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Locais a visitar

IGREJA PAROQUIAL DE SANTA EULÁLIA

 

A Igreja foi construída no inicio do séc. XX. Em 1978, os restos mortais de Alexandrina foram sepultados no lado esquerdo da igreja paroquial. Junto do túmulo está uma imagem de Nossa Senhora e uma cruz com uma coroa de espinhos, como Alexandrina pediu: «Quero ser enterrada, se puder ser, de rosto virado para o Sacrário da nossa igreja. ... quero ficar assim para melhor provar o amor que tenho à Divina Eucaristia. [...] Quero também ao cimo da minha campa uma cruz e, junto dela, uma imagem da querida Mãezinha. Se puder ser, gostava que uma coroa de espinhos envolvesse a cruz. A cruz é para sinal que a levei durante a vida e amei até à morte. A Mãezinha é para mostrar que foi Ela quem me ajudou a subir o caminho doloroso do meu calvário, acompanhando-me até aos últimos momentos da minha vida(A.)

 

Existe lá uma relíquia com um osso da Alexandrina e duas relíquias dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, um presente do Santuário de Fátima.

 

No túmulo está a bela mensagem que Alexandrina deixou aos pecadores: «Pecadores, se as cinzas do meu corpo vos tem utilidade para vos salvardes, aproximai-vos, passai por cima delas, calcai-as até que desapareçam, mas não pequeis mais, não ofendais mais o nosso Jesus. Pecadores, tantas coisas quereria dizer-vos! Não me chegava este grande cemitério para as escrever!... Convertei-vos! Não ofendais a Jesus, não queirais perdê-Lo eternamente! Ele é tão bom! Basta de pecar! Amai-O! Amai-O!» (P.S.;1948)

 

Jesus também lhe fez a seguinte promessa: «Todas as almas que te visitarem, pecadores ou sequiosos de Mim, serão salvos, a não ser que abusem da Minha promessa e confiados nela continuem a sua vida de pecado, vida de ofensas para Mim.» (S.A.; 1946)

 

A imagem da Beata Alexandrina foi inaugurada no dia 13 de outubro de 2006 (51º aniversário da morte). No final da Eucaristia, foi benzida e tornada oficial para o culto.

 

 

 

CAPELA DA SANTA CRUZ

(Conheça mais sobre a história da Santa Cruz, aqui)

 

Na manhã do dia 21 de junho de 1832, festa do Corpo de Deus, quando os habitantes regressavam da Missa (de uma igreja já demolida), encontraram uma cruz de terra, de cor mais clara (terra sem orvalho, pelo que a restante estava orvalhada). Depois do Pároco mandar varrer e deitar água, a cruz ficou mais escura.

 

Custódio José da Costa foi a primeira pessoa a ver a cruz e foi um grande benfeitor desta manifestação. Natural de Balasar, filho de pais humildes, emigrou para o Brasil e voltou com uma boa fortuna. Foi ele quem custeou a maior parte da construção da Capela e tomou a iniciativa de criar a Confraria do Senhor da Cruz.

Muitos devotos começaram a peregrinar ao lugar da aparição. Então, Custódio moveu-se para que se construísse uma Capela. A Capela recebia muitos peregrinos da zona marítima próxima e faziam-se grandes festas. Dentro da Capela está o quadro do benfeitor Custódio e de fiéis que receberam graças, como Maria Margarida, uma viúva cujo filho tinha viajado para o Brasil e não dava notícias. Ela rezou e o filho voltou de surpresa a casa. (1º quadro à direita). No degrau da cruz de madeira existe uma inscrição indecifrável até hoje:

O. M. F. P.

J. F. C. D. S.

D. P. A. S. D.

EM. 1833

 

Esta Cruz de terra ganha sentido com Alexandrina. Seguem-se duas referências a esta cruz nos seus colóquios com Jesus:

«Quase um século era passado que Eu mandei a esta privilegiada freguesia a cruz para sinal da tua crucifixão. Não a mandei de rosas, porque a não tinha, eram só espinhos; nem de oiro, porque esse com pedras preciosas serias tu com as tuas virtudes, com o teu heroísmo a adorná-la. A cruz foi de terra, porque a mesma terra a preparou. Estava preparada a cruz; faltava a vítima, mas já nos planos divinos estava escolhida; foste tu.» (S.A.; 1947)

