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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Imaculado Coração de Maria

Fátima

Na segunda aparição de Nossa Senhora – 13 de junho de 1917 – a Virgem revela claramente às crianças o seu Imaculado Coração:

«E tu (Lúcia) sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus.

Foi no momento em que disse estas últimas palavras que abriu as mãos e nos comunicou, pela segunda vez, o reflexo dessa luz imensa. Nela nos víamos como que submergidos em Deus. A Jacinta e o Francisco parecia estarem na parte dessa luz que se elevava para o Céu e eu na que se espargia sobre a terra. À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que queria reparação.»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 175/176)

 

 

Na terceira aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria – 13 de julho de 1917 – declara:

«“Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer. [...]

Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”.

Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados.

[Os Pastorinhos têm uma visão do inferno]

“Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio Xl começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.

Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja.  Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 176 e 177)

 

 

Imagem de Nossa Senhora de Fátima na Basílica da Santíssima Trindade, de Benedetto Pietrogrande

 

 

Em 1940, a Irmã Lúcia escreve uma carta ao Papa Pio XII pedindo-lhe que realizasse a consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria, mas ao mesmo tempo pediu que se fizesse “uma menção especial da Rússia”.

Balasar

Em 1935, Jesus pede que o mundo seja consagrado à Sua “Mãe Santíssima”:

Jesus a Alexandrina:

«Manda dizer ao teu Pai espiritual que, em prova do amor que dedicas à minha Mãe Santíssima, quero que seja feito todos os anos um Ato de Consagração do mundo inteiro num dos dias das suas festas escolhido por ti: ou Assunção, Purificação, ou Anunciação, pedindo a esta Virgem sem mancha de pecado que envergonhe e confunda os impuros, para que eles arrecuem caminho e não Me ofendam. Assim como pedi a Santa Marga­rida Maria para ser o mundo consagrado ao meu Divino Cora­ção, assim o peço a ti para que seja consagrado a Ela com uma festa solene

(30/07/1935; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 01/08/1935)

 

 

A 3 de maio de 1941:

Jesus a Alexandrina:

«Diz ao teu Paizinho que lhe pede Jesus e Maria que escreva ao Papa para que Ele consagre o mundo ao Imaculado Coração da Virgem Mãe. Toda a Humanidade está a agonizar debaixo do peso da justiça do Eterno Pai. Só Ela o poderá salvar.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho, 03/05/1941)

 

 

Alexandrina tem uma visão do Imaculado Coração de Maria:

«Foi então que no dia 9 de junho de 1942 pelas 13 horas me apareceu sobre a cama descendo do Céu a figura deslumbrante da Mãezinha que parece se fixou em minha frente um pouco para a minha esquerda. Vestia ricos vestidos brilhantes, de cores variadas, trazia os pés nus, chegou-se a mim para me acariciar e com a sua mão direita apontou-me para o Céu.

Parecia comovida com o meu sofrimento a prometer-me a recompensa e a inspirar-me confiança. O trono em que veio era brilhantíssimo como ouro polido em que o sol projetava os seus mais brilhantes raios.

Foi inefável a consolação que me deixou a primeira aparição, por uns minutos me tem desaparecido para novamente me aparecer agora mais junto a mim do lado direito e pude ver distintamente que agora era o Imaculado Coração de Maria. Também me acariciou como da primeira vez porém não fez o gesto de apontar o Céu. A sua presença consolou-me profundamente e essa consolação celeste permaneceu na minha alma, que por alguns dias gozou aquele conforto maravilhoso. Este conforto era como que um íman que me elevava para Jesus sentindo-me então mergulhada na bem-aventurança.»

 

 

Alexandrina:

«A dor não cessa, a luz não aparece: não vejo para onde fugir e é tão grande a necessidade que sinto de me esconder! Só no Coração Santíssimo do meu Jesus ou da querida Mãezinha tenho refúgio seguro

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 24/10/1939)

Imagem do Imaculado Coração de Maria

no túmulo da Beata Alexandrina

Alexandrina, num êxtase:

«(Voltada para Nossa Senhora exclamou assim:)

A tua benção, Mãezinha!

O perdão para o mundo Teu!

Salva, Mãezinha, salva os pecadores!

Pede, Mãezinha, pede a paz para o mundo pelas tuas dores,

 pelo teu Coração de Mãe, não resistas mais!

Pede a Jesus, salva Portugal! Manda a paz ao mundo inteiro!

Abençoa-me, Mãezinha! Dá-me o teu amor!

Quero amar-Te sem limites a Ti e ao meu Jesus!

Vou descansar, vou Mãezinha!!!...»

(Êxtases; 27/06/1941)

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