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Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria

Escreve o Pe. Luigi Fiora (antigo postulador geral da congregação salesiana):

«É sabido que antes de Pio XII houve muitas iniciativas na Igreja, durante quase dois séculos, para pedir a Consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria: o que Pio XII fez teve preparação longínqua e muitos intervenientes. Mas quem influiu proximamente, e por forma que podemos crer determinante, foi a Serva de Deus Alexandrina Maria da Costa.»

(R. Theologica, II s., vol. 28, F.1, 1993; pág. 211)


 


 

PEDIDOS DE JESUS A ALEXANDRINA

 

Jesus fez o primeiro pedido da Consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria a Alexandrina no dia 30 de julho de 1935. Numa carta escrita pela Alexandrina ao Padre Mariano Pinho a 1 de agosto de 1935, ela escreve o que Jesus lhe pediu:

«Manda dizer ao teu Pai espiritual que em prova do amor que dedicas à Minha Mãe Santíssima, quero que seja feito todos os anos um Ato de Consagração do mundo inteiro num dos dias das suas festas escolhidas por ti: ou Assunção, Purificação ou Anunciação, pedindo a esta Virgem sem mancha de pecado, que envergonhe e confunda os impuros, para que eles arrecuem no caminho e não Me ofendam. Assim como pedi a santa Margarida Maria para ser o mundo consagrado ao Meu Divino Coração assim o peço a ti para que seja consagrado a Ela com uma festa solene.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 01/08/1935)

 

 

 

A 11 de setembro do 1936, o Pe. Mariano Pinho escreveu ao Papa Pio XI, por via de sua Em.cia Cardeal Pacelli (mais tarde, eleito Papa Pio XII).

 

No dia 10 de setembro de 1936, Jesus prediz a Alexandrina como seria feita a Consagração:

«Eu vou dizer-te como vai ser feita a Consagração do mundo à Mãe dos homens e Minha Mãe Santíssima. Amo-a tanto! Será em Roma pelo Santo Padre consagrado a Ela o mundo inteiro e depois pelos padres em todas as igrejas do mundo, sob o título de Rainha do Céu e da Terra, Senhora da Vitoria. Se o mundo corrompido se converter e arrepiar caminho, Ela reinará e a vitória por ela será ganha.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 10/09/1936)


 


 

 

PRIMEIRO EXAME DA SANTA SÉ

 

Em 1937, a Santa Sé solicitou informações sobre o caso de Balasar ao Arcebispo de Braga, através da Nunciatura de Lisboa. Esta encarrega o Provincial dos Jesuítas, o Pe. Paulo Durão, S.J., de escolher uma pessoa que pudesse examinar de perto a Alexandrina. O Provincial escolheu o Pe. António Durão, S.J., seu irmão.


 

No dia 31 de maio de 1937, Alexandrina recebe o Pe. António Durão:

«Em 31 de maio de 1937, recebi a visita do Rev.mo P. Durão. Vinha mandado da Santa Sé, para examinar o caso da Consagração do mundo a Nossa Senhora. O meu desejo era viver ocultamente, sem que ninguém soubesse o que se passou. [...]

Fiquei surpreendida, quando me fez perguntas das coisas de Nosso Senhor mas, sem a mais pequena hesitação, comecei a responder às suas perguntas. Sua Rev.cia disse que só queria que lhe dissesse o principal, pois não me queria cansar, visto ser grave o meu estado. Respondi-lhe que não sabia o que era o principal. Sua Rev.cia disse-me assim:

“Gosto disso, gosto disso.”

E foi quando me falou da Consagração do mundo a Nossa Senhora. […]»

(Autobiografia; pág. 46)


 

No dia 11 de julho de 1937, o Pe. Paulo Durão, S.J., Provincial dos Jesuítas, escreve uma carta ao Núncio dizendo:

«Em base às informações colhidas, não se pode pôr em dúvida a sinceridade e a virtude da jovem. Mas atendendo a que não apresenta nenhum sinal com que se possa provar exteriormente a origem divina daquelas locuções...»

(Carta do Pe. Paulo Durão ao Núncio cit.in Pasquale, Pe. Humberto; “Mensageira de Jesus para a Consagração do mundo ao I. C. de Maria”; pág. 11/12)

 

O sinal virá mais tarde. (ver Paixão, abaixo).


