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Guerras mundiais

Fátima

As aparições do Anjo (1916) e de Nossa Senhora (1917) em Fátima sucederam-se durante a primeira guerra mundial, que se iniciou em 1914 e terminou em 1918.

 

Na segunda aparição, Nossa Senhora exprimiu-se assim:

«Quero que venhais aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 176)

 

 

Na terceira aparição de Nossa Senhora:

«A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio Xl começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.

Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará.»

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 176 e 177)

 

 

A 13 de outubro, Nossa Senhora finalmente declara quem era e profetiza acerca da primeira guerra mundial:

«Quero dizer-te que façam aqui uma capela em minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas

(Memórias da Irmã Lúcia I; pág. 180/181)

 

Soldados nas trincheiras,

na I Guerra mundial

Balasar

A segunda guerra mundial iniciou-se em 1939 a 1945. Alexandrina vivia no seu quartinho já desde 1925, e de 1938 a 1942, viveu todas as sextas feiras a Paixão de Jesus, também para reparar as atrocidades cometidas.

 

 

Alexandrina, já em 1936, numa carta ao seu diretor, em 10 de setembro, prediz:

«Corre tanto perigo de se espalhar estas barbaridades(Também decorria a guerra civil de Espanha.)

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 10/09/1936)

"Guernica", de Pablo Picasso

 

 

Uma visão de Alexandrina:

«Não sei bem, mas parece-me que seria das duas às três horas da manhã: Meu Deus! Que horror! Não sabia o que era, mas era a destruição do mundo. Tudo se arrasava: casas, árvores, telhados; ficava tudo aos montões de ruínas. Caso assustador! Atulhados em tudo isto, via número sem conta, parecia gente remexer-se, debaixo daquele telhaço, e por cima deles medonhas serpentes: eram grandes, tão feias! Mas nem sequer uma pessoa vi sair daquelas ruínas.

Passou-se um bocado, principiei a ver ao longe a querida Mãe do Céu. Vinha suspensa no alto, não sei dizer como, vestida de branco, a cabeça baixa, com olhar triste. Vinha caminhando para a frente e todas as ruínas desapareceram, ficou tudo plano. O que até então eram medonhas ruínas, estava agora iluminado... Passado algum tempo, tornou-se a repetir a destruição, as ruínas, mas não a vista da querida Mãezinha.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 23/06/39)

 

 

«(Alexandrina) (Voltada para Nossa Senhora exclamou:)

Ó Mãe, salva Portugal! Ó Mãe, com as tuas dores!

Ó Mãe, salva Portugal! Ó Mãe, com as tuas dores!

Converte os pecadores!

Ó Mãe, salva Portugal e converte os pecadores!

Mãezinha, roga por nós a Jesus!

Ó Mãe, ó Mãe, atende à tua filhinha!

Não quero a guerra em Portugal; quero a paz no mundo inteiro!

Não esqueças os meus pedidos, ó Mãe!!!»

(Êxtases; 09/05/1941)

 

 

«(Alexandrina) (E depois falou assim, mas estava de joelhos:)

Vou ver Jesus. Eu Vos adoro, ó Sacratíssimo Coração de Jesus Sacramentado! Vinde, não Vos separeis mais de mim! Eu creio que salvais Portugal! Eu creio que ele vai ser salvo! Mas eu quero mais; dai a paz ao mundo!

Ó Jesus da Eucaristia, ó Rei Divino, salvai o mundo que ele é Vosso!

Vou ver Jesus, vou ver Jesus!»

(Êxtases; 05/07/1940)

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