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Pequenos Episódios

Esta alma eleita do Senhor teve uma vida excecional como é a vida dos grandes santos. Conheçamos alguns episódios impressionantes da sua vida:

 

Aparições

Mons. Mendes do Carmo:

«Merece crédito a Alexandrina quando afirma que dita o que Jesus lhe diz, nas suas mil aparições, durante 22 anos?

O sobrenatural invisível prova-se pelo sobrenatural visível. Jesus Deus provou as suas verdades invisíveis pelos seus milagres visíveis.»

(Mendes do Carmo cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. XIX; 1.ª edição)

Caso da Hóstia

Alexandrina:

«Neste período da minha doença – não sei se de manhã, se de tarde – vi entrar no quarto o Senhor Abade e, conhecendo-o, disse-lhe:

“Eu quero receber Nosso Senhor.”

Ele respondeu-me:

“Sim, minha menina, vou buscar-te uma hóstia por consagrar e, se a não vomitares, trago-te Nosso Senhor.”

Assim o fez. Logo que engoli a hóstia por consagrar, imediatamente a vomitei. Sua Reverência estava para desistir em me trazer Nosso Senhor, e alguém disse:

“Sr. Abade, uma hóstia por consagrar não é Jesus.”

Foi então que se resolveu a ir buscar uma consagrada. Recebi-a e não vomitei. Nunca mais deixei de receber Jesus Sacramentado por causa desses vómitos. Quantas vezes entrava o Senhor Abade no meu quarto para me dar Nosso Senhor, e eu a vomitar! Logo que recebia Jesus, cessavam os vómitos, nunca vomitando antes de passar meia hora. Como era assim, o Senhor Abade nunca temeu em me dar a Comunhão. A crise durou bastante tempo, mas durante dezassete dias, estive sem tomar nada, absolutamente nada. A minha medicina foi Jesus.»

(Autobiografia; pág. 43)

Betânia - Casa de Alexandrina

«O Padre Alfredo da Silva, numa sua lembrança pessoal, escreve:

“Comecei a visitar Balasar perto de 1937. Nunca soube nada sobre os colóquios que N. Senhor tinha com a Alexandrina, talvez desde 1934. Aquela casa lembrava-me uma Betânia… Admiro agora a humildade e a prudência da Alexandrina e da família, a irmã e a mãe, que nada me disseram sobre assuntos tão importantes.”»

(Padre Alfredo da Silva cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 179; 1.ª edição)

Cheiros horrorosos

Alexandrina passou uma fase em que muitos dos sacrifícios provinham de odoros insuportáveis:

 

«[…] Que cheiros tão imundos atormentam a minha alma.»

(Sentimentos da Alma; 06/09/1945)

 

 

«Sentia uns cheiros horrorosos; não queria que as pessoas se aproximassem de mim, porque todas e tudo me cheiravam a cães mortos. Davam-me violetas e perfumes a cheirar, mas tudo repelia, porque era sempre o mesmo mau cheiro que me atormentava.

Não passei sem sentir mau paladar nos dias em que me alimentava e, desde que comia, de tudo tinha nojos, porque tudo me sabia aos maus cheiros que tinha.»     

(Autobiografia; pág. 54)

 

 

«Novo tormento veio para a minha negra masmorra: uns cheiros insuportáveis, uns cheiros!... quase enlouquece. Tudo isto é para desesperar sem o Dedo Divino de Deus, sem sentimentos de amparo. [...]

“O teu quarto, nesses cheiros nojentos, é a reparação de certas almas cheias de chagas asquerosas; tudo é podridão de seus vícios.”»

(Sentimentos da Alma; 04/03/1955)

Perfumes

«O Diretor Salesiano, de nacionalidade estrangeira, levou um dia uma sua irmã a visitar a Alexandrina. Não sabia ela uma palavra de português. Ficando a dormir no quarto contíguo ao da Alexandrina, emocionada por haver assistido, horas antes, ao êxtase de sexta-feira, velou toda a noite, e durante essas horas foi como que perseguida por eflúvios de perfumes delicadíssimos.

Na manhã seguinte, perguntou ao irmão que perfume usavam para a “toilette” da Alexandrina. O Salesiano compreendeu o enigma, e por única resposta mandou-a perguntar à Deolinda...

“Como posso perguntar, se não sei falar português?”

Chamou-se a Deolinda, e ele fez de intérprete. Traduziu, palavra por palavra, a pergunta da irmã:

“Gostava de saber a marca do perfume que dá à Alexandrina.”

Deolinda sorriu e respondeu:

“Nós não usamos perfumes. Parece-lhe que esta pobre casa de aldeia seja casa para perfumes?”. [...]