 

 

NOVOS PEDIDOS DE JESUS

 

A 20 de novembro de 1937, Jesus confia-lhe:

«Porque Eu quero que logo depois da tua morte, a tua vida seja conhecida, e há-de o ser, farei que ela o seja. Chegará aos confins do mundo, assim como terá chegado a voz do Papa, a consagrar o mundo à Minha querida Mãe. Quero que tudo se saiba para verem como Eu Me comunico às almas que Me querem amar. [...]

Minha filha, Eu venho buscar-te em breve, mas não quero vir sem que antes seja feita a Consagração do mundo a Minha Mãe Santíssima. Ela é por teu intermédio glorificada, e maior será também a tua glorificação.»

(20/11/1937 - Cartas ao Padre Mariano Pinho; 22/11/1937)

 

 

Em 1938, a 25 de abril, Jesus pediu a Alexandrina que dissesse ao seu diretor espiritual:

«“Diz-lhe que escreva ao Santo Padre, Eu que quero a Consagração do mundo à Minha Imaculada Mãe. Mas quero que todo o mundo saiba a razão porque Lhe é consagrado.

Eu quero que se faça penitência e oração. Tu é que estás a aplacar a justiça Divina. É por isso que te faço sofrer assim; e tens que sofrer muitas vezes isto, até que Ele o consagre.” [...]

“Ó meu Jesus, e se o mundo for consagrado à Mãezinha do Céu, Vós não o castigais?”

“Só por ela poderá ser salvo. E se ele fizer penitência e se converter! Ela é a Minha Rainha, a Rainha do Céu e da Terra.”»

(Cartas ao Pe. Mariano Pinho; 24 a 25/04/1938)

 

 

No mês de junho de 1938, o Pe. Mariano Pinho pregou Exercícios Espirituais ao Episcopado Português, em Fátima. Deste modo, contribuiu para que Bispos fizessem o mesmo pedido ao Papa Pio XI.

«Os Bispos portugueses não se contentaram com fazer a Consagração do seu País ao Imaculado Coração de Maria. No mês de junho de 1938, ao concluírem os Exercícios Espirituais sob a orientação do P. Mariano Pinho, S.J., diretor espiritual da Alexandrina, dirigiram-se ao Santo Padre (Pio XI) nos seguintes termos:

“Beatíssimo Padre: o Cardeal Patriarca de Lisboa e todos os Arcebispos e Bispos de Portugal, reunidos no Santuário de Fátima aos pés da Beatíssima Virgem Maria, para renovarem a Consagração já há tempos feita ao seu Imaculado Coração, [...] humildemente prostrados aos pés de Vossa Santidade, rogam instantemente que, logo que Vossa Santidade o julgar oportuno, também o Orbe inteiro seja consagrado ao mesmo puríssimo Coração, para que enfim se veja livre por uma vez de tantos perigos que de toda a parte o ameaçam e reine a paz de Cristo no Reino de Cristo, pela mediação da Mãe de Deus.”»

("Documentos Fatima” do P. Antonio Maria Martins, S.J., cit. in Pasquale, Pe. Humberto; “Mensageira de Jesus para a Consagração do mundo ao I. C. de Maria”; pág. 8/9)


 

 

VIVE A PAIXÃO DE JESUS: O SINAL

 

Entretanto, a partir do dia 3 de outubro de 1938, Alexandrina começou a viver a Paixão de Jesus, todas as sextas feiras.

A 24 de outubro de 1938, o Pe. Mariano Pinho informou diretamente o Papa Pio XI sobre a Paixão de Jesus na Alexandrina, insistindo no pedido de Jesus acerca da Consagração do mundo ao Coração de Maria.

 

 

SEGUNDO EXAME DA SANTA SÉ

 

Como resposta às comunicações do Pe. Mariano Pinho, o Santo Ofício ordenou que se fizesse uma nova investigação à Alexandrina. Ficou encarregado de a realizar o Cónego Manuel Pereira Vilar, reitor do Seminário de Braga. No entanto, já estava designado para ir ocupar o cargo de Reitor do Pontifício Colégio Português, em Roma.

 

O Cónego Vilar visitou-a pela primeira vem em 1939:

«Em 5 de janeiro de 1939, recebi a visita do nosso Sr. Abade, acompanhado pelo Exc.mo e Rev.mo. Senhor Cónego Vilar que, depois de me ser apresentado, ficou a sós comigo. Falámos de várias coisas do Nosso Senhor cerca de duas horas, para depois entrarmos verdadeiramente no assunto que o trouxe aqui. Sua Reverência disse-me:

“A Alexandrina deve estranhar a minha visita, não me conhece…”

Sorri-me, respondendo-lhe:

“Eu sei com certeza ao que V. Reverência vem aqui”.

