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Eucaristia

«A Eucaristia é o alimento das nossas almas;

une-nos mais intimamente a Jesus.»

(Alexandrina in Pagelas; 27/11/1938)

 

A mensagem da Eucaristia que o Senhor nos dá através de Alexandrina é de uma grande riqueza para nós e de grande urgência para a humanidade. São vários apelos:

 

Vida Eucarística

Alexandrina partilha o momento da sua Primeira Comunhão, na Póvoa de Varzim (1911);

«Foi na Póvoa de Varzim que fiz a minha primeira Comunhão, com sete anos de idade. Foi o Sr. Padre Álvaro Matos que me perguntou a doutrina, me confessou e me deu pela primeira vez a Sagrada Comunhão. Como prémio recebi um lindo terço e uma estampazinha.

Quando comunguei, estava de joelhos, apesar de pequenina, e fitei a Sagrada Hóstia que ia receber de tal maneira que me ficou tão gravada na alma, parecendo-me unir a Jesus para nunca mais me separar d’Ele. Parece que me prendeu o coração. A alegria que eu sentia era inexplicável. A todos dava a boa nova. A encarregada da minha educação levava-me a comungar diariamente.»

(Autobiografia; pág.5)

 

Jesus, inúmeras vezes, refere-Se à Sua Vida realmente presente na Eucaristia, nos Sacrários e Vida eucarística das almas:

 

«Não te alimentarás jamais na terra. O teu alimento é a Minha Carne; o teu sangue é o Meu Divino Sangue; a tua vida é a Minha vida, de Mim a recebes, quando te bafejo e acalento, quando uno ao teu o Meu coração. [...] É grande o milagre da tua vida.»

(Sentimentos da Alma; 07/12/1946)

 

 

«Tirei-te o alimento. Fiz, faço-te viver só de Mim. Sabes para quê, Minha filha? Para mais e mais luz. Para mais provar aos Homens o Meu poder, a Minha existência. Ai daqueles que não querem ver. Bem-aventurados os que veem e creem.»

(Sentimentos da Alma; 27/03/1953)

 

 

«Minha filha, pus-te no mundo, faço que vivas apenas de Mim para mostrar ao mundo o valor da Eucaristia e o que é a Minha vida nas almas. És luz e salvação para a humanidade: ditosos os que se deixam iluminar.»

(Sentimentos da Alma; 09/04/1954)

 

«Longe do Céu, longe de Jesus está todo aquele que está longe do Sacrário. Eu quero almas, muitas almas verdadeiramente eucarísticas. [...] O Sacrário é a vida, o Sacrário é o amor, o Sacrário é a alegria e a paz. [...] Pobres daqueles que não querem conhecer e amar o Senhor do Sacrário! Pobres daqueles que não querem ver com aquela luz que produz o Sacrário!»

(Sentimentos da Alma; 11/09/1953)

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) Minha filhinha, Minha filhinha, Meu querido amor? A Vossa morada é na Eucaristia? É a morada mais silenciosa que existe no mundo? E tenho tão pouco quem queira viver unidinho a Vós naquele silêncio? Ainda bem que a Vossa Alexandrina está conVosco a amar-Vos, a fazer-Vos companhia, a passar a vida encerrada nos Sacrários? O silêncio é uma grande perfeição e quando é passada em união com Jesus? O que se passa entre a alma e Jesus só o Céu o conhece? Ai se o mundo soubesse?»

(Êxtases; 29/12/1938)

 

« (Jesus) Diz, Meu encanto, ao teu P. (Paizinho) Quereis que ele acenda o fogo nas almas? Fogo que nunca mais se apagou? Fogo eucarístico, fogo da Eucaristia? Quereis que as almas se inflamem no Vosso Divino amor para Vós Vos poderdes inflamar neles? No Sacrário, no Sacrário há só amor? Amor que queima e consola? Amor que a nada pode resistir?»

(Êxtases; 05/01/1939)

 

Comunhão Sacramental – Primeiras quintas feiras

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, Minha esposa querida, faz com que Eu seja amado, consolado e reparado na Eucaristia. Diz em Meu nome que todos aqueles que comungarem bem, com sincera humildade, fervor e amor em seis primeiras quintas feiras seguidas e junto do Meu Sacrário passarem uma hora de adoração, e íntima união coMigo, lhes prometo o Céu.

É para honrarem pela Eucaristia as Minhas Santas chagas, honrando primeiro a do Meu sagrado ombro tão pouco lembrada.

Quem isto fizer, quem às Santas chagas juntar as dores da Minha Bendita Mãe, e em nome delas nos pedirem graças, quer espirituais, quer corporais, Eu lhas prometo, a não ser que sejam de prejuízo à sua alma. No momento da morte trarei comigo Minha Mãe Santíssima para as defender.»