O irmão explicou então o estranho fenómeno, que havia verificado anos antes.

Centenas e centenas de pessoas, homens e senhoras, muitas vezes, verificaram o mesmo.»

(Pe. Pasquale cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 202; 1.ª edição)

Alexandrina e as flores

A Beata Alexandrina sempre teve um encanto pelas flores, ou melhor dizendo, por tudo o que era natureza. Desde pequena que já demonstrava um gosto enorme pelas flores e, durante a sua enfermidade, Jesus fez dela um jardim sublime e cândido. Jesus foi o seu Jardineiro, que cultivou e tratou das mais belas flores “espirituais”, que existiam interiormente na alma da Beata Alexandrina.

 

 

«A partir desta ocasião, comecei a ter por enfermeira minha irmã, porque minha mãe ocupava-se em serviços do campo e minha irmã costurava. Tive momentos de desânimo, mas nunca desespero. Nada no mundo me prendia, só tinha saudades do meu jardinzinho, porque amava muito as flores. Algumas vezes fui vê-lo: matar saudades, ao colo de minha irmã.»

(Autobiografia; pág. 16)

 

 

 

Alexandrina, em criança:

«Quando ia a passeio com a patroa, para o campo, acompanhada com outras meninas, fugia do convívio delas e ia apanhar flores que esfolhava, para fazer tapetes na igreja de Nossa Senhora das Dores. Era em Maio e toda me comprazia de ver o altar da Mãezinha adornado de rosas e cravos e de respirar o perfume dessas flores. Algumas vezes oferecia à Mãezinha muitas flores que minha mãe propositadamente me levava.»

(Autobiografia; pág. 5/6)

 

 

Alexandrina:

«A minha dor e lágrimas pareciam-me ser duradoiras, mas não foram. No mesmo lugar onde estavam os abismos apareceu-me um formoso jardim cheio de flores. Lírios, açucenas e mais variedades. Que lindas, que belas! Por entre elas sobressaíam raios, muitos raios mais brilhantes que o ouro. Contemplei tudo sem saber o seu significado. No mesmo instante disse-me Jesus:

“As flores deste formoso jardim são as tuas heroicas virtudes. As suas pétalas são tenras, finas, delicadas; o seu aroma é atraente. Os raios são do Meu Divino amor. Não chores filhinha, a tua pureza não se mancha nos combates do demónio, sais dele cada vez mais pura, mais encantadora. É a reparação que de ti exijo. Se não fosse esta reparação caíam nos abismos que agora vistes tantas e tantas almas ficando lá eternamente.”»

(Sentimentos da Alma; 11/12/1944)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«[…] …és um centro de virtudes, és um centro de flores cândidas…”

(Sentimentos da Alma; 10/05/1945)

 

 

Jesus:

«Vem o Jardineiro Divino ao Seu jardim ver as maravilhas que nele operou e o fruto de tantas canseiras”.

(Sentimentos da Alma; 18/05/1945)

 

 

Jesus:

«É a vida Divina que dou às Minhas esposas mais amadas. Oh! Quão grandes são as maravilhas que opero em ti. Que riqueza para as almas. Que tesouro escondido. Que milagre oculto. E tento destruir o terreno que Eu preparei. Encobrem tudo com o erro e a mentira, tentam encobrir as flores mais belas do meu jardim, do jardim que não há igual. São flores, são pétalas e perfumes para o mundo inteiro.»

(Sentimentos da Alma; 01/06/1945)

 

 

Jesus:

«[…] Vim ao jardim que cultivei e semeei buscar flores para adorno do trono Divino. Semeei e as flores germinaram. Que frutos encantadores, que indizíveis maravilhas. São lírios, são açucenas cândidas e puras com todo o aroma que irradia o Céu e a Terra; veem colher flores do meu jardim e levá-las ao jardim celeste para adornarem o trono da Trindade Divina.»

(Sentimentos da Alma; 04/08/1945)

 

 

Jesus:

«Olha, repara no Jardineiro Divino. Estou a regar as flores do teu jardim, em terreno por Mim cultivado. Cuido deles para que a cada momento do dia e da noite desabrochem flores a exalarem os seus perfumes para neles Me deliciar.»

(Sentimentos da Alma; 11/02/1955)

 

 

Alexandrina declara:

«Não há em mim, tudo o que é belo e poderoso para mim é dor. Deitada na minha cama pude admirar a grandeza do Criador! Vi pela janela as árvores cobertas de flores! Que maravilha! A brancura delas transformava-se em noite na minha alma. Todas as pétalas das mesmas flores serviram de setas para no meu coração serem cravadas.»

