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Apostolado de Alexandrina

Pode-se afirmar com convicção que Alexandrina foi uma apóstola do Senhor. No seu quartinho, Alexandrina evangelizava através das suas palavras e dos seus atos. Jesus afirmou que continuaria o seu apostolado também na Vida eterna.

 

Apostolado na vida terrena

Alexandrina viveu um apostolado forte e belo durante a sua vida terrena. A sua missão foi amplamente direcionada: propagação da devoção aos Sacrários, conversão dos pecadores, propagação da devoção mariana, ajuda às Missões, às famílias, à paróquia, entre tantas outras.

 

 

SACRÁRIOS

Quando se faz referência ao apostolado e mensagem de Alexandrina, o primeiro pensamento vai para a sua devoção aos Sacrários. Esta é a expressão máxima da sua vida. A todos recomendava esta devoção.

Desde pequena que Alexandrina vivia “em sintonia” com Jesus Eucaristia, presente nos Sacrários.

Em 20 de dezembro de 1934, acamada há já nove anos, Jesus confiou-lhe os Sacrários e os pecadores. No ano seguinte, Alexandrina escreveu:

«Coração meu, a quem amas a não ser o teu Jesus? É a riqueza do Céu, é o amor dos Sacrários, o alimento das almas famintas do Seu amor, é o Pastor compassivo das ovelhas desgarradas, que há muito Lhe têm fugido. Procura-as por toda a parte, chama-as, não descansa enquanto as não alcança. Depois de as ter consigo abraça-as, acaricia-as.»

(1935; Autobiografia; pág. 33)

 

 

Jesus permitiu que Alexandrina se alimentasse da Eucaristia por 13 anos: milagre vivo e evangelizador!

No seu apostolado eucarístico, deixou-nos o «Hino aos Sacrários», um belíssimo poema a Jesus Eucaristia, presente em todos os Sacrários do mundo.

A Alexandrina pediu para ser sepultada de modo que o seu rosto ficasse voltado para o Sacrário da igreja paroquial. Assim, mesmo depois da morte, continuaria a testemunhar o seu amor aos Sacrários. Recordemos que Alexandrina pertencia às “Marias dos Sacrários-Calvários”, cujo fundador foi D. Manuel González Garcia. Também D. Manuel fez o mesmo pedido.

A pintura que a representou no dia da sua beatificação, a que está presente na igreja paroquial de Balasar, foi inspirada num êxtase, à janela da sua casa, voltada para o Sacrário da sua igreja.

 

 

CONVERSÃO DOS PECADORES

No livro «Alexandrina», o Pe. Humberto Pasquale, o seu segundo Diretor, escreve uma boa parte acerca de Alexandrina e o seu apostolado junto dos pecadores, os milhares que passaram pelo seu quarto:

«As audiências, que dava no seu quartinho, ocupam certamente o primeiro lugar na ramificação da sua atividade em favor das almas.

E se muitos acorriam a visitar a doente de Balasar, os pecadores sobretudo sentiam uma atração especial por aquele quartinho semi-escuro, onde os subjugava uma força doce e misteriosa.

Pecadores e Alexandrina são termos inseparáveis de uma missão celeste. [...]

Porém, pelas almas pecadoras, sentia ao mesmo tempo uma compaixão inexprimível:

“Quando me contam as suas misérias, sinto em mim querer abraçá-las, acariciá-las”.

Alexandrina lembrava-se daquele Jesus, amigo inseparável dos pecadores, que dizia de si:

“Vim para as ovelhinhas desgarradas.”

E que o olhar da Alexandrina, como o de Jesus, chegasse a ler nas consciências foi-nos assegurado por muitas pessoas.

Consta-nos com certeza de alguém que, antes de meter-se a caminho para visitar Alexandrina, preocupava-se em pôr-se na graça de Deus com a confissão; outros, com a consciência em desordem, sabemos que não resistiam ao seu olhar penetrante. O que é mais interessante, porém, segundo uma afirmação geral, é que o olhar dela não humilhava, não afastava, não aterrorizava o culpado, mas prendia-o, enternecia-o, comovia-o, despertando nele a vontade firme de emendar-se, de confessar-se, de voltar para Deus.

A quantos ouvimos exprimir, com esta bela afirmação, as salutares impressões que Alexandrina causava em todos:

“Devia ser assim certamente o olhar de Jesus!”

