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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Alexandrina e o Demónio

O demónio é a tentação do mal e como tal intentou várias vezes a Beata Alexandrina, tentando corromper a sua pureza e levá-la a pecar. Ao longo de sua vida, o demónio esteve presente em diferentes formas e maneiras de assustá-la, imolando-a no caminho da santidade. Deus permitia a presença malévola, para salvar almas por intermédio da Beata Alexandrina. 

 

«Minha filha, esposa querida, anjo do Meu Coração. Quem poderá dar-te a paz que Eu te faço sentir? Coragem! É a tua vitória. É impossível ofenderes-Me. Eu não posso dispensar-te de tão tremendos ataques, de tanta reparação para Mim. Que tesouros de graças para Eu derramar sobre os pobres pecadores. Descansa em paz dentro do Meu Coração. Os Anjos bons te defenderão dos maus. Recebe, Meu anjo, as carícias do teu Jesus.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 30/08/1937)

           

 

«Mas o demónio que a afligia muito com dúvidas e Nosso Senhor, que tudo conhece, disse-me mais:

“A quem queres obedecer, a Mim e ao teu diretor ou ao demónio?»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 11/10/1934)

 

 

«Tenho ocasiões que o demónio me aflige tanto! Mas principalmente quando estou a rezar. Dizia-me assim:

“Escuta-me! Deixa esse Cristo, esse impostor! Esse malvado a quem amas! Ama-me a mim; faço-te herdeira dos meus tesouros e dos meus palácios. Deixa esse invejoso; consumo-me pela tua felicidade, mas ele não te faz assim.”

Quer saber o que me diz o maldito?:

“Ó excomungada, excomungada e bem excomungada, se mandas dizer mais alguma coisa [...]. Converte-te, infeliz! Converte-te, desgraçada! É o amor que te tenho que me faz assim falar. Venho agora mesmo de falar com o teu Cristo; disse-me que tomasse conta de ti, que não tinhas salvação nenhuma. Estava tão irado contra ti! Disse-me que não te pode ver e que é por tu mandares dizer essas coisas; se não queres dizer mais nada eu ainda conseguirei meter as pazes.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 14/02/1934)

 

 

«Mas principiei a ouvir que me falavam, mas parecia-me que era uma coisa diferente, mais forte que o costume e dizia-me:

“Nem te fala, nem te tem falado, nem te falará; andas a enganar o teu Diretor.”

Tomei água benta e disse como costumo fazer em casos semelhantes:

“Ó meu Jesus, eu não vos quero ofender e formo a minha intenção de ser por não duvidar nem por dizer coisas que assim não sejam.” […]

Tenho dias que o demónio me consome muito trazendo-me à cabeça coisas tão fracas, e tantas, tantas dúvidas, que se não fosse a muita bondade de Nosso Senhor, e quem sabe, as orações de V. Rev.ª, já ele me teria vencido.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 25/11/1934)

 

 

«Queria o demónio que eu queimasse tudo, que não mandasse dizer mais nada a V.ª Rev.cia, que ainda me podia salvar. Também me diz o demónio que me mate, que me arranja um meio que nada me custa; que estou a sofrer muito sem nenhuma recompensa; que Nosso Senhor não me tem amor nenhum. [… ] também me diz que V.ª Rev.cia não acredita no que lhe mando dizer. »

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 10/01/1935)

           

 

«Na noite de 29 para 30, formou-se uma escuridão tamanha dentro do meu quarto e parecia-me ser uma casa muito feia onde me apareceu a um postigo uma cara muito feia também. Ouvia dizer assim:

“São os telhados de minha casa (mas eu não via telhas nenhumas). Cá por fora é feia, mas lá dentro é chique. Anda para mim, que outros que assim têm feito acham-se bem. Ama-me e deixa esse impostor a quem amas. Ele não quer que tu me ames, porque chegas a ser tanto como Ele: tanto como eu, não. Eu estive hoje a ver que tive mais almas do que Ele. Porque seria isso? É porque vale a recompensa.”

Eu beijava e apertava na mão o meu crucifixo e ouvia dizer assim:

“Se não fosse esse impostor que tens na mão, punha-te um pé no pescoço; punha-te o corpo em mostarda. Mas isto há-de fazer-te Ele a ti e tu depois hás-de querer vir para mim, mas eu não te aceitarei. O que te vale é essa benzilhice. Não é porque tenha medo, mas odeio-O! Tenho nojo. Cospe-Lhe!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 07/02/1935)

 

 

«O demónio continua com a sua tarefa. Disse-me que eu escusava de rezar, que não tinha salvação nenhuma.

“Ninguém te acode, vais ser condenada.”

Outra ocasião estava a fazer a visita a Nossa e o demónio tanto me consumia que com grande custo a terminei.

Dizia-me assim:

“Não rezes! Não te consumas! Vais ser esmigalhada por Ela! É assim que vai ser a tua morte. Foi Ela mesmo que mo disse.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 21/02/1935)

           

           

Domingo à noite, estando eu a fazer as minhas orações, ouvi que me falavam meigamente:

“Minha filha, venho-te dizer para não mandares dizer mais nada disto que vês: é da tua vista! Não vês como estás fraquinha? Olha que com isso me desgostas muito! É o teu Jesus quem te fala, não é Satanás.”

Mas eu estava desconfiada; principiei a beijar o meu crucifixo. E então me falavam como quem está muito zangado:

“Se mandas dizer mais alguma coisa, desgraço-te o corpo. Pensas que não tenho poder para isso?

Também me diz o demónio:

“Ele não acredita no que tu Lhe mandas dizer, e foi por causa dos pecados que tu lhe disseste. Quiseste-Lhe ser muito franca.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 28/02/1935)

             

           

«O demónio aparece-me em diferentes alturas do dia e da noite, em forma de homem acorrentado pela cinta; outras vezes em forma de leão também então preso, mas pelo pescoço, fingindo assaltos tremendos, mas sem conseguir tocar a minha pessoa. Sinto-me ao pé dele como uma criança que está aterrada, mas que não mede o perigo que podia causar.

Sob a forma de homem cospe por terra e me insulta a fingir nojo por mim; outras vezes bate palmas e dá gargalhadas a fazer troça por sentimentos maldosos que ele julga e quer convencer-me terem-me levado aos tratamentos; outras vezes ainda toma atitudes provocantes a convidar-me ao mal. Desde o começo destas perseguições, sinto o meu corpo rasgado, e o meu coração como que a sair violentamente do meu ser. O meu brado a Jesus, o meu único brado contra o inimigo é:

“Meu Jesus, sou a Vossa vítima.”»

(Sentimentos da Alma; 27/09/1944)

           

 

«O demónio diz-me com muitos nomes feios que odeia a mim e ao meu Paizinho mais do que a ninguém.

“Sois quem me fazeis mais mal. Tu como mulher e ele como padre que o foi, mas agora não o é, pode mentir-te o que ele quiser. Hei-de vos levar a ambos ao fundo do mar."

E fazia uma bufada maior do que as cobras com o calor.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 11/07/1938)

           

 

«O dia de sexta feira e sábado foram tremendos. O demónio continua bem a desempenhar o seu papel. Não achava graça a nada, estava dura, nada me comovia.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 25/07/1938)

           

 

«Os abismos continuam e neles vejo, penso, ser o demónio e o pecador amarrados um ao outro, a puxarem um para cada lado. Não sei se o demónio só os quer levar para o inferno, ou se os leva mesmo. Pobres pecadores!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 12/09/1938)

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