(Sentimentos da Alma; 01/03/1945)

 

 

Alexandrina:

«Antes de continuar a minha viagem, levaram-me ao jardim do Sr. Sampaio. Amparada e sob a mesma ação Divina, fui até junto de umas florinhas que colhi, dizendo:

“Quando Nosso Senhor criou estas florinhas, já sabia que hoje as vinha aqui colher.”»

(Autobiografia; pág. 60)

 

 

Alexandrina:

«Se não for proibido pela Santa Igreja, quero no meu caixão muitas flores, Não porque as mereça, mas sim porque as amo muito. Se fosse por merecimento meu, nada tinha e nada levaria.

(Autobiografia; pág. 64)

Boatos do Povo

Assim como a imprensa escrevia, também o povo falou contra Alexandrina, chegando ao ponto de muitos (pessoas com pouca formação na fé cristã) a apelidarem de “bruxa”.

 

«Embora a família não lhe referisse quanto se dizia a seu respeito, muitas vozes lhe chegaram igualmente aos ouvidos, e ela as comenta assim no seu diário:

“Como merecem compaixão os ignorantes que dizem tantas mentiras!”.

Na verdade, alguém tinha espalhado o boato de que a Alexandrina havia sido levado ao Porto para uma visita médica, para poder receber do Governo uma boa pensão mensal.

De nada valeu a tentativa de desfazer a patranha; o povoléu ficava na sua… Espalhou-se também a voz de que a doente fora levada à cidade para lhe medirem a santidade com uma máquina especial.

Deolinda, a quem lhe contava a estranha invenção, comentava:

“Se isso pudesse ser, também eu queria tirar esse retrato para ver no ponto em que eu estava.” (Autobiografia; pág. 58)

E a Alexandrina, por sua vez, fez esta sábia consideração: “Que pena tenho que as coisas de Nosso Senhor sejam tão mal compreendidas!...” (Autobiografia; pág. 58)

A estes boatos juntaram-se comentários mais dolorosos ainda. Bisbilhotava-se que todos os sacerdotes que a visitavam, depois, nas várias paróquias, andavam recolhendo esmolas e acrescentava-se que na casa dos Costas, de futuro, nada faltaria.

Aos boatos dos ignorantes, às suposições de quem demasiadamente se ocupa da vida alheia, uniu-se também o trabalho de fantasia da superstição, muito fácil em quem, não tendo uma boa formação de princípios religiosos, se agarra facilmente a tudo o que tem fama de sobrenatural.

Os supersticiosos começaram a crer e a espalhar a notícia que a Alexandrina era uma autêntica bruxa. Com a máxima boa-fé, muitas pessoas crendeiras começaram a visitá-la e a fazer-lhe perguntas como se ela adivinhasse tudo.

“Falava-lhes muito serenamente, - escreve – fingindo não as compreender mas, quando insistiam comigo, respondia-lhes:

«Eu não adivinho, nem ninguém adivinha. Nós não temos o direito de penetrar nas consciências alheias. Isso é só para Nosso Senhor.»” (Autobiografia; pág. 58)

Quando depois lhe contavam o que se dizia a seu respeito, a Alexandrina nunca deixava transparecer a profundidade da mágoa que se lhe causavam.

“Eles falam de mim? É porque que dizer. Eu não tenho; deixai que falem para eles. Que Nosso Senhor lhes perdoe, que eu também lhes perdoo. Falam, falam e falarão. Não há quem os cale: uns contra mim, outros a favor de mim. E assim o tempo passa.” (Autobiografia; pág. 58)

(Pe. Humberto Pasquale cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 136 a 138; 1.ª edição)

Fama da Alexandrina

A fama da Beata Alexandrina espalhou-se muito rapidamente, por Portugal inteiro. Muitos peregrinos acorriam a Balasar para ver a doentinha e também para satisfazer a curiosidade sobre o seu jejum.

 

«Dia a dia, momento a momento, torna-se a minha vida mais penosa e triste. Por um lado a ordem da obediência obriga-me a viver escondida, não recebendo pessoas, para assim pouco a pouco ficar esquecida. Ó meu Deus, se eu tivesse que querer, era assim que eu queria, mas que engano! Quanto mais me querem escondida mais me fazem conhecida. Chegam-me visitas de um lado e do outro. Despertou agora a curiosidade dos médicos; que tormento pra mim.»

(Sentimentos da Alma; 25/10/1944)

 

Notícia do início dos anos 50

 

«Eram duas horas e meia da tarde e entraram no meu quarto cinco homens. Tive logo o pressentimento de que algum deles era médico. Principiaram a interrogar-me; não sei porquê, os meus olhos fitavam-se mais num. Soube depois  que era esse mesmo o médico. Como tinha o pressentimento de que estava a falar com um médico, respondia a tudo e fazia por me explicar bem da minha doença. Não me faltou a serenidade. Ó Jesus, só Vós sabeis quanto me custa tudo isto. Quando acabará, ó meu Deus? Com certeza só com a minha morte! Respondia com firmeza, pois a verdade só tem um caminho. Chegou a ocasião de me falarem na alimentação. Duro golpe! Quem me dera que ninguém soubesse!

