logotipo /imagens/bandeiras/pt.gif   /imagens/bandeiras/gb.gif   /imagens/bandeiras/it.gif   /imagens/bandeiras/es.gif   /imagens/bandeiras/fr.gif
  
Slideshow Image 1 Slideshow Image 2 Slideshow Image 3 Slideshow Image 4 Slideshow Image 5 Slideshow Image 6 Slideshow Image 7 Slideshow Image 8
Apresentação
Palavra do Pároco
Palavra de Deus e revelações privadas
Aparições e revelações
Os Santos e a interpretação da Escritura
Balasar
Beata Alexandrina
História de uma Vida
Missão
Mensagem
Espiritualidade
Mística
Colóquios
Êxtases
Orações
Fátima e Balasar
Alexandrina no mundo
Processo | Glorificação
Serviços
Horários Litúrgicos
Pastoral da Mensagem da Beata Alexandrina
Serviços aos Peregrinos
Peregrinos - Estatísticas
Destaques
Capela da Santa Cruz
Cruz de Cristo
História da Capela S. Cruz
Alexandrina e a Santa Cruz
Fundação
Protocolo
Logótipo
Corpos Gerentes
Arquivo
Notícias
Temas de Reflexão
Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Terras por onde andou Alexandrina

Desde a sua infância até à vida adulta, a Beata Alexandrina passou por algumas terras vizinhas.

 

VIATODOS (Barcelos)

«Como era desinquieta, e enquanto minha mãe descansava um pouco, tendo-me deitado junto dela, eu não quis dormir, e, levantando-me, subi à parte de cima da cama para chegar a uma malga que continha gordura de aplicar no cabelo - conforme era uso da terra - e, por ter visto alguém fazê-lo, principiei também a aplicá-lo nos meus cabelos. Minha mãe deu por isto, falou-me, e eu assustei-me. Com o susto, deitei a malga ao chão, caí em cima dela e feri-me muito no rosto. Foi preciso recorrer imediatamente ao médico que, vendo o meu estado, recusou-se tratar-me, julgando-se incapaz. Minha mãe levou-me a Viatodos, a um farmacêutico de grande fama, que me tratou, embora com muito custo, porque foi preciso coser a cara por três vezes e levou bastante tempo a cicatrizar a ferida.»

(Autobiografia; pág.1/2)

 

PÓVOA DE VARZIM

«Pouco depois de virmos da Póvoa de Varzim – onde aprendi o pouco que sei – viemos morar para o Calvário. A casa onde vivíamos não era assim como é hoje. Tinha a cozinha na parte de baixo. Na primeira noite que passámos aqui, minha mãe mandou-me despejar fora da porta da cozinha uma gamela de água. Eu tive medo e por essa razão disse à minha mãe que não ia. Ela deu-me uma bofetada. Por má vontade nunca disse à minha mãe: eu não vou. Deus me livre! Ela procurava-nos a cara e não sei onde devíamos ir encontrá-la!...»

(Autobiografia – Apéndice; pág.1)

 

VILA DO CONDE

 

«Foi em Vila do Conde onde recebi o Sacramento da Confirmação, ministrado pelo Ex.mo e Rev.mo Senhor Bispo do Porto.»

(Autobiografia; pág.5)

 

 

 

 

 

AGUÇADOURA (Póvoa de Varzim)

«Eu fui para a Aguçadoura e aceitávamos tudo o que nos dessem, como batatas, cebolas, etc. Por mais que pedíssemos, pouco arranjámos e tivemos a má ideia de saltar a um campo e tirámos batatas, cerca de dois quilogramas. Fui eu uma das que fiz tal ação, enquanto outras vigiavam. Entregámos as ofertas, não contando nada do que se tinha passado.»

(Autobiografia; pág.6)

 

LAÚNDOS (Póvoa de Varzim)

«Lembro-me de ir acompanhar a minha patroa a Laúndos cumprir uma promessa a Nossa Senhora da Saúde. Connosco foi uma filha dela e a minha irmã. Esta ajudava-a pegando-lhe na mão, porque ia de joelhos, e eu ia à frente dela e arrumava-lhe todas as pedrinhas que encontrava no caminho. A filha, que era mais velha do que nós, foi para a brincadeira.»

 (Autobiografia; pág.6)

 

GONDIFELOS (Vila Nova de Famalicão)

«Foi aos nove anos que fiz pela primeira vez a minha confissão geral e foi com o Sr. Frei Manuel das Chagas. Fomos, a Deolinda, eu e a minha prima Olívia a Gondifelos, onde Sua Reverência se encontrava, e lá nos confessámos todas três. Levámos merenda e ficámos para de tarde, à espera do sermão. Esperámos algumas horas, e recorda-me que não saímos da igreja para brincar. Tomámos nosso lugar junto do altar do Sagrado Coração de Jesus e eu pus os meus soquinhos dentro das grades do altar. A pregação dessa tarde foi sobre o inferno. Escutei com muita atenção todas as palavras de Sua Reverência, mas, a certa altura, ele convidou-nos a ir ao inferno em espírito. Como não compreendesse o sentido das suas palavras e ouvia dizer que o Sr. Frei Manuel era santo, julgava que íamos todos ao inferno ver o que por lá ia. Para mim mesma disse:

“Ao inferno é que eu não vou! Quando todos se dirigirem para lá, eu vou-me embora!”, e tratei de pegar nos soquinhos. Como não vi ninguém sair, fiquei também, não largando mais os soquinhos.»

