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Beatificação

Festa da Beatificação

No dia 25 de abril de 2004, Alexandrina Maria da Costa foi beatificada em Roma pelo Papa João Paulo II.

 

Na manhã do dia 25, a praça de S. Pedro encheu-se de fiéis para participar nas celebrações das beatificações de Alexandrina Maria da Costa, Eusébia Palomino Yenes, religiosa Filha de Maria Auxiliadora; Nemésia Valle, religiosa da Congregação da Caridade de Santa Joana Antida Thouret; Pe. Augusto Czartoryski, Sacerdote Salesiano de Dom Bosco; Laura Montoya Upegui, fundadora da Congregação das Irmãs Missionárias de Maria Imaculada e de Santa Catarina de Sena; e Maria Guadalupe García Zavala, cofundadora da Congregação Religiosa das Servas de Santa Margarida Maria e dos Pobres.

Alexandrina nasceu cresceu e morreu em Balasar, arciprestado de Vila do Conde/Póvoa de Varzim, arquidiocese de Braga. A partir desta data, tornou-se beata da Igreja universal.

Na celebração estiveram presentes um milhar de peregrinos portugueses e alguns grupos estrangeiros provenientes de vários locais, entre eles Escócia e Irlanda.

O Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga participou na celebração acompanhado de vários membros da Conferência Episcopal Portuguesa: D. Antonino Dias, então Bispo Auxiliar de Braga; D. António Moreira, então Bispo de Bragança-Miranda; D. António Marto, então Bispo auxiliar de Braga; D. António Rafael, Bispo Emérito de Bragança-Miranda; D. Eurico Nogueira, Arcebispo Primaz Emérito; D. Gilberto Reis, Bispo de Setúbal; D. Jacinto Botelho, então Bispo de Lamego e D. Teodoro de Faria, então Bispo do Funchal.

Marcaram também presença o então arcipreste de Vila do Conde/Póvoa de Varzim, Pe. Domingos Ferreira de Araújo e o Pároco de Balasar, Pe. Francisco Dias de Azevedo, que mostrou tanta dedicação à causa de Alexandrina. Participaram na cerimónia P. Joaquim Mendes, então Provincial da Congregação Salesiana, em Portugal.

A miraculada, Maria Madalena Azevedo Gomes Fonseca, também participou na Eucaristia, assim como o Dr. Juan Sànches-Reyes e o Dr. João Fontes, os médicos que examinaram a sua cura.

O governo português esteve representado pela Dr.ª Maria Teresa Gouveia, então Ministra dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portugueses. Esteve também presente o Dr. Pedro Ribeiro de Manezes, então Embaixador de Portugal no Vaticano; o Dr. José António de Araújo, Governador Civil do Distrito de Braga, e esposa; Dr. Macedo Vieira, Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, e esposa; Lino Araújo, então Presidente da Junta de Freguesia de Balasar.

Os orgãos de comunicação social presentes em Roma foram vários: a TVI, a Canção Nova, que fez a transmissão em direto; a Rádio Renascença, com Aura Miguel; o “Diário do Minho”, com Álvaro Magalhães; e o “Correio da Manhã, com Secundino Cunha.

Este foi um dia importante para Portugal e para a Igreja que, a 13 de outubro, se reúne para festejar a memória litúrgica da Beata Alexandrina Maria da Costa.

Fonte: Coord. do Pe. D. Silva Araújo; “Beata Alexandrina – do sofrimento à gloria”

 

 

Rito da beatificação

Breve biografia

O Rito de Beatificação iniciou-se com o canto do kyrie, seguido da leitura de uma breve biografia de cada novo beato. A de Alexandrina foi lida pela D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga:

«Alexandrina Maria da Costa, disse D. Jorge Ortiga, nasce no dia 30 de março, em Balasar, Portugal. É uma pequena camponesa, viva, brincalhona, afetuosa. Aos 14 anos salta da janela para o jardim para salvar a sua pureza ameaçada. Com o decurso do tempo, o dano provocado pela queda transforma-se em paralisia total pelo que permanece presa ao leito por mais de trinta anos, cuidada pela irmã mais velha. Oferece-se como vítima a Cristo pela conversão dos pecadores e pela paz no mundo. Durante quatro anos (1938-1942) revive a paixão de Cristo todas as sextas feiras durante três horas.

