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Sacrifício e Reparação

Deus criou-nos para sermos felizes. Mas, os homens e as mulheres na sua ambição pecaram e, o próprio Deus, encarnado em Jesus, deu a vida por cada um de nós. Somos chamados a ser cooperadores da nossa salvação e da salvação dos nossos irmãos, através também do sacrifício que purifica.

Alexandrina e o sacrifício viveram de “mãos dadas”.

 

 

No seu caminho, Alexandrina encontra a sua missão redentora:

«Sem saber como, ofereci-me a Nosso Senhor como vítima, e vinha, desde há muito tempo, a pedir o amor ao sofrimento. Nosso Senhor concedeu-me tanto, tanto esta graça que hoje não a trocaria a dor por tudo quanto há no mundo. Com este amor à dor, toda me consolava em oferecer a Jesus todos os meus sofrimentos. A consolação de Jesus e a salvação das almas era o que mais me preocupava.»

(Autobiografia; pág. 19)

 

 

Aprendemos de Alexandrina a aceitar os sacrifícios diários para o nosso bem espiritual e em oferta para reparação:

 

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 07/01/1936)

 

 

«Eu quero, eu quero sofrer, porque o Vosso Divino Coração o exige e merece. Eu aceito, meu Jesus, eu aceito e quero que Vós quereis. Aceito todas as Vossas exigências. […]

"É fogo Divino, é dor Divina. É amor que te dei do Meu Divino Coração, é dor que me causam os pecadores. Sofre, sofre, Minha filha, faz como até aqui, não dês a Jesus uma negativa. Sofre e pede que sofram; quero dor, muita dor. A dor foi, é e será maior meio de salvação. Com a dor, o sangue e a vida foi aberto o Céu. Com a dor, o sangue e a vida das Minhas vítimas as almas são salvas. São salvas as almas mas não o mundo poupado!”»

(Sentimentos da Alma; 09/03/1951)

 


«Não tenho coisas grandes; aproveito todas as migalhinhas de mortificação e sacrifícios para oferecer a Jesus pelas mãos, lábios e Coração Imaculado da Mãezinha, por muitas, muitas coisas e para sua glória e bem das almas».

(Sentimentos da Alma; 13/06/1952)

 

 

«É destes Corações Divinos que me vêm as ânsias de me dar, dar, consumir até desaparecer, consumida nestes Amores. É d’Eles que me nascem os desejos de tudo sofrer e fazer por amor. As mais pequeninas coisas levam-me ao sacrifício. Calo-me por amor, não sou curiosa por amor, uso de caridade por amor, quando por muitas vezes os meus maus instintos queriam o contrário.

Não posso proceder mal, tenho que usar a caridade de Jesus. Exige-o a Sua glória, exige-o o Seu amor, exigem-no as almas!»

(Sentimentos da Alma; 08/06/1951)

 

 

Jesus confirma-nos, através de Alexandrina, o valor e a necessidade do sofrimento:

 

«Acode às almas; fala-lhes na oração e penitência; convida-as a repararem o Meu Divino Coração tão ultrajado.»

(Sentimentos da Alma; 05/11/1948)

 

 

«“Filha, Minha amada filha, vou pedir-te agora uma grande reparação [...] Aceitas, aceitas para acudires às almas e para Eu não ser ferido?”

Tudo, tudo, meu Jesus. Eu sempre ferida e Vós sempre amado. Vós não me faltais, pois não meu Jesus?”

“Nunca Minha pomba bela, estarei sempre contigo até ao fim, fim que se aproxima; chega o teu Céu, caminhas para ele, é a tua última fase. Consola-Me então na Minha amargura, repara por tantos crimes que se cometem. Desapareceu do meio dos lares, na maior parte, o verdadeiro temor de Deus. Não há bons pais, não pode haver bons filhos. Que horror essas praias, casinos, cinemas e casas de vícios. Não põe termo a isto quem lho podia pôr, não lhes acode quem lhes podia acudir. Acode tu ao mundo, dá-Me a reparação que te peço, suaviza alegre a dor do Meu Divino Coração.”»

(Sentimentos da Alma; 20/07/1945)

 

 

«Dá-me dor, dá-me dor, filha querida, e faz que Eu seja amado. Dá-me a tua dor para reparar o Meu Divino Coração. Faz que Eu seja amado para esquecer as ofensas. É tão pequenino, tão pequenino o número de almas que me amam verdadeiramente. É tão grande, tão grande o número das que me ofendem com toda a gravidade. Oh! Como sangra de dor o Meu Divino Coração! […]

Ó, Minha filha, o mundo peca, o mundo é cruel. Ai dele, ai dele, se nela se incendeia a justiça Divina.»

(Sentimentos da Alma; 04/05/1951)

 

 

«Sofres assim, filha amada, florinha eucarística, sofres assim, porque és vítima. A tua utilidade é para que o Meu Sangue Divino, toda a Minha Paixão e Morte seja útil a essas almas. Tu salvas, salvas almas, almas sem conta. São milhões, milhões, milhões por esse mundo além, a quem o teu sofrimento abre as portas do Céu. Há tantas que não querem salvar-se! Há tantas que desperdiçam os Meus dons, as Minhas graças. Sofre, sofre, Minha filha. O mundo exige o teu sofrimento. Só as vítimas o podem salvar. [...]

Dá-Me, dá-Me, Minha filha, o teu coração. Renova-Me a tua oferta. Dá-mo com todos os corações dos Homens. Tenho fome, tenho sede; fome e sede devoradoras, fome e sede infinitas. Sacia-Me, sacia-Me, consola-Me.»