Quem dela se aproximava, dificilmente resistia à necessidade de dizer-lhe tudo, ainda mesmo as coisas mais íntimas e humilhantes; quase todos eram tomados sempre por uma onda de arrependimento que se manifestava principalmente por um pranto copioso ou mal disfarçado.

Milhares de senhoras, de homens, de jovens, entraram naquele quartinho, talvez por pura curiosidade, mas nenhum saiu sem ter sido tocado pelo seu olhar, pela sua palavra, por qualquer coisa que chamava à reflexão, ao remorso, ao bom propósito que melhoram uma vida.

O mais belo presente que os visitantes ambicionavam era o de ouvirem dela uma palavra em particular. E Alexandrina, enquanto longas filas de pessoas esperavam pacientes a sua vez, dava audiência a todos, escutando com paciência, falando sobriamente a cada um durante longas horas, sem repouso, sempre serena, com um sorriso surpreendente, que não se apagava e que serenava as almas mais agitadas. [...]

De facto, Alexandrina nunca falou a ninguém sem tocar a tecla religiosa: Deus, Alma, Oração, Pecado, Abandono à Providência, Amor e Misericórdia de Jesus, Resignação no Sofrimento, Reparação, Santa Missa, Sacramentos, Nossa Senhora, Rosário... E a sua palavra era de uma eficácia pasmosa. Ainda em todas as relações com as pessoas mais próximas, inspirava aquele cuidado, aquele ardor pelo bem, sobretudo espiritual, aquele amor de concórdia e de paz que é indício de uma alma eleita.

As visitas que Alexandrina recebia, pela sua acentuada espiritualidade, mas sem caricaturas, e pelo prestígio de que gozava, transformavam-se em verdadeiros encontros de almas, onde tomavam imediatamente o primeiro lugar os interesses eternos. [...]

Aquele quartinho era uma fonte inexaurível de luz e de bem-estar: por isso era procurado por todos com tanta ânsia e se deixava com um sentimento de grande pesar. Esta a verdadeira causa daquelas peregrinações ininterruptas.

Não era sem motivo que Jesus dizia à Alexandrina (em 30-4-1954):

“Nenhuma alma sai daqui (foi esta a Minha promessa e Eu não falto) que vá como veio. Quantas ressurreições, quantas ressurreições! Em algumas daquelas mais renitentes que parece nada aproveitarem, levam o remorso. Elas não querem ceder. O seu orgulho não quer baixar, mas a graça lá fica para mais tarde.” (Sentimentos da Alma; 30/04/1954)

Um exército de gente poderia, hoje, testemunhar quanto eram verdadeiras estas palavras.»

(Pe. Humberto Pasquale cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 313 a 320; 1.ª edição)

 

 

DEVOÇÃO MARIANA

Alexandrina sentia um puro amor por Maria, a quem tão carinhosamente chamava «Mãezinha».

«A sua irmã Deolinda diz-nos:

“Tinha amor e veneração a Nossa Senhora e recomendava-a aos outros. Tinha no quarto as imagens de Nossa Senhora de Fátima e de Nossa Senhora Auxiliadora. Exprimia o seu amor a Nossa Senhora chamando-lhe “Mãezinha”. Rezava o terço todos os dias e fazia o Mês de Maria. Nos primeiros anos, fazia-o sozinha. Depois, começou a não poder e era eu quem o fazia.”

O mesmo testemunho dá a empregada da casa, Auxília Barbosa:

“Tinha uma grande devoção a Nossa Senhora, chamando-lhe «Mãezinha do Céu» e aconselhava muito esta devoção. Tinha uma grande devoção ao Terço, mas depois de o rezarmos em conjunto insistia em que cada um se encomendasse a Nossa Senhora.”»

(Silva, M. Fernando; “Caminhos de Balasar”; pág.321)

 

           

 

O Pe. Humberto Pasquale concluiu acerca de Alexandrina:

«Depois de um estudo profundo a que me dediquei sobre a Alexandrina, cheguei à convicção de que a vida espiritual dela se não explica sem a intervenção de Nossa Senhora. Ainda criança, quando estava na Póvoa de Varzim, gostava de ir com braçados de flores enfeitar o altar de Nossa Senhora das Dores. Numa ocasião de grave ataque à sua pureza, apertou com força o terço e a medalha de Nossa Senhora das Graças, obtendo assim forças para afastar o tentador.