Ao que ele disse:

“Diga, diga, Alexandrina.”

Então disse eu:

“Vem de mando da Santa Sé”, pois era o que eu sentia na minha alma nesse momento. Sua Reverência confirmou, dizendo:

“É isso mesmo.”

E apresentou os documentos que tinham vindo de Roma. Fez-me várias perguntas a que respondi. Não falei da crucifixão, mas falou-me ele, dizendo: “Parece que há mais qualquer coisa que se passa há meses...”, apontando-me a Paixão, mostrando desejo de vir assistir, como veio logo na primeira sexta feira seguinte. [...]

Como me sentia muito bem a falar com ele, e como tinha toda a licença do meu Diretor espiritual, falámos muito, mesmo muito, de Jesus, porque sentia-me como que mergulhada num abismo de santidade e sabedoria, o que raras vezes me acontece, mesmo com sacerdotes. Disse-lhe que não falava assim com outros senhores Padres, porque não era meu feitio, mas sim pela confiança que nele tinha. Sua Reverência respondeu-me:

“Faz muito bem, Alexandrina, em nada dizer porque, se lhes dissesse, eles não a compreenderiam.”

Chorei, quando Sua Reverência se despediu de mim na sua partida para Roma. Prometeu escrever-me de lá, dizendo-me que ficaria a ser a sua intercessora na Terra. Recebi algumas cartas dele, em que mostrava ter em mim inteira confiança. Respondi-lhe, que ajudávamo-nos mutuamente com orações a Nosso Senhor.»

(Autobiografia; pág. 56/57)

 

 

O Cónego Vilar assistiu à Paixão, no dia 13 de janeiro de 1939. Este fenómeno extraordinário vem como o “sinal” esperado (ver acima: Primeiro exame da Santa Sé). Jesus afirma que a Sua Paixão vivida pela Alexandrina é uma prova.


 

Alexandrina reproduz em interrogações o que ouve de Jesus:

«(Jesus) Combato a Vossa causa? E hei-de vencer? Foi muito rigorosa a Paixão? É pela Consagração? Tem que ser? Querem milagres? Não dais outros? Está bem clara a prova? Há tanto tempo que a pedis? Que hei-de eu fazer Jesus? Sofrer tudo isto até que o Santo Padre se resolva a fazer o que Jesus pede? Jesus, se dissésseis a outros que não fossem tão pecadores como eu, ele acreditaria melhor? Podeis fazer a Vossa obra na mais profunda miséria? Foi assim que o fizeste?

(Alexandrina) Está bem, Jesus.»

(Êxtases; 13/01/1939)


 

No mês seguinte à visita do Cónego Vilar a Alexandrina, o Arcebispo de Braga respondeu ao Papa exaltando as virtudes da Alexandrina e a sinceridade das suas declarações.

No dia 2 de março de 1939, depois da morte de Pio XI, o Cardeal Pacelli é eleito Papa: Sua Santidade Pio XII.

O Cónego Vilar, a 5 de março de 1939, numa carta à Alexandrina, escreve de Braga:

«Desde que aí estive, já grandes acontecimentos se deram no mundo. O Santo Padre Pio XI morreu, mas o seu Sucessor não é certamente menos agradável ao Coração Divino; ele realizará a sua obra. Eu é que ainda me encontro em Portugal, e não sei quando partirei; mas será com certeza por todo este mês.»

(Mons. Vilar cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 99; 1.ª edição)

 

 

No êxtase de 20 de março de 1939, Jesus revela a Alexandrina que será o Papa Pio XII a fazer a Consagração (estava presente o Pe. Mariano Pinho):

« (Jesus) Quando Vós me pedíeis a Consagração do mundo sabíeis bem que não era S. Santidade Pio XI que o consagrava? Portanto vindes agora dizer a Pio XII que quereis a Consagração e muito depressa? Portanto a promessa que fizestes está feita? Irá direitinha ao Céu? Será o Papa que muito tem que fazer das coisas que só a ele compete? É da Vossa Santíssima vontade que ele ceda depressa a tudo que me disser respeito? Digo-lhe como é lindo no princípio do reinado dele absoluto no mundo ficar na História a Consagração do Universo à Vossa Imaculada Mãe?»

