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Sagrado Coração de Jesus

Fátima

Na primeira e segunda aparições do Anjo da Paz, em Fátima, no ano de 1916, este fala do Sagrado Coração de Jesus:

«Alguns momentos havia que jogávamos, e eis que um vento forte sacode as árvores e faz-nos levantar a vista para ver o que (se) passava, pois o dia estava sereno. Vemos, então, que sobre o olival se encaminha para nós a tal figura de que já falei. A Jacinta e o Francisco ainda nunca a tinham visto, nem eu Ihes havia falado nela. À maneira que se aproximava, íamos divisando as feições: um jovem dos seus 14 a 15 anos, mais branco que se fora de neve, que o sol tornava transparente como se fora de cristal e duma grande beleza. Ao chegar junto de nós, disse:

“Não temais! Sou o Anjo da Paz. Orai comigo.”

E ajoelhando em terra, curvou a fronte até ao chão e fez-nos repetir três vezes estas palavras:

“Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e Vos não amam.”

Depois, erguendo-se, disse:

“Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas.”

As suas palavras gravaram-se de tal forma na nossa mente, que jamais nos esqueceram. [...]

Passado bastante tempo, em um dia de verão, em que havíamos ido passar a sesta a casa, brincávamos em cima dum poço que tinham meus pais no quintal a que chamávamos o Arneiro. [...] De repente, vemos junto de nós a mesma figura ou Anjo, como me parece que era, e diz:

“Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios.”

“Como nos havemos de sacrificar?” – perguntei.

“De tudo que puderdes, oferecei a Deus sacrifício em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e súplica pela conversão dos pecadores. Atraí assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai, com submissão, o sofrimento que o Senhor vos enviar.”»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 77/78)

 

Imagem do Sagrado Coração de Jesus, Santuário de Fátima

Balasar

Jesus a Alexandrina:

«Repousa contra o Meu Coração; aqui encontras tudo: luz para poderes caminhar, força para tudo suportares e amor para tudo sofreres.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 24/09/1937)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Tu deste-Me tudo: Eu em troca dou-Me todo a ti. Dou-te todos os tesouros do Meu Coração. Pega-os, são teus. Dá-os a quem quiseres. Ele está a transbordar de amor: reparte-o. Como é belo amar a Jesus!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 05/05/1938)

 

 

Alexandrina:

«Jesus uniu ao meu o Seu Santíssimo peito, e, cheio de doçura, disse-me:

“Minha filha, alma com alma, coração com coração, amor com amor. Passo para o teu coração o bálsamo do Meu Divino amor para suavizar a tua dor. Coragem! Tirei destes combates muita reparação para os grandes crimes que nesta noite se praticaram.”

Esteve por algum tempo à minha frente o Sagrado Coração de Jesus, em tamanho natural; era formoso, todo Ele era doçura e amor. Quando assim me apareceu nada me disse. A Sua Divina presença encheu-me, deu paz e tranquilidade à minha alma.»

(26/12/1947; Sentimentos da Alma; 19/12/1947)

 

 

Alexandrina:

«Ó meu Jesus, eu amo-Vos, sofro para Vos amar e consolar o Vosso Divino Coração; sofro para reparar todos os crimes do mundo, e salvar-Vos todas as almas. Vivo para tudo o que Vós quiserdes, menos para Vos ofender e desgostar. Oh! Como eu me julgava feliz se não tivesse tido outro viver na Terra senão sofrer e amar!»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 10/06/1939)

 

 

Alexandrina:

«Deixai-me, Jesus, entrar nessa chaga Divina, nesse Coração de amor: quero esconder-me, desaparecer, derreter neste fogo, como gelo que derrete com o sol e desaparece escondi­do na Terra. Dai-me amor Jesus; escondei-me, não quero aparecer no mundo. Toda a Terra Vos dá louvor, Jesus: e eu nada Vos dou.»

(Sentimentos da Alma; 30/05/1947)

 

Quadro do Sagrado Coração de Jesus,

no quarto de Alexandrina

 

 

Alexandrina, em êxtase:

«(Ajoelhada diante da imagem do Sagrado Coração de Jesus cantou suavemente:)

Em Teu Coração, Jesus

Em Teu Coração há amor,

Em Teu Coração há doçuras,

Em Teu Coração há dor.

Perdoa, Jesus querido

Perdoa, tem compaixão

Perdoa, Jesus querido

Perdoa, tem compaixão

Manda já a paz ao mundo,

Manda já a paz ao mundo,

Por Teu puro Coração.»

(Êxtases; 06/09/1940)

 

 

Alexandrina descreve uma visão:

«Jesus desabafava muito comigo. Dizia-me coisas tristes, mas as consolações e o amor que me fazia sentir obrigavam-me a esquecer o Seus desabafos. Passava noites e noites sem descansar, a contemplar quadros que Jesus me mostrava e em conversa íntima com Ele. Umas vezes, via Jesus como jardineiro a cuidar das florinhas, regando-as, guiando-as, etc; passeava pelo meio delas, mostrando-me variedade de flores. Noutras vezes, aparecia-me em tamanho natural, mostrando-me o Seu Divino Coração cercado de raios de amor

(Autobiografia; cerca de 1934)

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