Consagração do mundo à Minha Mãe Santíssima. Ela é por teu intermédio, glorificada e maior será também a tua glorificação. A tua coroa será mais gloriosa, mais brilhante, mais resplandecente. Serás coroada por Ela.”

“Ó meu Jesus, o Santo Padre parece que não atende: demora tanto!”

“Sossega, descansa, Minha filha: ele atende, chegará o dia da glorificação.”»

(20/11/1937; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 22/11/1937)

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