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Alexandrina e o Pecado

Depois dos primeiros anos de enfermidade, Alexandrina ofereceu-se como vítima para a salvação dos pecadores.

Deste modo, misticamente, Alexandrina vivia, sentia e sofria nela as culpas e os pecados, dos que na sua liberdade se afastaram de Deus. Ela experimentava em si os sofrimentos dos pecadores como se fosses os seus: “Em consequência, sente-se, como eles, abominável aos seus olhos e aos olhos de Deus. Cai sobre ela em tremenda expiação a ira de Deus que a aterra, esmaga, aniquila, a reduz a estado de morte e a faz sentir as dores do inferno. E junta-se a isto, para mais a imolar, a tortura amarga das dúvidas.” (Pe. Mariano Pinho, “No Calvário de Balasar”)

 

Nos seus escritos, Alexandrina evidencia as suas fraquezas, os seus pecados. O Pe. Mariano Pinho denota no seu livro que “esta humildade não só não se desmente, mas vai crescendo sempre na medida das graças extraordinárias, como já notámos; é um dos frutos das purificações místicas, como ensina São João da Cruz.” Também nos informa que “a Alexandrina nunca cometeu nenhum pecado mortal.”

 

 

Humildade: reconhece-se pecadora

 

Ao Pe. Mariano Pinho:

«Bem vê que preciso de muitas orações de V.ª Rev.cia. Não me esqueça, sim? Eu também nunca o esquecerei, mas as minhas orações são muito pobrezinhas porque é muito grande a minha miséria. Sou tão pecadora!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 28/02/1935)

 

 

«Parece-me que não há ninguém no mundo como a mim; que não há ninguém tão pecadora como eu, nem que tão mal sirva a Nosso Senhor. Parece-me que não tenho fervor nenhum.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 09/05/1935)

 

 

«Ó meu Jesus, eu não sei como agradecer-Vos tantos benefícios. Eu que não sou digna de levantar os olhos para o Céu, nem de Vos chamar pelo dulcíssimo nome de Pai, e sou por Vós tão beneficiada. Muito obrigada, meu Jesus, muito obrigada, meu Jesus, eu Vo-los agradeço de todo o meu coração e me entrego toda a Vós.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 04/07/1935)

 

 

Ao Pe. Mariano Pinho:

«Peço-lhe, por caridade, meu Paizinho, que se convença que não há no mundo uma miséria como a minha, um nada como o meu. Digo-lhe isto com as lágrimas a correrem-me pelas faces: acredite, é a realidade.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 25/03/1939)

 

 

«Mil vezes Ele seja bendito, que tanto se abeirou e cobriu de benefícios esta grande pecadora, que tão mal Lhe sabe corresponder a tanto amor e bondade.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 26/09/1935)

 

 

«Seja esta a minha maior consolação: saber que estou a fazer a vontade do meu querido Jesus, que tanto tem amado esta pobre e miserável pecadora.»

(Carta ao Padre Mariano Pinho; 07/11/1935)

 

Alexandrina oferece-se como vítima

 

«Digne-se Nosso Senhor aceitar-me tão grande sacrifício que estou a fazer para a conversão dos pecadores; tanto me preocupam as almas desses pobres infelizes que tanto ofendem a Jesus! Tenho tanta, tanta pena das alminhas deles! Lembrar-me que uma vez perdidas ficam perdidas para sempre! Que tristeza! Não posso deixar de sofrer tudo e oferecer todos os sacrifícios para a salvação deles e para desagravar o meu querido Jesus.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 07/01/1936)

 

Jesus a Alexandrina

 

«Se soubesses como Me consolas! E como acodes aos pecadores só em Me dizeres que és minha vítima.»

(04/01/1935; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 10/01/1935)

 

«Sê a Minha vítima de reparação pelos pecados do mundo e assim Me consolarás muito. Peço-te o sacrifício de vires passar parte desta noite coMigo, nos meus Sacrários. Tem pena de Mim; tem pena do Prisioneiro do Amor, nesta quadra em que sou tão ofendido! Anda formar com as tuas dores um abrigo sobre os meus Sacrários, para que não venham sobre Mim os crimes. Eu te prometo grande recompensa. Nossa Senhora e a Santíssima Trindade ficam-te muito agradecidos.»

(15/12/1934; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/12/1934)

 

 

Como vítima, vive o pecado da humanidade

 

«O dia de Todos os Santos foi muito atribulado para mim: logo pela manhã sentia a impressão de aparecer diante de Nosso Senhor sem nada, de mãos vazias. Fazia-me lembrar um mendigo que não tem uns tristes andrajos para se cobrir: eu também não tinha nada para a minha pobre alma. Parecia-me que não tinha coração para amar a Nosso Senhor e sentia a impressão que mo separavam de mim, mas não sei como era. [...]

Ontem voltei a sentir o que já há tempos tinha dito a V. Rev.cia. De repente me pareceu que estava carregada com todos os pecados do mundo, que todos os crimes eram meus. Mas eu não sei explicar-me como é que sinto isto.

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 04/11/1935)

 

 

Alexandrina, uma vez vítima, é tomada como pecadora:

«Ontem de manhã senti uma tristeza tão profunda. Parecia-me ver-me cercada e sobrecarregada não sei de quê. Figurava-se-me que ouvi dizer:

“Que enorme peso de pecados tens sobre ti, e sobretudo a ira, a grande ira, toda a ira de Deus! O que tu tens que pagar!”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 16/03/1936)

 

«A minha vida é uma vida morta. A única coisa que me resta é o pecado; esse sim, esse cobre-me vergonhosamente. Tenho nojo de me ver. [...] Meu Deus, que horror! Eu não sou nada diante de Nosso Senhor e como lhe posso responder por tanta coisa! Tremo de confusão e de medo e só posso dizer a Jesus: se quereis tirar deste nada alguma coisa fazei-o Vós. Não Vos envergonheis de mim, nem de nenhuma alma. Eu estou suja, mas quero lavar-me. Estou coberta de todos os pecados, mas cometi-os sem saber; não tenho conhecimento deles, mas humildemente Vos peço perdão. Perdoai-me, perdoai ao mundo.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 18/06/1940)

 

«Os sofrimentos do meu corpo e da minha alma são por vezes insuportáveis. Ai meu bom Padre quanto se sofre, o mundo nada compreende. Eu não vivo senão para sofrer e tantas vezes parece-me viver só para pecar. Vivo tão sozinha, ou antes, sinto-me tão sozinha mesmo sem ninguém que se compadeça da minha dor.»

(Carta ao Padre Humberto Pasquale; 15/09/1945)

 

« (Alexandrina) Ó Jesus, perdoai-me. Eu não tenho fé, nem acredito em Vós. Ai de mim, quem poderá valer-me?

“ (Jesus) Valho-te Eu, Minha filha. Tu tens fé inabalável, mais firme do que rocha. Repara pelos que a não têm, pelos que vivem sem Deus”»

(Sentimentos da Alma; 25/03/1955)

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