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Meditar e Rezar com a Beata Alexandrina

Sacrários

 

«A missão que te confiei são os Meus Sacrários e os pecadores: elevei-te a tão alto grau. É o Meu amor.

Por ti serão salvos muitos, muitos, muitos pecadores, não por teus merecimentos,

mas por Mim que procuro todos os meios para os salvar.»

(Jesus a Alexandrina; Cartas ao P. M. Pinho; 20/12/1934)

 

Jesus pede a Alexandrina para ir consolá-Lo aos Seus Sacrários, onde se encontra só e abandonado pelas pessoas. Alexandrina “salta” de Sacrário em Sacrário para confortá-Lo e pede-Lhe que salve os pecadores. A devoção que a Beata Alexandrina tem pelos Sacrários é tão grande, que Jesus atende aos pedidos dela, para remissão das almas.

 

 

«Anda para a Minha escola: os Sacrários»

Visitar, Amar, Consolar, Desagravar Jesus Eucaristia

 

 

Jesus a Alexandrina:

 

«Disse-me também que me dizia como à Madalena, eu que escolhi a melhor parte:

“Amar o Meu Coração, Amar-Me crucificado é bom, mas amar-Me nos Meus Sacrários, onde Me podes contemplar, não com os olhos do corpo, mas com os olhos da alma e do espírito, onde estou em Corpo, Alma e Divindade, como no Céu, escolheste o que há de mais sublime” […]

Jesus continua a dizer-lhe:

“Olha, ó Meu amor, quero consumir-te nas chamas do Meu amor. Anda passar um pouquinho da noite alerta nos Meus Sacrários, nas Minhas prisões. São tuas e Minhas. O que me levou para as prisões foi o amor; e para tantos…para quê? Não creem na Minha existência, não creem que Eu habito lá. Blasfemam contra Mim. Outros acreditam, mas não Me amam, não Me visitam, vivem como se Eu lá não estivesse. Anda para lá, são tuas e Minhas; escolhi-te para Me fazeres companhia, naqueles pequeninos abrigos, tantos tão pobrezinhos! Mas lá dentro… Oh! Que riqueza! É a riqueza do Céu e da Terra!”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 08/11/1934)

 

Sacrário da igreja do convento de Sta. Clara, Vila do Conde

 

 

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Ouve, Minha filha, e atende ao pedido do teu Jesus. Anda fazer-Me companhia aos Meus Sacrários nesta noite, nestas horas em que Eu sou mais ofendido; não Me deixes sozinho. Tem pena de Mim.

Anda com essas tuas dores e com as tuas orações sustentar o braço da Minha justiça prestes a cair sobre os pecadores, que ainda para alguns o baixarei sem os castigar, mas para muitos não. Muitos no pecado e dali a poucos momentos no inferno. Outros com o próprio instrumento com que me ofendem abrem as portas do inferno. Eu morri por eles e por eles dei o Meu Sangue e por eles fiquei nos Sacrários há tantos séculos, e lá estarei até ao fim. Mas eles desprezam as Minhas graças. Triste verdade.»

(13/01/1935; Cartas ao Pe. Mariano Pinho, 27/01/1935)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Minha filha, estou contigo. Como te amo! Quanto estás fria, sou Eu para penetrar mais em ti o Meu amor; quando te não falo, é para te infundir mais a Minha confiança. Não te disse Eu que te não abandonava, e que me ausentava de ti? Como Eu te amo!

Anda para a Minha escola, aprende com o teu Jesus a amar o silêncio, a humildade, a obediência e o abandono. Anda para os Meus Sacrários. Estou sozinho, tão ofendido, tão desprezado e tão pouco visitado. Anda prostrar-te diante de Mim, pedir-me perdão pelo teu desânimo e pela tua desconfiança.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 15/10/1934)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Ó Minha filha, sempre em ti vivo. Escuta o teu Jesus: anda passar parte desta noite coMigo nos Meus Sacrários. Contempla-os. Pede-me pelos pecadores, nas horas em que tantos dormem e tantos me ofendem. Sê a Minha vítima! Vela coMigo!

Assim pedi aos Meus discípulos. Não durmas tu; sê-Me fiel no que te peço. Vou enriquecer-te dos Meus tesoiros, dos Meus frutos, vou encher-te dos Meus dons. Vela coMigo, faz-Me companhia com os Anjos nos Meus Sacrários. Oferece-te como vítima.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 02/05/1935)

 

 

Alexandrina:

«No dia 1, primeiro sábado do mês, depois da sagrada Comunhão disse-me Nosso Senhor:

“Espera, filhinha, e confia no Meu amor; Eu tinha-te avisado, não te enganas, nem te enganaste. Não falto ao que prometi. Hei-de fazer em ti grandes coisas. Vive só para Mim, toda para Mim. Ama a solidão. Anda para os Meus Sacrários! É lá onde aprendes. É lá onde ela é mais praticada, anos e séculos. Ama-Me muito. Pede-Me o que quiseres. Sabes o que mais quero que Me peças é pelos pecadores. Eu atenderei e os pouparei às penas do inferno.”»

(01/12/1934; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 09/12/1934)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«“Minha filha, não tens pena de Mim? Estou sozinho nos Sacrários, tão escarnecido e abandonado e tão ofendido! Anda reparar tudo isto!”

Disse-me assim o meu Bom Jesus:

“Anda, Minha querida filha para os Sacrários; estou sozinho, e sou tão ofendido! Anda consolar-Me e desagravar-Me! Repara tanto abandono! Manda dizer ao teu pai espiritual que quero que vós façais que Eu seja visitado, amado e desagravado na Santíssima Eucaristia. Visitar os presos da cadeia, e consolá-los é boa obra; Eu estou preso, e preso pelo amor. Eu sou o Preso dos presos.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 04/10/1934)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Alerta nos Meus Sacrários estou sozinho em tantos, tantos! Passam-se dias e dias que Me não visitam e não Me amam e não Me desagravam; quando lá vão é por um hábito, por uma obrigação. Sabes o que nunca lá deixa de cair? É aquela corrente de pecados e de horrendos crimes. São os atos de amor que Me mandam, é assim que Me consolam, é assim que Me desagravam, é assim que Me amam!»

(27/10/1934; Cartas ao Pe. Mariano Pinho; 01/11/1934)

 

 

Alexandrina a Jesus:

«“Falai, meu Jesus, falai, que a Vossa filhinha Vos escuta. Anseio por me instruir na Vossa escola.”

E Nosso Senhor respondeu-me:

“E Eu anseio que aprendas todas as Minhas lições. Tenho muito que te ensinar, e tu muito que aprenderes, para que por ti venham muitos a aprender as mesmas lições, calcarem as mesmas pisadas e seguirem-te nos teus caminhos.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 01/11/1934)

Destaques
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2016-2017
Ano Mariano - Fé Contemplada
30 março 2017
113º aniversário do nascimento da Beata Alexandrina
25 de abril 2017
13.º aniversário da Beatificação de Alexandrina
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