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Jejum Eucarístico

Alexandrina viveu, desde o dia 27 de março de 1942, mais de treze anos em jejum e anúria. O seu alimento foi exclusivamente a Eucaristia.

 

 

Jesus declara-lhe:

«Não te alimentarás jamais na terra. O teu alimento é a Minha Carne; o teu sangue é o Meu Divino Sangue; a tua vida é a Minha vida, de Mim a recebes, quando te bafejo e acalento, quando uno ao teu o Meu Coração. Não quero que uses medicina, a não ser aquela a que não possas atribuir alimentação. Esta ordem é para o teu médico; será ele que toma a tua defesa.

É grande milagre da tua vida.»

(Sentimentos da Alma; 07/12/1946)

 

 

Jesus:

«Minha filha, pus-te no mundo, faço que vivas apenas de Mim para mostrar ao mundo o valor da Eucaristia e o que é a Minha vida nas almas. És luz e salvação para a humanidade: ditosos os que se deixam iluminar.»

(Sentimentos da Alma; 09/04/1954)

           

 

 

 

Jesus:

«Tirei-te o alimento. Fiz, faço-te viver só de Mim. Sabes para quê, Minha filha? Para mais e mais luz. Para mais provar aos homens o Meu poder, a Minha existência. Ai daqueles que não querem ver. Bem-aventurados os que veem e creem.»

(Sentimentos da Alma; 27/03/1953)

 

 

 

 

 

Alexandrina reconhece a maravilha em si:

«Que maravilha! Que bondade infinita! Sentia o Sangue do Coração de Jesus passar para mim com toda a abundância. E Jesus, cheio de doçura, ia dizendo-me:

“Coragem, Minha filha, toma conforto. O Meu Divino Sangue, a Minha Carne são o teu alimento e a tua vida.”

Jesus encheu-me, ressuscitou-me, raiou o dia, brilhou o sol e aqueceu-me com os seus raios. Já o mundo nada podia contra mim.»

(Sentimentos da Alma; 25/06/1944)

           

 

Alexandrina:

«Ouvi, Senhor, o meu grito, chegue até Vós o meu clamor. Que será de mim, meu Deus, que será de mim sem Vós?! Ó luta, ó tremenda luta! Fazei que eu ame e Vos faça amar; tenho fome de dar-Vos ao mundo inteiro. Ó meu Jesus, e as saudades de alimento não sou eu, não é o meu corpo que sente fome e sede, porque eu já não existo mais, mas é um coração, é uma alma como se fosse minha que sente fome e sede. Tendes ouvido, meu Jesus, que este tão duro penar me obrigou a dizer: daria tudo, daria o mundo, daria a vida, se fosse possível, por uma pequena alimentação. Que ânsias, que ânsias, meu Jesus, de possuir tudo para dar-Vos tudo!»

(Sentimentos da Alma; 20/07/1944)

Provas de Jejum

 

Em 1943, um ano depois de Alexandrina ter começado o seu jejum e anúria completo, será levada ao Hospital “Refúgio da Paralisia Infantil”, na Foz do Douro, para ser rigorosamente observada. Deste modo, ficou comprovado cientificamente o seu jejum.

 

Quarenta dias passados na Foz

«A 4 de junho, veio cá o médico assistente, juntamente com o meu confessor ordinário (Pe. Alberto Gomes), comunicar-me a resolução dos médicos e convencer-me, e à minha família, para eu ir para o Refúgio da Paralisia Infantil, num quarto particular, estar lá um mês para verificarem, mais de perto, tudo o que em mim se passava. Eu respondi imediatamente que não, mas logo me arrependi do que tinha dito e da obediência devida, e disse que sim, porque não queria desobedecer ao Senhor Arcebispo, deixar mal situado o meu Diretor e o médico assistente, e todos aqueles que tanto se têm interessado por mim. Pus, porém, umas condições:

  1. de poder receber a Jesus todos os dias;
  2. minha irmã me acompanhar sempre;
  3. de não ter mais exame nenhum, porque ia para observação e não para exame.»

(Autobiografia; pág. 66)

 

 

Depois de tudo combinado, com muito custo Alexandrina deixa-se transportar até ao Porto. Lá, foi rigorosamente observada a cada momento. Para continuar esse trabalho de vigia, foi-lhe pedido para ficar ainda mais dez dias.

 

«Uma das vigias informou do que se passava a meu respeito a um médico que não me conhecia nem conhecia o caso, o que levantou novas dúvidas. Atreveu-se esse médico a dizer que não podia ser, que as vigias facilmente se deixavam enganar e que só acreditaria mandando para lá enfermeiras da sua confiança.

