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Colóquios com Jesus

“Estrela que guia o mundo”

Alexandrina: «Os dias de festa são sempre para mim de profunda tristeza. Esforço-me sempre para a consolação dos que me rodeiam mostrando-me alegre: a minha alegria é fingida. Fito Jesus, a Mãezinha, elevo o meu pensamento ao Céu e por amor aceito a dor. É por amor que a tristeza para mim é alegria. Não olhando a Terra, firme no Céu, só no Céu, os espinhos são rosas, a dor é doçura. À meia noite do dia de Natal, não falando da noite que me ia na alma, dores agudíssimas pareciam-me retalhar-me todo o corpo. Não chorava mas gemia; só Jesus sabe o quanto eu sofria.

Principiei a ouvir fogo e repiques de sinos. Pedi que me trouxessem umas imagensinhas do Menino Jesus. Colocadas sobre o meu peito queria aquecê-las. O calor que lhes dei não era o que lhe queria dar-lhes; queria queimá-las com fogo de amor. Queria dizer-lhes muitas coisas e não sabia. Estreitei-os ao meu peito docemente e continuei os meus gemidos. Estou certa que Jesus os aceitou e não ficou triste. Ninguém como Ele via o quanto eu sofria; ninguém como Ele sabe que mesmo gemendo é por amor que gemo e quando mais não posso. Não sei os minutos que se passaram, o que sei é que passei a outra vida e ouvi Jesus no meu coração.

 

Jesus: “Nasci no presépio do teu coração, Minha filha. É o Esposo que vem à Sua esposa, é o Rei que vem à Sua rainha. Sou o Rei do Céu e tu rainha da Terra. Com o estou bem aqui, ó rainha do amor. O presépio que Me dás não é áspero como o de Belém; é fofo com as tuas virtudes. No teu presépio não sinto os rigores frios, sou aquecido com o amor mais puro e abrasado. Tu és a Minha estrela, estrela que guias o mundo como outrora guiou os Reis Magos no caminho de Belém. Diz, Minha filha, a todos os que cuidam de ti, aos que te são queridos, amam e rodeiam, que lhes dou a abundância das Minhas graças, um enchente do Meu Divino amor, um lugar reservado em Meu Divino Coração com a promessa do Céu”»

(Sentimentos da Alma; 25/12/1944)

“Minha doutora das Ciências Divinas”

Alexandrina: «Meu Jesus, se pudesse prostrar-me diante de Vós e de mãos levantadas das soubesse agradecer-Vos os miminhos que me dais. Com o coração a sangrar de dor. Não pude com os lábios rezar a Magnificat, mas rezei-a com o pensamento. Dai-me forças Jesus para sofrer e não me condeneis Vós, porque a sentença dos Homens nada vale a não ser para meu maior martírio. Foram os Homens que me prepararam o sofrimento de hoje para mais me assemelhar a Jesus e acompanhá-Lo no caminho do Calvário. E lá vou eu; presa com cordas, mas com amor abraçada à cruz. Sou vítima das opiniões dos homens, sou vítima das lágrimas dos meus. Se eu pudesse sofrer sozinha. Bendirei ao Senhor, não quero perder um momento.

Os meus olhares continuam a não serem meus. Fitam-se cheios de ternura num e noutro coração que mais se deixa compenetrar destes olhares tão cheios de doçura e amor. Os olhares não vão para todos por igual; os corações, a sua correspondência, é que fazem merecer tudo quanto estes olhares encerram. Tinha tanto para dizer neste ponto! São tantos os que queria atrair e abraçar a mim!

“O que é isto, meu Jesus?" 

É sempre a minha cruz. Neste conjunto de sofrimentos, o meu calvário com o de Jesus, o coração oprimido com o peso esmagador da dor abafava, não resistia.

"Poderei vencer, Jesus? Resistirei a tanto? Só com Vós. Valei-me, tenho medo.”

Sentia tanto o meu abandono e o de Jesus! O meu corpo sangrava, dava as últimas gotas de sangue. Ele veio.

 

Jesus: “Amo-te tanto, Minha filha! Assemelhei-te a Mim e o teu calvário ao Meu. Tem coragem. Os espinhos que te ferem foram os Meus. As varas que te açoitam e despedaçam foram as Minhas. Os maus tratos e as cordas que te prendem eram Minhas e a cruz Minha foi também. Foi o amor a causa dos espinhos, dos açoites, da cruz, do Calvário e da morte. Prendeu-Me o amor à cruz, prendeu-Me ainda nos Sacrários até ao fim dos séculos. E tu, Minha pomba bela, à Minha semelhança presa foste também; prendeu-te o amor ao Meu Divino Coração, prendeu-te o amor às almas. Deixa-te ferir, Minha amada; cada espinho que te fere sai um da Minha Sagrada cabeça e do Meu Divino Coração. Vês como tenho tantos!”