Pede e obtém de Pio XII a consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria (31 de outubro de 1942). De 27 de março de 1942 até à morte (13 anos e 7 meses) não toma qualquer bebida nem qualquer espécie de alimento, exceto a comunhão quotidiana. Guiada pelo seu diretor espiritual, torna-se Cooperadora salesiana, oferecendo os seus sofrimentos pela salvação da juventude. Morre em Balasar a 13 de outubro de 1955, onde está sepultada e onde se dirigem multidões de peregrinos.

Alexandrina é uma figura exemplar na sua simplicidade e autenticidade. É a mensagem viva de que têm necessidade os cristãos de hoje, de modo especial quem se compromete a viver, no valor da laicidade, um serviço ao Senhor, à Igreja e à sociedade. Muitas vezes prevalecem, mesmo em quem crê, sentimentos de desencorajamento, de apatia, de desinteresse, aliados à busca de sucedâneos e evasões. A jovem Alexandrina é o estímulo, a motivação para enobrecer - sobretudo junto dos jovens - aquilo que a vida apresenta de doloroso, de triste. O seu amor à Eucaristia e a sua profunda vida interior, chegada aos níveis mais altos da mística, recomendam a todos o 'programa' da santidade, que é ‘o próprio Cristo, a conhecer, amar e imitar’ (NMI n.° 29).»

O rito terminou com a fórmula da beatificação, proferida pelo Santo Padre.

 

 

Apresentação das relíquias

Depois, foram apresentadas as relíquias dos novos Beatos. A relíquia de Alexandrina foi um osso seu – metacarpo – apresentado dentro dum relicário de prata, transportado por Madalena Fonseca, a miraculada. A seu lado levaram uma vela, o Dr. Juan Sànches-Reyes, médico que estou a miraculada, e um ramo de flores, a Dr.ª Irene Azevedo Pina, filha do Dr. Dias de Azevedo, o médico assistente e grande amigo de Alexandrina.

De seguida, os prelados e os postuladores foram cumprimentar Sua Santidade. O postulador de Alexandrina era Henrique Dal Covolo, salesiano. Neste momento, foram abertos os seis painéis com as imagens dos novos Beatos, na fachada da basílica de S. Pedro.

 

Homilia

Segui-se a liturgia habitual da Eucaristia. Na homilia, o Papa João Paulo II falou um pouco da mensagem de cada novo beato, no respetivo idioma. Relativamente à Beata Alexandrina, em português, disse:

«”Tu amas-Me?” - pergunta Jesus a Símão Pedro. Este responde: “Tu sabes tudo, Senhor, bem sabes que Te amo». A vida da Beata Alexandrina Maria da Costa pode resumir-se nesse diálogo de amor. Investida e abrasada por estas ânsias de amor, não quer negar nada ao seu Salvador: de vontade forte, tudo aceita para mostrar que O ama. Esposa de sangue, revive misticamente a paixão de Cristo e oferece-se como vítima pelos pecadores, recebendo a força da Eucaristia que se toma o único alimento dos seus últimos treze anos de vida. Pela esteira da Beata Alexandrina, expressa na trilogia ‘sofrer, amar, reparar', os cristãos podem encontrar estímulo e motivação para nobilitar tudo o que a vida tenha de doloroso e triste com a prova maior de amor: sacrificar a vida por quem se ama.

 

Oração universal

Na oração dos fiéis, uma das intenções foi:

«“Senhor, meu Deus, invoquei-vos e me curastes.” Por todos aqueles que no sofrimento diário experimentam no próprio corpo a paixão de Cristo, para que, amparados pelo exemplo e pela intercessão das beatas Eusébia Palomino Yenes e Alexandrina Maria da Costa, saibam transformar a dor em oblação de amor para a renovação dos corações e pela paz no mundo.»

 

Liturgia eucarística

Participaram no Ofertório, o Presidente da Câmara da Póvoa de Varzim, Dr. Macedo Vieira, e sua esposa, D.ª Aida Maria Campos Ferraz; levaram uma lancha poveira em minuatura, de prata.

Comungaram das mãos do Santo Padre, a Ir. Rosa Sá Ferreira, da Congregação da Divina Providência e Sagrada Família, que recebeu catequese pela Alexandrina, e o Sr. Lino Araújo, então Presidente da Junta de Balasar.

 

Rito de Conclusão

Antes da benção final, João Paulo II dirigiu uma «cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, com os seus Pastores e Autoridades, em festa pela beatificação de Alexandrina de Balasar. O Coração Imaculado de Maria, acrescentou, de quem ela foi tão devota, seja porta de esperança para a humanidade do nosso tempo.».