(Sentimentos da Alma; 25/02/1949)

 

 

Comunhão Espiritual

Jesus a Alexandrina:

«Diz às almas que Me amam que vivam unidas a Mim durante o seu trabalho. Nas suas casas, seja de dia seja de noite, ajoelhem-se muitas vezes em espírito e de cabeça inclinada digam:

 

Jesus, eu Vos adoro em todo o lugar onde habitais sacramentado;

faço-Vos companhia pelos que Vos desprezam, amo-Vos pelos que não Vos não amam;

desagravo-Vos pelos que Vos ofendem. Jesus, vinde ao meu coração!”

 

Estes momentos serão para Mim de grande alegria e consolação. Que crimes se cometem contra Mim na Eucaristia!»

(Sentimentos da Alma; 02/10/1948)

 

 

Geralmente, no final da Paixão, ainda em êxtase, Alexandria fazia a Comunhão espiritual, junto da janela do seu quarto, voltada para o Sacrário da Igreja. Eis uma pequena parte do êxtase de 31 de outubro de 1941:

 

«Jesus, doce amor do meu coração, Jesus, loucura, alegria da minha alma, vem a mim! Jesus, eu amo-Te! Vem a mim, Jesus, suspiro por Te receber! Vem depressa, Jesus, vem a mim! Meu Jesus, vem depressa ao meu coração! Sou Tua, Jesus!»

(Êxtases; 31/10/1941)

Reparação Eucarística – Sacrários Abandonados

 

«Anda para a Minha escola, aprende com o teu Jesus a amar o silêncio, a humildade, a obediência e o abandono. Anda para os Meus Sacrários. Estou sozinho, tão ofendido, tão desprezado e tão pouco visitado. Anda prostrar-te diante de Mim, pedir-te perdão pelo teu desânimo e pela tua desconfiança.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 15/10/1934)

 

 

«Alerta nos Meus Sacrários estou sozinho em tantos, tantos! Passam-se dias e dias que Me não visitam e não Me amam e não Me desagravam; quando lá vão é por um hábito, por uma obrigação.»

(27/10/1934; Cartas ao Pe. Mariano Pinho; 01/11/1934)

 

 

«Fala, fala da Eucaristia. Convida as almas a virem à Eucaristia, a virem com vida, pureza e amor e não mortos pelo pecado, pelo sacrifício. Fala da minha Eucaristia, fala da devoção do terço da minha Bendita Mãe.»

(Sentimentos da Alma; 01/07/1955)

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) Jesus quer à volta do Sacrário almas, muitas almas, um bando de almas à volta do Seu ninho, deixando passar para Jesus a fragrância do Seu amor? Jesus tem sede, sede insaciável do amor das Suas esposas? Jesus quer corações como o coração da sua crucificada (Alexandrina)? A crucificada do Calvário, a vítima de Jesus está a arder de amor por Ele e pelas almas?»

(Êxtases; 11/10/1940)

 

 

« (Jesus) Depressa, depressa, corações puros? Depressa, depressa corações amantes? Batalha em campo, orações ao Céu a implorar perdão para a Terra culpada? O mundo peca, a maldade refina? A justiça Divina revolta-se contra a Terra? O castigo tem de cair do Céu à Terra? Hoje pecam uns, outros fazem penitência? Amanhã pecam desaustinadamante? E o Coração Divino tão ferido como está, não pode suportar mais a dor?? Vinde, corações puros, vinde, almas amantes do Calvário e do Sacrário, vinde consolar Jesus? Vinde contemplar o Seu Divino Coração?»

(Êxtases; 23/08/1940)

 

 

« (Alexandrina) Eu Te adoro, bom Jesus, eu Te adoro no Sacrário, sozinho e tão ofendido, sozinho e desprezado! Ó amor da Eucaristia, ó Amor de Jesus, ó calvário, ó salvação, calvário, foco de luz!»

(Êxtases; 21/11/1941)

 

 

« (Jesus) A sombra da Eucaristia é tão boa e deliciosa? A Eucaristia, os Sacrários são os melhores livros para aprenderem a amar a Jesus? Como há que aprender ali? Que lições tão salutares dá o Sacrário? São tão pouquinhos os que O compreendem, os que amam os Sacrários, e todavia é dali que vem tudo? É nos Sacrários que está a maior riqueza, o maior amor? Oh, se as almas soubessem os tesouros que nele estão encerrados? Foi o amor que Vos prendeu aí e para dardes amor? E sois nele tão esquecido e abandonado?»

(Êxtases; 09/02/1939)

 

 

Num êxtase, Alexandrina canta assim:

«Oh quem é Aquele que no Sacrário

Está sozinho e magoado;

No abandono em que O deixaram

Os filhos Seus, os filhos Seus.»

(Êxtases; 06/01/1939)

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