 

Alexandrina: Jesus apresentou-me a Sua Sagrada Cabeça e o seu Coração Divino. Que grande sebe agudíssima O feria. Enterneci-me tanto por Jesus e disse-Lhe:

“Aceito tudo o que seja dor, mas quero tirar de Vós todos esses espinhos e não deixar sinal algum de ferimento.”

Principiei a tirar espinhos de Jesus que tinha ao meu dispor. Em poucos instantes desapareceram todos e nem a Sagrada Cabeça, nem o Coração Divino ficaram chagados, nem com sinal de Sangue; tudo desapareceu.

 

Jesus: “Vês, Minha esposa querida, como o teu novo sofrimento cicatrizou todas estas feridas que Eu tinha? Coragem! Anima-te! Eu não te falto; duvidar de Mim é ofender-Me. Ainda que te dissesse que o que te prometi vinha já não te enganava, não te enganava ainda que levasse anos, pois os anos em comparação da eternidade representam um já. Mas não demoro, confia.

Vou deixar-te, Minha filha, um pouco mais libertada do demónio, para poderes resistir preciso de operar milagre. Se soubesses com os combates do demónio as almas que arrancaste dos abismos e conduziste a Mim! Estão firmes, não voltam a ofender-Me gravemente, salvam-se.

Para resistires ao teu penoso Calvário vou vir a ti frequentes vezes, mais delas silencioso. São êxtases de amor, mas deles receberás sempre, sempre, toda a abundância das minhas graças, ternuras e amor.

És rica de Mim, és rica de virtudes. É por isso que os teus olhares atraem, têm carinhos, têm doçuras, têm prisões, têm amor. É por isso que o teu sorriso tem meiguices, tem tudo o que é do Céu. Não vives, vivo Eu. São meios de salvação e chamamentos às almas.

Não é por verdade, Minha filha, que Eu no Meu Calvário possuía duas vidas, humana e divina? Até nisso te pareces comigo. No teu Calvário tens também a vida Divina, é Cristo que está em ti. Nada temas.

Vem o Jardineiro Divino ao seu jardim ver as maravilhas que nele operou e o fruto de tantas canseiras. Vem o Rei ao palácio da Sua esposa, o Redentor Divino à Sua redentora, à nova salvadora da humanidade. As Minhas maravilhas em ti não ficam ocultas, não consinto no seu escondimento, hão-de brilhar, são a Minha glória, são a salvação das almas. Tudo será escrito, Minha doutora das Ciências Divinas, tudo será conhecido no livro da tua vida.

És a heroína do amor, a heroína da dor, a heroína da reparação, a heroína dos combates, a rainha dos heroísmos.

Recebe conforto, filhinha, recebe o Meu amor Divino. Quando vier a ti nos Meus colóquios uno-Me a ti com este amor. Venho dar vida e conforto ao teu coração, ajudar-te nas tuas trevas. Conta sempre coMigo mesmo no Meu exílio, no Meu escondimento em ti. És Minha sempre e Eu sempre em ti habito.

 

Alexandrina: “Aceitai, meu Jesus, o meu coração agradecido e entregai-o por mim à Mãezinha. Muito obrigada pelo fogo Divino que me fazeis sentir. Se todas as almas o sentissem! Parece que tenho uma enorme fornalha no peito e no coração. Como sois poderoso e bom para comigo. Aceitai o meu sofrimento como prova do meu amor e dai-me por ele às almas. Lembro-Vos, meu Jesus, neste momento todos os que me são queridos. Lembro-Vos os sacerdotes e os pobres pecadores. Lembro-Vos o Santo Padre e as suas intenções. Lembro-Vos toda a minha família e todos os que se me recomendam. Lembro-Vos os que me ferem e lembro-Vos o mundo inteiro.”

 

Jesus: “Aceito, filhinha, toda a prece saída dos teus lábios. Pede, pede tudo, pede, confia sempre.”

 

Alexandrina: Voltei às trevas e à minha dor, mas a arder em sede de consolar o meu Jesus e salvar o mundo. Não há na Terra maior alegria do que sofrer por Ele.»

