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Salvar as almas dos pecadores

Depois da Eucaristia, seguem-se os pecadores na grande missão de Alexandrina. Por eles, experimentou grandes sofrimentos, provações e uma enorme dedicação.

 

Jesus confia-lhe a missão da salvação das almas:

 

«Minha filha, Minha filha, tu não estás só; Eu estou contigo. E sabes quem Eu sou? Sou aquele Jesus a quem escolheste e preferiste para Esposo. Como Eu te quero e amo! Anima-te, anima-te; tem coragem! Tu não és trevas, és luz; as trevas são para ti, para viveres nelas, e a luz, a luz que tu és, é para as almas.

Criei-te para elas; não és do mundo e vives para o mundo; não estás no Céu e vives do Céu.

Desde o primeiro instante da tua existência, desde que te criei, vi sempre em ti a missão que te confiei, a missão mais bela, a missão mais nobre, a missão das missões, a missão das almas; criei-te para elas, delas és a vítima.»

(Sentimentos da Alma; 17/10/1947)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Ó Minha amada, ó filha querida, escuta-Me. Escolhi-te para Mim, só para Mim, para habitares nos Meus Sacrários e pedir-Me pelos pecadores que não querem seguir o Meu caminho. Escolhi-te para Mos guiares. Sê Minha vítima, conduz-Me às almas.»

(05/04/1935; Cartas ao Padre Mariano Pinho; 08/04/1935)

 

 

Alexandrina:

«Num outro dia disse-me o meu Jesus que pedisse muito pelos pecadores. Eles já não encontram no mundo coisas com que O possam ofender mais.

“Pede-me por eles, não descanses. O Meu castigo cai, o Meu castigo cai.” […]

Minha filha, Minha filha, ó Meu amor, escuta o teu Jesus, escuta os Meus pedidos. Dás-Me o teu corpo para Eu o crucificar? Mas exijo de ti muitos e grandes sofrimentos. É dolorosa a crucifixão. Não Mo negues por Meu amor, é para acudir aos pecadores, teus irmãos, aos ceguinhos, não de nascença, mas cegos pelas paixões.”»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho, 01/11/1934)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Se Me amas, se és toda Minha, não Me recuses aquilo que te peço: sê Minha vítima.» […]

Que Me peçam pelos pecadores, por esses desgraçados que, entregues às paixões, não se lembram que têm uma alma para salvar, e uma eternidade que em breve os espera.»

(03/04/1935 – Cartas ao Padre Mariano Pinho; 08/04/1935)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Filhinha, sou o teu Jesus. Como Eu te amo! Queres fazer uma troca coMigo? Eu dou-te o Meu amor e tu retribuis-Me dando-Me o teu amor e com o teu amor o teu corpinho e o teu espírito para Me fazeres companhia nos Meus Sacrários, para Me amares e para obteres o perdão para os pecadores. Todas as vezes to recomendo. Assim, como antes de Eu vir ao mundo eram imoladas as vítimas no templo, assim Eu quero imolar o teu corpo como vítima. Dá-Me o teu sangue pelos pecados do mundo. Ajuda-Me no Meu resgate. Sem Mim não podes nada; coMigo terás poder para tudo, para acudires aos pecadores e muitas, muitas mais coisas.

Principia um novo ano, para ti, o mais rico de toda a tua vida. Vou encher-te dos Meus Divinos tesouros, dos Meus frutos. Vou abundar-te dos Meus dons. Vives no mundo, mas vive como se tivesses morrido. Obedece em tudo ao teu Pai espiritual. Cumpre à risca o que ele te mandar, que é tudo inspirado por Mim.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho, 03/01/1935)

 

 

 

Jesus a Alexandrina:

«“Ai, ai Minha louquinha. Ai, ai Minha heroína. Ouve o teu Jesus. Eu venho a ti, não para te dar coragem, nem para te dar consolação: venho desabafar contigo, venho derramar Minhas lágrimas em teu coração. Eu não posso mais, com a monstruosidade do pecador. Penitência, penitência, em todo o mundo penitência. Ou o mundo se levanta rápido, ou na mesma rapidez será destruído.” […]

“Ó meu Jesus, quero sofrer tudo, tudo, quero ser esmagada por Vós: sou a Vossa vítima. Mas não castigueis o Mundo. Ó meu Jesus, eu quero ser o Vosso para-raios sobre cada lugar onde habitais sacramentado para aparar sobre mim a monstruosidade dos pecadores e ficardes Vós livre, meu Jesus.”»

