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Matrimónio Espiritual

O matrimónio espiritual é uma fusão de duas vidas: Deus e a alma unem-se, em que não há segredos, a alma torna-se imaculada e jamais se separará de Jesus. O mesmo aconteceu a Alexandrina, a sua alma fundiu-se com Jesus tornando-se indissolúvel.

 

Alexandrina é uma das virgens que ascendeu à união matrimonial com o “Divino Esposo”.

Eis a celebração espiritual desta união:

«Foi sexta feira. Fiquei como junto de Jesus, O Qual me estendeu a Sua Mão Divina. Fechou a Sua direita na minha, pondo-me a esquerda sobre o ombro.

Diante de nós havia uma taça como acontece nos matrimónios, e ouvi como uma benção de núpcias que descia do Alto…

Estava por cima o Espírito Santo e quem nos uniu, foi o Eterno Pai. Estava também presente a Mãe do Céu.»

(Diálogo entre Pe. Humberto e Alexandrina cit. in Pasquale, H.;

“Alexandrina”; pág. 246; 1.ª edição)

 

 

«“Minha filha, anjo da Terra, flor minha, flor cândida do Paraíso. Vem, Minha filha, receber mais uma prova do Meu esponsório contigo, da Minha união conjugal.”

Neste momento, Jesus tomou a minha mão, beijou-me e acariciou-me e estreitou-me docemente a Ele. Fiquei como que a nadar num mar de gozo, num mar de amor. Jesus continuou:

“Recebe uma efusão do Meu Divino Amor, recebe-o porque é a tua vida e tu és vida das almas.”»

(Sentimentos da Alma; 29/12/1944)

 

 

«Escolhi-te para Minha esposa; aceitas-te, preferiste-Me a nenhum outro esposo. Escolhi-te para vítima, aceitaste: e que vítima tens sido, vítima que a nenhum outro posso igualar.»

(Sentimentos da Alma; 14/01/1949)

 

 

«Se o mundo conhecesse esta vida de amor, esta união conjugal de Jesus com a alma virgem, com a alma que escolhe para Sua esposa!»

(Sentimentos da Alma; 01/12/1944)

 

 

Jesus chama-lhe “Esposa”

 

Jesus, inúmeras vezes, dirige-se a Alexandrina como “Esposa”:

 

«Minha filha, tomei-te para os Meus braços para te defender, e todas as vezes que seja preciso, Eu te defenderei. Aceitei a tua oferta de te dares a Mim; tomei-a bem à letra. Consolou-Me muito a simplicidade com que te ofereceste! Escolhi-te para Mim ainda no ventre de tua Mãe, para que dentro em pouco, e bem depressa chegou, te pudesse chamar Minha esposa.»

(16/09/1937; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 24/09/1937)

 

 

«Minha filha, venho falar-te hoje para testemunhar a loucura de amor que Eu e a Minha Imaculada Mãe temos por ti. Ela ao ver a honra que por teu intermédio lhe vai ser tributada, inclina-se tão docemente sobre ti elevando-te à mais elevada altura de esposa fiel, de esposa querida, de esposa toda e só de Jesus.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 04/02/1938)

 

 

«Ó filha querida, consola-Nos (Jesus e Maria), ó esposa Minha, ama-Nos tanto, tanto que passamos esquecer tanta dor.»

(Sentimentos da Alma; 10/1948)

 

 

«Minha filha, esposa fiel, esposa querida, confia em Mim que não falto, confia em Mim que sou a verdade.»

(Sentimentos da Alma; 29/10/1948)

 

 

«Ó filha amada, ó esposa querida, que grande reparação me dás!»

(Sentimentos da Alma; 26/11/1948)

 

 

«Descansa, descansa, recebe conforto nesta união do teu Esposo Jesus. Que ternas e doces delícias! [...] Isto é prémio da sua (do Dr. Dias de Azevedo) firmeza à Minha Divina causa e amparo prestado à esposa fidelíssima, à esposa mais amada de Jesus.»

(Sentimentos da Alma; 04/12/1948)

 

 

«Ó Jesus, usai da Vossa Misericórdia para com todos os que Vos ofendem. Eu deixo-me imolar, para que se salvem as almas. Dá-Me dor, acode-lhes, esposa amada.»

(Sentimentos da Alma; 10/12/1948)

 

 

«Vai, filha amada, vai, esposa querida de Jesus, dá-Nos o teu sofrimento, dá-Nos a tua cruz. Leva o Nosso amor, a Nossa proteção e carinho para todos os que te rodeiam, amam e amparam»

(Sentimentos da Alma; 05/03/1949)

 

 

«Minha filha, coragem, coragem, esposa predileta do Meu Divino Coração. Eu não vim agora. Eu sempre estou neste tabernáculo de delícias. Sempre estou contigo.»

(Sentimentos da Alma; 27/05/1955)

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

 

« (Jesus) Eu sou a Vossa Alexandrina, a Vossa esposa predileta? Não podeis amar-me mais? Que loucura de amor tendes por mim? Se me dáveis todo o Vosso amor voava num instante para os anjinhos, para a Pátria que me espera?»

(Êxtases; 21/12/1938)

 

 

« (Jesus) Avante sempre abraçada à cruz? Nada tem que temer a esposa de Jesus e a vítima que por Ele e pelas almas se deixa imolar?»

(Êxtases; 05/04/1940)

 

« (Jesus) Oh! Como é belo, belo, belo, o lugar da Vossa esposa, da Vossa Amada, da Vossa louquinha, da Vossa heroína!? Obrigada, meu Jesus. Obrigada, meu Amor.»

(Êxtases; 21/06/1940)

 

 

« (Jesus) E Jesus comola-se, alegra-se unido à Sua esposa?»

(Êxtases; 11/10/1940)

 

 

« (Jesus) Eu sou a fonte da água mais pura, da água mais cristalina onde o meu Jesus, o meu esposo vem saciar-se? Sim lírio perfumado?»

(Êxtases; 20/10/1938)

 

 

« (Jesus) Quereis dizer bem claro que sou a Vossa esposa mais amada?»

(Êxtases; 28/12/1938)

 

Jesus: “Esposo das almas”

 

«Ó Esposo das almas, ó Rei de amor,

Vem ao meu peito, oh vem a mim!»

(Êxtases; 14/06/1940)

 

 

« (Jesus) Coragem! Coragem! Depois da batalha vem a paz. Mas não é a paz que dão os Homens, que dá o mundo. É a paz de um Deus amante, de um Deus esposo das almas.»

(Êxtases; 13/11/1938)

 

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