(Sentimentos da Alma; 04/07/1952)

 

 

Alexandrina experimenta a ausência de Deus como meio de reparação para a salvação das almas:

 

«Que o Céu seja comigo. Sinto-me como se estivesse condenada ao inferno. [...] Meu Deus, condenada ao inferno!

Espero na Vossa bondade infinita que não falta. Quando sinto que estou nesse desespero eterno, sinto sobre mim o peso da justiça Divina. Querer ver a Deus e não poder. É mais, milhões de vezes mais doloroso do que todo tormento do inferno.»

(Sentimentos da Alma; 13/08/1945)

 

 

«O que seria de mim se por só momento perdesse a fé e a confiança. Perder a Deus, nunca mais ver a Deus. [...]

Sem poder conformar-me com a perda de Deus, sentia uma tal desesperação, mas não era eu que estava desesperada, que me obrigava a revoltar-me contra o próprio Deus, a amaldiçoá-Lo, assim como ao meu Anjo da Guarda, pais e companheiros de pecado, e caminhos que me levaram a ele; amaldiçoava-me a mim mesma, todo o Céu e toda a Terra. Que horror constante! Sabia que só do inferno era digna, mas não podia conformar-me com aquela habitação e com a perda de Deus. [...]

... neste momento veio Jesus:

 “[...] Minha filhinha, anima-te, não pecaste; é grande, é bela a tua reparação. Os teus sofrimentos são para evitar que se condenem as almas.”

(Sentimentos da Alma; 16/08/1945)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) Mas a quantos corações tendes ido bater a pedir-lhe a crucifixão e não aceitaram? A crucifixão é o “para-raios” do mundo? E quantas, quantas almas Vos negam tais sofrimentos?

Para consolações, delícias e alegrias estão todos de brados abertos, mas os sofrimentos recusam-nos?»

(Êxtases, 12/05/1939)

 

 

« (Jesus) Jesus ama e pede reparação, Jesus esquece as ofensas e pede para não ser mais ofendido?»

(Êxtases, 26/09/1941)

 

 

« (Jesus) Jesus chama, chama; pede oração, pede penitência, pede a conversão? Poucos são os que escutam a voz de Jesus? E daí vem os males do mundo, a perda das almas? Ó loucos pelos prazeres mundanos, ó cegos de todas as paixões escutai a voz Divina, que doce que ela é!?»

(Êxtases; 11/07/1941)

 

 

« (Jesus) Ditosa a alma que segue a Jesus? Ditosa a alma que O ama? Mas mais ditosa a que O ama sem condição, nem reserva? A alma que ama a Jesus aceita o sofrimento, aceita a cruz? Alegra-se no Calvário? Consola-se na dor? Busca em tudo a glória e a consolação de Jesus? Feliz alma!? Ditosa alma!? O Céu a espera!? Quisera Jesus um grande número delas? Encontra tão poucochinhas!? Jesus precisa de vítimas de dor e de amor? Reparai, almas ditosas;»

(Êxtases, 27/09/1940)

 

 

« (Jesus) Avante sempre, louquinha de Jesus. Avante, pelos caminhos espinhosos, avante pelo caminho do Calvário? Jesus é ofendido, precisa de ser reparado? O Coração de Jesus está chagado? Corre sangue; a dor é dolorosa? Jesus pede amor, corações que por Ele se abrasem? Jesus sofre com tanta dor?... Jesus pede amor que suavize a dor que penetre no Seu Coração Divino? Vinde a Jesus, filhos amados, vinde a Jesus que Ele é Pai, vinde a Jesus que por nós suspira, vinde a Jesus que Vos pede o Vosso Coração e por Vós muitos corações? Que doce e amável é o Coração Divino? Que ingratidão a dos pecadores que se atrevem a ofendê-Lo? Ferem um Coração que é Pai? Jesus está triste; o mundo está em luto? Jesus chora, o mundo está em guerra? Jesus pede reparação para lhe poder dar perdão? Jesus perdoa porque ama? Jesus perdoa porque quer dar o Céu? Vinde a Jesus, corações ingratos, vinde ouvir a Sua Divina voz? Basta de pecar, basta de ofender o teu Deus?»

(Êxtases, 10/10/1941)

 

 

« (Jesus) Quantas vezes na Vossa presença, no Sacrário sois tão horrivelmente ofendido? Que horror ir ofender-Vos ao lugar mais sagrado? Vós amais tanto, tanto os Sacrários, Jesus? [...] Do Sacrário vem tudo? Peço, peço para que Vos recebam muitas vezes? Ficastes no Sacrário para ser o alimento das almas? São tão poucas as que se servem desse Divino alimento como se devem servir? Pobre Jesus?

(Alexandrina) Amastes tanto, amais tanto e sois tão pouco amado! Eu quero reparar tudo isto e quero amar-Vos pelos que Vos não amam. Vós sabeis que a Vossa louquinha é Vos fiel. Sou a Vossa esposa eucarística. Não abandono o Esposo, nem de dia nem de noite.»

(Êxtases; 09/02/1939)

 

 

« (Jesus) Jesus não deixa nada sem recompensa, como pode deixar a dor e o martírio? Quem sofre por Jesus, ama-O e Jesus de todos quer ser amado? Vinde, Vós, amigos do Senhor, vinde depressa escutar quanto sofre o Seu Divino Coração? Está num mar de sangue, num abismo de dor? O mundo peca, a maldade atingiu toda a altura? Jesus chama, Jesus pede reparação e amor? Jesus quer ser consolado pelos Seus amigos; Jesus, quer por eles muitas almas? Jesus quer por eles ser muito desagravado e reparado?»

(Êxtases; 18/07/1941)

 

A vida de Alexandrina foi um belo e cego sacrifício pela salvação dos pecadores.

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