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Amor a Jesus

 

Toda a vida de Alexandrina foi vivida com amor a Jesus. Ainda criança, gostava de O contemplar e, na sua vida mística, esse amor quebrou todos os limites.

 

Nas suas orações, rezava assim à Mãezinha:

«Ó Mãezinha, fazei-me humilde, obediente, pura, casta, na alma e no corpo. Fazei-me pura, fazei-me um anjo. Transformai-me toda em amor, consumi-me toda nas chamas do amor de Jesus.»

(Autobiografia; pág. 22)

 

 

Alexandrina:

«Há dias, dizia-me Nosso Senhor assim:

“Minha filha, Mi­nha querida, escuta o teu Jesus. Estou no íntimo da tua alma e acho-Me bem. [...]”

Por outras vezes dizia-me:

“Minha filha, que temes tu, nos braços, nos braços do teu Jesus, que podes tu temer no colo do teu Esposo??” [...]

Nosso Senhor disse-me para eu fazer um contrato com Ele: eu ir consolá-Lo e amá-Lo em todos os Sacrários e Ele me con­solaria a mim em todas as minhas aflições e necessidades.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 01/11/1934)

 

 

Da Alexandrina, aprendemos esse amor imenso a Jesus, princípio e fim de todas as coisas:

 

«O tudo desceu ao nada. A grandeza desceu à pobreza. O amor desceu à frieza, à tibieza, à miséria, à indignidade. Que grande amor é Jesus. Desceste do mais alto ao mais baixo.

Jesus, dai-me fogo, dai-me amor; amor que me queime, amor que me mate. Eu quero viver e morrer de amor.

Jesus, seja o Vosso Divino amor a minha vida! Seja ele, e só ele, a minha morte!

Jesus, eu quero amar-Vos, amar-Vos até à loucura, amar-Vos até morrer de amor.

Jesus, quero ser a predileta, a loucura do Vosso amor, perder-me na imensidade do Vosso amor.»

(Pensamentos Soltos; pág. 69)

 

 

«Quem me dá Jesus dá-me a vida, dá-me toda a riqueza do Céu e da Terra. Não posso desejar mais do que a Ele. Que ânsias eu tenho de O possuir! Que desejos de O amar! Mas ai, pobre de mim! Tudo desaparece como o fumo sem que eu chegue a ver sinal de alguma coisa. Sofrendo tanto, acabo por não sofrer. Morro por amar a Jesus e acabo por não O amar. Por mais que me esforce não posso acreditar em mim. Ó meu Deus, ó meu Deus, que noite triste!»

(Cartas ao Padre Humberto Pasquale; 21/09/1944)

 

 

Alexandrina desabafa:

«Quantas vezes digo:

“Eu estou no mundo! Que vida é esta? Se algumas vezes tenho sentido saudades do Céu nestes últimos dias não se explica a força delas e as vezes que me consomem.

Jesus, quando chegará o meu grande dia? Quando Te verei, Jesus, tal e qual Tu és? Ó Céu, quando te verei?”

Nestes desejos, nestas ânsias, parece-me sair fora de mim mesma a pedir a Jesus amor. Não Lhe peço o Céu para não faltar (àquilo) que Lhe prometi mas quão grande o meu sacrifício!

“Desapeguei-me de tudo o que é terra, Jesus. Eu não tenho querer, quero só a Vossa vontade e possuir-Vos inteiramente.”»

(Sentimentos da Alma; 18 /07/1945)

 

 

«Recordava-me então: “se não fosse por Vós, ó Jesus, e pelas almas, não me sujeitaria aos juízos dos Homens.” Preferia antes gozar o mundo. Estes pensamentos infundiam em mim mais desejos ainda de amar a Jesus e de O possuir e de me dar toda a Ele e às almas. Aproximavam-se os dias em que eu ficaria sem receber a Jesus. Meu Deus, como hei-de passar sem Vós?»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 08/09/1944)

 

 

«Só por amor me deixei ferir,

Só por amor meu coração sangra,

Só por Ti ,Jesus, a dor tem doçura,

Só na cruz conTigo, se me alegra a alma.»