“Então, não come nada, nada?”

Eu não sabia se estava a falar com pessoas religiosas. Mas sem respeito humano, respondi:

“Comungo todos os dias.”

Um silêncio profundo por uns momentos se travou entre todos; nem um gesto, nem um sorriso. Pouco depois retiraram-se delicada e respeitosamente.»

(Sentimentos da Alma; 25/10/1944)

Alexandrina e a imprensa

A exposição da Beata Alexandrina fez com que ela sofresse muito, devido aos escritos da imprensa:

«Artigos e comentários na imprensa, referências pouco caridosas em conversas públicas, contribuíram para criar um ambiente de hostilidade contra a pobre enferma e uma atmosfera de desconfiança a seu respeito, mesmo entre aqueles que a estimavam.»

(Pe. Humberto Pasquale cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 148; 1.ª edição;)

 

Notícia do início dos anos 50

 

Alexandrina desabafa com Jesus:

«Escutai, Jesus, a minha dor quase moribunda. Duro golpe lhe foi dado. Ó dor, ó dor que matas a dor, ó dor que só por Jesus podes ser conhecida. Com os olhos em Vós, Jesus, as calúnias, as humilhações, os desprezos, os ódios, o esquecimento têm a doçura do Vosso amor. Venha tudo, ó Jesus, venha tudo o que Vos aprouver. Morra o meu nome como sinto que morreu o meu corpo e a minha alma, para que viva o Vosso Divino amor nos corações e a Vossa graça nas almas. Eis, meu Amado, por que me deixo imolar. Mas como resistir a tanto? Ó Jesus, olhai este coração que rebenta, desfaz-se em dor, não pode com tanto aperto se não vindes em meu auxilio. Vinde, vinde, ó Jesus, socorro, socorro, ó Jesus. Querem privar-me de tudo, até me ameaçam de eu ficar sem Vos receber, proibindo o Senhor Abade de vir junto de mim a não ser em perigo de vida, isto no caso de eu não obedecer. Obedeço, obedeço, ó meu Jesus, com a Vossa Divina graça! Ó Santa obediência, como eu te amo por Jesus e pelas almas. Lançaram-me a público sem consentimento meu, de nada soube e agora, meu Jesus, querem à custa da minha dor apanhar as penas que o vento tão furioso espalhou! Como, Jesus, como? Ai, nunca mais, meu Jesus, nunca mais! Oh, quem me dera viver escondida; ai, quem me dera amar-Vos como tanto desejo ser Vossa, meu Jesus, a mais não poder ser, mas perdoai, ó Jesus, perdoai-me, sem ter esta vida assim! Ai, quantos que nada desta vida conhecem e são santos, e eu, meu Jesus, cheia de misérias! Oh! que saudades dos anos que já lá vão! Tantos colóquios tive conVosco e sem que nada se soubesse. Dava vidas, meu Jesus, dava mundos para viver escondida. Perdão, Jesus, querer, não tenho vontade.

Meu Deus, se eu soubesse que com o meu sofrimento a Vossa consolação era completa! Se eu pudesse viver fechada neste quartinho, sendo Vós, meu Jesus, e estas pobres paredes testemunhas das minhas dores, sem que os meus e todos os que me são queridos pudessem recordar que eu vivia aqui e que em dia algum da vida eu tenho vivido na companhia deles, então já não sofria. Mas vejo que quem sofre mais é o Vosso Divino Coração, e que os que me são queridos sofrem comigo, não podem esquecer-me, então faz-me sofrer a mais não poder.»

(Sentimentos da Alma; 01/08/1944)

Capela-Jazigo

«No dia 13 de outubro de 1957, passou o segundo aniversário da morte da Alexandrina Maria. Nesse mesmo dia comemorava-se, também em Balasar, o cinquentenário da benção da igreja paroquial.

Foi dia soleníssimo de Visita Pastoral, feita pelo Vene­rando Arcebispo de Braga.

Tive a consolação de ouvir e, como cónego, acolitar nas funções sagradas, Sua Ex.cia Rev.ma que, nesse dia, aniversário da morte da Alexandrina, benzeu pessoalmente, no meio de inumerável multidão em festa, o amplo jazigo-capela que pessoas amigas e agradecidas ofereceram à Alexandrina, já para ali trasladada.»

(Mendes do Carmo cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. XIX; 1.ª edição)

 

 

 

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