O Sr. Dr. Araújo, um pouco indignado por não acreditarem na observação feita por ele, exigiu que o mesmo mandasse então uma pessoa da sua confiança. E escolheu uma irmã dele. Quando nós pensávamos ver suavizada a nossa dor, foi então que se nos pediu nova prova mais triste e dolorosa. O Dr. Araújo procurou convencer-nos de que era conveniente passar lá ainda dez dias, embora ele estivesse convencidíssimo da verdade e, contra a vontade de minha irmã, ele insistiu que era preciso ficar para convencer o outro médico. Eu respondi-lhe:

“Quem está trinta, está quarenta.”

Assim é que ficou resolvido. O Dr. Álvaro, na verdade, nem exigia tanto tempo, bastava-lhe só, para se convencer, que eu ficasse quarenta e oito horas sem comer e sem evacuar, e não exigia mais.

Foi o mesmo Dr. Araújo que, delicadamente, para honra do seu nome, convidou a senhora a ficar mais um dia, depois mais outro. Mesmo depois de cumprida a sua missão, essa senhora voltou várias vezes visitar-me, convencida enfim da verdade. Este último tempo, foi um verdadeiro calvário e eu oferecia a Nosso Senhor e à Mãezinha este grande sacrifício. Dura prova, meu Deus! [...]

E quando, de facto, a minha irmã vinha por sua vez a dar-me o jeito na cama, segundo o médico permitira, a vigia acendia a luz, abria a porta e punha-se a par com a minha irmã. Logo que a irmã se retirava, fingindo compaixão e cuidados pelo frio que eu podia apanhar, descobria-me mais para ver se alguma coisa me tivesse deixado debaixo da roupa.

Eu compreendia muito bem e abria os braços sobre as almofadas para ela ver melhor, fingindo não compreender. Só por Vós, Jesus!

Não faltaram as seduções para eu tomar alguma coisa das suas comidas. Quando me mostravam os petiscos sem dizer nada, eu contentava-me de sorrir-lhes... E quando ofereciam a comida com palavras, eu agradecia:

“Muito obri­gada!”, mas sempre a sorrir, mostrando não compreender a sua maldade.

Quantas vezes me foi tirada a roupa toda para ser exa­minada!

Quando me via só, e principalmente de noite, parecia-me que o tempo tinha a duração da eternidade. Sentia que o meu coração fosse como uma árvore que enraizasse com as suas veias pelo soalho e pelas paredes e que a fúria de tanta tempestade as arrancava, ficava-me tudo por terra… e que todos e tudo calcassem. A fúria da tempestade era tão grande que, por fim, sentia que quisesse arrancar essas veias e tudo caísse por terra. Dizendo isto, sinto de não dizer nada do que eu passei nesses dias… Tudo se me apresenta pavorosamente à minha memória. Que tormento! … Só o amor de Jesus pode vencer e a loucura das almas!»

(Autobiografia; pág. 77/75)

 

 

Falava o seu médico pessoal – Dr. Dias de Azevedo – a uma das vigias:

«Esta doente veio para aqui para ser observado o seu jejum e nada mais. Creio que o Sr. Dr. Gomes de Araújo cumprirá com as condições. Não consinto que se lhe dê uma injeção ou outro medicamento, a não ser que ela o peça. E as senhoras verão que, passada esta crise, as olheiras desaparecerão, as cores voltam, o pulso volta ao seu normal. Não digo mesmo ao seu normal, talvez devido aos ares do mar... O que lhes afianço é uma coisa: que morrerá a senhora, morrerei eu, mas ela cá no Refúgio não morre.»

(Autobiografia; pág. 70)

 

 

Relatório médico

Transcrevemos um excerto de dois relatórios médicos acerca do parecer médico sobre o jejum e a anúria de Alexandrina.

O primeiro excerto pertence ao relatório médico do Dr. Henrique Gomes de Araújo que dirigiu a observação médica realizada no Hospital “Refúgio da Paralisia Infantil”:

«É para nós inteiramente certo que, durante os quarenta dias de internamento, a doente não comeu nem bebeu; não urinou nem defecou, e esta circunstância leva-nos a crer que tais fenómenos possam vir a produzir-se de tempos anteriores. Não podemos duvidá-lo. Os treze meses, como nos informam? Não sabemos.» E o Dr. Araújo termina afirmando que, neste estranho caso, há pormenores «que pela sua importância fundamental de ordem biológica, tais a duração da abstinência do líquido e anúria, nos tornam suspensos, aguardando que uma explicação faça a verdadeira luz.»

 (Dr. Gomes de Araújo cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág.170; 1.ª edição)

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