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União com Jesus

Assim como S. Paulo, também Alexandrina pode dizer: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim.” (Gl 2, 20)

Vejamos alguns registos que expressam a união íntima que Alexandrina sentia com Jesus.

 

Nos seus primeiros anos de doença:

«Com a perda das forças físicas, fui deixando todas as dis­trações do mundo e, com o amor que tinha à oração — por­que só a orar me sentia bem — habituei-me a viver em união íntima com Nosso Senhor. Quando recebia visitas que me distraíam um pouco, ficava toda desgostosa e triste por não me ter lembrado de Jesus durante esse tempo.»

(Autobiografia; pág. 19)

 

 

«Sou de Jesus na alegria, sou de Jesus na tristeza, sou de Jesus nas trevas, nas horríveis tribulações, na pobreza, no abandono total.»

(Autobiografia; pág. 49; 23/07/1938)

 

 

Nos momentos mais difíceis, ficava ainda mais unida a Jesus. 

«Em que silêncio ia a minha alma! Mergulhada num abismo de tristeza, mas sem me separar um momento da união íntima do meu Jesus, ia-lhe pedindo sempre toda a coragem para o exame que ia ter e pelo Seu Divino amor e pelas almas oferecia todo o meu sacrifício.»

(Autobiografia; pág. 59; 15/07/1941)

 

 

Alexandrina fala da sua união com Jesus

 

Seguem-se várias declarações de Alexandrina a Jesus, espelho da união entre ambos:

 

«Deixai-me, Jesus, entrar nessa chaga Divina, nesse Coração de amor: quero esconder-me, desaparecer, derreter neste fogo, como gelo que derrete com o sol e desaparece escondi­do na Terra. Dai-me amor Jesus; escondei-me, não quero aparecer no mundo. Toda a Terra Vos dá louvor, Jesus: e eu nada Vos dou.»

(Sentimentos da Alma; 30/05/1947)

 

 

«E, louquinha por Vós, lanço-me para Vossos Divinos braços e sinto que Vós com todo o amor me estreitais e acolheis. Com Jesus, toda a amargura é doce, toda a dor se torna suave. Ah! Se todos conhecessem o amor de Jesus!...»

(Sentimentos da Alma; 20/09/1942)

 

 

«Amar-Vos, amar-Vos, meu Jesus, esconder-me em Vós, em Vós desaparecer para sempre. Sou a Vossa vítima, amar-Vos sempre, pecar não.»

(Sentimentos da Alma; 16/11/1944)

 

 

«Queria exprimir os sentimentos da minha alma; é im­possível. A minha língua não sabe mover-se para falar de tal grandeza. A grandeza de Deus, o poder de Deus, a bondade e o amor de Deus.»

(Sentimentos da Alma; 19/07/1945)

 

 

Jesus fala da sua união com Alexandrina

 

Jesus fala-lhe da união que verdadeiramente existia entre ambos:

 

«Olha: hoje, dia do Meu Divino Coração, renovo a Minha oferta. Aqui O tens embutido no teu, cheio com todo o amor, com todos os tesouros que n’Ele encerra. É a mesma vida: somos dois num só Coração.»

(Sentimentos da Alma; 15/06/1955)

 

 

«Se o mundo conhecesse esta vida de amor, esta união conjugal de Jesus com a alma virgem, com a alma que escolhe para Sua esposa!»

(Sentimentos da Alma; 01/12/1944)

 

 

«Quero que tudo o que é Meu em ti transpareça; quero que os teus olhares tenham a pureza dos Meus; quero que os teus lábios tenham o sorriso, a doçura dos Meus; quero que o teu coração tenha a ternura, a caridade e o amor do Meu; em suma: quero que em tudo Me imites, quero-te semelhante a Mim; quero que todo o teu corpo seja o Corpo de Jesus, um outro Cristo. És a nova redentora.»

(Sentimentos da Alma, 13/05/1947)

 

 

«Descansa, descansa, recebe conforto nesta união do teu Esposo Jesus. Que ternas e doces delícias!»

(Sentimentos da Alma, 04/12/1948)

 

 

«Minha filha, Minha filha, dizes-Me que és toda Minha e Eu sou todo teu: já tomei posse de ti, sou Rei e Senhor do teu corpo e da tua alma e tu és a Minha esposa, és a Minha rainha.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 25/08/1935)

 

 

«És rica de mim, és rica de virtudes. E por isso que os teus olhares atraem, têm carinhos, têm doçuras, têm prisões, têm amor. É por isso que o teu sorriso tem meiguices, tem tudo o que é do Céu.

Não vives, vivo Eu; são meios de salvação e de chamamento às almas.»

(Sentimentos da Alma; 18/05/1945)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) É inseparável a nossa união? Nunca, nunca Vos separais de mim? Não, Meu amor? [...] Unidos num só amor para as almas irem para vós, para o Vosso Santíssimo Coração como a formiguinha para o celeiro? Vós tanto queríeis que o mundo conhecesse o Vosso Divino Amor?...»

(Êxtases; 14/11/1938)

 

 

« (Alexandrina) Jesus, estes laços firmes que me prendem a Vós, é a Vossa união? Também eu quero viver essa vida que Vós me dizeis.

(Jesus) Já é só essa que vives, Minha pomba amada? A minha união é íntima? A minha união é inseparável? Tudo que a Vós me prende são laços de ternura e amor? Se as almas conhecessem perfeitamente o amor de Jesus!?...»

(Êxtases; 06/09/1940)

 

 

« (Jesus) Unimo-Nos assim nesta união Santa? Minha filha, Minha filha uma vez que entraste no Meu Coração, fixaste residência, não pudeste mais sair? É um Sacráriozinho de delícias?»

 (Êxtases; 26/01/1939)

 

 

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