Nas suas orações da manhã tinha uma prece lindíssima, composta por ela própria, em que consagrava a Nossa Senhora todos os seus sentidos exteriores e as faculdades da sua alma, confiando a Nossa Senhora a sua pureza, a sua virgindade.

Via em Nossa Senhora, não tanto a pessoa a quem se está continuamente a pedir graças, mas antes a Mãe que protege modelo a imitar, meditando frequentemente as suas virtudes. Maria era para ela o caminho para ir a Jesus.

Muitas vezes, pedia a Nossa Senhora:

“Enriquecei a minha oração, aquecei-a que está muito fria e apresentai-a como coisa vossa a Jesus.”

Encarregava-se de ir pelos Sacrários do mundo a dizer a Jesus o seu amor [dela, Alexandrina].» [...]

Às pessoas que a visitavam recomendava-lhes sempre:

“Recomendem-se à Mãezinha. Rezem o terço.”

E o que aconselhava aos outros fazia-o ela, juntando a família toda à volta da sua cama, antes de dormir, para rezarem o terço.

Fazia o Mês de Maria em maio, que era todo ele uma festa.

Na verdade, celebra-o com grande solenidade no seu quartinho, diante de uma imagem de Nossa Senhora. Escrevia um pensamento para cada dia do mês, marcando uma intenção pela qual oferecia tudo, como refere na Autobiografia.»

(Pe. Humberto Pasquale cit. in Silva, M. Fernando; “Caminhos de Balasar”; pág.321/322)

 

 

CARIDADE

Escreve o Pe. Humberto Pasquale, segundo diretor espiritual de Alexandrina:

«Se se conseguisse fazer um elenco daqueles que Alexandrina beneficiou, e se se pudesse fazer um balanço da sua atividade caritativa, ficar-se-ia pasmado.

Há elementos para provar que talvez não haja obra que ela não se empregasse em ajudar; dos Seminários às Missões, da sua Paróquia às várias Congregações religiosas, das famílias pobres aos doentes e aos órfãos, das vocações pobres, masculinas e femininas, às associações pias.

A sua caridade inspirada e inexaurível visava sempre e só a Deus, a quem teria desejado levar todas as almas. [...]

Eis o que, por sua mão escreve, num pequenino diário:

“A esmola, a caridade bem praticada é a base de todas as coisas.

Nada há que ajude o espiritual como é auxiliar no material quando isto é necessário. Ai, quanto bem se podia fazer às almas matando-lhes a fome, cobrindo-lhes o corpo, e encobrindo-lhes tantas misérias. E não merece Jesus tudo isto?” (Diário Espiritual; 28-2-1948)

Enviava oportunamente os parabéns nas festas e os pêsames nos acontecimentos tristes; conservava e alimentava a coleção de estampazinhas com autógrafos seus e os objetos religiosos para dar de presente; deixava-se fotografar para dar gosto. Nas suas cartas e nas conversações, não deixava nunca de pedir notícias sobre a saúde e sobre o andamento dos interesses materiais. Fazia tudo isto com sentimentos maternos. A sua caridade era do mais puro quilate.

A Sr.ª D. Conceição, Professora de Balasar:

“Alexandrina foi muito caridosa desde pequena, quando pedia emprestada à mãe a roupa branca da cama para os doentes pobres. Depois, já adolescente, confecionava vestidos para os meninos e para mendigos. Era sempre feliz quando, de qualquer modo, podia dar esmola aos velhos e aos meninos.

Gozava intimamente quando via a mãe e a irmã matar a fome e vestir qualquer necessitado.

Com muita discrição, aos abastados que a visitavam, já doente, falava das necessidades de outros de que tivesse conhecimento. Dava também daquilo que tinha, chegando até a despojar-se de tantas coisas necessárias, e a contrair dívidas que pela sua confiança na Providência, conseguiu sempre liquidar.

Ajudou várias famílias a construir a própria casinha, a outras emprestou dinheiro para o mesmo fim.

Conseguiu internar em hospícios meninos e meninas. Desses, alguns ganham hoje o pão, graças à formação recebida; outros, porque anormais, encontram-se ainda em institutos de beneficência, longe dos perigos e com a segurança do pão e do vestuário.

Orientou com o seu conselho e apoio material um bom número de vocações, quer para o sacerdócio quer para a vida religiosa, como também para o matrimónio. Trabalhou para legalizar uniões familiares pecaminosas, pagando enxovais e os documentos necessários.