Sua Santidade deu a benção final a toda a assembleia que seguiu festejando e cantando com alegria este momento único.

Fonte: Coord. do Pe. D. Silva Araújo; “Beata Alexandrina – do sofrimento à gloria”

Eucaristia de acão de graças

Na manhã do dia 26 de abril o grupo de peregrinos portugueses reuniu-se na Basílica de S. Pedro, a fim de participar numa Eucaristia de ação de graças, celebrada no altar da Cátedra.

Presidiu o Arcebispo Primaz, com quem concelebraram oito bispos e 33 presbíteros. Além dos seis bispos que tinham participado na concelebração de Santa Maria Maior concelebraram também D. António Montes Moreira e D. Teodora de Faria. Presente, ainda, D. Custódio Alvim, que foi Bispo em Moçambique e é, desde 1974, cónego da Basílica de S. Pedro.

Dirigida pelo P. Dr. Joaquim Augusto Félix de Carvalho, a celebração foi animada pelo mesmo coro que tinha estado presente em Santa Maria Maior, dirigido novamente pelo P. Manuel Jorge da Silva Gomes. Entre outros, foram executados dois cânticos em honra da Beata Alexandrina: Alexandrina bendita, ao ofertório, e Nosso canto de louvor, no final. Proclamou a Palavra de Deus Arminda Nogueira Amorim e foi salmista António José Malta. As intenções da Oração Universal foram lidas pelo Dr. João Manuel Leite de Ramalho Fontes.

 

D. Jorge Ortiga centrou a sua homilia nos temas da nova evangelização, da devoção à Eucaristia e das vocações.

Antes, informou do intenso movimento que no dia anterior se tinha registado em Balasar, por onde tinham passado umas cem mil pessoas. Disse:

“O dia de ontem foi de emoções profundas. Hoje, serenamente e neste local significativo para todos os católicos, queremos dar graças a Deus. Será um momento forte se chegarmos a compromissos para as nossas vidas e para o dinamismo das nossas comunidades.” [...]

Como Igreja vivemos para a Evangelizar. Os tempos são adversos e os inimigos dispõem de armas que não conseguimos imaginar. O ambiente que nos rodeia não só não facilita a missão da Igreja como cria, permanentemente, dificuldades. [...]

A Beatificação duma pessoa é um modo de perpetuar a sua memória. A partir de agora a Beata Alexandrina será colocada nos altares como alguém a quem recorremos e, sobretudo, a quem queremos imitar. A sua presença deveria apontar o caminho duma centralidade da Eucaristia, na pastoral e na vida das pessoas e das comunidades. Ela indica-nos o altar e o sacrário como realidades a colocar no âmbito das nossas vivências. [...]

Viemos a Roma e não podemos levar somente a alegria de ter participado num acontecimento maravilhoso, Teremos de ser mensageiros da memória e mensagem da venerável Alexandrina. Recordemos, sempre, e comuniquemos, por todos os meios, aos outros as ideias que recebemos. O Senhor permitiu que vivêssemos um acontecimento de graça. Toca-nos a obrigação de multiplicar esta graça aos amigos e conhecidos. Por nós, o amor de Alexandrina a Cristo, a Maria, no sofrimento pode chegar longe.”

(Coord. do Pe. D. Silva Araújo; “Beata Alexandrina – do sofrimento à gloria”;

pág. 39 a 44)

Festa em Balasar

Balasar viveu com enorme orgulho e alegria a festa da beatificação de uma filha da terra, no dia 25 de abril de 2004.

O número de peregrinos ascendeu a mais de cem mil e contaram-se mais de 800 autocarros.

 

As cerimónias foram transmitidas em direto pela televisão, dentro e fora da igreja paroquial. Os presentes estavam visivelmente emocianados e reagiram com entusiasmo aos momentos de especial referência à Beata Alexandrina e a Portugal, nas celebrações em Roma.

 

No dia 24 de abril, véspera da beatificação de Alexandrina, foi celebrada uma Missa Vespertina pelas 19h00. No domingo, celebraram-se várias Eucaristias e, pelas 17h00 fez-se uma Hora Santa. As celebrações ficaram a cargo do Pe. Dário Pedroso, S.J..

 

Os peregrinos, vindos de diversas partes do País, afluíram ao túmulo de Alexandrina e à casa de Alexandrina.

 

Destaques
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2016-2017
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30 março 2017
113º aniversário do nascimento da Beata Alexandrina
25 de abril 2017
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