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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Oração e Penitência

A oração foi uma constante na vida de Alexandrina desde a sua infância, no seio da sua família, até à sua morte. Aprendemos de Alexandrina a dirigir um olhar ao Senhor pela união da oração:

 

Ainda criança, conhecia e rezava com agrado várias orações:

«À medida que ia crescendo, ia aumentando em mim o desejo da oração. Tudo queria aprender. Ainda conservo as devoções que aprendi na minha infância, como: “Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria...”, “Ó Senhora minha, ó minha Mãe...”, o oferecimento das obras do dia: “Ofereço-vos, ó meu Deus...”, a oração do Anjo da Guarda, a oração a S. José e várias jaculatórias.

(Autobiografia; pág. 5)

 

 

«Gostava muito de ir à igreja, e chegava-me para junto da minha catequista e rezava tudo quanto ela queria. Não deixava dia nenhum de rezar a estação ao Santíssimo Sacramento, meditada, quer fosse na Igreja, quer em casa ou até pelos caminhos, fazendo sempre a Comunhão espiritual.»

(Autobiografia; pág. 10)

 

 

«Com a perda das forças físicas, fui deixando todas as distrações do mundo; e com o amor que tinha à oração — porque só a orar me sentia bem — habituei-me a viver em união íntima com Nosso Senhor.»

(Autobiografia; pág. 19)

 

 

Jesus pede-lhe oração e penitência:

«Eu quero que se faça penitência e oração. Tu é que estás a aplacar a justiça Divina.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 25/04/1938)

 

 

«Lembra a oração, lembra a penitência.»

(Sentimentos da Alma; 29/10/1948)

 

 

«Acode às almas; fala-lhes na oração e penitência; convida-as a repararem o Meu Divino Coração tão ultrajado.»

(Sentimentos da Alma; 05/11/1948)


 

«... brada ao mundo cruel:

"Pecadores ingratos, orai, fazei penitência, convertei-vos, vinde a Jesus. Eu quero corações puros, abrasados da amor; [...] Como Eu sou ofendido, Minha filha!»

(Sentimentos da Alma; 19/11/1948)

 

 

«Se os pecadores fizessem penitência e oração, se eles se emendassem! Pede-lhes, pede-lhes; é Jesus a falar pelos teus lábios, no teu coração.»

(Sentimentos da Alma; 10/12/1948)

 

 

«Minha filha, heroína forte, alegria do Céu, do Céu que é teu, do Céu que te espera para bem breve. Sofre, sofre! Acode ao mundo! Convida-o, depressa, depressa à oração, à penitência, a deixar o pecado, a vir a Mim!»

(Sentimentos da Alma; 24/06/1955)

 

 

«... diga aos Portugueses que, por muito tempo, façam oração, muita oração, muita penitência e grande reparação.»

(Sentimentos da Alma; 05/03/1949)

 

 

«Faça-se muita oração e penitência. Recebe a gota do Meu Divino Sangue. É só esta vida que vives. Vive-a em união coMigo e com a Santíssima Trindade, este enleio inseparável que ponho em teu coração...»

(Sentimentos da Alma; 13/05/1955)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) Vinde depressa ó almas escolhidas por Jesus? Fazei penitência, fazei oração? [...]

Peço a todas as almas oração e penitência? Obrigada meu Jesus.»

(Êxtases; 23/08/1940)


 

« (Jesus) A penitência e a oração depressa farão descer à Terra todas as bençãos e paz de Jesus?»

(Êxtases; 18/10/1940)

 

 

« (Jesus) Levantai-vos, almas piedosas, correi a Jesus, corações inocentes, numa oração digna de atrair o Céu? Pedi perdão e fazei penitência pela pobre humanidade?»

(Êxtases; 30/08/1940)

 

 

« (Jesus) Jesus chama, chama; pede oração, pede penitência, pede a conversão? Poucos são os que escutam a voz de Jesus? E daí vem os males do mundo, a perda das almas? Ó loucos pelos prazeres mundanos, ó cegos de todas as paixões escutai a voz Divina, que doce que ela é!?»

(Êxtases; 11/07/1941)

 

 

« (Jesus) Oração e penitência exige Jesus das almas? Oração e penitência e o novo mundo reconstituído? Oração e penitência e recorrer à Virgem Mãe de Deus com a fé mais viva e o coração mais contrito e ardente? Se o não salva a Virgem nada mais o salvará? Venham junto do meu trono as almas puras, os corações inocentes? Venham as criancinhas, o encanto d’Ela e as pupilas dos olhos de Jesus de Amor? A oração brada ao Céu, a penitência salva o mundo?

(Alexandrina) Ó meu querido Jesus, tende compaixão da pobre humanidade. Dizei, meu Jesus, se o mundo se reconciliar conVosco dais-lhe a paz?»

(Êxtases; 15/07/1940)


 

«Pede oração e penitência e diz ao teu Paizinho que peça também penitência contínua e oração sem cessar.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 27/08/1940)

 

 

Através de Alexandrina, Nossa Senhora pede oração:

«Mostrou-me o seu Coração aberto e, unido ao seu, também aberto, estava O de Jesus. Depois de me acariciar, disse-me:

“Minha filha, minha filha, Jesus pede e Eu peço com Ele oração e reparação. São os crimes que Nos ferem. Coragem, coragem no teu inigualável sofrimento. Eu venho buscar-te breve, levar-te comigo para o Paraíso. Uno o teu coração aos Nossos, para viveres a Nossa dor.»

(Sentimentos da Alma; 06/05/1955)

 

 

Sempre que tinha oportunidade, recomendava a oração:

«Às pessoas que a visitavam recomendava-lhes sempre:

“Recomendem-se à Mãezinha. Rezem o terço.”

E o que aconselhava aos outros fazia-o ela, juntando a família toda à volta da sua cama, antes de dormir, para rezarem o terço.»

(Silva, M. Fernando; “Caminhos de Balasar”; pág.322)

 

 

«De facto, Alexandrina nunca falou a ninguém sem tocar a tecla religiosa: Deus, Alma, Oração, Pecado, Abandono à Providência, Amor e Misericórdia de Jesus, Resignação no Sofrimento, Reparação, Santa Missa, Sacramentos, Nossa Senhora, Rosário... E a sua palavra era de uma eficácia pasmosa.

(Pasquale, Humberto; “Alexandrina”; pág.315; 1.ª edição)

 

 

O Pe. Mariano Pinho, caracteriza assim a sua oração: “simples, afetiva, ardente, sólida, confiante, humilde e perseverante”.

(Pe. Mariano Pinho cit. in Pinho, M.; “No Calvário de Balasar”; pág. (37)

 

 

Através da sua disponibilidade para rezar e sofrer pelos outros, Alexandrina ensina-nos a rezar ao Deus Vivo:

«Quantas graças espirituais e materiais não obteve de Deus para aqueles que de toda a parte vinham visitá-la! Quando não possuía nada para dar, confortava e rezava por aqueles que se lhe recomendavam.»

(Humberto, Pasquale; “Alexandrina”; pág. 324; 1.ª edição)

 

 

No dia da sua morte, anuncia:

«Adeus, até ao Céu! Não pequem! O mundo não vale nada! Isto já diz tudo. Comunguem muitas vezes! Rezem o terço todos os dias!»

(Sentimentos da Alma; 13/10/1955)


 

No Decreto de Virtudes de Alexandrina, é referido que “dedicava-se à oração com assiduidade”.

Acolhamos esta mensagem de Oração da Alexandrina, pois a Oração é o alimento da alma.

 

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