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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Oração e Reparação

Fátima

Na segunda aparição do Anjo às crianças, no verão de 1916, o Anjo convida as crianças a orar muito. Conta a Lúcia:

«Passado bastante tempo (12), em um dia de verão, em que havíamos ido passar a sesta a casa, brincávamos em cima dum poço que tinham meus pais no quintal a que chamávamos o Arneiro. (No escrito sobre a Jacinta, também já falei a V. Ex.cia deste poço). De repente, vemos junto de nós a mesma figura ou Anjo, como me parece que era, e diz:

“Que fazeis? Orai, orai muito. Os Corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente, ao Altíssimo, orações e sacrifícios.”»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 78)

 

 

Os pastorinhos, especialmente a pequena Jacinta, sentia urgência em rezar e oferecer sacrifícios pelos pecadores. A Lúcia descreva-a:

«O que mais impressionou a Jacinta foi a eternidade. Mesmo brincando, de vez em quando, perguntava:

“Mas, olha. Então, depois de muitos, muitos anos, o inferno ainda não acaba?

Outras vezes:

“E aquela gente que lá está a arder não morre? E não se faz em cinza? E se a gente rezar muito por os pecadores, Nosso Senhor livra-os de lá? E com os sacrifícios também? Coitadinhos! Havemos de rezar e fazer muitos sacrifícios por eles!

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 46)

 

 

No comentário teológico elaborado pelo Cardeal Joseph Ratzinger, então Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre a Mensagem de Fátima, é realçada a oração:

«O que permanece - dissemo-lo logo ao início das nossas reflexões sobre o texto do «segredo» - é a exortação à oração como caminho para a «salvação das almas», e no mesmo sentido o apelo à penitência e à conversão.»

Balasar

Jesus a Alexandrina:

«Se os pecadores fizessem penitência e oração, se eles se emendassem! Pede-lhes, pede-lhes; é Jesus a falar pelos teus lábios, no teu coração.»

(Sentimentos da Alma; 10/12/1948)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Penitência, penitência, sentida oração, oração com amor, com amor.»

(Sentimentos da Alma; 16/07/1954)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Falo por ti, peço por ti. Sou o Mendigo Divino a pedir oração e penitência, a pedir amor. Acode ao mundo. Tende coragem. Tem coragem. Fala às almas.»

(Sentimentos da Alma; 30/07/1954)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Tem coragem, Minha filha, tem coragem. Pede reparação, pede amor, pede penitência com oração pura e abrasada

(Sentimentos da Alma; 09/02/1951)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, heroína forte, alegria do Céu, do Céu que é teu, do Céu que te espera para bem breve. Sofre, sofre! Acode ao mundo! Convida-o, depressa, depressa à oração, à penitência, a deixar o pecado, a vir a Mim!»

(Sentimentos da Alma; 24/06/1955)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«... diga aos Portugueses que, por muito tempo, façam oração, muita oração, muita penitência e grande reparação.»

(Sentimentos da Alma; 05/03/1949)

 

 

Nos êxtases, Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

«(Jesus) Vinde depressa ó almas escolhidas por Jesus? Fazei penitência, fazei oração? [...]

Peço a todas as almas oração e penitência? Obrigada meu Jesus.»

(Êxtases; 23/08/1940)

 

 

«(Jesus) A penitência e a oração depressa farão descer à Terra todas as bençãos e paz de Jesus?»

(Êxtases; 18/10/1940)

 

 

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30 março 2017
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