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Lema de Vida

Ao olhar para Alexandrina, vemos claramente espelhado o seu lema de vida: AMAR, SOFRER, REPARAR.

           

 

 

 

Numa carta ao Pe. Mariano Pinho, primeiro Diretor espiritual, Alexandrina revela o que ouve de Jesus:

«É pouco, porque não posso, mas queria-lhe pedir explicação destas palavras que lhe vou dizer, porque não me lembrei quando me perguntava o que N. S. (Nosso Senhor) me dizia. Muitas vezes me lembro de dizer assim:

“Ó meu Jesus, que quereis que eu faça?” e, sempre que digo isto, não ouço senão estas palavras:

“Sofrer, amar e reparar”. Creio que me entende.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 28/11/1933)

 

Promenor do ícone da Beata Alexandrina com o seu lema:

AMAR, SOFRER REPARAR

 

Alexandrina dá-nos agora a conhecer como amava o projeto de Deus para si:

“Deu-me Nosso Senhor a pérola mais preciosa, a riqueza maior que me podia dar neste mundo. Como é feliz quem sofre com Jesus! [...] Sofrer por amor! Sim, por amor, porque conheço que amo a Nosso Senhor no meio do sofrimento. Muito sofro, mas muito mais quero sofrer, amar, reparar.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 16/11/1935)

           

 

No livro “Alexandrina”, o Pe. Humberto Pasquale refere acerca de Alexandrina:

«Por isso os Sacrários, para a Alexandrina, não são... místicos silêncios portadores de sonhos, encantadoras portinhas doiradas, que brilham ao cintilar da lâmpada... e nem sequer brancas partículas, esperando ansiosamente cora­ções quentes e famintos, mas só escola e forja de dores, que transmitem o perpétuo programa do verdadeiro Jesus, escon­dido sob mudas espécies sacramentais: “AMAR, SOFRER, REPARAR”.»

(Pe. Humberto Pasquale cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 68; 1.ª edição)

Amar

Alexandrina:

«O tudo desceu ao nada. A grandeza desceu à pobreza. O amor desceu à frieza, à tibieza, à miséria, à indignidade. Que grande amor é Jesus. Desceste do mais alto ao mais baixo.

Jesus, dai-me fogo, dai-me amor; amor que me queime, amor que me mate. Eu quero viver e morrer de amor.

Jesus, seja o Vosso Divino amor a minha vida! Seja ele, e só ele, a minha morte!

Jesus, eu quero amar-Vos, amar-Vos até à loucura, amar-Vos até morrer de amor.

Jesus, quero ser a predileta, a loucura do Vosso amor, perder-me na imensidade do Vosso amor»

(Pensamentos Soltos; pág. 69)

 

 

Na carta ao Pe. Mariano Pinho, Alexandrina relata o que Jesus lhe disse em dias diferentes:

Jesus: «A missão que te confiei são os Meus Sacrários e os pecadores: elevei-te a tão alto grau. É o Meu amor. Por ti serão salvos muitos, muitos, muitos pecadores, não por teus merecimentos, mas por Mim que procuro todos os meios para os salvar.»(07/12/1934) 

Jesus: «Queres consolar e amar muito o teu Esposo? O Esposo das almas virgens a quem Eu amo com predileção? Anda para os Meus Sacrários, vive lá e dá-Me o teu corpo para Eu o crucificar, para Eu satisfazer os Meus desígnios. Sê a Minha vítima de reparação pelos pecados do mundo, e assim Me consolarás muito.» (15/12/1934) 

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 20/12/1934)

 

 

Alexandrina:

«Ó Jesus, eu Vos amo, mas aumentai o meu amor para Vos ser fiel em tudo e Vos saber corresponder, Senhor.»

(Pensamentos Soltos; pág. 75)

Sofrer

 

Alexandrina conta ao Pe. Mariano Pinho o que Jesus lhe pede:

«Disse-me que não Lhe recusasse nenhuns sofrimentos, nem sacrifícios pelos pecadores.»

 (Cartas ao Padre Mariano Pinho; 27/09/1934)

 

Jesus confirma-lhe a sua missão:

«Cândido lírio de Jesus, louquinha do Meu amor, heroína sempre combatente. Eu quero que sofras sem consolação na alma. Essa prisão que sentes sou Eu a convidar-te a viveres assim. Tu sentires consolação será raro, muito raro, até ao fim. Quero que o teu coração viva na dor, na tristeza, e na amargura, com o sorriso nos lábios. E convido o teu Paizinho com toda a ternura e com todo o amor a unir-se a Nós. Viveremos os três nesta união, sofrendo a dor, a tristeza e a amargura. Olha, Meu amor: Eu não tive consolação em toda a Minha Paixão. Eu amo-te com um particular amor, com um amor reservado; é por isso te assemelho assim a Mim.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 24/09/1938)

 

 

Alexandrina

«A dor é o que há de mais sábio, a dor é a escola mais sublime: nada mais do que a dor nos ensina a amar a Jesus, nos encaminha e guia para Ele.»

(Sentimentos da Alma; 01/03/1946)

Reparar

No sábado anterior a esta carta (dia 4), Jesus diz a Alexandrina:

«Pede-Me, repara, sustenta o braço da Minha justiça que não quer, mas tem que os castigar.”

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 08/11/1934)

 

 

No ano seguinte, um forte apelo de Jesus:

«Minha filha, o que vai por esse mundo. Sou ofendido milhões e milhões de vezes por dia. Para que foi o Meu Sangue? A Minha morte? E um mar de sofrimentos? Tem pena de Mim; consola-Me, Minha filha, Meu amor!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 08/04/1935)

 

 

Alexandrina oferece-se continuamente como vítima de reparação:

«Pobre Jesus, como há-de poder com tanto. Mas pobres, ainda mais pobres pecadores: quem os há-de salvar? Eu então, como no meio de uma grande aflição, não sei donde me veio a força para me oferecer toda a Nosso Senhor. Ainda agora, quando me lembro disso, eu digo:

“Jesus, eu amo-Vos. Jesus, eu sou a Vossa vítima. Eu quero desagravar-Vos. Eu quero reparar tantos crimes.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 11/07/1938)

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