(Cartas ao Pe. Mariano Pinho; 11/09/1938)

 

 

Alexandrina:

«Jesus está aqui. Desceu do Céu com todo o seu amor e todo o seu poder. Compenetrai-vos, compenetrai-vos da Sua presença. Jesus está aqui. Desceu do Céu por amor. Quer entrar, aos vossos corações quer entrar:

“Quero reinar, quero reinar, quero ser amado neste reinado. Faz, Minha filha, esposa Minha, que Eu seja o Rei, que Eu seja o amor de todos os que se abeiram de ti. Estás neste calvário, coloquei-te neste calvário para bem, para seres útil a toda a Humanidade.

Minha filha, Minha filha, faz conhecer às almas quanto Eu as amo. Tu és o porta-voz de Jesus. Tenho-o dito muitas vezes. Falo no teu coração e pelos teus lábios. É por ti que Eu falo ao mundo é por ti que eu distribuo as Minhas graças, os Meus tesouros, o Meu amor. […] Pede às almas, pede ao mundo, amor, amor para Jesus. Pede às almas, pede ao mundo, pureza de vida, enlevo, enlevo, grande união coMigo.”»

(Sentimentos da Alma; 01/05/1953)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«Vem, vem receber a gota do Meu Divino Sangue. Pelo tubo doirado uniram-se os nossos corações. Passou a gotinha de Sangue. Nova vida de Jesus está no teu corpo e na tua alma. Vives de Cristo. A tua vida é Cristo. Tem coragem, tem coragem, Minha filha. Deixa que se abeirem de ti os milhares, os milhares de almas que para ti encaminho. Vem beber à fonte divina que em ti fiz nascer. Elas por ti recebem as Minhas riquezas, as Minhas graças.»

(Sentimentos da Alma; 06/03/1953)

 

 

Alexandrina afirma o seu ardente desejo de salvar almas:

 

«Que ânsias, que ânsias, meu Jesus, de tudo possuir, para tudo Vos dar. Estou louca, estou louca, Jesus, quero amar-Vos, quero dar-Vos as almas. Jesus, depois de tudo isto, não sei o que é a dor, não sei o que é sofrer.»

(Sentimentos das Alma; 20/07/1944)

 

 

Alexandrina:

«Isso alegra-me, Jesus. Eu quero sofrer para Vos amar e quero amar-vos para consolar-Vos. Eu quero sofrer para converter os pecadores; eu quero só a dor para os salvar.»

(Êxtases; 06/06/1941)

 

 

Em 1948, Alexandrina escreve um testamento forte e belo aos pecadores, que se encontra no seu túmulo:

 

MENSAGEM DO EPITÁFIO

(escrito pelo seu próprio punho)

 

«Balasar, 14 de Julho de 1948:

Para a minha campa.

 

Pecadores, se as cinzas do meu corpo vos tem utilidade para vos salvardes, aproximai-vos, passai por cima delas, calcai-as até que desapareçam, mas não pequeis mais, não ofendais mais o nosso Jesus. Pecadores, tantas coisas quereria dizer-vos! Não me chegava este grande cemitério para as escrever!...

Convertei-vos! Não ofendais a Jesus, não queirais perdê-Lo eternamente!

Ele é tão bom! Basta de pecar! Amai-O! Amai-O!»

(Pensamentos soltos; 14/07/1948)

 

 

Jesus a Alexandrina:

«“Minha filha, pupila dos Meus olhos, florinha eucarística, adorno do Meu divino Coração, avante, avante por Deus e pelas almas. Pede amor, pede amor para o Meu Divino Coração. Não deixes as almas perderem-se. Convida-as a virem a Mim. O teu sofrimento fala-lhes ao coração, o teu sorriso, o teu silêncio, o teu silêncio fala-lhes, fala-lhes sempre.

Coragem, coragem! Tudo isto é uma revolução nas almas. Coragem, coragem! Tudo isto são provas do Meu Divino amor para com elas. Acode-lhes, não as deixes perder, não as deixes cair no inferno.”

“Isso quero eu, meu Jesus. Ah, se eu pudesse pôr um aloquete no inferno para ele não mais se abrir! Eu não quero, não, meu Jesus, que nenhuma alma se perca. Eu não quero, não, meu Amor, ver o Vosso Divino Coração ferido. Tenho fome, muita fome, meu Jesus, de Vos dar todas as almas e toda a consolação. Só vivo por Vós, porque Vos amo, Jesus. Não tenho outro fim na minha vida a não ser amar-Vos e dar-Vos almas. Outra coisa não tenho, outra coisa não faço, não, não, meu Amor.”»

(Sentimentos da Alma; 03/07/1953)

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