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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Santíssima Trindade

Alexandrina teve várias devoções e apostolados mas, na verdade, todo o seu amor e sofrimento tinham como meta final adorar a Santíssima Trindade:

 

«A Trindade Divina!...

A Trindade Divina!...

Como eu A amo!...

Oh, como eu quero viver esta vida,

e quero que toda a humanidade viva.»

(Sentimentos da Alma; 13/05/1955)

 

 

Orações à Santíssima Trindade

 

Ainda jovem, rezava diariamente:

«Louvado seja Nosso Senhor... As Três Pessoas da Santíssima Trindade me abençoem, assim como S. José, Maria Santíssima e todos os Anjos, Santos e Santas do Céu! Que as bençãos do Céu desçam sobre mim e, nada terei que temer. Serei santa: são esses os meus mais ardentes desejos.»

(Autobiografia; pág.21)

 

 

«Ó querida Mãezinha do Céu, ide dar beijinhos aos Sacrários, beijos sem conta, abraços sem conta, mimos sem conta, carícias sem conta, tudo para Jesus Sacramentado, tudo para a Santíssima Trindade, tudo para Vós! Multiplicai-os muito, muito e dai-os de um puro e Santo amor, de um amor que não possa mais amar, cheios de umas Santas saudades por não poder ir eu beijar e abraçar a Jesus Sacramentado e à Santíssima Trindade e a Vós, minha Mãe querida.»

(Autobiografia;pág. 23)

 

 

Comunhão com a Santíssima Trindade

 

Ao longo da sua vida, Alexandrina viveu em comunhão com a Santíssima Trindade:

«Quero sofrer, quero reparar pelos que estão a pecar. Assim passavam horas e eu entrava em mim para falar com as Personagens Divinas da minha alma. Sinto por tantas vezes a Sua Beleza divina dentro em mim! Gosto tanto de viver na solidão e no silêncio com estas Personagens.

Sinto que o Divino Espírito Santo no Seu trono, no trono do meu coração, no meio do Pai e o Filho, mas acima d’Ele bate as suas asinhas brancas como para despertar-me e dizer-me que estão ali. Irradia-me com o Seu amor, dá-me efusões do Seu fogo Divino, por vezes com tanto sacrifício. [...]

Oh, quem me dera que todas as almas conhecessem e sentissem nelas a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.»

(Sentimentos da Alma; 24/10/1944)

 

 

 

«O meu martírio de alma e corpo continua e de tal forma sem deixar-me unir intimamente à minha Trindade adorável, a Jesus na Eucaristia, como tanto desejo.»

(Sentimentos da Alma; 17/12/1948)

 

 

«Queria fugir do mundo e de todos para viver só em Jesus na união dos meus três, da minha Trindade amabilíssima e adorabilíssima.»

(Sentimentos da Alma; 07/01/1949)

 

 

«Mas novo impulso levou-me logo a recordar a Santíssima Trindade: também eu A tenho na minha alma e todos os corações em graça. Adorei-A em toda a Terra, transportei-me para os Sacrários.»

(Sentimentos da Alma; 25/07/1952)

 

 

Visão da Santíssima Trindade

 

«Na noite de 14 para 15, veio de encontro ao meu martírio, suavizar a minha dor, uma linda visão da SS.ma Trindade; era um trono riquíssimo; no cimo o Divino Espírito Santo em forma de pomba deixava cair sobre o Pai e o Filho que, mais abaixo, ao lado um do outro, estavam sentados, uma chuva de raios doirados. Pouco depois, diante do Eterno Pai, uma alma ficou ajoelhada em sinal de reverência; uniu-se a uma mão dela uma mão de Jesus que o Eterno Pai ligou. Tudo estava iluminado; parecia o Céu, era luz celeste. Desapareceram as três Divinas Pessoas e a alma ficou por algum tempo na mesma posição, mergulhada no mesmo amor.»

(Sentimentos da Alma; 25/04/1947)

 

Jesus fala-lhe da Trindade Divina

 

Jesus confirma-lhe a comunhão Trinitária:

 

«Escuta-Me: Tens no teu coração o Céu, a Trindade Divina, que não veio, mas sempre em ti habita. Ela toda Se delicia quando falas n’Ela. Que glória, que glória por tu Lhes é dada! Quantas almas vivem a vida interior, a vida da Santíssima Trindade por teu intermédio. Desde o teu batismo, possuis em ti este Céu Divino...»

(Sentimentos da Alma; 22/07/1955)

 

 

«Minha filha, Minha filhinha, se soubesses o bem que te quer a Providência; se soubesses como és amada no Céu pela Santíssima Trindade! Corresponde a este amor!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/12/1934)

 

 

«Quero que sofras e para isso quero enriquecer-te mais. Vai o teu coração ser ferido por setas divinas, por setas de amor. É o amor do Pai, do Filho e do Espírito Santo.»

(Sentimentos da Alma; 22/11/1946)

 

 

«Como te ama Jesus e toda a Santíssima Trindade.»

(Sentimentos da Alma; 24/12/1948)

 

 

«És o Tabernáculo da Santíssima Trindade. Recebe a gota do Meu Divino Sangue. Vive esta vida e faz-a viver. Nós habitamos em ti. És o Tabernáculo da Santíssima Trindade.»

(Sentimentos da Alma; 02/06/1955)

 

 

«A Santíssima Trindade está no teu coração. O Divino Espírito Santo enleia-te, irradia-te, fala em ti.»

(Sentimentos da Alma; 24/06/1955)

 

 

«Minha filha, Minha filha, levanta-te; sou Eu a lançar-te a mão. Anda filha, anda. Escuta-Me: Tens no teu coração o Céu, a Trindade Divina, que não veio, mas sempre em ti habita. Ela toda se delicia, quando falas n’Ela. Que glória, que glória por tu Lhes é dada! Quantas almas vivem a vida interior, a vida da Santíssima Trindade por teu intermédio.»

(Sentimentos da Alma; 22/07/1955)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) Que júbilo para o Vosso Coração de Pai, para toda a Santíssima Trindade ver que ainda tendes na Terra quem se deixe imolar por Vós?»

(Êxtases; 12/04/1940)

 

Na véspera da sua morte, Alexandrina fez um ato de resignação:

 

«Ó Jesus Amor, ó Divino Esposo da minha alma, eu, que na vida só procurei dar-Vos a maior glória, quero na hora da minha morte fazer-Vos um ato de resignação e assim, meu Amado Jesus, se neste ato dou glória à Trindade Santíssima, jubilosamente me submeto aos Vossos eternos desígnios. [...]»

(Sentimentos da Alma; 12/10/1955)

 

 

Na hora da morte

 

Conta um dos sacerdotes que assistiu à sua morte:

 

«Quando lhe pedi que repetisse comigo: “Santíssima Trindade, no Vosso Coração encomendo o meu espírito”, a agonizante docemente sorriu. Expirou!»

(Mons. Mendes do Carmo cit. in Pinho, M.; “No Calvário de Balasar”; pág.181; 13/10/1955)

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