(Êxtases; 20/03/1939)

 

Em abril de 1939, o Cónego Vilar, acabado de chegar a Roma, escreveu:

«Recordo-a todas as vezes que entro na Capela, a visitar Jesus, ou sempre que pego no meu terço, no qual coloquei a recordaçãozinha, que me ofereceu a última vez; dentre tantas, é talvez a que mais estimo. E todos os dias na Santa Missa faço um "memento" especial por si, pedindo ao Senhor todas as graças de que necessita para realizar a sua missão. Ainda não fui recebido pelo Santo Padre; mas logo que seja, expor-lhe-ei todos os desejos de Nosso Senhor. Já cheguei a ter um certo receio de ir assim diretamente, mas agora estou resolvido a fazê-lo: Ele atender-me-á.»

(Mons. Vilar cit. in Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 99; 1.ª edição)

 

Escreve o mesmo numa carta à Alexandrina, a 2 de junho de 1939:

«Esperava poder dar-lhe alguma boa notícia acerca da Consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria, tão insistentemente pedida por Jesus, mas infelizmente ainda nada de positivo lhe posso dizer. As coisas em Roma contam-se em comparação com a eternidade, e por isso nunca têm pressa.»

 

A 4 de fevereiro de 1940, comunica:

«...Copiei à máquina o que me mandou (relatório da Alexandrina), e entreguei-o a quem de direito...»

(Pasquale, H.; “Alexandrina”; pág. 99/100, 1.ª edição)

 

 

Em 1939, inicia-se a II Guerra mundial que continuará até 1942.

 

Escreve Alexandrina a 16 de junho de 1939:

«No fim de tudo, quando Nosso Senhor me falou, disse-me estas palavrinhas em particular:

“Diz ao teu Paizinho que mande dizer ao Papa por intermédio do Cónego Vilar: Eu permiti que ele aqui viesse para que seja uma escora firme, para levantar a Minha obra. Que diga ao Santo Padre, mas com toda a vivacidade, que hoje, dia do Meu Divino Coração, que é a última vez que peço a Consagração à Minha Mãe Santíssima. Já a pedi tantas vezes! Que não Me recuse por mais tempo o Meu pedido.

Depressa, depressa. É a Minha Mãe Santíssima com as Minhas vítimas que salvam o mundo.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 16/06/39)

 

A 2 de dezembro de 1939, Jesus diz:

«O Coração da Minha Bendita Mãe está tão ferido com as blasfémias que contra Ela se proferem! Tudo o que fere o Seu Santíssimo Coração vem ferir o Meu e tudo o que fere o Meu vai ferir o dela. Estão tão unidos os Nossos Divinos Corações! É por isso que a Consagração do mundo Lhe há-de dar muita honra e glória. Ao ele lhe ser consagrado, hão-de ser abatidas e humilhadas aquelas línguas malditas, blasfemas, impuras, que se moverem para a blasfemar. Coragem, Minha filha, que dentro em pouco tudo será realizado e depois verás no Céu a glória que Lhe foi dada.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 02/12/1939)

 

 

Ainda a 5 de julho de 1940, o Cónego Vilar escreve (de Roma):

«Uma pessoa (D. José da Costa Nunes, então Bispo de Macau) falou ao Santo Padre acerca da Consagração do mundo a Nossa Senhora.»

(Pasquale, H.; “Mensageira de Jesus para a Consagração do mundo ao I. C. de Maria”; pág. 56)


 

 

MAIS PEDIDOS DE JESUS

 

Eis alguns dos vários pedidos de Jesus a Alexandrina, pedindo a Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria.

A 4 de janeiro de 1941:

«Prometo-te neste sábado consagrado a ela (N. Senhora) não demorar na Terra por muito tempo a tua existência. E prometo alcançar-te no Céu, com os teus pedidos e amor o que agora te alcanço na Terra pela tua dor. Mas para isso, Minha filha pede, ao Santo Padre que se compadeça do teu martírio e que satisfaça os desejos Divinos de Jesus, que é consagrar o mundo à Minha Mãe Bendita.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 04/01/1941)


 

A 17 de janeiro de 1941:

«O teu Calvário em pouco terminará, mas hão-de cumprir-se antes as profecias de Jesus. Anima-te! Tens para te auxiliarem o teu Paizinho, o teu Jesus, a tua Mãe Bendita.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho; 17/01/1941)

 

 

A 3 de maio de 1941:

«Diz ao teu Paizinho que lhe pede Jesus e Maria que escreva ao Papa para que Ele consagre o mundo ao Imaculado Coração da Virgem Mãe. Toda a Humanidade está a agonizar debaixo do peso da justiça do Eterno Pai. Só Ela o poderá salvar.»