(Pensamentos Soltos; 01/03/1949)

 

 

Jesus a Alexandrina:

 

«"Minha filha, à semelhança de Santa Margarida Maria, eu quero que incendeies no mundo este amor tão apagado nos corações dos homens. Incendeia-o, incendeia-o. Eu quero dar, Eu quero dar o Meu Amor aos Homens. Eu quero ser por eles amado. Eles não Mo aceitam e não Me amam. Por ti quero que este amor seja incendiado em toda a humanidade, assim como por ti foi consagrado o mundo à Minha Bendita Mãe. Faz, esposa querida, que se espalhe no mundo todo o amor dos Nossos Corações.”

“Como, Jesus? Como trabalhar dessa forma?! Se ele não é aceite por Vós, como hão-de os homens rece­bê-lo por mim?”

“Com a tua dor, com a tua dor, Minha filha! Só com ela as almas ficam agarradas às fibras da alma e depois se vão deixar os corações incendiar no Meu amor. Deixa que estes raios das Minhas chagas Divinas vão penetrar nas tuas chagas escondidas, nas tuas chagas místicas”.»

(Sentimentos da Alma; 01/10/1954)

 

 

«Está firme o terreno preparado, tenho toda a confiança em ti. No meio dele vais mostrar às almas a intensidade do teu amor, a loucura, a maior loucura de amor por Mim. Se soubesse quanto amas o Meu Divino Coração e as almas.»

(Sentimentos da Alma; 20/04/1945)

 

 

«Minha filha, Minha encantadora filha, é heroica a tua generosidade, é sem igual o teu amor a Jesus, o teu amor às almas. Não sou Eu que exijo este martírio contínuo, são os pecadores, é o mundo. Tem coragem, tem coragem; a graça do teu Deus não te faltará nunca»

(Sentimentos da Alma; 23/03/1951)

 

 

«Minha filha, Minha filha, faz conhecer às almas quanto Eu as amo. Tu és o porta-voz de Jesus. Tenho-o dito muitas vezes. Falo no teu coração e pelos teus lábios. É por ti que Eu falo ao mundo é por ti que Eu distribuo as Minhas graças, os Meus tesouros, o Meu amor. […] Pede às almas, pede ao mundo, amor, amor para Jesus. Pede às almas, pede ao mundo, pureza de vida, enlevo, enlevo, grande união coMigo.”»

(Sentimentos da Alma; 01/05/1953)

 

 

«“Minha filha, pupila dos Meus olhos, florinha eucarística, adorno do Meu Divino Coração, avante, avante por Deus e pelas almas. Pede amor, pede amor para o Meu Divino Coração. Não deixes as almas perderem-se. Convida-as a virem a Mim. O teu sofrimento fala-lhes ao coração, o teu sorriso, o teu silêncio, o teu silêncio fala-lhes, fala-lhes sempre.

Coragem, coragem! Tudo isto é uma revolução nas almas. Coragem, coragem! Tudo isto são provas do Meu Divino amor para com elas. Acode-lhes, não as deixes perder, não as deixes cair no inferno.”

(Sentimentos da Alma; 03/07/1953)

 

 

«“Minha filha, aqui está o Jardineiro Divino a trabalhar no terreno que escolheu desde toda a eternidade para ser o Seu jardim formoso. Minha filha, Minha filha, que trabalhos, que maravilhas Divinas Eu aqui opero! Delicio-Me no aroma de todas as flores de virtudes. Recebe o conforto do Meu Divino Coração. Junta o amor a estas encantadoras flores. As virtudes são armas que afastam o mal. Conforta-te para sofreres. Com virtudes, dor e amor, curam-se as almas; saem da morte do pecado, renascem para a graça, para Deus.”

Neste momento passou por mim um mar de fogo; não digo mar imenso, mas mais ainda, mar infinito que me arrebatou não sei para onde. Eu era toda fogo, eu era toda amor de Jesus. Mergulhei-me, perdi-me. Não podia aguentar mais tempo. Jesus cessou, por uns momentos, e repetiu o mesmo até terceira vez.»

(Sentimentos da Alma; 03/03/1951)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

« (Jesus) Jesus sofreu, porque amou e porque amou e ama não quer castigar? Tem amor infinito, Coração de Pai? Jesus ama e pede amor, não quer ser ofendido? Ai de quem ultraja o Coração Divino!? Ai daqueles que O fere cegamente!? Jesus chora e não pode esquecer a perda das suas almas? Que loucura, que cegueira imunda é o pecado? É cheia de encantos a Pátria que Jesus tem para os filhos Seus? Gozam um gozo infindo os eleitos do Seu Divino Coração?»

(Êxtases; 27/06/1941)

 

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