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Terras por onde andou Alexandrina

Desde a sua infância até à vida adulta, a Beata Alexandrina passou por algumas terras vizinhas.

 

VIATODOS (Barcelos)

«Como era desinquieta, e enquanto minha mãe descansava um pouco, tendo-me deitado junto dela, eu não quis dormir, e, levantando-me, subi à parte de cima da cama para chegar a uma malga que continha gordura de aplicar no cabelo - conforme era uso da terra - e, por ter visto alguém fazê-lo, principiei também a aplicá-lo nos meus cabelos. Minha mãe deu por isto, falou-me, e eu assustei-me. Com o susto, deitei a malga ao chão, caí em cima dela e feri-me muito no rosto. Foi preciso recorrer imediatamente ao médico que, vendo o meu estado, recusou-se tratar-me, julgando-se incapaz. Minha mãe levou-me a Viatodos, a um farmacêutico de grande fama, que me tratou, embora com muito custo, porque foi preciso coser a cara por três vezes e levou bastante tempo a cicatrizar a ferida.»

(Autobiografia; pág.1/2)

 

PÓVOA DE VARZIM

«Pouco depois de virmos da Póvoa de Varzim – onde aprendi o pouco que sei – viemos morar para o Calvário. A casa onde vivíamos não era assim como é hoje. Tinha a cozinha na parte de baixo. Na primeira noite que passámos aqui, minha mãe mandou-me despejar fora da porta da cozinha uma gamela de água. Eu tive medo e por essa razão disse à minha mãe que não ia. Ela deu-me uma bofetada. Por má vontade nunca disse à minha mãe: eu não vou. Deus me livre! Ela procurava-nos a cara e não sei onde devíamos ir encontrá-la!...»

(Autobiografia – Apéndice; pág.1)

 

VILA DO CONDE

 

«Foi em Vila do Conde onde recebi o Sacramento da Confirmação, ministrado pelo Ex.mo e Rev.mo Senhor Bispo do Porto.»

(Autobiografia; pág.5)

 

 

 

 

 

AGUÇADOURA (Póvoa de Varzim)

«Eu fui para a Aguçadoura e aceitávamos tudo o que nos dessem, como batatas, cebolas, etc. Por mais que pedíssemos, pouco arranjámos e tivemos a má ideia de saltar a um campo e tirámos batatas, cerca de dois quilogramas. Fui eu uma das que fiz tal ação, enquanto outras vigiavam. Entregámos as ofertas, não contando nada do que se tinha passado.»

(Autobiografia; pág.6)

 

LAÚNDOS (Póvoa de Varzim)

«Lembro-me de ir acompanhar a minha patroa a Laúndos cumprir uma promessa a Nossa Senhora da Saúde. Connosco foi uma filha dela e a minha irmã. Esta ajudava-a pegando-lhe na mão, porque ia de joelhos, e eu ia à frente dela e arrumava-lhe todas as pedrinhas que encontrava no caminho. A filha, que era mais velha do que nós, foi para a brincadeira.»

 (Autobiografia; pág.6)

 

GONDIFELOS (Vila Nova de Famalicão)

«Foi aos nove anos que fiz pela primeira vez a minha confissão geral e foi com o Sr. Frei Manuel das Chagas. Fomos, a Deolinda, eu e a minha prima Olívia a Gondifelos, onde Sua Reverência se encontrava, e lá nos confessámos todas três. Levámos merenda e ficámos para de tarde, à espera do sermão. Esperámos algumas horas, e recorda-me que não saímos da igreja para brincar. Tomámos nosso lugar junto do altar do Sagrado Coração de Jesus e eu pus os meus soquinhos dentro das grades do altar. A pregação dessa tarde foi sobre o inferno. Escutei com muita atenção todas as palavras de Sua Reverência, mas, a certa altura, ele convidou-nos a ir ao inferno em espírito. Como não compreendesse o sentido das suas palavras e ouvia dizer que o Sr. Frei Manuel era santo, julgava que íamos todos ao inferno ver o que por lá ia. Para mim mesma disse:

“Ao inferno é que eu não vou! Quando todos se dirigirem para lá, eu vou-me embora!”, e tratei de pegar nos soquinhos. Como não vi ninguém sair, fiquei também, não largando mais os soquinhos.»

(Autobiografia; pág.9)

 

RIO COVO (Barcelos)

«Em Santa Eulália de Rio Covo (tinha eu os meus 11 ou 12 anos) viviam meus tios que adoeceram com uma febre intitulada a espanhola. Minha avó foi tratar deles, mas adoeceu também. Para olhar por eles foi minha mãe que também ficou doente. Por fim, fomos nós, apesar de ser novinhas. O meu tio morreu à noite e ficámos lá até à Missa do sétimo dia.»

(Autobiografia – Apêndice; pág. 2)

 

ALDREU (Barcelos)

«Entre os meus 17-18 anos, eu e a minha irmã partimos daqui para irmos a Aldreu, com o fim de fazermos flores artificiais por conta das zeladoras e a pedido do pároco. Eu já andava doente. Fui para ajudar a Deolinda e virmos embora mais depressa. Hospedámo-nos na residência do Pároco. Dois rapazes dos lados de Viana foram lá e queriam namorar com a Deolinda, mesmo nas vésperas de virmos embora. Pediram ao pároco para jogarmos as cartas. Pusemo-nos à lareira e o jogo passou-se em conversa. O pároco, quando nos viu, dirigiu-se aos rapazes assim:

“Ai, ai! Então estou aqui há quatro anos e nunca vieram cá jogar e hoje vieram?”»

(Autobiografia – Apéndice)

 

PORTO

«No dia 6 de dezembro de 1938, pelas 11 horas, fui tirada da minha cama para uma automaca. Naquela manhã, fui muito visitada por pessoas amigas, e em quase todas via lágrimas nos olhos, assim como nas pessoas da minha família. Eu procurava alegrar a todos, fingindo que nada sofria. Foi dolorosa a minha viagem, pois foram precisas três horas e meia para chegar ao Porto. Parámos inúmeras vezes.

No Porto, no consultório do Sr. Dr. Roberto de Carvalho, tirei a radiografia e por ele fui tratada com todo o carinho. Disse-me assim: “Ai minha menina, quanto sofres!”»

(Autobiografia; pág.56)

 

Num relatório médico acerca da observação medica de Alexandrina, na Foz do Douro, em 1943:

«Atestamos também que estando internada, desde o dia 10 de junho até 20 de julho corrente (1943), no Refúgio da Paralisia Infantil, da Foz do Douro, sob a direção do Dr. Gomes de Araújo, e sob a vigilância feita de dia e de noite por pessoas conscienciosas e desejosas de indagar a verdade... »

(Relatório médico cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág.171; 1.ª edição)

 

TROFA

“Era já dia claro quando parámos em casa do senhor que nos acompanhava, na Trofa. Era aí que eu ia descansar e receber o meu Jesus, esperando pela hora de seguir para o Porto.”

(Autobiografia; pág. 60)

 

 

Alexandrina (sentada) na casa do Sr. Sampaio (à direita),

na Trofa

 

 

RIBEIRÃO (Vila Nova de Famalicão)

Ao retornar da observação médica realizado no Porto, parou em Ribeirão:

«Ao passar em Ribeirão, fui descansar em casa do Sr. Dr. Dias de Azevedo, a esperar pela noite, para poder entrar na minha freguesia nem ninguém perceber.»

(Autobiografia; pág. 61)

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