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Êxtases

Os principais êxtases de Alexandrina são os êxtases da Paixão (Via Sacra) vividos durante quatro anos (de 3 de outubro de 1938 a 20 de março de 1942) todas as sextas feiras e os que se seguiram até à sua morte. A partir de março de 1942, Alexandrina deixa de ter a Paixão Mística visível e passa a viver os Êxtases, igualmente às sextas feiras e aos primeiros sábados do mês. Alguns dos seus êxtases são cantados.

 

 

É importante o que o Padre Humberto diz acerca dos êxtases. Por isso transcrevemos o seguinte:

«Além dos êxtases, que chamaremos públicos, porque tinham o tom de mensagens, a Alexandrina tinha às vezes outros, muitos dos quais eram registados pelos parentes. Durante estes êxtases particulares, porém, a Alexandrina não falava, exceto quando devia comunicar coisas importantes aos presentes: mas isto sucedia raríssimas vezes.

A duração dos êxtases públicos girava à volta de meia hora. No estado de arrebatamento, falava de modo que se podia escrever tudo. Algumas vezes cantava, com música inspirada e com uma voz belíssima.

Com as devidas precauções, como é sugerido, mas para um estudo também necessário, quis-se e pôde-se verificar como a extática obedecia também às ordens mentais dadas pelo Diretor.

Como o orvalho renova a vida da planta queimada pelo sol, a Alexandrina voltava a si, depois daqueles colóquios com o Amado, fortificada no corpo e transformada na alma.

Costumava dizer-nos: “No fim dos êxtases, sinto-me saciada, mas isto dura pouco. Parece-me que quanto Jesus me disse e me fez ver não tenha acontecido a mim... Vejo a dor, nada mais... Sinto-me sem nenhuma consolação” (09/09/1944).

Reentrando, porém, na posse dos seus sentidos, era como o despertar dum menino de um sonho plácido e profundo, recordava fielmente tudo aquilo que havia sucedido, ditava ou corrigia aquilo que havia sido escrito por quem assistira ao êxtase.

O Diretor escrevia num relatório de 1946: “No êxtase parece dormir placidamente... exceto uma vez em que a vi abrir lentamente, hieraticamente as mãos, para dar mais viva expressão às palavras que dizia a Jesus... uma outra vez, notei um dilatar-se do peito e uma palpitação mais acelerada, correspondente a uma receção de amor que... Jesus dizia infundir-lhe.

Algumas vezes abria os olhos e fixava as suas pupilas sobre um Ser a nós invisível; mas o seu olhar transformava o seu rosto e enchia o ambiente de uma religiosidade comovente”. [...]

O assunto dos êxtases foi sempre a reparação: Jesus que sofre, que chama os pecadores, Jesus que tem necessidade de vítimas, Nossa Senhora que convida à imolação, que quer salvar o mundo...»

 

Os êxtases, fenómenos místicos, chegaram a causar alguma dúvida e receio na retidão da fé de Alexandrina. Uma vez que eram registados, Alexandrina fazia a correção dos mesmos:

«Sinto horror pelos êxtases, na dúvida de que sejam uma ilusão... Sinto uma repugnância indizível ao falar das minhas coisas íntimas. Desejaria que depois dos êxtases, morresse tudo em mim. Que humilhação! A correção dos êxtases, que me é pedida, só Deus sabe quanto me custa!».

(Pe. Humberto Pasquale; cit. in “Alexandrina”; pág. 229; 09/09/1944)

 

 

Temia os êxtases e até temia os dias que lhe traziam os êxtases, a ponto de exclamar, quase gemendo:

«Triste quinta feira que me dás a sexta! A minha alma está cansada de tantos sofrimentos, de tanta dor que a espera. Temo as horas que se aproximam, temo a morte. O Céu está revoltado de tanta ingratidão na Terra. Temo tudo, mas por tudo quero passar; quero morrer para dar vida.»

(Sentimentos da Alma; 04/01/1945)

 

 

«Mal despertei logo me veio à lembrança o primeiro sábado. Para mim estes dias são de grande confusão. Meu Jesus, se eu pudesse fugir para onde o sábado não existisse!»

 (Sentimentos da Alma; 06/01/1945)

 

 

«Continuo a sentir na minha alma e mais forte ainda uma grande traição, negra, cruel traição. Serão, meu Jesus, ciladas armadas para mim ou será a traição que para Vós foi preparada e por amor dos filhos Vossos Vós tudo sofrestes? Ó meu Deus, valei-me, tende dó de mim; mal posso respirar com a minha dor. Será por hoje ser quinta feira? Será a traição que traz a morte. Sinto o martírio que me espera, sinto que o brado dos que se compadecem da minha dor é abafado pela multidão contrária e revoltosa contra mim. Eis aqui a escrava do Senhor; sim, Jesus, sou a Vossa escrava. Se eu pudesse passar de hoje para amanhã no inferno não para fugir à dor, mas sim aos colóquios que tenho conVosco. Perdoai-me, por quem sois, ó Jesus.

Perdoai-me pelas dores da querida Mãezinha. Tenho tanto medo desta vida, vida que sinto não ser minha.»

(Sentimentos da Alma; 11/01/1945)

 

 

Os êxtases tem colóquios de uma beleza admirável e devem ser lidos à luz do amor louco que Deus tem pelas almas:

«O assunto é sempre o mesmo: Deus que pede almas e reparação, e a vítima que repara e oferece preces e sempre novas e geniais imolações, para salvação das almas. Não podia ser diferentemente. Mas está mesmo aqui o valor dos êxtases da Alexandrina: em volta deste tema único, quantas ideias e quantas invenções, que riqueza de imagens, que beleza de linguagem! Não houve em tantos anos, dois êxtases iguais.»

(Pasquale, cit. in Pe. Humberto; “Alexandrina”; pág. 232)

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2016-2017
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30 março 2017
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