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Transformada em Jesus

A transformação em Jesus ocorre na Alexandrina desde a sua infância. Ao longo dos anos, ela foi-se deixando tocar e transformar pelo amor de Jesus. Deus precisava de reinar em Alexandrina, para que ela permanecesse eternamente com Ele.

 

Alexandrina fala da transformação que sentiu no dia em qua recebeu o Crisma:

«Lembro-me muito bem desta cerimónia, e recebi-o com toda a consolação. No momento em que fui crismada, não sei o que senti em mim; pareceu-me ser uma graça sobrenatural que me transformou e uniu cada vez mais a Nosso Senhor. Sobre isto queria exprimir-me melhor, mas não sei.»

(Autobiografia; pág. 5)

 

Alexandrina pede para ser tranformada

 

Cedo, ela pedia para ser transformada nas suas orações diárias:

«O Mãezinha, fazei-me humilde, obediente, pura, casta, na alma e no corpo. Fazei-me pura, fazei-me um anjo; transfor­mai-me toda em amor, consumi-me toda nas chamas do amor a Jesus.»

(Autobiografia; pág. 22)

 

 

«Ó Mãezinha, dai-me amor às almas. Transformai-me toda em Vós. Ó Jesus, eu sou a vítima da Eucaristia. Eu sou a sentinela dos Vossos Sacrários, a lâmpada dos Vossos Sacrários.»

(Êxtases; 15/10/1938)

 

«Esquecei as ofensas dos pecadores. Venham elas todas bater ao meu pobre coração. Transforme-se a minha dor em amor.»

(Êxtases; 27/09/1940)

 

 

«Deixa-me viver contigo, ó Jesus! Transforma-me nos raios ardentes do Teu amor!»

(Êxtases; 16/05/1941)

 

 

«Vem, vem depressa transformar-me no Teu amor, transformar-me na Tua caridade! O meu coração morre por Ti! Eu Vos saúdo, eu Vos bendigo, ó meu amado! Graças ó Jesus Vos sejam dadas! Vem, vem depressa e não Vos separeis de mim! Jesus é meu; eu sou de Jesus!»

(Êxtases; 04/10/1940)

 

 

«Meu Jesus, transforma o meu coração num abismo de amor! Enche-me te Ti! Dá-me a tua ternura, dá-me a tua paz, Jesus! Oh! como é doce possuir-Te, como é doce viver para Ti, Jesus! Sou Tua, meu Jesus e Tu és meu!»

(Êxtases; 12/09/1941)

 

 

«Hoje houve uma transformação grande dentro de mim, ainda mesmo sem O ter recebido. Enquanto que a Deolinda foi à Igreja buscar uma sobrepeliz estava Jesus no meu quarto em cima da mesinha. Não O via, porque Ele estava encerrado (dentro da píxide), mas sabia que Ele estava ali. O meu coração tinha ânsias d’Ele, ânsias de O devorar. A custo me contive sem me atirar para Ele. A noite da minha alma transformou-se num sol claro; estava inundada e a alma e o corpo pareciam estar em cima de fortes chamas.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho;16/07/1940)

 

 

Alexandrina sente a transformação em si

 

Transformada em Jesus, Alexandrina possui os sentimentos d’Ele:

«Neste santo tempo da Páscoa, tenho sofrido muito profundamente, imensamente. Nao sou capaz de saber exprimir-me. Tenho tido umas ânsias quase insuportáveis, uma fome, mas uma fome de alma, uma fome que sinto nao ser minha. Queria, comer a Páscoa com toda a humanidade, a todos queria possuir e que todos a mim possuíssem e em mim se transformassem. Falo de mim, sem ser de mim, porque sinto que nem esta fome nem estes sentimentos a mim pertencem. Não é a minha vida que tem estas exigências, mas sim esta vida, este sopro, que passa por mim. É uma vida tão grande, infinitamente grande, e a vida do Céu e da terra.

Ó meu Deus, eu não sou digna, eu não posso ter em mim tanta grandeza, tantos e tão íntimos desejos e ânsias!»

(Sentimentos da Alma; 22/04/1949)

 

 

Jesus fala-lhe da sua transformação

 

Jesus fala-lhe também da transformação ocorrida na sua alma:

 

«Minha filha, amor, amor, amor! O teu coração e o Meu é um só; estás toda transformada em Mim. Eu sou a tua vida; não tens a vida humana, tens a vida Divina. Não tens a vida da Terra, vives a vida do Céu!»

(Sentimentos da Alma; 18/09/1943)

 

 

«Minha filha, anjo de pureza, venho a ti, cheio de amor. Que grande reparação e consolação tenho tirado do teu sofrimento! Que beleza a tua alma; como ela se tem purificado! Com o teu esforço e desejo de emenda dos teus defeitos, como te tens tornado digna de Mim. Feliz a alma, ditosa a alma, que se deixa guiar, moldar e trabalhar pelo Artista divino. Como está rica!»

(Sentimentos da Alma, 27/06/1947)

 

 

«És louca pelas almas à Minha semelhança. Assemelhei o teu calvário ao Meu. A tua vida é vida de Cristo, vive Cristo transformado em ti. Sobes o calvário porque não posso subi-lo Eu agora. Levas a cruz porque não posso levá-la Eu também. És o cordeirinho sacrificado e imolado, dás a vida na maior das agonias, porque agora não posso Eu sofrer assim.»

(Sentimentos da Alma; 16/02/1945)

 

 

«Coragem, coragem! Tu nunca estás só. Tens a assistência do Céu. Repara na obra do Espírito Santo, como Ele trabalha, como Ele está a pulir e a dilatar o teu coração para aí reinar toda a Santíssima Trindade. Reina e reina sempre.».

(Sentimentos da Alma; 05/08/1955)

 

 

Escreve o seu segundo diretor espiritual, Pe. Humberto Pasquale:

«À medida que vai morrendo para si mesma, a Alexandrina transforma-se progressivamente em Cristo e vai tornando sua a vida Divina, de um modo sempre mais íntimo, explícito e intenso.»

(Pe. Humberto Pasquale cit. in Pasquale, H.; “Eis a Alexandrina”; pág. 86)

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