Muitos celibatários abastados foram por ela aconselhados ao casamento, a fim de que não ofendessem ao Senhor com o pecado. Aos esposos recomendava a santidade do matrimónio, e o respeito pela vida, segundo as leis santas do Senhor.

Quantas graças espirituais e materiais não obteve de Deus para aqueles que de toda a parte vinham visitá-la! Quando não possuía nada para dar, confortava e rezava por aqueles que se lhe recomendavam.

Com o seu exemplo fez ainda que muitas outras pessoas praticassem a caridade.”»

(Pe. Humberto Pasquale cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 322 a 324; 1.ª edição)

Apostolado na vida eterna

Alexandrina viveu um apostolado forte e belo durante a sua vida terrena. Além desse apostolado, Alexandrina continua a sua missão já na vida eterna, junto do Pai Eterno.

Vejamos algumas promessas de Jesus a Alexandrina e promessas de Alexandrina a nós, seus irmãos:

 

Jesus:

«Todas as almas que te visitarem, são os seus nomes inscritos pelo teu Anjo em meu Coração, e serão salvas. Mesmo aquelas que te visitarem por curiosidade e mal-intencionadas. A tua dor será uma força invencível que a todas salva. Tudo isto faz parte da missão que te confiei, a mais nobre e sublime missão.»

(Sentimentos da Alma; 07/06/1946)

 

 

Jesus:

«Todas as almas que te visitarem, pecadores ou sequiosos de Mim, serão salvos, a não ser que abusem da Minha promessa e confiados nela continuem a sua vida de pecado, vida de ofensas para Mim.

Depois da tua morte todos aqueles pecadores que te forem recomendados serão salvos.

E sabes quem vai levantar-te ao Céu todos os pedidos e mensagens? É o Anjo da tua guarda.

Que bela e gloriosa é a tua missão! Como Jesus te enriqueceu!

Que grande prova de amor para o mundo!»

(Sentimentos da Alma; 25/10/1946)

 

 

No ano da sua morte, a 13 de maio de 1955, no 38º aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima, Jesus afirma:

«Depois da tua morte, o teu sepulcro, a tua sepultura, há-de falar intimamente a milhares, a milhares de pecadores. As almas hão-de ir junto de ti, e por ti, como agora, continuarão a ser enriquecidas.»

(Sentimentos da Alma; 13/05/1955)

 

Túmulo da Beata Alexandrina, na Igreja Paroquial de Balasar

 

 

No dia 5 de agosto do mesmo ano, Jesus promete:

«Logo após a tua passagem para o Céu, junto do trono da Santíssima Trindade, vais logo implorar, vais logo fazer descer orvalhos fecundantes, chuvas de bençãos e graças. Confia, Confia!»

(Diário Espiritual; 05/05/1955)

 

 

Também Nossa Senhora lhe vem anunciar a sua missão, também no Céu:

«Nesta altura, apareceu a Mãezinha da Dores, de manto roxo, bordado a ouro e o Coração atravessado por muitas setas.

“Minha filhinha, minha filhinha, venho confortar-te, neste dia de aniversário pela liturgia da Santa Igreja em que o meu Divino Filho em ti modificou a Sua Santa Paixão para continuar profunda e misticamente escondida e para a ela juntar o teu jejum para exemplo da humanidade para com tal maravilha a chamar a Si, ao Seu Divino Coração.

Deixa-me cobrir-te com o meu manto de tristeza, com o meu manto de dor, para que com este testemunho, através dos tempos, possas ser invocada para todas as dores da alma e do corpo, invocando-te na Terra, quando estiveres no Céu, pela Mártir das Dores, para conforto e bálsamo das dores humanas.”»

(Sentimentos da Alma; 08/04/1949)

 

 

Nossa Senhora a Alexandrina:

«Hoje dia da minha Imaculada Conceição fazemos-te a entrega do teu reinado; principia desde hoje é teu, governa-o, guarda-o na Terra assim como o guardarás e governarás depois no Céu. Escolhi este dia que em minha honra é guardado para que em união comigo seja festejado o dia em que te foi entregue o reinado da humanidade. Quando o mundo disto tiver conhecimento, comigo serás louvada.»

(Sentimentos da Alma; 08/12/1944)

Destaques
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Agenda
2016-2017
Ano Mariano - Fé Contemplada
30 março 2017
113º aniversário do nascimento da Beata Alexandrina
25 de abril 2017
13.º aniversário da Beatificação de Alexandrina
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