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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Eucaristia

Fátima

No Outono de 1916, o Anjo da Paz (o Anjo de Portugal) aparece pela terceira vez aos três pastorinhos. Conta a Lúcia:

«Estando, pois, aí, apareceu-nos pela terceira vez, trazendo na mão um Cálix e sobre ele uma Hóstia, da qual caíam, dentro do Cálix, algumas gotas de sangue. Deixando o Cálix e a Hóstia suspensos no ar, prostrou-se em terra e repetiu três vezes a oração:

“Santíssima Trindade, Padre, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.”

Depois, levantando-se, tomou de novo na mão o Cálix e a Hóstia e deu-me a Hóstia a mim e o que continha o Cálix deu-o a beber à Jacinta e ao Francisco, dizendo, ao mesmo tempo:

Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.”»

 (Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 78 e 79)

 

 

Na primeira aparição de Nossa Senhora, a 13 de maio de 1917, Maria mostra-lhes uma “Luz tão intensa”:

«Então, por um impulso íntimo também comunicado, caímos de joelhos e repetíamos intimamente:

“Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 174)

Balasar

Jesus a Alexandrina:

«Tirei-te o alimento. Fiz, faço-te viver só de Mim. Sabes para quê, Minha filha? Para mais e mais luz. Para mais provar aos Homens o Meu poder, a Minha existência. Ai daqueles que não querem ver. Bem-aventurados os que veem e creem.»

(Sentimentos da Alma; 27/03/1953)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Alerta nos Meus Sacrários estou sozinho em tantos, tantos! Passam-se dias e dias que Me não visitam e não Me amam e não Me desagravam; quando lá vão é por um hábito, por uma obrigação. Sabes o que nunca lá deixa de cair? É aquela corrente de pecados e de horrendos crimes. São os atos de amor que Me mandam, é assim que Me consolam, é assim que Me desagravam, é assim que Me amam!»

(27/10/1934; Cartas ao Pe. Mariano Pinho; 01/11/1934)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Diz às almas que Me amam que vivam unidas a Mim durante o seu trabalho. Nas suas casas, seja de dia seja de noite, ajoelhem-se muitas vezes em espírito e de cabeça inclinada digam:

Jesus, eu Vos adoro em todo o lugar onde habitais sacramentado;

faço-Vos companhia pelos que Vos desprezam,

amo-Vos pelos que não Vos não amam;

desagravo-Vos pelos que Vos ofendem. Jesus, vinde ao meu coração!”

Estes momentos serão para Mim de grande alegria e consolação. Que crimes se cometem contra Mim na Eucaristia!»

(Sentimentos da Alma; 02/10/1948)

 

 

Alexandrina, relata uma visão:

«De dentro do Sacrário daquelas hóstias tão brancas saiam raios doirados e mais brilhantes que o sol, passaram por entre nós. Jesus, cheio de doçura, dizia-me; "Minha filha, mimo eucarístico, estou ali no Sacrário, naquela Hóstia pura em Corpo, Alma e Divindade, tal como estou aqui. Confia, Minha filha, e esposa querida. Fala ao mundo deste amor. Diz aos homens que se abeirem de Mim. Quero dar-Me a eles, muitas vezes, todos os dias, se for possível. Que venham com os seus corações puros, muito puros e sequiosos.»

(Sentimentos da Alma; 10/12/1954)

Destaques
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Agenda
2016-2017
Ano Mariano - Fé Contemplada
30 março 2017
113º aniversário do nascimento da Beata Alexandrina
25 de abril 2017
13.º aniversário da Beatificação de Alexandrina
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