                                                                        (Sentimentos da Alma; 18/05/1945)

“Pescadora de almas”

Alexandrina: «Toda a Terra em trevas treme comigo e eu com ela. O meu coração e a minha alma estão em sangue, só em sangue. Que dor infinita! Não posso mais. Quero, quero tudo por amor de Jesus, para o dar às almas e as almas a Ele, mas não posso mais. A natureza geme e sucumbe. Bradar ao Céu, chamar por Jesus e pela Mãezinha é o mesmo que nada fazer. “Meu Deus, meu Deus! Não haverá alguém que se compadeça da minha dor e venha em meu auxílio?!... Não haverá alguém que me levante do abismo e me leve para Vós?!... Oh Deus, oh Céu, oh eternidade que parece nada existir! Vivo a minha vida enganando-me, enganando a todos numa mentira contínua. Eu creio, juro-Vos que creio! Ai, que abandono! Pobre de mim, não ter ninguém que se compadeça da minha alma, desta alma que me parece não ser minha e na qual não acredito. Ela quer o seu guia, a sua luz. Desfalece; não pode esperar mais.

Na santa Missa aqui celebrada só a Mãezinha me pode substituir, mas ai, parece que não tive Missa, que não tive nada. “

Não posso, Jesus, não posso, mas quero poder."

Tenho a morte em mim, atrás de mim, à frente de mim. É um horror, é um pavor!...” Não vejo o azul do céu. Nuvens sobre nuvens se desfazem mais negras, mais negras que carvão. O meu coração é como um novelo negro do lado dobrado apertadíssimo. Com nada se desenrola. Não tenho, não há nada a que possa agarrar. Queria repetir o meu creio, mas o meu coração feito novelo não dava uma volta. Dizia “creio”, mas não podia dizer: “creio, Jesus.”  “Meu Deus, como o meu calvário se transformou. Tudo são dores e espinhos, mas tão diferentes. Creio, creio.” Veio Jesus ao encontro deste meu creio tão doloroso. A Sua voz Divina penetrou no abismo e fez-me levantar.

 

Jesus: “Vem, Minha filha ao Meu coração de Esposo, ao Meu coração de Pai. Levanta-te! Coragem, coragem! Vem a este Coração que te ama loucamente e tu amas loucamente. Vem a este Coração que te pede. Faz, faz que Eu seja amado. Fala do Meu amor. Distribui o Meu amor. Vem, Minha louquinha, vem, pescadora das almas. Repara, olha no amor, no universo os pescadores a lançar as suas redes para ganharem o seu pão e para o alimento corporal da humanidade. As tuas redes são outras. Ó pescadora de Jesus, olha para Mim. Tu lanças-te as redes da dor e do amor neste mar infindo de tanto martírio. Eu puxo para Mim as redes, sobem para Mim as almas.»

 

Alexandrina: Vi os dois mares: o mar do peixe e o mar das almas. Neste estava só Jesus. Como Ele puxava as redes!... Que diferença entre os outros pescadores. A de Jesus multiplicava-se infinitamente.

 

Jesus: “O mundo peca, o mundo está louco. É preciso, é urgente sustentar o braço de Meu Pai. Repara, pescadora, sofre no teu mar inaudito para que as almas se salvem aos milhões.”

 

Alexandrina: Tudo fugiu. Fiquei sozinha.

 

Jesus: “O Espírito Santo vai dilatar o teu coração, vai dar largas à Nossa morada, vai mostrar quanto tem trabalhado em ti.”

 

Alexandrina: Veio essa Pombinha bela. Preparou o seu ninho. Dilatou-o, ficou grande, ficou infinito. Deixou nele como que dois ovinhos. Entrou o Pai e Jesus e os ovinhos desapareceram. Tinha luz, tinha paz.

 

Jesus: “Abrasa-te, enleia-te neste Espírito Divino, ó esposa querida. Vives em Nós e Nós em ti. És o Tabernáculo da Santíssima Trindade. Recebe a gota do Meu Divino Sangue. Vive esta vida e faz-a viver. Nós habitamos em ti. Confia. Tem coragem. O auge da tua dor é para reparação do auge dos crimes. O teu Céu está perto. A tua missão lá vai continuar. O mundo por ti será enriquecido, muito enriquecido”

 

Alexandrina: “Ó Jesus, aqui Vos apresento os meus pedidos urgentes. Atendei-me, atendei-me e perdoai ao mundo que é Vosso.”»

(Sentimentos da Alma; 02/06/1955)

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