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Dor e Sofrimento

A natureza humana evita a dor e expressões de sofrimento, facilmente associados a tristeza, medo, etc. Ao invés, a Alexandrina acolheu-os e converteu a sua dor e sofrimento em prol da salvação das almas, à semelhança de Jesus Cristo. No seu coração, Jesus colocou «ânsias» de sofrer.

No ícone de Alexandrina, lê-se uma frase de S. Paulo:

«Completo na minha carne o que falta à Paixão de Cristo.» (Col 1,24) O lema de vida de Alexandrina: «Amar, Sofrer, Reparar».

 

 

«Quero amar, quero sofrer, quero reparar

(Cartas ao Padre Mariano Pinho;

18/06/1940)

 

Primeiros sofrimentos

 

Eis algumas passagens sobre a dor e o sofrimento na vida de Alexandrina, desde a infância, passando pela vida mística que trilhou.

 

Enquanto jovem, no início da doença:

«Quando ia de casa para a igreja, e desta para casa, olhava os montes em volta e pensava fugir e refugiar-me onde mais ninguém me visse, mas Nosso Senhor nunca me deixou fazer isto. Chorei tanto, tanto ao ver-me na situação em que me encontrava... Não me recordo bem do tempo que durou este sofrimento, mas sei que não chegou a um ano.»

(Autobiografia; pág. 14)

 

 

«Pensava que seria curada, mas enganei-me; era a minha grande confiança na Mãezinha e em Jesus que assim me fazia falar. [...]

Como não consegui nada, morreram os meus desejos de ser curada, e para sempre, sentindo cada vez mais ânsias e amor ao sofrimento e de só pensar em Jesus.»

(Autobiografia; pág. 18)

 

 

Por volta de 1934:

«Desde então, tinha Jesus à minha ordem, falando-me de dia e de noite. Sentia grande consolação espiritual; não me custavam os meus sofrimentos. Em tudo sentia amor ao meu Jesus e sentia que Ele me amava, pois d’Ele recebia carícias sem conta. Só me desejava sozinha. Oh! Como me sentia bem no silêncio unidinha a Ele.»

(Autobiografia; pág. 29)

 

 

Alexandrina imola-se por amor

 

«Oh! Que desejos eu tenho que Nosso Senhor seja amado por todos como eu própria O queria amar! E como me sinto bem quando digo a Nosso Senhor:

“Não me poupeis a mim os sofrimentos e a sacrifícios, e poupai aos pecadores às penas do inferno.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 21/02/1935)

 

 

«Não são os sofrimentos que me afligem, porque todos os dias os peço a Nosso Senhor e Lhe peço também que me não abandone nem um momento, porque bem sei que sem Ele nada podia sofrer.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 08/03/1934)

 

 

«Mas no meio de todos os meus sofrimentos, eu sinto grande consolação espiritual, porque vejo que de todos os pedidos que faço a Nosso Senhor, conheço que neste ponto sou bem atendida.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 07/04/1934)

 

 

«Os meus sofrimentos continuam a ser cada vez mais; eu não temo porque o meu querido Jesus sofre comigo; antes pelo contrário me sinto alegre e satisfeita porque aumentando-me os sofrimentos melhor posso acudir aos pobres pecadores e desagravar a Nosso Senhor.»

 (Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/12/1934)

 

 

«Sofrer por amor! Sim, por amor, porque conheço que amo a Nosso Senhor no meio do sofrimento. Muito sofro, mas muito mais quero sofrer. Mas não amo a Nosso Senhor com amor que me satisfaça; é por isso que me lamento que O não sei amar.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 16/11/1935)

 

 

«Só a força e a graça de Jesus me dá força para tanto sofrer e sustenta o meu viver. [...] Amo o sofrimento, é a minha maior riqueza na Terra. A dor dá-me Jesus, Jesus dá-me amor.»

