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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Inferno

Fátima

Na aparição de 13 de julho, Nossa Senhora mostra o Inferno aos três Pastorinhos, que ficaram assustadíssimos:

«O reflexo pareceu penetrar a terra e vimos como que um mar de fogo. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes

(incêndios), sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor (deveu ser ao deparar-me com esta vista que dei esse ai! que dizem ter-me ouvido). Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Assustados e como que a pedir socorro, levantámos a vista para Nossa Senhora que nos disse, com bondade e tristeza:

“Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz.”»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 176/177)

 

 

É comovente a meditação sobre o inferno feita pela Jacinta:

«A Jacinta continuava sentada na sua pedra, com ar de pensativa e perguntou:

“Aquela Senhora disse também que iam muitas almas para o inferno. E o que é o inferno?

“É uma cova de bichos e uma fogueira muito grande (assim mo explicava minha mãe) e vai para lá quem faz pecados e não se confessa e fica lá sempre a arder.”

“E nunca mais de lá sai?”

“Não.”

“E depois de muitos, muitos anos?!”

“Não; o inferno nunca acaba. E o Céu também não. Quem vai para o Céu nunca mais de lá sai. E quem vai para o inferno também não. Não vês que são eternos, que nunca acabam?

Fizemos, então, pela primeira vez, a meditação do inferno e da eternidade. O que mais impressionou a Jacinta foi a eternidade.

Mesmo brincando, de vez em quando, perguntava:

“Mas, olha. Então, depois de muitos, muitos anos, o inferno ainda não acaba?”

Outras vezes:

“E aquela gente que lá está a arder não morre? E não se faz em cinza? E se a gente rezar muito por os pecadores, Nosso Senhor livra-os de lá? E com os sacrifícios também? Coitadinhos!

Havemos de rezar e fazer muitos sacrifícios por eles!”

Depois, acrescentava:

“Que boa é aquela Senhora! Já nos prometeu levar para o Céu!”

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 46)

 

"La Visión del Infierno",

de Salvador Dali

Balasar

Como alma vítima (para salvar as almas), Alexandrina sente em si o sentimento de quem se condena ao inferno:

 

Alexandrina:

«Perder a Deus é perda irremediável. Se no meio dos tormentos do inferno eu pudesse ver e amar a Deus, deixaria de ser inferno. Perdi tudo, todos os dons e graças recebidos, todas as boas obras e orações, toda a luz do Espírito Santo e santas inspirações, toda a grandeza de Deus: nada veja, nada tenho. Mesmo sem eu querer, são estes os desabafos da minha alma. Não sei dizer a aflição que nela sinto, é desesperadora. Que tristeza e escuridão! Nada há que a conforte. Se voltasse a possuir a Deus, se pudesse vê-Lo! Mas, ai, nunca mais!

Para que foi tanta vida na Terra? Para nada aproveitar. Tudo perdido. Não vejo aquela grandeza de Deus, mas sinto-a no meio dos tormentos eternos, para mais sentir os horrores e peso da sua justiça Divina.»

(Sentimentos da Alma; 19/08/1945)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Repara, repara, não as deixes cair no inferno. Esperava amor; tinha o direito de todo o amor, mas oh foi o contrário. Ódio aceso, expulsaram-Me dos seus corações, depois de Me rasgarem todas as veias do Corpo e de Me abrirem o Meu Coração.».

(Sentimentos da Alma; 24/06/1955)

 

Jesus a Alexandrina:

«“Os pecadores, as almas, o mundo obriga-Me a exigir de ti esta reparação. Coragem! Coragem! É para que as almas não caiam no inferno.”

“O inferno, o inferno, ó Jesus, que tremendo é o inferno! Não posso pensar que as almas se perdem. Não posso consentir que as almas caiam no inferno, não posso saber que o Vosso Divino Sangue foi derramado inútil.”»

(Sentimentos da Alma; 23/04/1954)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, minha filha, Eu sou o Senhor. Dou-te a minha vida. Minha filha, Minha filha, é bem triste a minha dor. Vejo o mundo, vejo o mundo perdido a precipitar-se no abismo. Vejo as almas loucas, loucas a fugirem com satanás, a condenarem-se ao inferno, a perderem-se eternamente. Não pode deixar de sofrer o Meu Coração de Deus, o meu Coração de Pai. Dei o Sangue, dei a Vida. Abri o Céu, abri o Céu, a Minha Habitação. Ofereci-O, ofereci-O a toda a humanidade, Pobres filhos! Ingratos filhos! Desperdiçam o Meu Sangue! Recusam a Minha oferta. Não querem o Céu, mas sim o inferno. Preferem a satanás.»

(Sentimentos da Alma; 06/03/1953)

 

"O Grito",

de Edvard Munch

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