«Há mais de um século que mostrei a cruz a esta terra amada, cruz que veio esperar a vítima. Tudo são provas de amor! Ó Balasar, se não correspondes!... Cruz de terra para a vítima que do nada foi tirada, vítima escolhida por Deus e que sempre existiu nos olhares de Deus! Vítima do mundo, mas tão enriquecida das riquezas celestes que ao Céu dá tudo e por amor às almas aceita tudo!» (S.A.; 1955)

 

 

CAPELA-JAZIGO (CEMITÉRIO)

 

Dois anos depois da morte de Alexandrina, os seus restos mortais foram colocados na Capela-Jazigo, construída para esse efeito. Mais tarde, em 1978, foram trasladadas para a Igreja Paroquial.

 

Na sua vida, a Alexandrina teve dois sacerdotes que a dirigiram e guiaram: os diretores espirituais. O primeiro foi o Pe. Mariano Pinho, padre jesuita, a quem tinha enorme afeto (nascido em 1894, no Bonfim, Porto).

Em 1946, foi enviado para a Baía, Brasil, onde morreu em 1963. Em 2007, os seus restos mortais foram trasladados para esta Capela-Jazigo. Era um homem bom, culto e obediente. Jesus disse acerca dele: «Diz ao teu Paizinho que os eleitos do Senhor o esperam. Ele será contado entre eles; como os Meus santos, ele será honrado na Terra; como eles, subirá às honras dos altares.» (S. A.; 1952)

 

Aqui, também podemos admirar um ícone da Beata Alexandrina (representação sacra sobre um painel de madeira), cheio de simbolismo, elaborado pela italiana Domenica Ghidotti. Nele, observa-se Alexandrina no centro, mergulhada na luz divina (amarelo de ouro); a cruz atrás como sinal da sua crucificação e oferta pela salvação das almas; anjos a dar a Sagrada Comunhão como realmente aconteceu; Maria com o manto de proteção, sinal do pedido de Jesus para a Consagração do mundo ao I. C. Maria, entre outras simbologias.

 

 

 

CASA DE ALEXANDRINA (Calvário)

 

A casa onde Alexandrina viveu quase toda a sua vida está aberta aos peregrinos das 09h00 às 12h00 e das 14h30 às 19h00.

 

Pode-se celebrar Eucaristia no seu quartinho. Alexandrina passou a viver na casa do Calvário a partir dos 7 anos. Pode-se visitar o quarto onde permaneceu cerca de 30 anos e participou de grandes vivências místicas.

Aqui, recebeu milhares de pessoas que a procuravam para encontrar auxílio e paz para os seus corações.

Toda a casa é um espaço singular que invoca a vida de Alexandrina.

 

 

CASA DE ALEXANDRINA (Gresufes)

 

Alexandrina nasceu e viveu os seus primeiros anos de vida na casa dos seus avós maternos, no lugar de Gresufes, Balasar. Apesar de ser uma residência particular, a família residente permite, com agrado, a visita à casa, onde Alexandrina e a sua irmã Deolinda nasceram.

 

 

 

Destaques
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Agenda
2016-2017
Ano Mariano - Fé Contemplada
14 de setembro
Exaltação da Santa Cruz
13 de outubro 2017
62.º aniversário da morte da Beata Alexandrina
31 de outubro
Consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria
Localização

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ContactosMoradaHorários

Tel. Igreja: (00351) 252 951 601

Tel. Fundação: (00351) 252 951 264 

Tlm Fundação: (000351) 963 649 183

E-mail: fundacao@alexandrinadebalasar.com

Rua Alexandrina Maria da Costa, 21

4570-017 Balasar PVZ

GPS     41º 24' 17'' N    8º 37' 31'' W

Receção da Igreja:

segunda feira a sábado

09h00-12h30 e 14h00-18h00

domingo

09h00 às 12h45 e 14h30 às 18h00 

                                      

Casa da Alexandrina:

Inverno

09h00-12h00 e 14h00-18h00

Verão

Semana - 09h00 às 12h00 e 14h00 às 16h00

Domingo e Dia Santo - 08h00 às 19h00