(Cartas do Padre Mariano Pinho; 30/07/1940)

 

 

«Ó meu Jesus, fazei que os meus sofrimentos fechem as portas do inferno para que não caiam lá as almas. Eu não vos recuso nenhuns, mas quero que as salveis! Lembrai-vos, Jesus, que são Vossas filhinhas, filhinhas do Vosso Sangue que derramastes até à última gota.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 03/06/1939)

 

 

«Eu quero ouvir-Vos, eu quero seguir-Vos; quero ser fiel como S. Paulo no caminho de Damasco: e se não é comigo, fazei que com os meus sofrimentos todas as almas sigam a Vossa Divina voz e Vos sigam.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 13/06/1939)

 

 

«Ó meu Jesus, quanto mais sofrimentos, mais atos de amor para os Vossos Sacrários, maior prova de amor para conVosco. Sim, maior prova de amor, porque os recebo alegre e satisfeita e maior aumento da minha confiança em Vós que me haveis de alcançar tudo quanto vos peço para as pessoas que me são tão queridas e para os pecadores!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 05/03/1936)

 

 

Jesus pede-lhe sofrimento para salvar as almas

 

«“Minha filha, o sofrimento e a Cruz é a chave do Céu. Sofri tanto para abrir o Céu à humanidade e para tantos é inútil! Dizem: quero gozar, não vim ao mundo para mais nada. Quero satisfazer as minhas paixões. Dizem: não há inferno. Eu morri por eles e dizem que não Me mandaram e contra Mim dizem heresias e proferem blasfémias.

Eu para os salvar escolho as almas, ponho-lhes sobre os ombros a cruz e sujeito-Me a auxiliá-las e feliz da alma que compreende o valor do sofrimento. A Minha Cruz é suave sendo levada por Meu amor.”

E disse-me Nosso Senhor se eu sofresse alegre e resignada por seu amor todos os sofrimentos que Ele me enviasse que abria o Céu a milhares e milhares de pecadores.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 10/01/1935)

 

 

«Minha louquinha, Minha louquinha, tem coragem. É tão grande o número de almas que me salvas! Se não fosse por me salvares número tão grande de almas já te tinha no Céu. E salva-las, porque és a maior vítima que tenho na Terra, a de maior generosidade, a de maior sofrimento, a de maior amor.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/10/1939)

 

 

«O teu sofrimento é um mistério de prodígios, é uma nova invenção Minha. Se não fosse esse sofrimento, muitos pecadores que se salvam não se poderiam salvar. Sofre com confiança que dentro em pouco serás contada no Céu entre os meus Santos.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 01/11/1939)

 

 

«Sejam quais forem os sofrimentos, por maiores que sejam as dores do meu corpo e da minha alma, sinto no meu íntimo uma grande paz, a paz que nos vem de Deus. Se em alguns momentos estou mais atribulada e me sinto como que a cair no desespero, lá vem Jesus invisivelmente a deitar-me a mão, faz serenar tudo; e a alma, no meio de tanta dor, fica a gozar a mesma paz.»

 (Cartas ao Padre Mariano Pinho; 13/09/1948)

 

 

«Sofres assim, filha amada, florinha eucarística, sofres assim, porque és vítima. A tua utilidade é para que o Meu Sangue Divino, toda a Minha Paixão e Morte seja útil a essas almas. Tu salvas, salvas almas, almas sem conta. São milhões, milhões, milhões por esse mundo além, a quem o teu sofrimento abre as portas do Céu.»

(Sentimentos da Alma; 04/07/1952)

 

 

«Filhinha, filhinha, miminho celeste, toda a tua vida lhes fala. Toda a tua vida é uma pregação contínua. O teu sorriso forçado, os teus gemidos, todo o teu sofrimento resignado fala aos seus corações, cativa-os, atrai-os e eles veem a Mim. És a missionária de Jesus e esta missão sublime continua com mais pompa, com mais brilho, quando estiveres no Céu. Jesus não falta, Jesus não falta. Eu quero que uma vez lá, muitos, todos os pecadores sejam entregues à tua proteção.»

(Sentimentos da Alma; 21/08/1953)

 

 

«Ainda o Céu te espera; a tua coroa é mais rica que todas as pérolas preciosas do mundo. Está adornada com os teus sofrimentos e com as almas dos pecadores que salvaste. Está preparado um lugar muito alto para ti.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/12/1934)

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