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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Rosário

Fátima

Nas seis aparições de Nossa Senhora em Fátima, recomendou aos três Pastorinhos que rezassem todos os dias o Rosário com devoção.

 

1.ª aparição (13/05/1917):

«Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.»

 

 

2.ª aparição (13/06/1917)

«Quero que venhais aqui no dia 13 do mês que vem, que rezeis o terço todos os dias e que aprendam a ler. Depois direi o que quero.»

 

3.ª aparição (13/07/1917)

«Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.»

 

4.ª aparição (19/08/1917)

«Quero que continueis a ir à Cova de Iria no dia 13, que continueis a rezar o terço todos os dias. No último mês, farei o milagre, para que todos acreditem.»

 

5.ª aparição (13/09/1917)

«Continuem a rezar o terço, para alcançarem o fim da guerra.»

 

6.ª aparição (13/10/1917)

«Quero dizer-te que façam aqui uma capela em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas.»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 172 a 181)

 

 

Note-se que na última aparição, a Virgem diz:

«... sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o terço todos os dias.»

 

 

Sendo do conhecimento da população que as três crianças viam “uma senhora”, estes foram levados para a prisão de Ourém para serem interrogados. Ao pernoitar na prisão, rezaram o terço, também com a participação dos presos:

«Determinámos, então, rezar o nosso Terço. A Jacinta tira uma medalha que tinha ao pescoço, pede a um preso que Ihe pendure em um prego que havia na parede e, de joelhos diante dessa medalha, começamos a rezar. Os presos rezaram connosco, se é que sabiam rezar; pelo menos estiveram de joelhos.»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 52)

 

Os três Pastorinhos: Jacinta, Lúcia e Francisco

Balasar

Nossa Senhora: «Minha filha, Eu sou a Virgem do Rosário. Estou contente contigo por aconselhares a rezarem ao menos o terço em minha honra; continua; é devoção de salvação.»

(Sentimentos da Alma; 01/10/1949)

 

 

Alexandrina:

«Jesus veio logo, sentou-se ao lado da Mãezinha e esta continuou:

“Minha filha, vem comigo, vamos salvar o mundo, vamos converter os pecadores. Sobre o teu o coração, coloco esta cruz, para te fazer sentir que é a cruz da salvação. Dor e cruz, abraça, abraça-a.

Nas tuas mãos enleio o rosário. Fala dele, fala dele. Se soubesses quanto nos tens consolado!

Fala às almas, fala-lhes da Eucaristia, fala-lhes do rosário. Que elas se alimentem da Carne, do Corpo de Cristo e do alimento da oração, do meu terço quotidiano.”»

(Sentimentos da Alma; 08/10/1954)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Fala da minha Eucaristia, fala da devoção do terço da Minha bendita Mãe. Se tudo isto fosse feito com perfeição, era o bastante para a salvação do mundo.»

(Sentimentos da Alma; 01/07/1955)

 

Jesus a Alexandrina:

«Firma nas tuas mãos a cruz. Cinge-a bem ao teu coração. A humanidade inteirinha vai ficar dentro do rosário. Fala as almas, Minha filha. Fala-lhes do rosário e da Eucaristia! O terço, o terço, o rosário, o rosário! A Eucaristia, o Meu Corpo e o Meu Sangue! A Eucaristia, a Eucaristia, com as Minhas vitimas, eis a salvação do mundo!»

(Sentimentos da Alma; 29/10/1954)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Se vierem ao Sacrário nas devidas disposições e rezarem o rosário ou uma parte do rosário, isto é, o terço, todos os dias, nada mais é preciso para que se afaste a justiça de Deus. O rosário, o Sacrário e as Minhas vítimas, a vítima deste calvário, são o suficiente para que ao mundo seja dado o perdão e a paz. Quem vem ao sacrário, vive puro. Quem vive à sombra da minha Bendita Mãe, vive da sua pureza.»

(Sentimentos da Alma; 10/12/1954)

 

Ícone da Beata Alexandrina, de Domenica Ghidotti

Alexandrina segura o terço na mão direita

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