(Cartas ao Padre Mariano Pinho, 03/05/1941)

 

 

O Pe. Mariano Pinho envia mais uma carta para Roma.

«O P. Pinho, por intermédio da Madre Vigária das Irmãs de S. José de Cluny, interessou diversas Congregações religiosas portuguesas e estrangeiras para que fizessem chegar ao Papa o pedido da Consagração do mundo, por ocasião do seu jubileu episcopal.

Interessou igualmente os Primazes de Espanha, Colômbia e Inglaterra para que apoiassem o pedido junto de Sua Santidade. Alem disso, na sua qualidade de Diretor Nacional das Congregações Marianas, o P. Pinho dirigiu com o mesmo fim uma súplica a Santa Sé.»

(Pasquale, H.; “Mensageira de Jesus para a Consagração do mundo ao I. C. de Maria”; pág. 21)

 

«Pio XII não foi insensível à carta do P. Pinho e novamente pediu explicações ao Arcebispo de Braga, já não através do S. Ofício, mas através do Cardeal Luís Maglione, Secretário de Estado.

No dia 27 de março de 1942, quase depois de três anos, a Alexandrina cessou repentinamente de sofrer a “Paixão”, isto é, o sinal que autenticava a realidade das locuções de Jesus.»

(R. Theologica, II s., vol. 28, F.1, 1933; pág. 217)

Recordemos o que Jesus disse:

«(Jesus) Sofrer tudo isto (Paixão) até que o Santo Padre se resolva a fazer o que Jesus pede?»

(Êxtases; 13/01/1939)


 

Nesta altura, os Bispos de Portugal renovam o seu pedido ao Santo Padre, rogando que a Consagração seja feita por ocasião do Jubileu das Aparições de Fátima.

 

Nas vésperas da Consagração, diz Jesus a Alexandrina:

«Depressa, depressa a Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria. [...] Depressa, depressa, consagre-se o mundo à Rainha dele. Então virá a paz, raiará o sol em toda a humanidade. Jesus não falta ao que promete.”

(Sentimentos da Alma; 03/10/1942)


 


CONSAGRAÇÃO DO MUNDO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA


No dia 31 de outubro de 1942, o Papa Pio XII consagra a Igreja e toda a humanidade ao Coração Imaculado de Maria, em Roma.


 

Sua Santidade dirige uma Radiomensagem em português. Eis um pequeno excerto:

«A Vós, ao vosso Coração Imaculado, Nós como Pai comum da grande família cristã, como Vigário d’Aquele a quem foi dado todo o poder no Céu e na Terra, e de quem recebemos a solicitude de quantas almas remidas com o Seu Sangue povoam o mundo universo, — a Vós, ao Vosso Coração Imaculado, nesta hora trágica da história humana, confiamos, entregamos, consagramos não só a Santa Igreja, corpo místico do vosso Jesus, que pena e sangra em tantas partes e por tantos modos atribulada, mas também todo o mundo, dilacerado por exiciais discórdias, abrasado em incêndios de ódio, vítima de suas próprias iniquidades.» (AAS, 34) 1

 

Radiomensagem do Papa Pio XII aos fiéis portugueses por ocasião da Consagração da Igreja e do Género Humano ao Coração Imaculado de Maria:

http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/speeches/1942/documents/hf_p-xii_spe_19421031_immaculata_po.html

 

 

No dia 6 de maio de 1955, último ano da vida de Alexandrina, tem uma visão do Imaculado Coração de Maria:

«Era o Imaculado Coração de Maria. Mostrou-me o seu Coração rasgado e, unido ao dela, rasgado estava o de Jesus.»

(Sentimentos da Alma; 06/05/1955)

 


O mesmo Sumo Pontífice Pio XII , em maio de 1948, recomendava vivamente que a «Consagração se renovasse não só em cada Diocese e Paróquia, mas em cada Família».

(Pe. Humberto Pasquale; “Alexandrina”; pág. 101; 1.ª edição)


 


 


 

1 Acta Apostolicae Sedis, publicação oficial da Santa Sé.

 

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