(Autobiografia; pág.9)

 

RIO COVO (Barcelos)

«Em Santa Eulália de Rio Covo (tinha eu os meus 11 ou 12 anos) viviam meus tios que adoeceram com uma febre intitulada a espanhola. Minha avó foi tratar deles, mas adoeceu também. Para olhar por eles foi minha mãe que também ficou doente. Por fim, fomos nós, apesar de ser novinhas. O meu tio morreu à noite e ficámos lá até à Missa do sétimo dia.»

(Autobiografia – Apêndice; pág. 2)

 

ALDREU (Barcelos)

«Entre os meus 17-18 anos, eu e a minha irmã partimos daqui para irmos a Aldreu, com o fim de fazermos flores artificiais por conta das zeladoras e a pedido do pároco. Eu já andava doente. Fui para ajudar a Deolinda e virmos embora mais depressa. Hospedámo-nos na residência do Pároco. Dois rapazes dos lados de Viana foram lá e queriam namorar com a Deolinda, mesmo nas vésperas de virmos embora. Pediram ao pároco para jogarmos as cartas. Pusemo-nos à lareira e o jogo passou-se em conversa. O pároco, quando nos viu, dirigiu-se aos rapazes assim:

“Ai, ai! Então estou aqui há quatro anos e nunca vieram cá jogar e hoje vieram?”»

(Autobiografia – Apéndice)

 

PORTO

«No dia 6 de dezembro de 1938, pelas 11 horas, fui tirada da minha cama para uma automaca. Naquela manhã, fui muito visitada por pessoas amigas, e em quase todas via lágrimas nos olhos, assim como nas pessoas da minha família. Eu procurava alegrar a todos, fingindo que nada sofria. Foi dolorosa a minha viagem, pois foram precisas três horas e meia para chegar ao Porto. Parámos inúmeras vezes.

No Porto, no consultório do Sr. Dr. Roberto de Carvalho, tirei a radiografia e por ele fui tratada com todo o carinho. Disse-me assim: “Ai minha menina, quanto sofres!”»

(Autobiografia; pág.56)

 

Num relatório médico acerca da observação medica de Alexandrina, na Foz do Douro, em 1943:

«Atestamos também que estando internada, desde o dia 10 de junho até 20 de julho corrente (1943), no Refúgio da Paralisia Infantil, da Foz do Douro, sob a direção do Dr. Gomes de Araújo, e sob a vigilância feita de dia e de noite por pessoas conscienciosas e desejosas de indagar a verdade... »

(Relatório médico cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág.171; 1.ª edição)

 

TROFA

“Era já dia claro quando parámos em casa do senhor que nos acompanhava, na Trofa. Era aí que eu ia descansar e receber o meu Jesus, esperando pela hora de seguir para o Porto.”

(Autobiografia; pág. 60)

 

 

Alexandrina (sentada) na casa do Sr. Sampaio (à direita),

na Trofa

 

 

RIBEIRÃO (Vila Nova de Famalicão)

Ao retornar da observação médica realizado no Porto, parou em Ribeirão:

«Ao passar em Ribeirão, fui descansar em casa do Sr. Dr. Dias de Azevedo, a esperar pela noite, para poder entrar na minha freguesia nem ninguém perceber.»

(Autobiografia; pág. 61)

Destaques
/imagens/destaques/rsz_anopastoral2016_17.jpg
Agenda
2016-2017
Ano Mariano - Fé Contemplada
8 e 9 de julho 2017
Festa do Senhor da Cruz
14 de setembro
Exaltação da Santa Cruz
13 de outubro 2017
62.º aniversário da morte da Beata Alexandrina
31 de outubro
Consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria
Localização

Ver mapa maior
ContactosMoradaHorários

Tel. Igreja: (00351) 252 951 601

Tel. Fundação: (00351) 252 951 264 

Tlm Fundação: (000351) 963 649 183

E-mail: fundacao@alexandrinadebalasar.com

Rua Alexandrina Maria da Costa, 21

4570-017 Balasar PVZ

GPS     41º 24' 17'' N    8º 37' 31'' W

Receção da Igreja:

segunda feira a sábado

09h00-12h30 e 14h00-18h00

domingo

09h00 às 12h45 e 14h30 às 18h00 

                                      

Casa da Alexandrina:

Inverno

09h00-12h00 e 14h00-18h00

Verão

Semana - 09h00 às 12h00 e 14h00 às 16h00

Domingo e Dia Santo - 08h00 às 19h00